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Essa posição é a melhor para ser chupada por amigos

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SELMA RECIFE

Eu sou Selma Recife, a maior puta casada do Brasil, casada com o maior corno do planeta, o porco do Márcio. E hoje, meus amados machos do contoseróticosnn.com, vou contar pra vocês, em primeira pessoa, com todos os detalhes sujos e molhados que vocês merecem, o que rolou naquele final de semana inesquecível na minha casa de praia em Tamandaré. Foi há quase um ano, mas ainda sinto o gosto na boca e o latejar na buceta só de lembrar. A foto que vocês estão vendo aí em cima? É exatamente o momento. Olhem bem: eu toda aberta, carnuda, o cu estufado piscando, a buceta inchada escorrendo mel, e o corno do meu marido de terno e gravata debaixo de mim, com a cara enterrada onde ele merece. Essa é a posição que eu sempre falo nos meus contos e vídeos desde 2008: a melhor pra ser chupada na buceta e no cu. Fica tudo exposto, tudo arreganhado, como se eu estivesse cagando na cara dele, mas é puro prazer de puta safada.

A casa de praia em Tamandaré é o meu paraíso particular. Quase sempre venho com a Manu e as amigas, mas naquele dia eu abri o grupo VIP pra qualquer macho entrar e falar comigo. Sim, eu fiz isso de verdade, meus amados. O grupo VIP da Selma Recife agora tá aberto pra todo mundo que quiser ver anos de fotos, vídeos completos – daqueles que mostram cada gota do meu gozo escorrendo – e contos picantes como esse. É só entrar e mandar mensagem pra mim. Eu adoro quando vocês me chamam de puta, de vadia, de rainha do corno. Porque eu sou. E o Márcio? Ele filma tudo, edita e posta no site desde o dia em que virou o maior corno do Brasil. Ele adora.

Aquele empresário fazia parte do meu grupo VIP há meses. Ele me mandava mensagens toda semana: “Selma, meu sonho é te chupar nessa posição da foto que você postou. Na casa de praia, com o mar de fundo, enquanto o corno filma”. Ele era rico, cheio de compromisso, mas disse que largaria tudo pra vir. E veio. Chegou de terno Armani impecável, gravata azul escura, camisa branca engomada, sapato social brilhando. Ainda cheirava a reunião de diretoria em Recife. “Selma, eu não tenho muito tempo, mas preciso realizar isso agora”, ele disse, a voz rouca de tesão, olhando pro meu corpo já só de shortinho de praia e camiseta cropped de palmeiras que eu uso pra provocar.

Eu sorri, aquela sorriso de puta que sabe que vai destruir um macho. “Vem, meu garanhão. O Márcio já tá com a câmera ligada. Hoje é rapidinho, mas vai ser intenso pra caralho”. Eu tava com tesão desde a manhã. A buceta carnuda já latejava, o cu piscando de vontade. Levei ele pro meio da sala, bem na frente da janela enorme que dá pro mar de Tamandaré – aquele azul turquesa, as palmeiras balançando, a areia branca. O sol entrava forte, iluminando tudo. O Márcio, o corno fiel, já tava de joelhos num canto, câmera profissional na mão, gravando cada segundo pra postar no site e no grupo VIP.

Eu tirei o shortinho devagar, sem calcinha, e subi no banquinho branco que eu uso pra essas brincadeiras. Abri as pernas, agachei bem devagar, posicionando a buceta e o cu bem em cima da cara dele. “Olha essa posição, amor”, eu falei pro empresário, mas olhando pra câmera do Márcio. “É a melhor de todas. Minha buceta fica toda aberta, os lábios grossos arreganhados, o clitóris inchado pra fora. E o cu? Olha como fica estufado, todo pra fora, piscando como se pedisse língua. Quem vê meus vídeos sabe: quando eu tô com tesão, o ânus incha assim, rosadinho, pronto pra ser lambido fundo”.

Ele não aguentou. Ainda de terno, gravata e tudo, se jogou no chão, deitou de costas no tapete da sala. Eu desci devagar, sentando meu peso gostoso na cara dele. Meu cu carnudo encostou primeiro na boca dele, depois a buceta enorme cobriu o nariz e os olhos. Ele gemeu alto, o som abafado pela minha carne. “Porra, Selma… que buceta deliciosa… tão molhada já”. A língua dele atacou direto. Começou chupando os lábios grossos da minha buceta, sugando o mel que já escorria. Eu tava encharcada. Meu gozo de puta é abundante, sempre foi. Logo o mel branco e grosso começou a descer em fios grossos pela boca dele, escorrendo pelos cantos, molhando a gravata cara dele.

“Chupa mais fundo, safado”, eu ordenei, rebolando devagar, esfregando a buceta carnuda na cara dele. “Lambe esse clitóris inchado… isso… agora enfia a língua lá dentro. Sente como minha buceta é quente e apertada mesmo sendo de puta casada”. Ele obedecia como um cachorro. A língua entrava fundo, rodava, sugava. Eu sentia cada lambida nas paredes internas, no ponto G que me faz explodir. O Márcio filmava de perto, zoom na minha buceta escorrendo na boca do empresário. “Olha pra isso, corno”, eu gritei pro meu marido. “Esse macho tá comendo a buceta da tua mulher e você só filma. Continua gravando, porquinho. Amanhã o mundo inteiro vai ver no site”.

