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Minha madrasta me siriricou

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Boa garota

Minha madrasta não gostava de mim e me punia mas de um jeito muito diferente.

Minha mãe separou do meu pai quando eu era criança e por causa de condições financeiras sempre morei com meu pai. Sempre tivemos uma relação muito boa até que ele conheceu minha madrasta. Eu sou evangélica e sempre fui uma menina muito tímida. Aos 14 nunca tive ou pensei em namorados e em nada sexual. Não tinha desenvolvido ainda. Não tinha seios e tinha poucos pêlos. Minha madrasta tinha ciúmes da minha relação com meu pai e descontava toda a raiva dela em mim. Era perversa mesmo. Sempre que meu pai estava fora, ela me punia com tapas e castigos. Um dia o castigo foi diferente. Quando meu pai saiu para trabalhar ela me obrigou a ficar pelada. Morri de vergonha mas tirei toda a roupa porque ela estava me ameaçando bater com um fio. Então ela mandou eu ficar de costas para ela, quando virei ela alisou minha bunda e deu dois tapas com força. Então ela me virou de frente e falou que a partir daquele dia eu seria a cadela dela. Ela disse que ia me dar uma lição para eu nunca sentir desejos pelo meu pai. Começou a alisar meus peitos e beliscou meus mamilos. Senti um misto de dor com uma sensação gostosa. Foi então que ela começou a descer a mão, beliscou minha barriga, arreganhou minha xana e disse que ia inspecionar para saber se estava limpa. Falou que era muito rosinha e disse que precisava perder a inocência. Ela tocou os lábios, chupou e molhou o dedo dela e começou a esfregar meu clítoris. Nesse momento eu estava conhecendo uma sensação que nunca tive. Imediatamente um molho escorreu da minha buceta. Então ela me deu um tapa e disse que eu não era permitida a gozar enquanto ela não deixasse. Ela me arrastou pelos cabelos e me jogou na cama e amarrou meus braços e pernas. Beliscou meus mamilos novamente e chupou com força. Minha buceta tava pulsando de prazer. Ela beijou e mordeu minha barriga. Quando a boca dela chegou na minha buceta eu fui no céu. A boca grande dela praticamente engolia minha xaninha. Ela babou tudo e chupava com uma força de quem já estava desejando fazer aquilo há tempos. Eu gemia, e a cada gemido ela me dava um tapa e falava que não tinha deixado eu gozar ainda. Eu não sabia o que era gozar mas a sensação de sentir minha buceta explodindo naquela boca era maravilhosa. Foi então que ela abriu os lábios e começou a esfregar meu grelinho. Ela falava “vai sua putinha, agora você vai gozar”. Ela esfregava com força para machucar mesmo mas ao mesmo tempo me fazer gozar. Explodi em um orgasmo que meu corpo tremeu inteiro. Meu primeiro orgasmo. Queria mijar na mão dela. Depois que gozei ela não parou. Eu estava super sensível e implorando para ela parar mas ela disse que ia continuar porque era ela que controlava quando eu deveria gozar ou parar. Senti muita agonia mas de repente, explodi em um segundo orgasmo. Então ela lambeu minha buceta inteira, me desamarrou e mandou eu tomar banho. Disse que a partir daquele dia esse seria meu castigo diário para que eu tivesse prazer apenas para ela e nunca sentisse nada pelo meu pai. Desde então todos os dias ela me arrasta pelos cabelos em algum momento aleatório, arranca minhas roupas, da alguns tapas e me masturba.

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