Empregada sapequinha
Aventura deliciosa com uma empregada que contratei onde acabei descobrindo que ela sabia muitos mais que limpar e organizar as coisas.
Por causa de uma mudança de função na empresa que eu trabalho, tive que me mudar para uma outra cidade, Guarulhos, até concluir um serviço de construção civil onde depois disso eu voltaria para a cidade de partida.
Chegando lá, fui recebido pelo meu contato e também amigo, João Carlos, que me apoiaria durante todo o processo de adaptação. A casa estava vazia e naquele dia chegaria alguns móveis comprados pela empresa, e assim aconteceu. Conversando com João, disse que iria precisar de uma empregada, uma vez que eu passaria o dia inteiro na empresa. João disse que conhecia uma e que iria me indicar, pedindo para ela me visitar e acertarmos os detalhes. Era sexta feira e ficou acertado que ela iria no sábado pela manhã. Como eu só começaria na segunda, decido receber os móveis e já ir acertando o que dava.
No sábado pela manhã, acordo faço meu café e antes de tomá-lo escuto alguém bater no portão. Vou atender e ao abrir vejo a imagem linda de uma morena de seus 25 anos estilo índia. Corpo escultural, com cabelos negros de comprimento até metade da cintura. Seios empinados e volumosos numa camiseta branca que deixava os biquinhos marcarem bem de leve. Cintura definida e coxas grossas numa calça legging preta. Confesso que fiquei parado por alguns segundos só analisando aquela obra de arte. Quebrando esse momento, escudo ela me dizendo bom dia e que se chamava Carla, e que foi indicada por seu amigo João. Eu volto para a realidade e peço pra ela entrar. Fomos até a sala que estava uma bagunça pelos móveis parte montados e parte desmontados, assim como no resto da casa. Levo ela até a cozinha onde lhe ofereço um café, ela aceita. Começamos a conversar, e descubro que ela estava separada a 4 meses, e que por isso tinha que correr atrás de serviços temporários até conseguir um que fosse registrado. Eu disfarçadamente continuo admirando cada pedaço delicioso daquela mulher. Ela estava sentada com as pernas juntas, e algumas vezes as separava e deixava aparecer o contorno e o volume de seu sexo sobre a calça de pano justo. Aquilo estava mexendo comigo. Acertamos então os valores e os dias das visitas que seriam 2, uma na quarta e outra no sábado. Por estar fora do pagamento, digo pra ela só começar no próximo sábado, pois não tinha muito dinheiro para paga-la e comprar as coisas que ainda faltavam em casa. Ela então diz que poderia começar naquele sábado mesmo e que depois eu acertava tudo, pois assim ela me ajudaria a arrumar toda a bagunça. Eu decido aceitar, e ela começa pela cozinha. Começa a guardar algumas louças na parte do gabinete embaixo da pia, e ao abaixar, deixa sua bunda volumosa e redonda se abrir na legging, contornando assim todo o seu traseiro. Meu pau dá uma empinada no short que estava usando. Decido ir tomar um banho, e peço para ela ficar a vontade e que já voltaria. Entro no banheiro com o pau meia bomba por causa daquela cena, afinal, eu também estava sem ninguém e faziam uns 3 meses que não metia. Debaixo do chuveiro e com a rola totalmente dura, começo a me punhetar pensando nela. De repente escuto um barulho de vidro se quebrando e um grito vindo de Carla. Me assusto, me enrolo na toalha e com o corpo meio molhado vou até a cozinha. Encontro Carla ajoelhada de 4 no chão limpando os cacos de uma tigela que por acidente deixara cair da mesa. Ela estava linda naquela posição. E sem perceber, esqueci que estava com o pau meia bomba por causa do susto, mas que estava marcando a toalha mesmo assim. Ela estava de costas pra mim e ao se levantar e se virar pra mim, inevitavelmente ela me olha de cima em baixo parando o olhar por alguns instantes no volume debaixo da toalha, nesse momento percebo a mancada que dei, e fico atrás da mesa tentando esconder o