Escravo Familiar: Capítulo 14 (Açoites e Unicórnios)
— Papai, o que o senhor está fazendo em casa a essa hora?
— Ah, minha putinha, papai chegou mais cedo, e vejo que você, como sempre, está com fogo nesse cuzinho. Ele me disse e me prensou na parede do corredor.
— Sim, papai, não gosto de ficar sem sexo por muito tempo.
— Mas não faz nem 24 horas que te torei, meu filho.
— Eu sei, papai, mas estou subindo pelas paredes e nem estou usando a coleira, porque, se estivesse, estaria alucinando já.
— Kkk, ô princesa, não se preocupe, hoje você vai descarregar essa energia. Seu próximo macho vem te buscar daqui a pouco. Vai ser seu cunhado Lucas. Ele me ligou e disse que faz dias que sua irmã não libera a buceta para ele, e aí me pediu você para tirar o estresse.
— Ok, papai.
— Mas antes de te deixar aos cuidados dele, faça o favor, ajoelhe-se e chupe o pau do Papai.
Ajoelhei-me no corredor da casa, ficando na altura do seu quadril. Seu pau já estava duro e soltava um pré-gozo transparente. Peguei nele com a mão direita, expondo a cabeça brilhosa e, abrindo a boca, comecei a chupar aquela maravilha.
Glub, Glub, Glub, Glub, Glub, Glub.
— huuuuuuuuuum, isso mesmo, meu amor, chupa o pau do papai. Meu pai gemia, rebolando na minha boca e segurando forte na minha cabeça.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC
Ele contorcia os dedos dos pés de olhos fechados, seu saco batia no meu queixo, enquanto seus pentelhos aparados faziam cócegas no meu nariz.
Papai aumentava gradativamente seus movimentos, enquanto eu o chupava e me masturbava ajoelhado no chão.
— Ah, putinha, estou louco para te punir, mas esses dias você está muito obediente, então papai não tem motivo para fazer isso.
Ah, papai safado, não vê a hora de eu me recusar a algo para poder me castigar; ele acha que eu não sei que isso lhe traz muito prazer.
Enquanto ele socava forte na minha boca, eu, com as duas mãos, segurei firme nas suas nádegas as abrindo, abrindo-as. Com o dedo indicador da mão direita, comecei a acariciar seu cuzinho peludo; eu rodava levemente a ponta do dedo na beirada do seu cu. Ele gemia baixinho, bombando firme na minha garganta, gemendo, Ããããã! , até que gozou, inundando minha boca.
— Toma leite, minha putinha, Ããããáãh! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Eu gozei junto a ele, me masturbando enquanto o chupava.
Ofegando, levantei-me do chão e o beijei de língua. Papai retribuiu. Ele me virou de costas, agachou e, abrindo minhas nádegas, chupou meu cu, fazendo-me urrar de prazer.
— HUUUUUUUUUUM! Ah, papai, só o senhor sabe como me deixar 100% entregue.
Ele metia sem dó a língua no meu cuzinho, penetrava o mais fundo que sua língua alcançava, depois socou dois dedos no meu rabo, rodando e fazendo movimentos de entra e sai. Cuspiu fartamente na entrada do meu cu e o colocou para dentro, para lubrificar.
Depois se ergueu segurando seu caralho duro, pincelou a cabeça na entrada do meu cuzinho e começou a forçar.
— Huuuuuuuuuum, vai com calma, papai, para não me machucar.
— Shhh! Calma, princesa, papai vai te comer gostoso.
Ele disse isso e socou tudo de uma vez no meu rabo.
— Ãããããh!
Sem esperar que eu me acostumasse com seu cacete no meu rabo, ele começou a socar forte, fazendo-me gemer alto.
— HUUUUUUUUUUM, HUUUUUUUUUUM, ÃÃÃÃÃH!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Eu amo estar com o pau do meu pai socado com força no meu cu. Poder senti-lo para mim não tem preço. Ele segurava firme no meu quadril, enfiava seu nariz no meu pescoço e socava firme no meu cu. No meu ouvido, ele gemia baixinho; eu sentia seu hálito quente me provocando.
