Comendo o cu virgem da crente matuta.
Bom dia meus amigos, estou aqui no Sertão de Pernambuco novamente seduzindo mais uma casada simples e humilde do jeito que eu gosto, cheirando cada centímetro do corpo suado dela, lambendo aquele cu nojento e virgem até ela cagar no meu pau grosso enquanto goza como uma puta desesperada, tudo filmado no quintal pobre dela enquanto o marido viaja levando verdura pro Recife – e se você tá lendo isso já tá de pau duro imaginando o cheiro azedo da bunda dela misturado com manteiga e merda quente.
Hoje é dia 13 e eu chego direto no quintalzinho de terra batida da casa dela, um barraco de taipa com telhado de zinco enferrujado, paredes rachadas e chão molhado de água de lavagem. Lá está Júlia, exatamente como nas fotos que vocês estão vendo agora: vestida com aquele vestido florido comportado de casada pobre, cabelo castanho longo caindo nos ombros, peitos grandes apertados no tecido, bunda enorme empinada enquanto esfrega roupa branca numa bacia verde cheia de espuma. Ela me vê e para na hora, mãos molhadas pingando, olhos arregalados de surpresa. “Daniel? O que você tá fazendo aqui? Meu marido saiu agora cedo, vai voltar só amanhã…” Eu sorrio, chego perto, olho bem praqueles peitos e digo baixo: “Júlia, você é linda pra caralho. Eu venho trabalhando aqui há meses só pra te ver. Quero ser seu amante secreto, te dar uma grana boa todo mês… só entre nós dois. Ninguém vai saber, vocês nem têm internet nessa casa esquecida.”
Ela fica vermelha, tenta virar o rosto, mas eu continuo: “Pensa no dinheiro, Júlia. Você lava roupa o dia inteiro, falta água até pra tomar banho direito… eu pago bem pra sentir teu cheiro de mulher comum, de axila suada, de bunda quente depois do trabalho. É meu maior fetiche desde 2008, e eu publico tudo no site da Selma Recife e no Fanvue dela.” Ela chama de nojento na hora: “Você é doente, Daniel! Cheirar bunda? Isso é podre, eu tô suada o dia inteiro lavando roupa!” Mas o olho dela brilha quando falo do valor. Em menos de cinco minutos ela muda completamente: “Só entre nós, hein? Ninguém nunca vai ver.” Eu mando logo: “Tira essa roupa, Júlia. Quero você só de calcinha e sutiã agora, aqui mesmo no quintal.”
Ela obedece tremendo, tira o vestido florido devagar, revelando um corpão de casada humilde: peitos pesados, barriga macia, e aquela bunda gigantesca que eu vi nas fotos de trás – redonda, pesada, com celulite leve e marcas do vestido apertado. Fico maluco. Ajoelho atrás dela ali mesmo, abro aquelas nádegas enormes com as duas mãos. O cheiro sobe como um soco na cara: suor azedo, bunda suada o dia inteiro, um leve toque de cocô natural que não foi lavado direito. “Porra, Júlia, que cheiro bom pra caralho…” Ela geme envergonhada: “Para, seu nojento, eu tô suja!” Mas eu meto a cara e lambo. Minha língua entra no cu enrugado, salgado, amargo, azedo pra porra – quase vomito de nojo, mas o tesão é maior. Chupo forte, fazendo barulho molhado “slurp slurp”, sentindo o gosto forte de mulher pobre que trabalhou o dia todo.
Ela começa a gemer baixinho, mão entre as pernas: “Daniel… você é louco… mas… continua…” Eu mando ela se tocar: “Masturba essa buceta enquanto eu como teu cu, safada.” Júlia obedece, dedos girando no clitóris inchado, gemendo “ahhh… ahhh…”. Depois eu tiro a calcinha dela, pego manteiga na cozinha pobre dela – um pedaço velho na geladeira sem luz – e passo na bunda enorme, no cu piscando e no meu pau grosso que já tá babando pré-gozo. “Vamos pra dentro, na mesa da cozinha.” Ela apoia os cotovelos na mesa de madeira velha, empina aquela bunda monstruosa pra trás, exatamente como na foto de trás que vocês estão vendo, só que agora pelada e melada de manteiga.
Eu encosto a cabeça grossa no cu apertado. “Vai doer, Júlia, mas relaxa.” Empurro devagar. “Aiii, caralho, tá muito grosso! Para, Daniel, para!” Ela grita, corpo tremendo, cu queimando enquanto o pau abre caminho centímetro por centímetro naquele buraco quente e macio. Eu paro, tiro um pouco, passo mais manteiga escorrendo, empurro de novo. “Respira, porra… tá quase…” Depois de minutos de dor e gemidos altos “uiiii… ai meu cuuu…”, atolo tudo. Olho pra baixo e vejo meu pau inteiro desaparecido na bunda enorme dela, só os ovos batendo nas coxas grossas. Começo a socar: ploc ploc ploc, forte, fundo. A bunda balança toda, fazendo “clap clap clap” alto no quintal silencioso.
Depois de uns três minutos ela solta um peido quente sem querer: “Prrfffft… ai desculpa, Daniel!” Eu rio: “É assim mesmo, safada, peida no meu pau que eu gosto.” Ela fica vermelha mas continua rebolando. De repente pede: “Espera… preciso ir no banheiro urgente…” Eu sei que é a merda subindo. Tiro o pau devagar e a cabeça sai toda melada de merda marrom clara, cheiro forte subindo no ar. “Cheiro de merda, Júlia… tá cagando no meu pau e eu tô louco de tesão.” Ela geme envergonhada: “Para, seu nojento… eu não aguento mais… quero ir embora…” Mas eu mando: “Se toca agora, puta! Goza sentindo que tá cagando no meu caralho!” Júlia obedece, dedos voando na buceta, gemendo cada vez mais alto: “Ahhh… você é nojento… mas… tô gozando… tô gozandooo!”
No momento que ela goza forte, jorrando na mão, o cu dela expulsa mais merda quente no meu pau. O cheiro repugnante sobe, mas eu seguro na cintura larga e meto mais fundo: “Tá cagando gostoso, casada safada!” Ela grita de prazer e nojo misturado: “Eu não sabia que era tão puta… continua, Daniel… me enche!” Eu soco até explodir, gozando litros de porra quente bem fundo no intestino dela, pau pulsando enquanto o cu aperta e suga tudo. Quando tiro, o pau sai sujo de merda e porra misturada, e ela aperta a bunda com a mão: “Não vaza, não vaza dentro de casa!”
Júlia sai correndo pro banheiro humilde – só um buraco no chão com vaso velho sem descarga porque falta água. Eu ouço de fora: peidos altos e molhados explodindo “PRRRRFFFFFT… PFFFFFT… ploc ploc” enquanto ela caga tudo que eu enfiei, barulho de merda caindo na água suja. Depois pega um balde de água do quintal e joga no vaso, limpando o rastro. Volta vermelha, pernas tremendo, mas com um sorriso safado: “Nunca mais faço isso… mas… foi bom pra caralho.”
E tem muito mais aventuras como essa no meu perfil desde 2008 até hoje www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 , esperando você entrar, ver tudo em vídeo e foto e baixar sem limite. Pra achar o autor é só procurar Daniel no site de Selma Recife e no Fanvue dela – lá tem todas as casadas do Sertão que eu já comi. Amanhã tem postagem nova, outra casada humilde me esperando, e depois de amanhã mais uma. Comenta aí embaixo o que achou dessa bunda cagando no meu pau, se quer ver mais detalhes ou se já tá gozando só de ler. Um grande abraço do amigo Daniel – até a próxima, galera!
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