#Assédio #Grupal

No ponto de ônibus fui encoxada por 3

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O Narrador de Contos

No ponto de ônibus fui encoxada por 3 peões e tive um dos dias mais loucos da minha vida

No ponto de ônibus, eu estava esperando pacientemente pelo meu ônibus para ir embora do trabalho. Estava exausta após um longo dia lidando com clientes difíceis e não tinha humor para mais nada. Minha blusa justa e saia curta eram minha única defesa contra o calor abafado.
De repente, senti uma mão quente e áspera em minha bunda. Eu me virei, pronta para dar um tapa no rosto do idiota que teve a coragem de me tocar sem permissão, mas parei quando vi três peões musculosos olhando para mim com expressões safadas.

— Ei, gata - disse o mais alto deles, aproximando-se ainda mais. - Por que não nos mostra o que você tem embaixo dessa saia curtinha?

— Saia já daqui! - eu retruquei, tentando parecer firme embora meu coração batesse acelerado. - Não quero problemas.

Mas eles apenas riram e se aproximaram ainda mais. Senti mãos explorando minhas coxas e cintura enquanto eles me pressionavam contra o ponto de ônibus. Tentei empurrá-los para longe, mas era como tentar mover uma montanha com as mãos nuas.

— Vamos lá, querida - sussurrou um deles em meu ouvido. - Você não parece estar tão brava quanto diz...

E tinha razão. Embora eu tentasse resistir, o calor de seus corpos e a promessa safada em suas vozes me deixaram excitada. Comecei a relaxar, permitindo que as mãos explorassem minhas curvas enquanto eles se apertavam contra mim.

— Viu só? - riu outro, passando a mão por meu pescoço e descendo até meus seios. - Ela gosta quando fica bem apertadinha...

— Humm... - eu murmurei, fechando os olhos enquanto eles me tocavam com mais ousadia. Sabia que deveria estar revoltada, mas a verdade era que estava adorando cada segundo dessa situação perigosa e excitante.

Eu deveria estar preocupada, mas não estava. Só conseguia pensar no calor do corpo deles pressionado contra o meu e na sensação de suas mãos explorando minhas curvas. Meu coração batia forte enquanto eu me entregava cada vez mais a essa situação perigosa.

— Vamos para um lugar mais reservado - sussurrou o primeiro peão, seus lábios roçando minha orelha. - Não queremos que ninguém nos veja, não é mesmo?

Sem esperar pela resposta, ele começou a me puxar para longe do ponto de ônibus, seguidos pelos outros dois. Eu tentei resistir, mas era tarde demais. Meus joelhos já tremiam só de imaginar o que eles tinham em mente.
Caminhamos por alguns quarteirões até chegarmos a uma rua deserta e mal iluminada. Eles me pressionaram contra a parede suja de um beco, suas respirações pesadas em meus ouvidos enquanto me apalpavam sem pudor.

— Agora sim podemos nos divertir de verdade - disse o mais baixo dos três, abrindo meu zíper e enfiando a mão por dentro da saia. Senti seus dedos grossos deslizando pela renda das minhas calcinhas, explorando minha intimidade molhada.

Eu tentei protestar, mas um beijo faminto do primeiro peão abafou meus gemidos. Eles me seguraram firme enquanto se revezavam para me tocar e me beijar, suas mãos e bocas deixando rastros de fogo em minha pele.

— Por favor... - eu murmurei, sem saber se estava implorando para eles pararem ou continuarem. Mas não tinha mais volta. Me deixei levar pelo desejo, abandonando qualquer resquício de razão que ainda restasse.
Eles me despiram com pressa, arrancando minha blusa e jogando minha saia no chão sujo. Fiquei ali, exposta e trêmula, enquanto eles se livravam das próprias roupas, revelando corpos fortes e tatuados.

Quando finalmente senti um deles penetrar meu corpo quente e molhado, não pude deixar de gritar de prazer. Eles me seguraram firme, alternando-se para me tomar com força enquanto eu me contorcia e gemia, perdida em uma nuvem de sensações.
Eu estava completamente entregue ao prazer enquanto eles se revezavam para me possuir. O primeiro peão me prensou contra a parede, suas estocadas profundas fazendo meu corpo tremer de tanto tesão. Os outros dois não ficaram para trás, explorando cada centímetro da minha pele com mãos e bocas ávidas.

