Minha iniciação
Vou contar o que vivenciei na minha adolescência. Eu sempre fui safadinho e gostava de particular das conversas dos garotos mais velhos.
Eu jogava bola com os mais velhos, eu era muito bom no campo, por isso eles sempre deixavam.
Tinha 14 anos, um pouco alto e magro. No time de futebol tinha um cara chamado Jorge, tinha 20 anos, um negão ( negão jambo) labios canudos. Vocês não te noção de como ele é gostoso.
Todos nós sabíamos que Jorge comia os viadinhos do bairro, era só dar bandeira pra ele. Não podia ver um veado e deixava tudo pra lá e corria pra comer o cuzinho deles.
Esperávamos pelas histórias que ele nos contava com detalhes. Realmente sentia tesão nesse assunto.
- Como é ser mamado? Tu sente o que?
- Esse dar o cu também?
- Qual deles toma o leite de pica?
Essas eram as minhas perguntas e de outros do time.
Ele só reclama que os viadinhos reclamavam quando ele enfiava a pica na garganta deles. Não ia muito fundo, eles não aguentavam .
Isso me fazia pensar.
- Será que eu aguento?
O melhor era o sigilo dele. Ele só fava pra gente de quem podia dizer e os outros ela mantinha sigilo de nome e tudo mais, mas contava os detalhes da foda.
Eu era virgem de tudo, até de beijo, mas já tinha um foguinho no cu.
Por muitas vezes eu pensava em dar de mamar a um viadinho e gozar na boca dele, mas certo dia tudo mudou.
Era um domingo e como toda cidade do interior a cidade morre. Eu estava sentado na varanda de casa, quando o Jorge passou e me chamou pra ir catar manga na chácara de um tio dele.
- Mãe! Posso ir com Jorge buscar manga lá na chácara?
- Pode ! Jorge, meu filho! Manda um abraço pra dona Márcia!
- Pode deixar.
No caminho o Jorge começou a falar dis viadinhos, que estava na seca a 3 dias.
- E os viadinhos não querem mais dar o cu não?
- Hoje eu ia pegar um, mas ele deu o bolo.
Ele falava isso dando umas pegadas no pau, que ia ganhando firma.
- Vou ter de bater uma bem gostosa hoje
Chegamos a chácara, ele abriu o portão e entramos.
- Não tem ninguém Jorge?
- Não, eles viajaram, mas deixaram as chaves lá em casa pra mim ir cuidando.
Ele pegava na rola e aquilo ia crescendo cada vez mais.
Adentramos, era uma casa de alpende, simples mais bem organizada.
- Caralho carinha. Não vou aguentar nao.
Ele sentou em uma cadeira na parte externa.
Colocou a pica pra fora e começou uma punheta ali na minha frente.
- Aí caralho! 3 dias sem fuder eu fico assim.
Ele apertava a pica e a baba caia.
- Bota a porra da tua rola pra fora moleque! Aproveita aí mano!
- É que ...
- Eu sei que tu quer, tá atu durinho.
Nessa hora ele deu uma pegada na minha rola por cima do shorts mesmo.
- Tá duro mesmo! Safadinho.Vem cá.
Eu dei uma leva abaixada no short e comecei a ficar minha punheta. Aquilo estava me dando muito tesão, ainda não tinha sentido aquelo. Meu corpo estava em chamas.
Ele percebeu que eu só olhava pra rola dele.
- Grande né?
Aquele sorriso branco e de lábios grossos
Nisso eu meio que pensei alto.
- Que gosto tem a porra ? Digo... O que os viadinhos dizem?
- Eles dizem que é salgada, eles acham saborosa.
Ele olhou e com a astúcia de um leão de olho na presa mandou na kata
- Quer provar ?
- Tá louco! Isso é coisa de viadinho!
Ele levantou e a rola dele pulsava no ar, grossa, 20cm fácil e preta, uma maravilha, ele veio se aproximando.
- Ei, eu sei que você quer. Vem cá vem, dar só uma lambidinha.