Eu gozei pela primeira vez em menos de dois minutos. Foi um jorro forte, daqueles que encharcam. Meu mel quente jorrou na boca dele, escorrendo pelo queixo, pingando no terno. Ele engolia tudo, gemendo “Delícia… goza mais, Selma… sua buceta é a melhor do Brasil”. Eu tremia inteira, as coxas apertando a cabeça dele, mas não saí. “Agora o cu, meu garanhão. Você sabe que é a melhor parte nessa posição”.

Eu levantei um pouco o quadril, só o suficiente pra ele ver meu cu estufado, rosado, piscando de tesão. “Olha como fica aberto assim. Parece que eu tô cagando na tua cara, né? Mas é pra você lamber tudo”. Ele enfiou a língua direto no meu ânus. Que sensação, meus amados! Nessa posição o cu fica completamente relaxado, todas as preguinhas expostas, o buraco estufado pra fora. A língua dele entrava fundo, rodava lá dentro, sentindo as paredes quentinhas do meu reto. Eu sentia cada célula sendo lambida, cada preguinha sendo sugada. “Isso… roda a língua aí dentro… sente o sabor do cu da Selma Recife, a puta mais safada do Brasil. Lambe mais fundo, vai… enfia até o fundo”.

Ele devorava meu cu como um faminto. O barulho era obsceno: slurp, slurp, a saliva dele misturada com meu mel escorrendo. Eu rebolava devagar, pressionando o cu na boca dele, sentindo a língua girar lá dentro, quente, molhada, invadindo meu intestino. Gozei de novo só no cu, um orgasmo anal gostoso que fez meu ânus piscar forte na cara dele. “Porra, que cu delicioso… quente por dentro… eu poderia ficar aqui o dia todo”, ele murmurava entre lambidas.

Mas o tempo dele era curto. “Selma, eu preciso gozar agora”, ele pediu, a voz rouca. Eu sorri, levantei devagar, o mel escorrendo pelas minhas coxas. Desci do banquinho e me ajoelhei na frente dele, que ainda tava deitado no chão, terno todo molhado de gozo meu. Abri o zíper da calça social, puxei o caralho dele pra fora. Estava duro pra caralho, latejando, veias grossas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo.

“Olha esse pauzão, corno do Márcio”, eu falei olhando pra câmera. “Maior que o teu, né? Esse aqui vai gozar na boca da tua mulher enquanto você filma”. Eu comecei o oral mais safado possível. Primeiro lambi a cabeça devagar, circulando com a língua, saboreando o gosto salgado. Depois desci a boca toda, engolindo até o fundo da garganta, sem engasgar – eu sou profissional nisso desde 2008. Subia e descia, babando tudo, fazendo barulho de puta gulosa. Ao mesmo tempo, minha mão direita fazia uma punheta perfeita: apertava a base, subia girando, polegar roçando a glande.

“Chupa gostoso, Selma… porra, tua boca é um paraíso”, ele gemia, segurando meu cabelo preto comprido. Eu olhava pra cara dele, olhos nos olhos, enquanto chupava. “Goza na minha boca, garanhão. Goza enquanto o corno do meu marido filma. Ele nunca me come assim. Ele só assiste e bate punheta escondido depois, né, Márcio? Fala pra ele, amor”. O Márcio, atrás da câmera, respondeu baixinho: “É verdade… ela é tua agora”.

Eu acelerei a punheta e a chupada. Boca funda, língua girando, mão subindo e descendo rápido. “Goza, vai… enche a boca da puta casada. Mostra pro corno como um macho de verdade goza”. Ele não aguentou. O corpo dele tensionou, o caralho inchou na minha boca e jorrou. Porra quente, grossa, muito gozo. Eu não tirei a boca, engoli um pouco mas deixei bastante na língua pra mostrar pra câmera. Olhei pro empresário, depois pro Márcio: “Olha isso, corno. Boca cheia de porra de outro. Engulo ou cuspo na tua cara depois?”. Engoli devagar, lambendo os lábios, mostrando a língua limpa.

Ele se levantou, arrumou o terno molhado, me deu um beijo na boca com gosto de cu e buceta minha misturado com a porra dele. “Foi o melhor sonho realizado, Selma. Vou voltar todo final de semana”. Eu ri, ainda nua, buceta e cu brilhando de saliva e gozo. “Pode vir sempre, meu macho. O grupo VIP tá aberto pra todos vocês agora. Manda mensagem, entra, comenta. O Márcio vai postar esse vídeo completo hoje no site e no grupo”.

Era só o início de mais um final de semana em Tamandaré. O empresário saiu correndo pro carro, ainda de terno sujo. Eu fiquei lá, nua, com o mar ao fundo, e o Márcio ainda filmando meu corpo marcado de prazer. “Vai, corno. Edita isso tudo. Amanhã o Brasil inteiro vai ver como a maior puta casada do país é chupada do jeito que merece”.

E assim foi, meus amados. Se quiserem ver o vídeo completo, as fotos de antes e depois, mais contos como esse, entra no grupo VIP que eu abri em www.bit.ly/telemanu . Lá tem tudo desde 2008: eu sendo comida por dezenas de machos, o Márcio filmando e chorando de tesão, minhas amigas Manu e as outras participando. Um grande abraço molhado da Selma Recife. E aguarde muito mais pra hoje… porque o final de semana tá só começando e eu tô com fome de mais caralho. Meu site em www.selmaclub.com com tudo completo.

O que acharam, machos? Votem alto, comentem como vocês querem me comer da próxima vez. Eu leio tudo. Beijos no caralho de vocês. 💋

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Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • DANIEL: Essa é gostosa

    Responder↴ • uid:1dai2scxid