Minhas pernas começaram a tremer e, papai, percebendo, me jogou no chão de bruços, subiu em cima de mim e voltou a socar gostoso. Suas pernas estavam uma de cada lado do meu quadril, papai rebolava socado dentro de mim, me segurando com força, e nessa posição ele gozou, enchendo meu cu de porra.
— Aaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Depois que ele gozou, caiu em cima de mim, ofegando.
...
Fomos para o banheiro, tomamos um banho juntos, nos beijamos muito debaixo do chuveiro. Quando saímos, me troquei, colocando uma calcinha preta, uma bermuda jeans e uma camiseta de manga curta preta.
Papai também se arrumou e, por volta das 11:00, ele foi para a garagem, ligou o carro para ir aquecendo o combustível. Enquanto eu terminava de me arrumar.
Por volta de 11:20, saímos; finalmente estava chegando a hora de satisfazer meu cunhado.
...
Passaram-se uma hora, quando meu pai estacionou em um supermercado.
— Ué, pai, não era para você me deixar na casa do meu cunhado?
— Combinei com ele mais cedo de te entregar aqui no mercado. Ele disse que estava vindo para comprar umas coisas para o almoço e já queria ficar com você.
— Ok.
Um tempo depois, papai e eu saímos do carro. Meu cunhado vinha com um carrinho com algumas compras.
— E aí, sogrão, como vai? Pedro! Ele me cumprimentou com um meneio de cabeça.
— Estamos ótimos — respondeu meu pai.
— Bom, é o seguinte: você vai pegá-lo agora, me devolva-o amanhã cedo. Nada de machucar minha joia. Ele, essa semana, está bem obediente, mas, se apresentar alguma resistência, pode dar seu jeitinho. Porém, nada de extrapolar; eu sou muito ciumento.
— Tudo bem, sogro, vai dar tudo certo, te devolvo a putinha inteira.
— Então tudo certo! Putinha de pai, obedeça ao seu cunhado e dê prazer a ele, honre seu treinamento, não quero reclamações, ok?
— Tudo bem. Papai!
— Nos vemos mais tarde, te amo!
— Também te amo, papai. Até mais tarde. Tchau!
— Tchau!
— Eita, velho ciumento, até parece que estou te sequestrando. Meu cunhado falou, enquanto meu pai se afastava.
— Vamos embora, putinha, tenho planos para nós. Ele disse isso e fomos para seu carro, empurrando o carrinho com as compras.
...
Chegamos na sua casa, ajudei a guardar as compras, e ele foi logo falando.
— Vamos sair, tenho um lugar especial para te levar. Não quero fazer sexo com você na minha casa. Quero uma aventura diferente.
Terminamos de guardar tudo, entramos novamente no seu carro e partimos.
Ele não me disse para onde me levaria, então estava bem ansioso para o que viria pela frente.
...
Uma hora depois, chegamos a um camping. O dia estava lindo, ensolarado, vazio; não tinha ninguém presente.
Saímos do carro e fomos para o porta-malas. De dentro, ele tirou uma cesta de piquenique e algumas sacolas de compras do mercado. Ele fechou a mala do carro, o trancou e começamos a caminhar pelo camping.
...
Alguns minutos depois, começamos a conversar.
— Está ansioso para descobrir o que planejei para nosso dia? Ele me perguntou.
— Estou! Mal posso esperar para te ter dentro de mim!
— Eita porra, você é bem mais assanhada do que seu pai me informou. Mas não se preocupe, tem bastante leitinho para você.
Continuamos andando até chegar a uma parte com mesas e bancos de cimento. Nós nos alocamos e ele abriu e retirou as coisas da cesta.
Na cesta havia várias coisas para comer, mas o que me chamou a atenção foi um pano colorido de tule. Não me aguentei com a curiosidade e fui logo perguntando:
— Que pano é esse? Peguei o tule e fui desenrolando.
