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machos destroçaram minha esposa de todo jeito... Na minha frente.

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Eu sempre soube que minha esposa era uma vadia insaciável, mas nunca imaginei que veria ela ser destruída por quatro paus pretos monstruosos ao mesmo tempo, gritando, se mijando de tesão e de dor, se cagando na cama de tanto levar rola no cu e na buceta enquanto eu filmava tudo com a mão tremendo de tesão e humilhação. Aos 50 anos, casado com essa loira gostosa de 32, peitos firmes, bunda empinada e cara de anjo safado, eu realizei o sonho dela: DP triplo e depois DP vaginal com quatro negões de pauzão que ela escolheu no Fanvue e no site da Selma Recife. Ela queria ser arrombada de verdade, queria sentir que ia rasgar, e eu deixei acontecer. Aqui vai tudo que rolou naquela noite no hotel, sem censura.

Chegamos no quarto 412 do hotel no Boa Viagem por volta das 22h. Ela já estava molhada só de pensar, vestindo só uma calcinha preta fio dental e um sutiã que mal segurava os peitos. Eu abri a porta e os quatro já estavam lá dentro, sem camisa, calças abertas, paus semi-duros pendurados como troncos escuros. Cada um media fácil 25 cm pra cima, grossos pra caralho, veias saltadas, cabeça inchada brilhando de lubrificante que eles já tinham passado.

— Olha só a putinha loira que vai virar nossa latrina hoje — disse o mais alto, chamado Marcus, enquanto batia o pau na palma da mão. — Abre essa boca, vadia, quero ver se engole até a garganta antes de meter no cu.

Ela riu com aquele risinho safado que me deixa louco e ajoelhou na frente dele. Eu já estava com o celular na mão gravando. Ela segurou os dois primeiros paus, um de cada mão, e começou a chupar alternando, babando muito, fazendo barulho de gluck gluck enquanto os outros dois se masturbavam olhando.

— Caralho, que boca gulosa — gemeu o segundo, o Jonathan. — Engole mais fundo, sua cadela, engole até sentir o saco na cara.

Ela engasgou, tossiu, baba escorrendo pelo queixo, mas não parou. Os olhos lacrimejando de tesão. Eu filmava de perto, o coração batendo forte.

— Amor, filma bem o rostinho dela quando engolir os dois de uma vez — pediu ela entre engasgos. — Quero ver depois como fiquei destruída.

Marcus pegou ela pelos cabelos e enfiou os dois paus na boca ao mesmo tempo, forçando até ela ficar roxa. Ela gemia alto, um som rouco e molhado. Quando soltou, ela respirou fundo e disse:

— Agora quero os dois na buceta e no cu ao mesmo tempo. Quero sentir que vou rasgar.

Eles a jogaram na cama de bruços. Dois negões se posicionaram atrás. O Marcus deitou de costas, pau apontado pra cima como uma lança. Ela subiu em cima dele devagar, gemendo alto enquanto a cabeça grossa abria os lábios da buceta. Quando metade entrou, ela já gritava:

— Aaaaiii caralho, tá muito grosso, tá me abrindo toda!

O Jonathan se ajoelhou atrás, cuspiu no cu dela e começou a forçar. Ela se contorcia, as unhas cravadas no colchão.

— Para, tá doendo pra caralho! — gritou ela.

— Cala a boca, vadia, você pediu quatro paus, agora aguenta — respondeu o terceiro, o Kevin, enquanto esfregava o pau na cara dela.

Eu filmava tudo, zoom na buceta esticada, no cu se abrindo aos poucos. Quando o segundo pau entrou no cu, ela deu um grito que deve ter sido ouvido no corredor inteiro.

— PORRA, TÁ ME RASGANDO! TÔ SENTINDO OS DOIS SE BATENDO DENTRO DE MIM!

Eles começaram a bombear devagar, sincronizados. A cada estocada ela gritava mais alto, o corpo tremendo. De repente ela soltou um peido alto, fedido pra caralho.

— Hahaha, olha a putinha peidando — riu o Marcus. — Tá fedendo a cu sujo, vadia.

