#Voyeur

Morena suada, de saia colada, de meio dia, hoje.

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No calor escaldante do meio-dia em Paulista, Daniel caminha pelas ruas movimentadas do centro com a microcâmera escondida no bolso da camisa, o coração acelerado, o pau já meia-bomba só de pensar no que pode flagrar hoje. Ele adora isso: mulheres reais, suadas, sem maquiagem perfeita, com o corpo entregue ao calor nordestino, cheirando a vida, a suor, a buceta e bunda quentes. E hoje ele encontrou o tesouro: uma morena deliciosa de uns 22 anos, cabelo cacheado preto enorme caindo pelas costas, top azul marinho colado nos peitos médios, barriga de tanquinho marcada pelo calor, saia cinza curtíssima rasgada na bainha, subindo toda vez que ela dava um passo. A bunda dela era um escândalo: redonda, empinada, marcando a calcinha fina por baixo, e o suor escorrendo pela linha da cintura, deixando a saia grudada na pele, revelando o reguinho da bunda molhado, brilhando. Daniel sentiu o cheiro de longe – aquele aroma forte, azedo, de bunda suada misturado com o perfume barato que já tinha evaporado horas atrás. Ele filmou tudo: ela parada no semáforo, mexendo no celular, franzindo a testa concentrada, o top subindo e mostrando a parte de baixo dos peitos, a saia colando na bunda quando ela se mexia. Ele imaginou o cheiro ali embaixo, no meio das nádegas, o reguinho úmido, o ânus apertado pulsando de calor. Seu pau latejou forte dentro da calça. Ele precisava levar isso pra casa.

No quarto escuro, com o ventilador de teto girando devagar, Daniel tranca a porta e joga a morena – que na fantasia se chama Sofia – na cama de casal bagunçada. Ela chega suada do dia inteiro na rua, o cheiro invade o quarto antes mesmo dela tirar a roupa. “Tá fedendo a bunda suada, sua putinha”, ele rosna, agarrando ela pela cintura e virando de bruços. Sofia ri safada, empinando a bunda: “É o que você gosta, né? Cheira então, vai, enche o nariz de mim”. Ele puxa a saia pra cima, a calcinha preta fio-dental enfiada no reguinho, o tecido molhado de suor e umidade. O cheiro explode: azedo, forte, salgado, aquele odor natural de bunda quente depois de horas andando no sol. Daniel enterra o rosto entre as nádegas, inspira fundo, geme alto. “Caralho, que cheiro bom… bunda suada, delícia”. Ele afasta as nádegas com as mãos, o reguinho brilhando, o ânus marrom apertadinho, suado, com fiapos de suor escorrendo. Ele lambe devagar, a língua quente roçando o anel, sentindo o gosto salgado-amargo, o sabor da pele quente misturado com o suor do dia. Sofia geme rouca: “Isso, lambe meu cu suado, enfia a língua lá dentro”.

Ele vira ela de lado, puxa o top pra cima, expondo as axilas. O desodorante barato já tinha acabado há horas, o cheiro forte de axila suada toma conta: azedo, almiscarado, com um toque de perfume velho. “Olha como tá fedendo aqui também, sua safada”, ele diz, enfiando o nariz na axila dela, inalando fundo enquanto lambe a pele salgada, o gosto amargo enchendo a boca. Sofia ri e esfrega a axila na cara dele: “Chupa, vai, bebe meu suor”. O pau dele está babando, melado de pré-gozo, latejando contra a coxa dela.

Daniel não aguenta mais. Tira a calcinha dela, o tecido grudado na buceta inchada, molhada de tesão e suor. Ele vira ela de quatro, empina a bunda alta. “Quero foder esse cu agora, sem frescura”. Sofia olha pra trás, olhos brilhando: “Vai devagar no começo, tá apertado… mas mete forte depois, quero sentir tudo”. Ele cospe na mão, passa no pau, esfrega na cabeça do pau melada, depois encosta na entrada do ânus. Empurra devagar, sentindo a resistência, o anel apertado abrindo aos poucos. Sofia geme alto, dor misturada com prazer: “Ai caralho… dói… mas não para… mete mais”. Ele força, entra até a metade, o calor do cu dela envolve o pau inteiro. O cheiro muda: mais intenso, mais sujo. Ela solta um peido longo, quente, fedorento, direto no pau dele. “Ops… tô com vontade de cagar, amor… tô apertada”, ela ri safada, empinando mais. Daniel geme rouco: “Peida mais, vai, deixa fedendo”. Outro peido escapa, o cheiro de bunda suja toma o quarto inteiro, misturado com suor e tesão. Ele mete mais fundo, sente a cabeça do pau raspando em algo mole, quente. Quando tira um pouco, a cabeça sai melada de uma camada fina de merda marrom, brilhando. O cheiro explode: pesado, terroso, animal. Sofia geme alto: “Olha como tá sujo seu pau… tá todo cagado… fode mais, não para”.

Ele acelera, socando forte, o pau entrando e saindo do cu apertado, melado de merda e saliva. O barulho é obsceno: ploc-ploc molhado, gemidos dela misturados com grunhidos dele. “Tô gozando… tô gozando no seu cu sujo, sua vadia”, ele rosna. Sofia aperta o cu, gemendo: “Goza dentro, enche meu cu de porra… quero sentir quente”. Ele explode, jatos grossos de gozo enchendo o ânus dela, misturando com a sujeira, escorrendo pelas coxas. O cheiro toma conta do quarto inteiro: suor, bunda suada, merda, porra quente. Eles caem na cama, ofegantes, o corpo dela ainda tremendo. Tudo meu posto em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife e lá tem muita coisa FREE.

Sofia vira pra ele, sorri safada: “Amanhã tem mais? Quero ver o que você filma na rua… e depois repetir tudo aqui”.

Mais aventuras quentes em breve. Postagens diárias, só pra você que curte o real, o sujo, o proibido. Comenta aqui embaixo o que você faria com ela… quero saber tudo. 🔥

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Comentários (1)

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  • Danxy: Queria lamber beijar chupar o cu dela ela peidar na minha cara enfiar a rola no cu dela dedando sua buceta ate gozar e ela limpar a minha rola toda mela de porra e merda dela

    Responder↴ • uid:1edr69n3lcz4