— Ah, querido cunhado, essa será sua roupa para o nosso piquenique. Espero que você goste.
Desenrolei o tule e, junto, caiu uma tiara com orelhas e um alicórnio. Fiquei encantado com a fantasia.
— Gostou? Ele perguntou, sentando-se à mesa e retirando várias frutas, bolachas, sucos etc. da cesta.
— Eu amei. Respondi.
— Ah, tem mais coisas para acompanhar, dá uma olhada melhor na cesta.
— No fundo da cesta, encontrei vários brinquedos: um plug anal com um rabo de cavalo com as cores do arco-íris, algemas de pelúcia, uma calcinha fio dental também com a mesma estampa do rabo do plug anal, um açoite fino com cristais cravejados, vários lubrificantes diferentes e uma nova coleira. Essa era roxa escura com spikes. Olhei para ele, estupefato.
— Nossa! Me surpreendeu. Está pensando em usar isso aqui?
— Claro, meu amor. Ah!, e sobre o açoite, eu já conversei com seu senhor, tenho total aprovação para usar em você como eu quiser, mas não se preocupe, não vou te machucar, isso é para ser prazeroso e não doloroso.
Assenti com a cabeça e, como uma boa putinha assanhada, fui me sentar no seu colo de frente para ele, coloquei uma perna de cada lado de seu quadril e enlacei seu pescoço com os braços. Em seguida, subi as mãos pelos seus lindos cabelos loiros cortados em estilo militar e, segurando forte, beijei-o na boca, enfiando minha língua. Ele não recusou o beijo; pelo contrário, movimentou loucamente a sua língua rosada,quente, duelando com a minha, chupou minha língua, gemendo e me apertando junto ao seu corpo parrudo.
Eu rebolava em seu colo, provocando-o, enquanto ele apertava minha bunda. Depois segurei na barra de sua camiseta e a puxei, retirando-a sobre sua cabeça. Ele me empurrou do seu colo e se levantou. Abriu sua calça jeans clara, retirando-a junto com a cueca box branca.
Uau, que pica gostosa, era grande, por volta de 17 centímetros e grossa. Ele não é circuncidado, então a cabeça estava encoberta pelo prepúcio. Eu salivava louco para chupar. Em seguida, ele arrancou seus tênis brancos dos pés, exibindo-os. Um pezão 42 largos.
Em seguida, ele me olhou e perguntou:
— Vai ficar aí só me olhando? Não vai retirar suas roupas, não?
Levantei-me e retirei toda a minha roupa, peguei a calcinha fio dental colorida e a coloquei; depois peguei a tiara com o alicórnio e coloquei na minha cabeça. Logo em seguida, vi ele se abaixando e pegando o plug anal de rabinho colorido. Ele olhou para mim e disse:
— Vire-se e fique de quatro no gramado.
Virei-me de costas para ele e fiquei de quatro com a bunda empinada. Ele se abaixou atrás de mim, ficando de joelhos, pegou um lubrificante vermelho com cheiro de morango na cesta e aplicou uma porção no plug e, depois, afastando minha calcinha, aplicou outra porção no meu cuzinho. Com os dedos, ele introduziu uma parte do lubrificante gelado, rodando seus dedos dentro do meu cuzinho, fazendo-me gemer.
— Huuuuuuuuuum!
Em seguida, retirou os dedos e os substituiu pelo plug anal. Ãããããh! O plug gelado entrou, abrindo forte meu cu, fazendo-me gemer alto.
Eu empinava bem minha bunda, esperando que isso fizesse ficar mais fácil para o plug entrar. Quando o plug finalmente entrou, ele se levantou e, me dando ordem para não levantar, veio para minha frente.
Seu pau estava estalando de duro, a cabeça rosada brilhosa já liberava o pré-gozo transparente. Ele se ajoelhou na minha frente, fazendo com que seu caralho ficasse na altura da minha boca. Ele pincelou levemente o pau nos meus lábios, pedindo silenciosamente para que eu abrisse minha boca.
