Perdendo parcialmente a Virgindade com o cabeção imenso do tio Sérgio
Dando continuidade ao conto anterior, após o Sergio me instigar a virar sua princesinha eu fiquei decidida a me assumir como Brenda e deixar de usar meu nome de nascimento, já havia falado com minha irmã que era minha melhor amiga e confidente e então resolvi falar com minha mãe. Ela disse que se era o que eu queria, se aquilo me deixaria feliz, ela me apoiaria, e até disse que seu eu quisesse ela marcaria consulta com uma medica para falarmos a respeito de hormônios, eu adorei a ideia, pois não gostaria de ter barba e trajetos masculinos. Minha mãe, marcou a consulta, e após uma serie de exames e consulta ainda com psicologa, iniciei a terapia com hormônios e estava super empolgada. Nesse meio tempo não consegui mais ficar a sós com o Sergio, apenas nos víamos quando ele nos dava carona para a escola e em algumas ocasiões na casa dele, mas o máximo que conseguimos foi dar uns amassos na cozinha enquanto não havia ninguém por perto. Seis meses se passaram desde que eu havia começado meu tratamento e nesse meio tempo eu estava totalmente diferente, meu cabelo já estava chegando no ombro e meus peitinhos já estavam dando sinal, minha irma dizia que já estavam maiores do que os dela. Eu estava super feliz e já haviam alguns meninos da escola dando em cima de mim.
Minha irmã ficou doente e não pode ir a escola por uma semana, a Luiza deve ter falado para o Sergio, pois ele me mandou mensagem pedindo para nos encontramos na saída da escola, eu inventei uma estória para a minha mãe não ir me pegar, disse a ela que iria ao shopping com as minhas amigas e que depois pediria um Uber para casa. Sergio me mandou mensagem na hora combinando informando que estaria algumas quadras distante para que a Luiza não o visse. Entrei no carro, e ele me tascou um baita beijo, fiquei excitada na hora, e ele parecia estar bem animado, pois a protuberância na sua calça social era bem visível.
Sergio dirigiu por uns 20 minutos indo para fora da cidade, ele nao quis pegar motel pois estava com medo que pedissem nossos documentos e houvesse complicação devido a eu não ter 18 anos. Havia começado a chover estava propício para o que estávamos querendo fazer, ele parou o carro em uma parada de caminhões, haviam dois caminhões logo no inicio, mas o restante do pátio estava vazio, bem no final havia um estacionamento para carros pequenos que era dividido do estacionamento dos caminhões por vários eucaliptos que formavam uma cerca viva. Sergio parou o carro ali de frente para uma plantação de soja, pediu para eu esperar um pouco pois iria arrumar lá atrás para termos mais espaço, o carro dele era uma Suv de porte grande. ele reclinou os bancos de trás formando um bom espaço que ia ate o porta-malas, puxou alguns colchonetes de academia que estavam no porta-malas e estendeu pelo espaço formando uma cama grande.. Sergio me chamou lá pra trás e já foi me beijando e passando a mão pelo meu corpo, dizendo que eu estava linda, uma princesa perfeita. O pau dele estava muito duro e quase rasgava sua calça, ele me agarrou com força e senti aquele membro pulsando na minha virilha. Sergio foi tirando minha camiseta do uniforme expondo meu pequeno sutiã branquinho com florzinhas amarelas que escondiam meus pequenos peitinhos, ele os acariciou e apertou com um pouco de força, pedi para ir com calma pois estavam doloridos então ele deu pequenos beijinhos ainda por cima do sutiã. Foi baixando a saia do meu uniforme expondo minha calcinha que fazia parte do conjunto, e que cobria meu pequeno pintinho, que estava bem duro devido a alta excitação. Sergio desabituou sua camiseta e eu fui lhe ajudando, ele abriu sua calça deixando a mostra uma cueca preta que estava já toda babada, foi baixando a cueca e o seu pau saltou pra fora, imenso, parecia ate maior do que eu me lembrava, eu o peguei enquanto o beijava e acariciei com minhas mãos, minha mão nao fechava, por um instante eu tive um pouco de medo do que aquilo tudo poderia fazer comigo, então pedi para que ele fosse com calma, pois era muito grande e eu não sei se conseguiria aguentar tudo aquilo. Ele me tranquilizou e disse que só iria ate onde eu concordasse. Ele me deu um longo beijo enquanto apertava minha nadega, abriu meu sutiã