#Coroa #Gay #Teen

Estava me sentindo a piranha do pesqueiro

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Marcosmoreno

Fabinho sobe na cama, fica ajoelhado na minha frente, levanta o pau, e enfia minha cara nas suas bolas.

Enquanto pescava, ficava pensando na loucura que eu tinha feito no banheiro. Deu medo...mas foi muito gostoso.
_Acorda Marcos...tá em que mundo? Não tá vendo que fisgaram sua isca?
Era meu pai falando...até me assustei.
_Ah...é...nem percebi...ainda tô sonolento. Falei, já puxando o peixe.
Antes do almoço, ainda voltei àquele banheiro, até vi um cara lá dentro, mas ele saiu sem nem olhar na minha cara.
Depois do almoço, bateu um cansaço no pessoal, meu pai e o Celso, resolveram curtir uma rede em frente ao chalé. Como só tinham duas, fiquei deitado na cama.
Paulo e a esposa, passam pelo nosso chalé, e dizem que vão para a piscina. Falo com meu pai, coloco um sunga, e vou com eles.
O dia estava bem quente, mas a área da piscina não estava cheia. A condição ideal para curtir à vontade. Saía da água, e pulava novamente, fiz isso várias vezes.
Paulo e a esposa dele, saíram da água, e sentaram-se à mesa.
_Marquinhos...pega duas cervejas para nós e um refrigerante para você, ali na lanchonete. Pediu Paulo.
A mulher da lanchonete atendia uma outra pessoa, e fez sinal para eu esperar. Nisso, um senhor se aproxima de mim, e fala:
_Aqueles dali são seu pais?
_Não...meu pai ficou no chalé, aqueles são só amigos dele.
_Ah tá...meu nome é Alberto, mas pode me chamar de Beto. Disse ele, me estendendo a mão para me cumprimentar.
_O meu é Marcos. Falei, estendo minha mão.
Enquanto me cumprimentava, seu dedão ficava alisando minha mão.
_Nossa...sua mão é bem macia. Disse.
Acabei nem comentando, porque a atendente se aproximou, e eu fiz o meu pedido.
_Estava te observando, correndo ao redor da piscina e pulando na água...você tem um belo corpo rapaz.
Olhei para aquele senhor de cabelos grisalhos, dei um sorriso, e agradeci ao elogio.
_Nossa...que sorriso lindo...quantos anos você tem?
_14
_Uuuhhhh...nossa...a melhor das idades. Disse ele, acariciando meu braço.
Reparei no rosto dele, no seu sorriso e nas suas acões, e só aí eu me toquei, que aquele senhor estava com segundas intenções para comigo.
A atendente chegou com o meu pedido, e eu me despedi do homem. Nessa hora, ele colocou a mão nas minhas costas, e fez uma leve carícia. Quando me virei para sair, sua mão boba desceu pelas minhas costas, e tocou de leve minha bunda. Não olhei para trás, nem sei se alguém ali percebeu, só sei que Paulo e a esposa estavam de costas para a lanchonete, e não viram nada.
Me sentei à mesa, de frente para eles, e fiquei observando o Beto.
Ele pegou uma cerveja, caminhou enrolado na sua toalha, até ficar duas mesas atrás da nossa, ficou bem atrás do Paulo, e de frente para mim.
Beto colocou a cerveja na mesa e abriu a toalha. Tenho certeza que ele fez isso, só para fingir estar ajeitando a mesma, sua intenção era se exibir para mim, mostrar um belo contorno sob a sua sunga branca. E eu não desviei o olhar, admirei.
Beto era branco, do rosto avermelhado, não era alto, devia ter por volta de 1,70m seu peito era bem peludo, todo branquinho, e tinha uma leve saliência na barriga, resultado de algumas cervejinhas a mais.
Beto não era nenhum exemplo de beleza, mas aquele sorriso safado e o brilho nos seus olhos, me deixaram com um fogo danado.
Bem, nossa troca de olhares foi encerrada, Paulo falou que tínhamos que voltar, estava na hora de voltarem para a pescaria.
Chegamos no chalé, e meu pai e os outros, já estavam prontos para descerem para o lago.
_Fiquei cansado pai...vou descansar aqui na rede, mais tarde apareço lá. Disse, já me deitando numa das redes.
_Nossa...vem para pescar e fica o tempo todo dormindo. Resmungou ele.
Eu não queria pescar, fui persuadido, só que acabei descobrindo outras "coisas" legais para fazer numa pescaria, e queria que eles se afastassem logo, para eu voltar lá para a piscina.
Deitado na rede, eu os observava se afastando. De repente, a luz do Sol é ofuscada, Beto estava parado bem na minha frente.
_Estão nesse chalé?...que coincidência, o meu é aquele ali de cima. Disse ele.
Eu me sentei na rede, e ele se aproximou, abrindo a toalha. Não tinha ninguém ao redor, e eu fui direto, caí de boca no pau sob a sunga.
_Uhhh...putinho safado...vamos entrar, quero te mostrar o que está aí dentro. Disse.
_Tá trancado, meu pai levou a chave.
_Vamos ali no meu então...
_Não tem mais ninguém lá?
_Só o meu filho, mas ele está pescando agora... vamos...
Fomos para lá, e mal ele encostou a porta, e já foi me agarrando, me apalpando. Tirou a sua toalha, e me fez sentir seu pau duro na minha bunda. Eu ainda estava de sunga. Sarrando minha bundinha e beijando meu pescoço, o homem me levou até a sua cama.
Minha sunga foi arrancada, e sua boca começa a explorar meu corpinho por inteiro. Virado de bruços, passo a delirar quando sua boca chega à minha bundinha. Dessa vez, pude externar meus sentimentos, gemendo alto com o toque de sua língua no meu buraquinho.