Eu a abri, permitindo que ele entrasse. O sabor da cabeça era doce e salgada, tudo ao mesmo tempo. Ele segurou firme atrás da minha cabeça raspada e, tremendo, jogou sua cabeça para trás, exibindo seu pomo de Adão, e penetrou minha boca até chegar na minha garganta.
— Huuum! Bixinha, que boquinha molhada essa sua. Imagino a quantidade de machos que já receberam um bom boquete dela.
Ele segurava firme na minha cabeça, rebolando aquela bunda grande e empinada. Com a outra mão, ele pegou na sacola o açoite cravejado de cristais e, em seguida, começou a desferir vários golpes moderados na minha bunda e costas.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
Os golpes me acertavam, deixando marcas rosadas em minha pele branca. Enquanto isso, eu o chupava com força, sugando com vontade seu caralho grosso. Suas bombadas estavam fartas, com um ritmo perfeito que não me machucava, mas proporcionava um prazer alucinatório Quando ele sentiu que ia gozar, apertou minha cabeça com força, pressionando-a contra sua virilha, açoitou meu rabo com mais força, fazendo-me tremer, e explodiu num gozo violento, fazendo-me engasgar.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
COFF, COFF, COFF, COFF...
Logo depois de despejar até a última gota, ele saiu de dentro da minha boca e, em seguida, me beijou de língua.
— Agora, florzinha, antes de meter no seu bumbumzinho, eu quero que você venere meu cuzinho.
Ele me disse, ainda de pé, virando-se de costas.
Ele então empinou o seu delicioso rabo redondo, segurou suas duas nádegas com ambas as mãos e expôs seu cuzinho rosado peludo. A primeira coisa que fiz em seguida foi cheirar.
Fssssssssssssss!
Nossa, que cheirão gostoso de cu suado de macho. Ele segurou na minha cabeça e começou a esfregar seu cu no meu nariz, gemendo baixinho.
— Aãããh!
Eu me deliciava naquele cu. Forcei minha cabeça para cima, fazendo com que minha boca ficasse na altura do seu cuzinho, e comecei a chupar. Suguei forte a entrada, fazendo-o gemer e se contorcer; depois enfiei o mais fundo que consegui minha língua no seu cuzinho. Ele gemia alto, implorando para que eu continuasse chupando.
— Aaaaaaah, Pedro, isso chupa meu cu, safado.
Com ele rebolando no meu rosto, peguei seu pau com a mão direita e comecei a masturbá-lo. Ele gemia, rebolava e socava fundo meu rosto no seu rabo. Logo o ouvi gritar:
— Estou gozando, porra, aaaah! Pff!
Ele me soltou e se virou para mim.
— Ah, meu bem, agora vou estourar esse seu rabinho delicioso.
Ele veio para trás de mim e retirou o plug anal de rabo de cavalo colorido. Ficou de joelhos e me arrumou na posição de quatro, pegou o açoite no chão ao meu lado e, em seguida, me penetrou.
— Hããããã! Gemi com a força da penetração.
Logo ele começou a desferir golpes nas minhas costas, enquanto fodia forte meu rabo.
PLAFT! PLAFT! PLAFT, PLAFT! ...
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seu ritmo era rápido e forte; eu gemia alto, sentia meu corpo fraquejar em alguns momentos, e toda vez que eu quase caía, ele me segurava com o braço esquerdo, mantendo-me na posição.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemia.
— Caralho, que puta boa da porra! Estou quase, querido, aguenta aí!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seu saco pesado batia violentamente no meu; o açoite fazia um barulho fino no ar a cada golpe que ele desferia. Estava ficando cansado; já se passavam mais de meia hora que estávamos fodendo, e ele nada de gozar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Com ele me arrombando e com meu corpo pedindo um pouco de arrego, escutei ao longe passos vindo em nossa direção. Tentei avisá-lo, porém já era tarde.
— Que bonito! Vocês dois não têm medo de crianças pegarem vocês transando, não?