— Para de peidar, sua nojenta — disse o Jonathan, dando um tapa forte na bunda dela.

— Não consigo parar… aaaah… tô com vontade de cagar… — gemeu ela, voz tremendo.

— Deixa ela cagar, vai ser mais fácil arrombar — sugeri eu, voz rouca.

— Não! — gritou o Kevin. — Ela vai aguentar assim mesmo, arrombada e cagada.

Ela tentou se levantar, desesperada.

— Por favor, deixa eu ir no banheiro… tô me cagando de verdade…

Os três seguraram ela com força. Marcus enfiou mais fundo na buceta, Jonathan meteu tudo no cu de uma vez. Ela berrou, o corpo convulsionando.

— NÃO VAI NINGUÉM SAIR! — gritou o quarto, o Thiago, enquanto enfiava o pau na boca dela pra calar os gritos.

Eles meteram mais forte. De repente ela soltou um gemido gutural e começou a se cagar na cama. Um jato quente e fedido escorreu pelas coxas, sujando o pau do Marcus que estava na buceta. O cheiro subiu forte, azedo, misturado com o cheiro de sexo e suor.

— Caralho, que nojo — disse o Thiago, tirando o pau da boca dela e recuando. — Essa vadia cagou mesmo.

Mas os outros três não pararam. Jonathan riu:

— Continua metendo, quanto mais suja melhor. Olha como ela fica linda toda cagada.

Marcus acelerou, o pau entrando e saindo coberto de merda e lubrificante.

— Toma, sua puta fedida, toma rola no meio da sujeira!

Ela chorava e gemia ao mesmo tempo, olhos revirando.

— Me arromba mais… não para… mesmo cagando… eu quero gozar assim…

Eles trocaram de posição. Colocaram ela de quatro na banheira do banheiro. Água morna caindo, dois paus na buceta e no cu de novo, o terceiro na boca, o quarto batendo punheta na cara dela. Ela peidava a cada estocada, o banheiro fedendo a cu aberto e merda.

— Cheira isso, corno — disse Jonathan pra mim. — Sua mulher cagando enquanto leva rola. Filma bem perto.

Eu obedeci, zoom no cu dilatado, marrom escorrendo, pau preto entrando e saindo.

Depois voltaram pra cama. Fizeram DP vaginal: dois paus enormes na buceta ao mesmo tempo. Ela gritava como louca, pernas tremendo.

— TÁ ME RASGANDO TODA! OS DOIS NA BUCETA… CARALHO… VOU GOZAR…

E gozou gritando, esguichando por cima dos paus, misturando com a sujeira.

Um por um eles gozaram dentro do cu dela. Primeiro Marcus:

— Toma porra no cu, sua vadia suja!

Depois Jonathan:

— Engole essa porra com o cu, puta fedida!

Kevin:

— Tão linda e tão nojenta… perfeita.

Thiago por último, segurando ela pelos cabelos:

— Você é a mulher mais bonita e mais imunda que já comi. Goza de novo enquanto encho teu cu de leite.

Quando terminaram, ela ficou deitada na cama, cu escancarado, porra escorrendo misturada com merda, buceta vermelha e inchada, corpo suado e tremendo. Olhou pra câmera, voz rouca:

— Amor… filma bem meu cu destruído… quero ver depois… e tem mais… muito mais… esses quatro vão voltar… e talvez tragam amigos…

Eu parei de gravar, pau duro latejando na calça.

Ela sorriu pra mim, toda suja, toda fodida:

— Obrigada por realizar meu sonho, corno. Amanhã tem mais. Posto tudo no Fanvue www.fanvue.com/brazilians2026 e no site oficial da Selma www.selmaclub.com . Quem quiser me arrombar também, entra em contato. Tem espaço pra mais rola.

Se você chegou até aqui babando, comenta aí embaixo o que você faria com ela. E fica ligado: novas aventuras saem quase todo dia. Essa puta loira ainda tem muito cu e buceta pra entregar.

Beijos do corno que filma tudo. ❤️🍆💦

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