Beto se deita de costas, e fala "vem cá". Vou direto na sua sunga, abaixando-a, fazendo saltar uma bela rola, cheia de veias, da cabeça bem rosada. Não era grossa como a do Celso, mas era praticamente do mesmo tamanho.
A fenda na cabeça do pau dele, liberava uma gosminha, e eu fui direto para abocanhar.
_Calma...calma garotão...começa aqui por cima, me deixa doidinho para foder seu cuzinho.
Ele indicou para que eu tocasse seus mamilos com a boca, e assim eu fiz, meti a boca entre seus pelos esbranquiçados, e mamei.
Sem tirar seu pau da mão, seguia mamando seus mamilos, passando a língua bem devagarinho nos biquinhos, como ele pedia. Era gostoso vê-lo se remexendo todo na cama.
_Ahhh...muito bem meu putinho...muito bem, agora vai descendo...
Passando a boca pelo seu corpo, fui descendo, até chegar na sua rola, aí então, enfiei a danada na boca....aí o homem se contorceu.
Agora, enquanto eu mamava sua rola, ele enfiava o dedo no meu cuzinho.
Um tempo depois, Beto pediu para ficar de quatro, se ajeitou atrás de mim, e meteu a rola.
Soltamos nossos gemidos, e ele passou a socar forte, enquanto batia na minha bundinha. Em estado de êxtase, eu jogava meu corpinho para trás, aumentando a força da batida.
_Tá gostando putinho?....tá gostando? Perguntava.
_Tô...ahhh...tô...pode meter...mete...mete...
_Ahhh...tá querendo mais né...então toma... toma...toma...ahhh...toma...
A sequência foi forte, meu pau latejava de tão duro. Eu já estava quase gozando, quando a porta do quarto foi aberta... era o filho dele voltando da pescaria.
O rapaz arregalou os olhos diante da cena que via. Eu virei o rosto para baixo, e tentei escapar do pai dele, mas fui seguro.
_Puta que pariu pai...nós saímos para pescar...
_Ah filho...já pesquei pela manhã...agora a vara é outra, e o pescado também é outro Kkkk....
_Até aí tudo bem né pai...mas depois que a mãe morreu, o senhor tá perdendo o senso, o senhor tá fazendo com um moleque..
_Olha Fabinho...esse moleque é bem melhor que muitas que eu já peguei por aí...
O foda é que enquanto eles conversavam, o pai não parava de socar o pau.
Fabinho ficou nos observando por um tempo, e falou que ia tomar banho.
_Eu acho que ele vai querer participar da nossa brincadeirinha. Disse Beto.
_Não sei não...parece que ele ficou com raiva...
_Conheço meu filho...ele se separou há seis meses, sei que não saiu com mulher até hoje, porque ele ainda gosta da ex...e depois dessa olhadinha final que ele deu...não sei não...acho que ele vem participar...
_Será? Mas não vai ser estranho?
_Acho que não...acho até que você vai gostar...
Não sei porquê, mas fiquei com receio dessa experiência, e a ansiedade aumentou quando o chuveiro foi desligado.
É...Beto conhecia bem o seu filho. Fabinho saiu do banho, peladão, e ficou alisando a rola, observando seu pai bombando na minha bundinha. O pau dele era bem semelhante ao do pai, só não tinha as veias à mostra.
Fabinho sobe na cama, fica ajoelhado na minha frente, levanta o pau, e enfia minha cara nas suas bolas. Nossa...suas bolas estavam durinhas.
Não demora muito, e já estou mamando sua rola. E assim, com um pau na boca outro no cuzinho, gozo pela primeira vez.
Beto dá mais algumas bombadas, e chega ao gozo.
Quando Beto tira o pau da minha bunda, Fabinho se deita na cama, e me coloca sentado no seu pau. Fiquei quicando por um bom tempo, até que o Beto reaproxima, e passo a mamar sua rola.
Bom gente, não preciso nem dizer que virei brinquedinho deles. Fui virado para tudo quanto e lado, e a todo momento levava rola na boca e no cuzinho.
Eu chego ao orgasmo pela terceira vez, e logo em seguida, Beto goza na minha boca. Ele fica deitado na cama, observando seu filho, massacrar meu cuzinho, até explodir no gozo.
Com o corpo todo lambuzado, fico deitado entre eles.
Fui tomar banho, e Beto foi comigo. Fabinho não demorou a chegar. O box não era grande, fiquei ensanduichado entre eles.
Fabinho me abraça de frente, e me beija. Seu pai aproveita, e mete a rola no meu cuzinho. Depois de um tempo, me viro para o Beto, me inclino, e passo a mamar sua rola. Fabinho se encaixa atrás de mim, e mete a rola no meu cuzinho.
Sob a queda d'água, meu corpo era "devorado" por pai e filho. Mamava um, mamava o outro, levava rola de um, levava rola do outro.
Beto goza novamente na minha boca, termina seu banho, e sai do box. Com um pouco mais de espaço, Fabinho soca a rola com força, enquanto toca meus mamilos. Meu corpo estremece todo, e passo a rebolar no seu pau.
Ele me abraça forte e fala que vai gozar. Começo a bater punheta, e chegamos ao orgasmo, juntinhos, gemendo alto.
Terminamos o banho, e ganho uma bela passada de mão.
_Caralho moleque...você é foda hein. Diz ele.
_Nossa...tô com as pernas molinhas. Falei.
Conversamos mais um pouco, mas eles precisavam ir embora, já estava no final da tarde, e eles haviam pago por uma diária.
Só de sunga, com as pernas ainda bambas, voltei para a rede em frente ao nosso chalé, e peguei no sono.

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Comentários (1)

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  • Escriba-T-JC: Delícia!!! O moleque é uma putinha faminta por rola! Muito bom!

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