Era o segurança do parque falando. Nessa hora ficamos os dois tensos; ele parou de se movimentar e ficou com o pau dentro de mim. Olhando para o segurança e, porra, que homem bonito do caralho.
Ele era alto, por volta de 1,90, branco, tinha cara de ter uns 40 anos, cabelos castanhos cortados em estilo militar. Seu corpo era forte e muito musculoso, seu uniforme dizia "segurança do parque" e deixava seu corpo ainda mais gostoso do que era.
— Desculpe-nos, senhor, eu escolhi um dia em que esse lugar estaria vazio para poder vir com meu amante para cá. O senhor entende?
— Sei, e você entende que transar em público, em área pública, é crime, né?
— É claro, senhor! Mas você poderia ser gentil conosco e deixar passar desta vez? Meu cunhado pediu a ele.
O segurança olhou para mim; eu estava enfiado no pau do meu cunhado e com as costas rosadas. Depois, massageando seu pau por cima da calça, voltou a se dirigir ao meu cunhado.
— Posso relevar o caso. Meu cunhado demonstrou entusiasmo. — Mas com uma condição. Eu quero comer a putinha.
— Pô, senhor! Isso é complicado. Eu tive que desenrolar com meu sogro essa delícia, e não sei se ele vai gostar de saber que deixei outro macho estourar ela, não!
— Bom, ou você divide ela comigo, ou os dois vão para a delegacia agora mesmo.
Nessa hora o cu de nós dois trancou. Imaginar o que meu pai e senhor pode fazer caso formos parar na cadeia era algo inimaginável.
— Olha, antes de eu te deixar fazer qualquer coisa com ele, vou precisar entrar em contato com meu sogro. Ele é meu cunhado e só quem pode deixar algo é o pai dele; se não, estamos todos fodidos.
— Vou ser gentil dessa vez e vou permitir que você contate seu sogro. Porém não arredo meu pé daqui sem antes usufruir da putinha.
Meu cunhado pegou o celular e ligou para meu pai.
— Sogro, estou com um B.O. aqui! Eu e seu filhote estamos fodendo no Parque da Cidade e fomos pegos pelo segurança. Agora ele colocou uma condição: se eu não permitir que ele usufrua do seu filho, vamos os dois presos.
— CARALHO, LUCAS! VOCÊ TAMBÉM É FODA! Passa para o segurança. Saco!
— Pois não!
— Escuta bem, porque se acontecer algo diferente do que vou te falar, você terá problemas, ok?
— Sim, senhor. Disse o segurança.
— Você pode foder meu filho, mas tome cuidado. Se ele chegar aqui machucado, eu vou atrás de você e te castro, entendeu?
— Claro, senhor, não se preocupe!
— Ótimo, passa para meu filho agora!
— Oi, papai!
— Meu gostoso, o segurança tem minha aprovação para te foder, seja bonzinho, ok? Mais tarde nós vemos.
— Está bem, papai! Até mais tarde!
— Até mais tarde, querido! Passa o telefone de volta para seu cunhado.
— Oi, sogro!
— Me devolva ele inteiro de manhã, senão eu te mato!
— Ok, senhor, não se preocupe. Tchau!
— Tchau.
Ele desligou o celular, e o segurança retirou suas roupas.
Atrás de mim, meu cunhado voltou a bombar forte. Na minha frente, o segurança se ajoelhou e colocou seu pau grosso e comprido na minha boca, e ordenou:
— Chupa, putinha!
Comecei a mamar seu caralho; ele era reto e circuncidado, a cabeça rosa e grande preenchia minha boca completamente. O segurança segurou na minha cabeça com as duas mãos e começou a socar gostoso na minha goela.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
GLUB GLUB GLUB GLUB GLUB GLUB...
Eu me acabava de chupar aquela maravilhosa pica; ela era doce e cheirosa, parecia que o segurança tinha acabado de tomar banho, dava para sentir o cheiro de sabonete masculino.
Atrás de mim, meu cunhado começou a se exibir, segurava forte em meus ombros e fodia com volúpia meu cu.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Ao passar alguns minutos, os dois sincronizados gozaram dentro de mim, inundando-me de porra.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Aaaaaaaaaaaaaah!