e meus peitinhos ficaram a mostra, pequenos e durinhos, como uma perfeita jovenzinha colegial, ele desceu sua boca ate a altura deles, e os beijou carinhosamente por um bom tempo, depois subiu e falou no meu ouvido para eu virar de quatro, pois ele queria ver a minha bundinha, assim o fiz, Sergio se posicionou atrás de mim e disse que era uma bunda deliciosa, apertou e passou o dedos pelo meu cuzinho arredando a calcinha de lado, se aproximou e encostou seu pau colocando ele por baixo dentro da calcinha e me segurando pelo quadril enquanto fazia movimentos de vai e vem, esfregando aquele pau imenso sob a minha bunda. Ele então puxou minha calcinha para baixo deixando a mostra meu cuzinho rosinha, passou o pau novamente esfregando a baba na minha portinha, fez força com a cabeça como se fosse entrar e me segurou pela cintura, senti uma pressão grande e uma dor que me fez pedir para ele parar, ele então me soltou e se abaixou dando beijinhos nas minhas nadegas, chegando ate meu buraquinho que estava todo babadinho pelo pré gozo dele, Sergio não se fez de rogado, passou a língua, beijou e chupou feito um louco, enquanto se masturbava e dizia o quanto eu era gostosa. Sergio deitou e me conduziu para cima dele de forma que ficamos fazendo um 69, ele puxou meu cuzinho novamente para sua boca e aquilo estava me deixando louca de tesao, eu abocanhei aquele pauzao, ate onde consegui, que nao foi muito alem do que uns 3 cm abaixo da cabeça, o pau do Sério era grosso desde a cabeça, o que dificultava muito qualquer forma de penetração ou sexo oral, ficamos assim por vários minutos e eu estava disposta a dar para ele, meu tesao era muito grande. Então pedi para ele tentar novamente,ele então me pediu para que eu tentasse sentar pois assim eu poderia conduzir a penetração e parar quando não estivesse confortável para mim. Me virei e fiquei sentada sob aquele membro, rebolando e dando beijos na sua boca, Sergio apertava minha bunda e parecia um cachorro feroz, ele cuspiu na mão e passou no meu cuzinho e no seu pau, posicionou o aquela cabeçona bem na portinha e pediu para eu ir descendo, eu tentei por varias vezes sem sucesso, nao conseguia aguentar a dor quando aquela cabeçona começava a entrar, entao eu subia novamente sem nenhum avanço. Sergio parecia estar ficando irritado com a situação, ele parecia um cachorro faminto louco por um pedaço de carne na sua frente, em uma nova tentativa Sergio me abraçou forte enquanto me beijava, dobrou as pernas e forçou o quadril dele contra o meu, o abraço dele me impediu de subir também, aquele pau estava me rasgando e eu soltei um grito com a língua dele na minha boca, pedindo para ele parar, ele nao parou, o pau avançou e aquela cabeça adoentou meu cuzinho rasgando minhas pregas, estava doendo muito e eu comecei a me debater no peito de Sergio e ate a chorar de dor, aquilo parece que o deixou com mais tesao, ele mordeu meu lábio e soltou um urro alto, dando uma nova estocada, mas não muito forte, o suficiente apenas para que o restante da cabeça adentrasse meu cuzinho e para que o seu leite enchesse meu buraquinho, senti várias bombadas de leve, e varias jatadas no meu cuzinho, Sergio foi diminuindo o urro e soltou meu lábio que ainda estava preso entre seus dentes, ele soltou minha cintura e eu pulei rapidamente fazendo com que aquele cabeça monstruosa saisse de dentro de mim, junto com a cabeça saiu também muito leite, que escorreu pelas minhas pernas e caiu na barriga do Sergio, eu disse que ele havia me machucado e estava doendo muito meu cuzinho, ele pediu desculpas, disse que eu era muito gostosa e que não havia conseguindo aguentar, mas que agora eu era dele, que minha virgindade, mesmo que parcial, eu tinha perdido com ele. Nos arrumamos e voltamos para a cidade, ele tentou por diversas vezes puxar assunto, mas eu estava muito zangada, meu cuzinho ainda estava doendo muito e não seria fácil perdoar o que ele havia feito, ele me deixou perto de casa, pediu desculpas novamente, e disse que da próxima vez iria com mais calma, eu respondi que não teria próxima vez, sai do carro bati a porta com raiva e fui correndo para casa. Quando fui ao espelho olhar, meu cuzinho estava todo vermelho, parecia que havia apanhado…
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)