— Porra, você é gostosa mesmo - grunhiu o que estava dentro de mim, acelerando o ritmo das estocadas. Seus amigos concordaram com murmúrios safados enquanto me tocavam sem pudor, provocando meus mamilos sensíveis e deslizando dedos por entre minhas pernas.

Eu não conseguia mais pensar direito, apenas me entregava a cada investida, cada carícia, cada beijo intenso que eles me davam. Meus gemidos ecoaram pelo beco deserto enquanto eles me levavam ao limite do prazer novamente e novamente.
Depois de algumas estocadas selvagens, o primeiro peão gemeu alto e se gozou dentro de mim. Saiu de dentro do meu corpo trêmulo e foi substituído pelo segundo, que não perdeu tempo para me penetrar com força total.

— Caralho, você é muito apertadinha - grunhiu ele, segurando meus quadris com firmeza enquanto me possuía com estocadas curtas e intensas. O terceiro peão aproveitou a oportunidade para se posicionar atrás de mim, pressionando seu membro rígido contra minhas nádegas.

— Isso mesmo, caralho, aperta bem assim - disse ele, penetrando meu cu com um gemido rouco. Eu soltei um grito agudo ao sentir os dois dentro de mim ao mesmo tempo.

Eles começaram a se mover em sincronia, suas estocadas combinando num ritmo perfeito que fez minha mente explodir de prazer. Gritei e choraminguei, minhas unhas arranhando a parede enquanto eles me fodiam sem dó, xingando e gemendo com luxúria.

— Caralho, é bom demais - rosnou o segundo peão, acelerando ainda mais as investidas. O terceiro grunhia e bufava atrás de mim, seu corpo forte colidindo contra minha bunda em um ritmo frenético.

Senti meu orgasmo se aproximando rapidamente, como uma onda prestes a me engolir por completo. Meu corpo tremia incontrolavelmente enquanto eu era levada ao limite do prazer, meus gemidos transformando-se em gritos de êxtase quando finalmente gozei com força, gritei mas um deles coloco a mão na minha boca com medo se sermos pegos, sentia os dois membros que me preenchiam pulsando.
Eles não demoraram muito para alcançar seu próprio clímax. Com um rosnado animalesco, o primeiro peão se gozou forte dentro do meu cu enquanto o segundo fazia o mesmo em minha buceta, nos preenchendo com sua essência quente e pegajosa.
Fiquei ali, esgotada e trêmula, enquanto eles saíam de dentro do meu corpo. Meu corpo estava dolorido e sensível, mas nunca me senti tão satisfeita e realizada sexualmente.
Eu ainda estava tentando recuperar o fôlego quando eles começaram a se movimentar ao meu redor, seus corpos musculosos brilhando de suor sob a luz fraca do beco. Senti as mãos deles me segurando pelos ombros e me forçando a ficar de joelhos no chão frio e sujo.

— Ainda não acabamos com você - disse o primeiro peão com um sorriso safado, seu membro rígido já pronto para uma nova rodada. Os outros dois concordaram com murmúrios animados enquanto se posicionavam diante de mim, exibindo suas ereções latejantes.

Senti meu estômago revirar de excitação e nervosismo ao ver aqueles três paus grossos e cheios de veias apontando na minha direção. Hesitei por alguns segundos antes de me render à tentação, abrindo a boca para receber o primeiro deles.
Comecei a chupar com vontade, minha língua explorando cada centímetro da sua extensão enquanto ele pulsava dentro da minha boca. Os outros dois não ficaram parados e logo estavam pressionando seus pênis contra minhas bochechas, querendo participar da ação.
Foi difícil ao início coordenar o movimento dos três, mas fui aprendendo a alternar entre eles, chupando um de cada vez enquanto masturbava os outros com as mãos. Eles gemiam alto, seus corpos tremendo de prazer enquanto eu os levava à loucura com minhas habilidades orais.

— Porra, isso é incrível - grunhiu o segundo peão, segurando minha cabeça com força e me guiando no movimento. Eu podia sentir meu próprio tesão aumentando a cada segundo, meu sexo ficando cada vez mais molhado enquanto eu chupava aqueles três paus deliciosos.