- Te fuder! Tira essa coisa pra .
.
Ele voltou a sentar no lugar dele , mas ele tinha um sorriso safado.
Depois pensei comigo.
- Eu aqui sozinho com ele e ninguém vai saber.
Nós travamos olhares, ele sempre com sorriso.
- E se gostar? E se eu quisesse mais?
Eu levantei e me sentei perto dele, que já estava nu.
- Fica em segredo em! Não conta pra ninguém e principalmente pra turma do futebol
- Pode deixar carinha. Agora pega vai, mama que eu sei que tu quer
E já foi apontando o pau pra mim. Eu fui com as duas mãos .
- Caralho! É grosso!
- Gostou foi?
- Como é que isso entra no cuzinho dos viadinho?
Ele olhava pra mim e ria
- Passa a língua na cabecinha.
- Sei não cara, tá babando muito.
- Passa a língua vai, se não gostar fica só pegando.
- Tá.
Segurei no pau dele e fui lambendo.
- Que boquinha gostosa viadinho!
- Eu não sou viadinho.
Eu dizia isso mais não largava a pica 1 só minuto
Eu mamava o cabeção daquela pica.
- Que isso viadinho, olha como tu chupa meu pau. Tu nasceu pra isso.
Eu comecei a colocar tudo em prática que vi nos filmes e comecei enfiar na minha boca e ver até onde eu aguentava.
- Viado do caralho! Porra! Engoliu tudooooo!
Desengatei e cai sentado no chão, puxando o ar e com ânsia e chorando.
- Caralho! Garanto. Tu é doido menino?
- Tu gostou?
- Eu gostei muito, ninguém consegui engolir tudo, só tu.
Derramei baba que tinha na boca na rola dele e voltei a mamar.
- É a primeira vez que tu faz isso?
- É sim.
- Então tu nasceu pra mamar rola viadinho! Mama vai! Mama!
Em meio aos gemidos, ele me incentivava a seguir deste jeito que estava ótimo.
Dei umas aceleradas pra terminar logo com a curiosidade provar porra.
- Porra carinha! Caralho! Melhor boquete que eu já recebi.
Mesmo sabendo que ele ia gozar dei mais uma gulosa nele.
Quando eu desengatei mais uma vez só pude sentir o primeiro jato de porra na minha boca.
- Toma tudo viado! Toma porra!
O Jorge ficou sem forças e eu buscando a respiração no chão.
- E aí moleque, gostou do leite do negão?..
Mesmo gostando fiquei com medo de dizer.
- Nem precisa responder. Vem!
Ele me puxou pela mão e me levou até seu colo.
- Essa pica dura aqui já respondeu.
Ele disse que eu tinha chupado muito bem, e que quando quisesse de novo era só falar.
- Quer gozar de um jeito que tu não gozou ainda?
- Como?
- Vamos pra o banho que lá eu te mostro.
No banheiro ele veio por trás e começou a sarrar em mim.
- Aproveita que hoje Eu tô no cio meu viadinho.
Eu mesmo peguei o pau dele e comecei a bater punheta, queria ele duro de novo.
Nisso senti ele procurando meu cuzinho e o dedo começou a entrar.
,- Bate uma punheta viadinho, bate vai.
Ele me levava o dedo com lubrificante e metia em mim.
Aquilo era uma sensação nova. Eu estava nas nuvens.
- Posso por o 2º dedo meu gostosinho?
- Pode sim, tá muito gostoso.
Ele pôs o 2º dedo e aquilo foi o auge pra mim.
- To gozando! Tô gozando! Aí ! Que delicia! Como isso e bom.
Eu fraquejei as pernas e cai pra ricamente no colo dele que estava de joelho metendo os dedos no meu cu
- Na próxima nós vamos tentar colocar minha rola nesse cu virgem
No outro dia estávamos no campinho e ele veio contar a nossa foda na roda de amigos. É claro que ele não falou nomes e eu fiquei corado, mas foi tranquilo
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