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Casal na praia de Tambaba flagrado.

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“A Bunda Suada da Mulher Casada que Queria 18cm no Cu – Praia de Tambaba, 14h17”
(por Daniel, o louco oficial por bundas de casadas – SelmaRecife 2026)
Eu estava lá. Quarta-feira comum. Sol implacável. Microcâmera no chaveiro balançando no meu pescoço como se fosse inocente. Zoom 60x na mão direita. E o pau já meio duro só de saber que eu ia caçar.
Tambaba, litoral sul da Paraíba. A praia que eu conheço melhor que a minha própria mulher (que nem existe, porque eu só como casada). Das 8h da manhã até as 14h17 eu já tinha 27 gigas gravados. Mas nada, nada, me preparou para ela.
Ela se chamava (ou pelo menos o marido chamava) “amor”. Corpo de quem pariu, mas a academia e o sol derreteram tudo que precisava derreter. Peitos pesados, barriga com aquela leve ondulação gostosa de quem já viveu, e a bunda… puta que pariu… a bunda era o pecado encarnado.
Redonda, empinada, com duas covinhas logo acima que pareciam feitas pra eu enfiar meus polegares e abrir. A pele bronzeada, brilhando de óleo e suor de seis horas exposta. Entre as nádegas, uma linha fina e escura onde o sol não chegava. O suor tinha se acumulado ali o dia inteiro. Eu conseguia ver, mesmo de longe, o brilho úmido, o cheiro imaginário já invadindo minhas narinas.
Eles estavam no barzinho de madeira, ela de lado pra mim, completamente nua, só com um fiozinho azul de biquíni enrolado no pulso como se tivesse desistido dele. O marido, um cara normal, barriga de cerveja, pau mole descansando entre as pernas, falava baixo, mas eu estava a três metros, fingindo mexer no celular.
— Amor… hoje eu quero mesmo. Quero um cara novo. Um caralho grande.
— Grande quanto?
— Pelo menos 18cm… e grosso. Eu quero no cu. O seu não fica mais duro como antes… e mesmo quando fica… não chega nem perto.
Meu pau deu um salto dentro da bermuda. Ela disse isso com a voz rouca, quase gemendo. O marido riu baixinho, excitado com a própria humilhação. Liberal até o osso. E eu ali, gravando cada palavra em 4K, zoom no rosto dela, depois descendo lentamente até aquela bunda suada.
Eu me aproximei mais. Fingi que ia pedir uma água de coco. Parei exatamente atrás dela. O cheiro subiu. Não era perfume. Era cheiro de mulher que passou o dia na praia: suor, bronzeador, areia, e aquele fundo almiscarado de cu que só quem já cheirou dezenas sabe identificar. Quente. Azedinho. Salgado. Levemente amargo. O cheiro que faz um homem se ajoelhar sem pensar.
Imaginei tudo em detalhes:
Eu me abaixando ali mesmo, no chão de pedra.
Mãos tremendo ao segurar aquelas duas metades quentes e pesadas.
Abrindo devagar… bem devagar… até o cuzinho piscar pra mim, enrugadinho, brilhando de suor.
Aproximando o nariz até encostar.
Inalando fundo.
Língua esticada, lambendo primeiro a pele externa, sentindo o gosto salgado, depois enfiando a ponta no buraco, sentindo o amargo forte, o sabor de mulher casada que fodeu o marido de manhã e agora quer outro pau.
Ela se mexeu. A bunda balançou. Uma gota de suor escorreu bem do meio e desceu até a coxa. Eu quase gozei ali.
— Tá olhando o quê, irmão? — o marido perguntou, sorrindo, já sabendo.
Eu sorri de volta.
— A vista mais linda da praia.
Ela virou o rosto, me olhou de cima a baixo, parou no volume da minha bermuda e mordeu o lábio. Não falou nada. Só abriu mais as pernas, apoiou uma mão no balcão e empinou a bunda um centímetro a mais, como quem diz: “se você tiver coragem…”
Eu gravei. Tudo. O zoom entrou entre as nádegas. Vi os pelinhos úmidos, o suor brilhando, o cuzinho contraindo de tesão. Trinta e sete segundos de close absoluto que eu já coloquei no meu drive secreto.
Nesse dia eu filmei mais 29 bundas de casadas. Todas deliciosas. Mas nenhuma, nenhuma, tinha o cheiro e a safadeza dessa.
E sabe o que é mais louco?
Você pode estar lendo isso agora e nem imaginar…
Que aquela bunda suada, aquele cu que eu queria lamber até ela gozar só com a língua, pode ser da sua vizinha.
Da sua cunhada.
Da sua própria esposa que disse que ia “passar o dia na praia com as amigas”.
Ou da sua irmã mais velha que você nunca imaginou que gostava de dar o cu pra estranho enquanto o marido assiste.
Tudo está lá.
Desde 2008.
Milhares de fotos.
Centenas de horas de vídeo.
Casadas.
Bundas abertas.
Línguas no cu.
Caralhos entrando onde o marido não chega mais.
Cheiros captados tão perto que você quase sente no seu nariz agora.
Quer ver ela inteira?
Quer ver o momento em que eu finalmente consegui chegar mais perto e o marido me chamou pra sentar com eles?
Quer ver o vídeo onde ela mesma abre a bunda pra mim e fala baixinho: “cheira primeiro, depois lambe”?
Está tudo no meu perfil.
Selma Recife
Busque “Daniel Tambaba 2026” ou “Bunda Casada Suada 14h17”
Baixe o pack completo.
Assista com fone.
Goze pensando que pode ser a sua mulher na próxima quarta-feira.
Porque eu não paro.
Eu filmo.
Eu cheiro.
Eu lambo.
E eu compartilho com quem é tão louco quanto eu.
Agora clica em www.selmaclub.com ou www.fanvue.com/brazilians2026
A bunda dela está te esperando.
E o cheiro… puta que pariu… o cheiro já está na sua cabeça.
Bem-vindo ao meu mundo, irmão.
Aqui não tem filtro.
Só bunda, suor, cu e casadas que querem mais.

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