volume. Ela fica vermelha e percebo que seus biquinhos começam a salientar debaixo de sua camiseta. Ela toda sem jeito diz que vai pagar a tigela. Eu tento acalma-la e digo que não precisa, pois foi um acidente. Não consigo parar de olhar seus mamilos enrijecendo, e meu pau começa a querer ficar duro de novo. Ela diz que precisava ir no banheiro, e vai. Eu vou para o quarto que fica ao lado, e antes de chegar lá meu pau já está erguendo a toalha de tão duro. Entro no quarto e sento na cama, vejo que vou ter que bater uma para voltar ao normal, senão nunca sairia dali. Solto a toalha da cintura e meu pau pula empinando na direção do umbigo. A cabeça estava gigante de tanto tesão por aquela mulher, deito na cama começo a me massagear pensando nela. Começo a soltar o líquido transparente indicando que logo logo o gozo viria, espalho ele na rola como se fosse um lubrificante. Neste momento a porta se abre e Carla me pega totalmente nu, de pau duro sobre a cama. Mais uma vez ela se assusta mas agora não grita, mas sim, deita escapar um suspiro forte por ver meu sexo latejante. Mal sabia ela que ele estava assim por conta dela. Me cubro com a toalha mas já era tarde, ela viu tudo. Ela fecha a porta e sai em direção à sala. Meu pau mais uma vez fica meia bomba por causa do susto. Eu me recupero, visto uma cueca e um short jeans, saio do quarto e vou até a sala. Ela estava sentada no sofá com uma mão na boca e outra no meio das pernas. Eu sem graça já chego pedindo desculpas e tentando me explicar. Digo que ela não teve culpa alguma que eu deveria ter fechado a porta, que já fazia muito tempo que estava sozinho e que aquilo fugia do controle e tal. Então ela se levanta ficando de frente pra mim, se aproxima um pouco e olhando nos meus olhos diz que não precisava se explicar, pois éramos adultos e que ela sabe como é, pois também estava carente e se virava do mesmo jeito que eu. Ela se aproxima mais, e agora encosta seus seios duros e com os mamilos salientes em meu peito. Me abraça forte, encostando sua vagina em meu pau que mais uma vez começa a dar sinal de vida. Sinto o perfume de seus cabelos, eu a abraço puxando seu corpo mais ainda contra o meu. Agora meu pau começa a crescer dando espasmos, e ela sente em sua vagina cada um deles e geme de tesão. Beijo sua boca, e como numa luta de espadas, nossas línguas se cruzam. Tiro sua camiseta e seu sutiã, e aqueles seios maravilhosos aparecem totalmente empinados pra cima. Coloco minhas mãos em seus ombros e faço ela se sentar no sofá. Me aproximo dela e meu pau duro dentro do short fica na altura de seu rosto. Ela começa a descer o zíper e puxa meu short pra baixo. Minha cueca branca deixa o contorno de meu pau duro e empinado aparecer nitidamente, principalmente o contorno da cabeça. Ela fica olhando e com a boca começa e me morder de leve sobre a cueca. Meu pau pulsa na boca dela. Aos poucos ela vai descendo a cueca ao ponto de meu pau também ir descendo junto. Quanto a cueca me descobre por completo, meu pau salta dela e atinge o rosto de Carla, que sem perder tempo já cai de boca em minha rola latejante. Ela me abraça pelas pernas e começa a engolir tudo, ao ponto da cabeça do meu pau tocar o fundo de sua garganta. Que delícia de chupeta. Ela segura meu pau encostando ele contra minha barriga, e começa a chupar minhas bolas, subindo a boca até a cabeça novamente. Eu não resisto, também quero sentir o gosto daquela deusa. Me ajoelho na frente dela, e encosto ela totalmente no encosto do sofá. Pego ela pelas dobras de seus joelhos e puxo ela em minha direção deixando sua bunda apoiada na beira do sofá. Levo meu rosto até o meio de suas pernas e começo a cheirar o perfume daquela mulher. Ela geme. Louco para ver a joia ali dentro, começo a puxar sua calça junto com a minúscula calcinha. Vejo a mais bela obra de arte já feita pela natureza. Sua vagia estava inchada, e era depilada