Gozei sem ao menos me tocar. Cai no chão, exausto. Meu cunhado se levantou, saindo de dentro de mim. Em seguida, o segurança tomou seu lugar.
Ele me deitou no chão estirado e subiu em cima de mim, apontou seu pau na entrada do meu cu e socou.
— Aaaaaaaaaaaaaah! Berrei.
— Shh! Calma, putinha. O segurança disse.
Em seguida, sem esperar, ele começou a foder rápido e forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
Seu pau grosso entrava e saía rápido, a foda era violenta e ritmada, eu gritava implorando para que ele fodesse mais.
— Isso, me come! Me come, porra!
— Toma pica, viado! Vai, seu meu depósito de porra. Toma!
Ele socava forte, segurando-me firme; senti-o tremer e logo explodir com jatadas absurdas de porra.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Em seguida, ele desabou em cima de mim. Um tempo depois, rolou para o lado, me levantei, meu cunhado tinha observado tudo se masturbando. Nós três nos limpamos e colocamos a roupa.
O segurança, em seguida, despediu-se de nós, voltando para o seu posto. Eu e Lucas sentamos novamente no gramado. Eu estava louco de fome, peguei uma ameixa da cesta e comecei a comer. Meu cunhado pegou pão e um suco e me acompanhou, sentando-se ao meu lado.
...
Por volta das 17:00, começamos a recolher nossas coisas. Passamos no trajeto para o carro pelo segurança, nos despedimos dele com um aceno de cabeça e entramos no carro.
— Está pronto para voltar para casa? Ele me perguntou.
— Claro! Respondi.
Ele deu partida no carro e fomos embora.
No trajeto, fui massageando seu pau; ele olhava para meu rosto, sorrindo, enquanto dirigia. Resolvi então retirar seu pau da bermuda e da cueca e ir até em casa chupando.
Ele se contorcia de leve durante o trajeto, tentando ao máximo se concentrar no trânsito. Enquanto eu me acabava na sua pica dura.
...
Quando chegamos em casa, meu pai se assustou:
— Ué, já vai me devolver ele? O combinado era amanhã de manhã!
— Pois é, sogro, acho melhor encerrarmos por aqui. Em breve vou querer ele de novo, mas por agora estou satisfeito.
— Tudo certo, então! Nego do papai! Como foi, meu filhote?
— Maravilhoso, papai.
— Que ótimo, filho, e adorei a roupa. Espero poder vê-lo usando-a comigo também.
— Claro, papai!
— Obrigado, sogro, por me deixar com esse gostoso o dia todo!
— Sem problemas, espero que tenha se divertido bastante.
— E como! Bom, preciso ir; sua filha já me ligou centenas de vezes, preciso ir acalmar a fera !
— Kkkkk, vai lá!
— Até mais, sogro! E até mais, putinha!
— Até mais, cunhado!
Meu pai fez uma cara de como se dissesse "que abusado". Entramos em casa, eu na frente e papai logo atrás.
Fui direto para o chuveiro, estava cansado e precisava de um bom banho.
....
A noite, papai me colocou no colo, ficamos assistindo à televisão juntos. Mandei mensagem para minha mãe avisando que estava em casa.
"Tudo bem, meu amor, mamãe te ama. Boa noite, filho, durma bem!"
Saí do celular e me aconcheguei em papai. Papai segurou meu rosto, deu-me um beijo e voltou a assistir à televisão.
....
Por volta das 23:00, escovei meus dentes e fui junto com papai para a cama. O dia havia sido longo, mas já ansiava por um novo dia de sexo.
Deitei e papai me abraçou, colocou seu rosto no meu pescoço como todos os dias, e em poucos minutos caí em sono profundo.
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Comentários (1)
Luiz: Pensei que o cunhado dele fosse deixar ele todo arrombadinho , to torcendo para ele pegar um macho com a rola suja de sebo para ele chupar
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic