Fiz 11 funcionárias, casadas e solteiras, se curtirem às margens da br 232.
Bom dia amigos, finalmente ontem domingo realizei o fetiche que planejava há seis meses: como grande comerciante no Agreste pernambucano, com empresas espalhadas pelas cidades ao redor de Caruaru, reuni 11 das minhas funcionárias mais gostosas – solteiras e casadas, todas lindas de morrer – num trecho isolado da BR-232, sob um sol escaldante que deixava os corpos suados e reluzentes, para uma orgia selvagem onde elas se descobriram lésbicas pela primeira vez, se tocando, beijando, chupando e gozando em grupos de três, quatro e cinco, até que eu e meus quatro amigos entramos na brincadeira, cheirando bundas suadas, lambendo cuzinhos apertados, chupando bucetas encharcadas e mamando peitos durinhos, enquanto elas nos atacavam como putas famintas, chupando caralhos grossos e pedindo mais porra quente, tudo isso numa transa épica e detalhada que vai deixar vocês babando pelas fotos e vídeos abaixo, querendo gozar junto e implorando por mais aventuras picantes que virão em breve com postagens diárias – leiam até o final e comentem o que acham, caralho!
Aqui estou eu, parado à margem da BR-232, o sol do meio-dia queimando minha pele como um ferro em brasa, enquanto observo essas 11 safadas – Ana, Beatriz, Carla, Daniela, Elisa, Fabiana, Gabriela, Helena, Isabela, Juliana e Karina – descendo das duas vans que aluguei, seus corpos já suados só de pensar no que vem pela frente. Elas riem nervosas, os olhos brilhando de curiosidade misturada com tesão reprimido, e eu sinto meu pau endurecendo só de imaginar o que vai rolar. "Puta merda, chefe, isso é loucura", diz Ana, a morena casada de peitos fartos, mordendo o lábio enquanto olha para as outras. Mostrei pra elas o site de Selma em Recife www.selmaclub.com e o Fanvue dela com as amigas www.fanvue.com/brazilians2026, falando que seria algo só entre nós, sem maridos ou namorados saberem, e elas toparam, inventando uma reunião fake em Caruaru. O local é perfeito: vegetação baixa, terra vermelha seca, o calor de 40 graus fazendo o ar tremer, e a placa da estrada ali atrás gritando "14-232 Caruaru 30 km" como se fosse um convite pro pecado. Meus quatro amigos – Eduardo, Felipe, Gustavo e Henrique – já estão com os paus meia-bomba nas calças, loucos pra enrabar essas casadinhas.
Elas começam devagar, se aproximando umas das outras como se fossem animais farejando presas, o suor escorrendo pelos pescoços e seios, o cheiro de excitação feminina já preenchendo o ar quente – um misto de perfume barato, suor salgado e bucetas começando a molhar. Beatriz, a loira solteira de bunda empinada, é a primeira a tocar: ela estende a mão e roça os dedos na barriga lisa de Carla, que solta um gemido baixo, "Ahh, que delícia... nunca fiz isso antes". O gancho é imediato – elas se agrupam em círculo, nuas agora, as roupas jogadas na terra poeirenta, bundas redondas e cuzinhos piscando ao sol, seios balançando livres. Eu mando elas se soltarem, e puta que pariu, o show começa: Ana e Beatriz se beijam primeiro, línguas se enroscando com fome, o som molhado de saliva trocando, enquanto Daniela, a moreninha de cabelos cacheados, se ajoelha e cheira a bunda de Ana, inalando fundo aquele aroma de suor e desejo, "Caralho, que cheiro de puta no cio... me deixa lamber esse cuzinho suado".
O círculo se fecha mais apertado, corpos colados, peles escorregadias de suor se roçando, e elas formam trios espontâneos – Elisa, Fabiana e Gabriela se jogam no chão, Elisa de quatro com a bunda pra cima, Fabiana enfiando dois dedos na buceta dela enquanto Gabriela chupa os peitos, os mamilos duros como pedras. "Vai, sua vadia, mete mais fundo nessa xota molhada", grita Elisa, o corpo tremendo, o som de dedadas chapinhando ecoando no ar seco, o cheiro de gozo feminino se espalhando como névoa. Ao lado, um quarteto se forma: Helena, Isabela, Juliana e Karina, Helena no centro, as outras três atacando – Isabela chupando a buceta dela com voracidade, a língua rodopiando no clitóris inchado, Juliana enfiando a cara na bunda e lambendo o cuzinho com gemidos guturais, "Puta que o pariu, esse cu tem gosto de mel misturado com suor, lambe mais, sua safada", enquanto Karina mama nos seios, sugando forte, leite imaginário escorrendo pelos cantos da boca. O loop de tesão é infinito: quanto mais elas gozam, mais querem, corpos se entrelaçando, dedos explorando buracos virgens, línguas dançando em beijos triplos, o ar cheio de "Ahh, fode minha buceta com essa língua", "Cheira minha bunda suada, sua puta".
Agora um quinteto: Ana, Beatriz, Carla, Daniela e Elisa se unem, Ana no meio como rainha, as outras quatro a rodeando como lobas famintas. Beatriz e Carla se revezam chupando a buceta dela, línguas se tocando no meio, o suco da xota escorrendo pelas coxas, enquanto Daniela e Elisa lambem os cuzinhos uma da outra em 69, bundas empinadas, o som de lambidas molhadas misturado com gemidos roucos, "Caralho, esse cu piscando na minha cara, enche minha boca de cheiro de puta". O cheiro é enlouquecedor – suor, buceta encharcada, cuzinho suado, tudo misturado no calor opressivo, fazendo minhas narinas dilatarem. Elas gozam em cadeia, uma tremendo e gritando "Tô gozando, porra!", contagiando a próxima, corpos convulsionando na terra, poeira grudando na pele molhada.
Não aguento mais assistir: eu e os caras entramos na roda, paus duros pra fora, pulsando no ar quente. Eduardo vai direto pra Beatriz, ajoelhando atrás dela e enfiando o nariz na bunda suada, inalando fundo, "Que cheiro de cu virgem, caralho, abre mais pra eu lamber esse cuzinho rosa". Ele lambe devagar, a língua rodopiando no anel apertado, enquanto ela geme "Vai, seu safado, come meu cu com essa boca suja". Felipe ataca Carla, chupando a buceta encharcada, os lábios sugando o clitóris, o som de sucção alto, "Essa xota tem gosto de mel puro, goza na minha cara, vadia". Gustavo mama nos peitos de Daniela, sugando os mamilos com força, dentes roçando, enquanto ela agarra o pau dele e punheta devagar, "Que caralho grosso, porra, quero isso na minha garganta". Henrique é atacado por Elisa e Fabiana: elas se ajoelham, cheirando as bolas dele, narizes colados no saco suado, "Cheira isso, mana, cheiro de macho no cio", e começam a chupar o pau juntas, línguas se entrelaçando na cabeça inchada, saliva escorrendo, "Engole esse pauzão, sua puta, divide comigo".
O caos é total: eu me jogo no meio, Gabriela e Helena me atacando, Gabriela chupando meu caralho com fome, garganta profunda, engasgando com gemidos, "Que pauzão gostoso, chefe, fode minha boca como se fosse uma buceta", enquanto Helena cheira minha bunda, língua lambendo meu cu, "Caralho, cheiro de macho suado, me deixa encher a cara desse cu". Ao lado, um trio de mulheres ataca Eduardo: Ana, Beatriz e Carla o derrubam no chão, Ana sentando na cara dele pra ele chupar a buceta, Beatriz cavalgando o pau, quicando com força, bundas batendo, "Fode essa xota, seu puto, enche de porra", Carla mamando os peitos dele? Não, ele mama os dela enquanto ela punheta as bolas. O som é uma sinfonia de putaria: chapinhadas de bucetas fodidas, gemidos "Ahh, porra, goza dentro", cheiros intensos de sêmen misturado com suor feminino, corpos escorregadios se chocando.
Mais grupos: quatro mulheres em Felipe – Daniela, Elisa, Fabiana e Gabriela – duas chupando o pau e as bolas, uma lambendo o cu, outra mamando os mamilos, ele gemendo "Suas vadias, me façam gozar como nunca". "Cheira meu pau suado, lambe essas bolas cheias de porra", ele manda, e elas obedecem, narizes enfiados no saco, línguas dançando. Gustavo é rodeado por cinco: Helena, Isabela, Juliana, Karina e Ana voltando, elas o atacando como piranhas, cheirando todo o corpo, chupando pau, cu, peitos, "Que macho tesudo, porra, queremos sua porra quente em todas nós". Eu fodo Beatriz de quatro, pau enterrado na buceta molhada, enquanto Carla lambe meu cu por trás, o loop de prazer me deixando louco, "Vai, chefe, mete forte nessa puta, enche ela de leitinho".
A transa dura horas, o sol baixando mas o calor do tesão mantendo tudo fervendo: trocas constantes, mulheres gozando em squirt, jorrando suco na cara dos caras, homens gozando em bocas, bundas, bucetas, porra escorrendo por corpos suados. "Me fode no cu, seu filho da puta", grita Juliana, e Henrique obedece, enfiando devagar no cuzinho virgem, ela uivando de dor e prazer, "Caralho, que cu apertado, aperta meu pau como uma viseira". Diálogos voam: "Chupa minha buceta enquanto eu cheiro teu pau", "Goza na minha cara, vadia", "Lambe esse cu suado, mana, divide o cheiro comigo". Sons: pele batendo, gargantas engolindo pau, gemidos ecoando na estrada vazia. Cheiros: porra fresca, buceta gozada, suor ácido, terra molhada de fluidos.
No meio de tudo isso, pra quem quiser mais, procurem pelo autor nos sites que inspirei isso – Selma em Recife e o Fanvue dela com as amigas, comentem aqui o que acharam dessa putaria toda, caralho!
E isso é só o começo, amigos: no próximo final de semana tem muito mais, com novas safadas e aventuras ainda mais quentes, postagens diárias vindo pra deixar vocês viciados – leiam, gozem e comentem pra eu saber o que querem na próxima!
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