Iranianas safadas n guerra não deixam de foder.
Meu nome é Soraya e eu sou a maior puta do bairro destruído de Teerã. Eu e minha amiga Leila, duas bundonas gigantes que fazem qualquer caralho babar só de olhar, vivemos o sonho molhado que todo mundo fantasia: enquanto nossos maridos foram mandados pro Estreito de Hormuz defender o petróleo contra os mísseis inimigos desde que a guerra explodiu em 2025, nós ficamos aqui no meio dos escombros, 48 graus de sol do deserto queimando a pele, bombas caindo, aviões rasgando o céu, e nossa libido explodindo mais que os explosivos. Sempre fomos loucas por dar o cu, conversando baixinho há anos sobre como queríamos um caralho grosso rasgando nossos cuzinhos apertados, mas os maridos, covardes da porra, diziam que “sociedade não permite” e só metiam na buceta rapidinho. Até que quatro soldados dotados pra caralho apareceram, puxaram papo e transformaram tudo numa putaria insana dentro dos destroços. Quer ver como eu e Leila terminamos arrombadas, sujas de merda e porra, beijando pela primeira vez enquanto bombas estouravam? Segue lendo que você vai gozar só com as palavras e depois corre pra ver a foto que mostra exatamente nossas bundas empinadas no meio do caos.
Eu estava encostada numa parede rachada cheia de grafite árabe quando Rashid, o primeiro soldado, se aproximou sorrindo com aquele volume monstruoso marcando a calça camuflada. “Ei, irmãs, tá quente pra porra aqui, né? Vocês duas sozinhas no meio dessa merda toda?” Leila, do meu lado, já rebolou o bundão sem vergonha, o tecido fino grudando na bunda suada. “Quente demais, soldado… mas o que mais tá quente é aqui dentro”, ela disse apontando pro meio das pernas. Eu ri, mordendo o lábio: “Nossos maridos foram pro Hormuz há três semanas defender o estreito contra os drones americanos. Desde então só fantasiando caralho grosso no cu… e vocês quatro parecem ter o que a gente precisa.” Tariq, Farid e Jamal se aproximaram rápido, olhos vidrados nas nossas curvas que a foto mostra perfeitamente empinadas.
O jogo de sedução foi instantâneo. Rashid puxou minha cintura, colou o corpo suado no meu e sussurrou: “Nunca comi cu, porra… meu caralho tem 24 cm de grossura, as esposas em casa seguem os preceitos e fogem só de ver o tamanho. Mas olhando essas bundas… eu topo tudo hoje.” Eu agarrei o pau dele por cima da calça e apertei: “Eu e Leila damos o cu desde novinhas nas conversas secretas. Hoje vocês vão arrombar nós duas enquanto as bombas caem.” Beijos começaram ali mesmo, quatro bocas na minha, quatro na Leila, mãos apertando bundas, línguas se enrolando. Todo mundo junto, roupa caindo, paus enormes saltando pra fora — grossos, veiosos, cabeças roxas brilhando de pré-gozo. Eu chupei o de Rashid primeiro, engasgando com o cheiro de suor do deserto, enquanto Leila mamava dois ao mesmo tempo, babando pra caralho.
Dentro dos escombros, o sol queimava lá fora a 49 graus, mas ali era suor puro escorrendo pelos corpos. Eu deitei de lado no concreto quebrado, Leila do meu lado, bundas empinadas uma colada na outra exatamente como na foto. Rashid cuspiu no meu cu virgem apertado e forçou: “Ai porra, que cuzinho fechado… tá doendo pra entrar!” Eu gritei: “Mete tudo, caralho! Dói pra cacete mas eu quero arrombada!” Ploc! A cabeça entrou, eu peidei forte no pau dele — pffffffft — e senti vontade de cagar na hora. “Olha só, três bombas explodiram agora lá fora! Bum! Bum! Bum!” gritou Farid enquanto metia na buceta da Leila. O cheiro forte de bunda suada, cuzinho quente e suor encheu o ar, mas eles lambiam tudo: línguas girando nos nossos ânus, chupando gostoso mesmo com o odor forte e delicioso de mulher no calor. “Lamba meu cu sujo, soldado! Cheira fundo!” eu ordenava, e Rashid enfiava a língua até o fundo, gemendo “Porra, que gosto bom de bundinha árabe!”
Revezamento começou pesado. Tariq tirou do meu cu e enfiou no da Leila, fazendo ela uivar: “Ahhh meu Deus do cu, tá rasgando! Quatro bombas agora, escuta o avião passando!” Eu virei e beijei Leila pela primeira vez — línguas se chupando enquanto dois paus trocavam de buraco. “Chupa meu caralho que saiu do cu dela”, ordenou Jamal. Eu fiz, nojo misturado com tesão louco: o pau melado de merda e porra tinha cheiro forte de bunda, mas eu lambi tudo, engoli, depois beijei Leila de novo passando o gosto. “Tá saindo merda no meu pau, Soraya! Peida mais!” pediu Rashid. Eu soltei outro peido longo enquanto ele metia forte — prrrraaaap — e senti o cu relaxar, cagando um pouco no caralho dele. Ele adorou: “Porra, adoro merda de puta! Olha como fica brilhando!” E meteu mais fundo, ploc-ploc-ploc, enquanto Farid revezava no meu, o pau agora todo marrom e escorregadio. Leila gemia: “Eu também tô cagando na pica, tá saindo tudo! Dói demais mas goza no meu cu arrombado!”
Sexo animal total: buceta, cu, boca, tudo ao mesmo tempo. Eu cavalgava um pau na buceta enquanto outro socava meu cu, Leila na mesma posição colada em mim, se beijando, chupando os outros dois. Suor pingando, cheiro de sexo misturado com poeira e explosivos, aviões zunindo, mais cinco bombas estourando — “BUM! BUM!” — e nós gozando sem parar. “Quero porra no cu e na cara!” eu gritava. Eles gozaram juntos: jatos grossos enchendo nossos cuzinhos dilatados, escorrendo misturado com merda, bundas tremendo. Por fim, exaustos, Rashid beijou minha testa suja: “Talvez a gente volte um dia depois de defender Hormuz… agora vão pra casa, suas putas maravilhosas.” Eles sumiram no deserto, nos deixando ali arrombadas, cu piscando aberto, pernas bambas, porra e merda escorrendo pelas coxas exatamente como merecíamos.
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Comentários (1)
Ricardao21x5: mas q bosta ja estariam mortas se fosse ver dade
Responder↴ • uid:5h7a9hra