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Minha esposa pediu dinheiro para o pedreiro

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Minha esposa pediu dinheiro para pagar o pedreiro mas eu não tinha...

Minha mulher, Maria, veio até mim na manhã seguinte e me acordou com um toque suave no ombro. Abri os olhos sonolento e a vi parada ao lado da cama, segurando uma xícara de café quente.
"Oi amor", ela disse com um sorriso doce. "Preciso que você me ajude com uma coisa."
Me sentei na cama, esfregando os olhos para tirar o sono. "Claro, o que é?", perguntei enquanto aceitava a xícara de café das suas mãos.
Maria se sentou na beira da cama e suspirou. "O pedreiro disse que precisa receber o pagamento adiantado hoje se quiser que ele continue com o serviço. Você pode me emprestar um pouco de dinheiro? Não tenho o suficiente no momento."
Senti meu estômago se apertar de ansiedade. Eu estava tendo problemas financeiros ultimamente devido à recessão e tinha gastado nossas economias em contas atrasadas e despesas inesperadas. Não tinha nada sobrando para emprestar a Maria.
"Desculpa querida", falei, colocando uma mão sobre a dela num gesto reconfortante. "Não tenho dinheiro no momento. As coisas têm estado difíceis pra mim no trabalho e eu gastei nossas economias."
O rosto de Maria caiu e ela pareceu preocupada. "Ah não, o que vamos fazer então? Se não pagarmos ele hoje, vai levar semanas até que consigamos outro pedreiro disposto a terminar nosso serviço."
Pensei rapidamente numa solução. Eu tinha um amigo dono de uma construtora que talvez pudesse nos ajudar com um desconto ou algum tipo de acordo. Peguei meu telefone e liguei para ele na mesma hora.
"Ei, é o Marcos. Preciso de um favor. Minha mulher precisa de um pedreiro hoje mas não temos dinheiro no momento. Alguma chance de você conseguir um desconto ou algo assim?"
Houve uma breve pausa enquanto meu amigo avaliou a situação. "Claro, posso fazer isso por você", ele disse finalmente. "Manda sua mulher vir até aqui e eu vou providenciar tudo."
Suspirei aliviado e agradeci a meu amigo antes de desligar o telefone. Olhei para Maria com um sorriso tranquilizador. "Tudo resolvido, amor. Você pode ir até a construtora do Marcos e ele vai te ajudar com o pagamento e terminar o serviço hoje mesmo."
O rosto de Maria se iluminou e ela me beijou agradecida. "Obrigada amor, você é o melhor!" Ela disse enquanto pulava da cama para se arrumar.
Enquanto observava minha linda mulher sair do quarto, não pude deixar de sorrir. Eu podia não ter dinheiro no momento, mas pelo menos consegui ajudar a resolver seu problema e fazer seu dia melhorar. Era isso que importava realmente - estar lá um para o outro nos momentos difíceis.
Maria voltou algumas horas mais tarde, com uma expressão preocupada no rosto. "Marcos disse que pode fazer o serviço de graça, mas só se eu... bem, você sabe", ela disse, corando levemente.
Franzi a testa, confuso. "Só se você o quê? O que ele queria dizer?"
Maria hesitou antes de responder. "Ele quis dizer que vai fazer a obra de graça se eu... me oferecer para ele. Sabe, um favor especial."
Fiquei chocado e furioso ao ouvir as palavras de Maria. Meu amigo tinha me enganado, usando o pedido de ajuda como uma desculpa para assediar minha mulher! Levantei da cadeira com raiva.
"Eu vou matar aquele filho da puta!", gritei, começando a ir em direção à porta.
Maria correu até mim e colocou uma mão no meu peito para me impedir. "Não amor, por favor não faça nada. Eu não quero que você se machuque ou fique preso por causa disso."
Parei de andar e olhei para Maria com raiva ainda fervendo dentro de mim. "Mas ele tentou te enganar! Tentou usar a situação pra te explorar sexualmente!"
Maria assentiu, lágrimas começando a descer pelo seu rosto. "Eu sei, eu sei. Mas por favor, não faça nada precipitado. Podemos resolver isso de outro jeito."
Respirei fundo e tentei me acalmar. Minha raiva ainda estava lá, mas sabia que Maria tinha razão - não podíamos resolver essa situação com violência ou retaliação.
Algumas horas mais tarde, ouvi uma batida na porta da frente. Era Marcos, sorrindo como se não tivesse feito nada de errado. Minhas mãos apertaram em punhos ao lado do corpo quando Maria abriu a porta e o convidou a entrar.
"Vocês dois pensaram sobre minha proposta?", ele perguntou casualmente enquanto entrava no apartamento. "Eu posso fazer um trabalho muito bom, sabe."
Olhei para Maria com desconfiança, me perguntando se ela tinha concordado com esse plano louco. Ela desviou o olhar, corada de vergonha.