Continuei alternando entre eles até que finalmente senti um deles pulsar violentamente dentro da minha boca, anunciando seu orgasmo iminente. Não recuei e continuei sugando com força, querendo sentir o gosto do seu sêmen quente.
Ele gemeu alto quando gozou, enchendo minha garganta com jatos fortes de porra. Eu engoli tudo sem hesitar, ainda masturbando os outros dois enquanto eles esperavam sua vez. Quando terminei, limpei a boca com as costas da mão e olhei para cima, pronta para continuar.
Eles sorriram satisfeitos ao ver minha disposição em agradá-los. Com um movimento rápido, me levantaram do chão e me empurraram de volta contra a parede, prontos para me foder mais uma vez. Eu não podia acreditar que ainda tinha força para tanto, mas meu corpo ansiava por eles.
Com um sorriso safado, o primeiro peão me virou de costas e me empurrou contra a parede. Senti seu membro rígido pressionando minha entrada enquanto ele se posicionava atrás de mim, pronto para me possuir novamente.

— Vou te foder com força - falou no meu ouvido, segurando meus quadris com firmeza. Com um único impulso forte, penetrou-me até o fundo, fazendo meu corpo tremer de prazer.
Enquanto ele começava a estocar dentro de mim num ritmo frenético, os outros dois peões se posicionaram à minha frente, seus pênis latejantes apontando para meu rosto. Eles começaram a masturbar-se com vigor, querendo gozar diretamente em minha boca e olhos.

— Caralho, ela é gostosa demais - grunhiu um deles, seu corpo tremendo de tesão enquanto me via sendo fodida com força atrás de mim. Os sons da nossa transa ecoavam pelo beco deserto, nossos corpos colidindo num ritmo selvagem.
Senti meu orgasmo se aproximando rapidamente à medida que o primeiro peão acelerava suas investidas. Meu corpo tremia e minha boceta latejava ao redor do seu membro rígido, ansiando por liberação.

— Goza para nós, sua puta safada - ele falou, mordiscando meu pescoço enquanto me fodia com ainda mais força. Não precisei de muito estímulo para atingir o clímax, meu corpo inteiro tremendo violentamente ao sentir as ondas intensas do prazer me invadindo.

O primeiro peão não demorou muito para gozar também, grunhindo alto enquanto se derramava dentro de mim. Ao mesmo tempo, os outros dois atingiram seu limite e começaram a esguichar jatos grossos de porra em meu rosto e boca.
Fiquei ali, ofegante e exausta, sentindo o gozo quente escorrendo pelas minhas bochechas enquanto eles me observavam com expressões satisfeitas. Finalmente, depois de muito tempo, consegui recuperar o fôlego e abrir os olhos para encará-los.
Enquanto eu ainda tentava me recuperar daquela sessão intensa de sexo, eles começaram a se vestir rapidamente. Notei que estavam com pressa e não pareciam muito preocupados em me ajudar ou até mesmo se despedir.

— Bom trabalho, gostosa - disse o primeiro peão com um tapinha em minha bunda antes de se virar e sair andando pelo beco. Os outros dois apenas sorriram para mim e acenaram antes de seguirem seu líder, deixando-me ali sozinha e completamente exposta.

Senti uma pontada de decepção ao ver que eles me abandonariam daquele jeito, sem nem mesmo um "até logo". Mas então percebi o quão louco e pervertido tinha sido tudo aquilo, e não pude deixar de sorrir enquanto limpava o sêmen do meu rosto com as costas da mão.
Eu adorara cada segundo daquela aventura imprudente. Ter sido possuída por três homens fortes e viris daquele jeito, sem pudor nem restrições... Era exatamente o que eu precisava para esquecer as frustrações do meu dia a dia chato e rotineiro.
Com um suspiro satisfeito, comecei a me vestir também, arrumando minhas roupas amassadas e sujas o melhor que pude. Sabia que provavelmente pareceria uma vadia qualquer depois daquilo, mas não me importei. Estava orgulhosa do meu corpo e das coisas loucas que ele era capaz de fazer.
Enquanto saía caminhando pelo beco escuro, não pude evitar um sorriso safado ao pensar nas chances de encontrar aqueles peões novamente algum dia. Afinal, quem sabe onde o destino poderia nos levar...

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Comentários (1)

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  • Putinha novinha: Meu sonho um grupal assim, ser arrombada bem gostoso

    Responder↴ • uid:h5i65o08j