por completo. Seu clitóris estava enrijecido pelo tesão de tal forma que se mostrava sem pudor algum. Seus lábios estavam molhados ao ponto de deixar uma gota de seu mel escorrer. Não resisto e caio de boca. Com meus lábios acaricio seu clitóris saliente, abro a vagina dela ao máximo e chupo cada parte dela levando-a ao delírio que se mostra com o retorcer de seu corpo. Ela segura minha cabeça e começa a rebolar em minha boca que agora estava repleta daquele mel. Levanto ela e a levo até a lateral do encosto de braço do sofá. Deixando-a de frente pra o encosto de braço, a faço deitar de bruços sobre ele, ficando seu ventre em cima dele e seus pés no chão. Me ajoelho atrás dela ficando de frente para sua vagina e seu ânus. Abro suas nádegas e começo a chupar sua vagina novamente, passando a língua nela e subindo até seu ânus que pisca incontrolavelmente. Me levanto e aponto meu pau duro em sua vagina, neste momento escuto ela me pedir para penetra-la com força e de uma só vez. Atendo seu pedido. Encosto a cabeça da rola nela e empurro com tudo, ela grita e pede para ir mais forte. Dou fortes socadas naquela buceta molhada, ela geme e pede para não parar. O barulho das socadas em sua buceta espalham-se pela sala, atestando o desejo de dois amantes insaciáveis. Continuo bombando forte e forçando a entrada de seu cuzinho com o dedo, ela morde a almofada como se fosse um doce qualquer. O mel dela está espalhado em mim, e chega a hora da gozada tanto minha quanto dela. Gozo loucamente dentro dela e ela tem um momento de squirting, me lavando com seu gozo incontrolável. Tiro meu pau de dentro dela e meu sêmen escorre por suas pernas caindo no tapete. Que loucura foi essa penso eu. Me sento no sofá ao lado de sua cabeça apoiada numa almofada, e ela ainda fica deitada sobre o encosto de braço, com sua bunda toda molhada de nossos gozos. Meu pau está ainda meio duro, ela me olha e começa a esfregar seu rosto nele, e cai de boca me limpando.
Ela diz que queria fazer mais uma coisa, e que precisava ir tomar banho para fazer isso. Pergunto o que era, e me olhando por cima dos ombros, só me diz que eu iria gostar, e continua indo até o banheiro. Passam-se alguns minutos e ela volta pra sala. Se deita sobre o encosto do sofá novamente, e me pede para enraba-la sem dó. Diz para eu não se preocupar, pois ela já havia se limpado internamente, era para eu meter com vontade, pois o anal era o que mais lhe dava tesão. Vou para trás dela novamente, me ajoelho e abro suas nádegas com vontade, sinto o cheiro de sua vagina e de seu ânus e não me contenho em lambe-lo enfiando a língua nele e deixando totalmente molhado com minha saliva. Meu pau está duro de novo. Me levanto e encosto a cabeça do pau naquele rabo guloso por rola. Empurro com força e ela geme pedindo pra colocar até o talo. A cabeça começa a entrar e rasgar aquele rabo gostoso. Meu pau começa a entrar e o vai e vem inicia-se loucamente. Ela grita de prazer e pede para eu colocar até as bolas. Soco com força e sem dó, até as bolas baterem nela. Ela não aguenta o tesão e tem mais um squirting, só que agora com mais intensidade e volume. Eu não paro as socadas e gozo dentro dela. Retiro meu pau de dentro e meu sêmen escorre daquele rabo que agora está todo aberto.
Ficamos abraçados e desmaiados no sofá por um tempo. Tomamos mais um banho e ela se despede. Eu digo que no próximo sábado eu iria querer uma reprise dos serviços, ela me olha e diz que serão cobrados valores extras por serviços extras. Eu dou um sorriso e digo sem problemas. E vários outros serviços surgiram, mas isso fica para outro conto
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Comentários (3)
Sofininfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:1e8jh5bda3ijDeco RJ: Votado!
Responder↴ • uid:sjf26u1qMARCIO: Queria uma empregada assim para eu desfrutar de seus serviços
Responder↴ • uid:1ebm5bfyk7us