"Sim", ela disse finalmente em voz baixa. "Aceitamos sua proposta. Mas apenas uma vez, e nunca mais volte a nos chantagear desse jeito."
Marcos sorriu triunfante e deu um tapa nas costas dela num gesto afetuoso que me fez ranger os dentes de raiva contida. "Claro, claro", ele disse. "Vamos para o quarto então?"
Maria assentiu relutantemente e começou a caminhar em direção ao corredor que levava aos quartos. Observei com uma mistura de raiva e pesar enquanto ela entrava no nosso quarto seguida por Marcos.
Assim que eles entraram no quarto, me aproximei da porta e a abri um pouquinho, apenas o suficiente para conseguir ver dentro do quarto. Meu coração estava acelerado de ansiedade enquanto observava Maria sentar na cama, parecendo nervosa e relutante.
Marcos começou a se aproximar dela com um sorriso predatório no rosto. "Vamos lá gata", ele disse enquanto começava a desabotoar a camisa. "Não é tão ruim assim, não é?"
Maria não disse nada, apenas ficou olhando para baixo, as bochechas coradas de vergonha e embaraço. Meu peito apertou de solidariedade ao vê-la tão vulnerável e assustada.
Então Marcos começou a beijar o pescoço dela, suas mãos acariciando os seios por cima da blusa. Maria estremeceu mas não resistiu, deixando-o explorá-la enquanto lágrimas silenciosas desciam pelo seu rosto.
Não aguentava mais ver minha querida mulher sendo tratada dessa forma tão cruel e desrespeitosa. Meu corpo inteiro tremia de raiva e frustração. Mas então, para minha surpresa, comecei a sentir outra coisa - uma excitação repentina e incontrolável enquanto via meu amigo acariciando o corpo da minha esposa.
Puxei meu membro duro para fora das calças e comecei a me masturbar devagar, meus olhos fixos na cena erótica diante de mim. Maria estava gemendo baixinho agora, seu corpo respondendo ao toque de Marcos apesar dos protestos silenciosos dela.
Apertei meu pau com mais força enquanto observava Marcos puxar a blusa de Maria para cima e revelar seus seios fartos e macios. Ele começou a chupá-los com avidez, fazendo-a gemer ainda mais alto.
Meu próprio gemido escapou da minha garganta quando imaginei estar no lugar dele, sentindo aqueles mamilos duros contra meus lábios enquanto ela arqueava as costas em prazer. Continuei me masturbando cada vez mais rápido e forte, meu corpo inteiro tremendo de desejo.
Então Marcos começou a descer pela barriga dela com beijos molhados, abrindo suas pernas enquanto ia descendo. Observei com fascinação mista a raiva e o prazer quando ele puxou a calcinha dela para o lado e começou a lamber sua boceta rosada e encharcada.
Maria estava gemendo agora, seu corpo tremendo de prazer enquanto Marcos a chupava e lambia habilmente. Senti meu orgasmo se aproximando rapidamente enquanto via minha esposa sendo levada ao limite do êxtase por outro homem.
Logo ela estava gritando de prazer, suas mãos agarrando os lençóis enquanto atingia um clímax intenso. Meu próprio orgasmo explodiu dentro de mim com força total logo depois, jatos quentes de sêmen saindo do meu pau e espirrando no chão.
Fiquei lá ofegante por alguns minutos, tentando me recompor depois daquele momento tão erótico e excitante. Então, antes que alguém pudesse me ver, voltei para a sala e me sentei no sofá como se nada tivesse acontecido, ainda escondendo meu pau latejante dentro das calças.
Alguns minutos mais tarde, Maria saiu do quarto sozinha, parecendo abalada e um pouco envergonhada. Ela não disse nada enquanto passava por mim e ia para o banheiro, provavelmente para se limpar e se recompor.
Logo depois, Marcos também saiu do quarto com um sorriso presunçoso no rosto. "Obrigado pela hospitalidade", ele disse sarcasticamente enquanto se dirigia à porta da frente. "Fique tranquilo que vou fazer um ótimo trabalho na sua casa."
Não respondi nada, apenas o ignorei completamente enquanto ele saía do apartamento. Tudo o que eu queria era ir até meu quarto e consolar minha mulher depois daquele momento traumático e humilhante.
Mas uma parte de mim também se sentia excitada e satisfeita por ter finalmente concretizado esse plano louco e perverso que vinha cultivando em segredo há tanto tempo. Assistir a outra pessoa transando com minha própria esposa tinha sido muito mais intenso e erótico do que eu jamais poderia imaginar.
Agora, só precisava descobrir como contar a verdade para Maria sem destruir completamente o nosso casamento no processo...

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