Voyeur hoje, na praia de pedra do xaréu
Eu nunca vou esquecer o dia em que flagrei Camila, aquela morena de curvas brasileiras perfeitas, de quatro na areia quente da praia quase deserta, empinando a bundinha suada e brilhante sob o sol escaldante, enquanto o marido Thiago, um corno manso que só filmava tudo com a câmera na mão sem encostar um dedo nela, capturava cada detalhe safado; eu, escondido nas pedras com meu zoom potente, imaginei afundar minha cara naquela bunda aberta, lamber fundo o cuzinho cheiroso e salgado de suor natural, meter minha língua na buceta molhada e quente até ela gemer como uma vadia no cio, tudo isso com cheiros fortes de suor íntimo misturado ao mar, sons de ondas e respirações ofegantes, e uma tensão que me deixou o pau latejando duro querendo mais, fotos e vídeos explícitos que vão te fazer bater uma punheta louca agora mesmo.
Era um sábado quente pra caralho na Pedra do Xaréu, com o sol queimando a pele e a areia escaldante grudando em tudo. Eu estava posicionado em cima de uma pedra alta, câmera dobrável no visor, quando vi Camila ajoelhada na areia ao lado de uma barraquinha improvisada por pescadores. Thiago, o marido dela, estava deitado de barriga pra baixo ali perto, mas em vez de aproveitar a mulher, ele só segurava o celular filmando e tirando fotos como um bom corno obediente. Camila usava um biquíni azul e branco colado na pele morena, o top amarrado nas costas com um laço delicado que destacava sua cintura fina, e a parte de baixo marcando perfeitamente as curvas da bunda redonda, sem celulite, firme e empinada como se pedisse um tapa forte.
Ela olhava pros lados, desconfiada, virando o pescoço com aqueles cachos pretos volumosos balançando no vento. Num momento exato, ela me encarou direto – os olhos apertados, sobrancelha franzida num misto de raiva e curiosidade, como se soubesse que alguém a observava de longe. Meu coração acelerou, mas o zoom da câmera era foda, eu via cada detalhe sem que ela percebesse a potência. Confiando que eu estava distante demais, ela voltou à posição de quatro, empinando mais a bunda pro alto, as pernas abertas o suficiente pra esticar o tecido do biquíni contra a buceta. Porra, que visão! A bundinha perfeita brilhava de suor, gotas escorrendo pela pele quente, e eu já imaginava o cheiro: depois de horas no sol forte, mesmo com banho matinal, o aroma natural voltava forte, aquele cheiro de bunda feminina suada, misturado com o leve toque salgado da buceta úmida.
Thiago murmurou baixo, voz rouca de tesão contido: "Vai, Camila, empina mais essa bunda gostosa pro vídeo. Mostra pro caralho como sua bucetinha tá suada hoje. O sol tá deixando tudo quente pra mim gravar direitinho." Ela riu safada, respondendo com voz baixa mas provocante: "Seu corno do caralho, você só filma e bate punheta depois, né? Olha como meu cu tá exposto nessa posição... sente o cheiro daqui? Tá quente, suado, pronto pra uma língua fundo." O vento trouxe um leve aroma imaginário até mim – suor misturado com o mar, o cheiro íntimo dela forte, aquele perfume natural de mulher gostosa que faz o pau pulsar, a buceta provavelmente encharcada sob o tecido, lábios inchados roçando o pano.
Eu me agachei mais atrás da pedra, pau duro pra caralho dentro da bermuda, imaginando o próximo passo na minha fantasia. Se eu descesse ali, Thiago continuaria só filmando como o corno manso que era. "Continua gravando, Thiago, enquanto eu como sua mulher", pensei. Na cabeça, eu me aproximava devagar, ela ainda de quatro, bunda aberta. O cheiro me invadia primeiro: suor acumulado na racha da bunda, quente e intenso, o cuzinho rosado piscando exposto, cheirando a almíscar feminino puro, misturado com um toque doce de buceta molhada. Eu botava a cara ali, nariz afundando entre as nádegas quentes e suadas, língua lambendo devagar o períneo, subindo pro cu apertado.
"Ahhh, porra... que cuzinho gostoso", eu diria, e ela gemeria baixo: "Chupa mais fundo, seu safado... lambe esse cu suado enquanto meu marido filma tudo. Sente o gosto lá de dentro?" Minha língua entrava fundo, sentindo o calor interno, o sabor salgado e terroso misturado ao suor, enquanto o pau dela – não, buceta dela – pingava melado, cheiro forte subindo, buceta inchada e quente pulsando. Thiago só filmava, pau mole ou duro na mão, dizendo: "Isso, mostra pra câmera como você gosta de ter o cu lambido, vadia. Gravo cada gemido pra eu ver depois."
O sol batia forte nas costas dela, pele brilhando, gotas de suor escorrendo da nuca pelos ombros até a bunda. Eu imaginava virando ela de lado, metendo dois dedos na buceta apertada e molhada, sentindo o calor pegajoso, o som molhado de "ploc ploc" enquanto entrava e saía, cheiro de buceta excitada explodindo no ar – aquele aroma ácido e doce de tesão feminino que inunda tudo. "Caralho, sua buceta tá encharcada, Camila... aperta meu dedo assim, vadia", eu grunhiria, e ela responderia ofegante: "Fode mais fundo... meu cu tá coçando pra uma pica grossa enquanto Thiago grava tudo impotente."
O vento agitava as plantas baixas ao redor, folhas roçando a pele dela, e eu via os pés descalços afundados na areia quente, unhas pintadas de vermelho contrastando com o tom moreno. Thiago ajustava o ângulo da câmera: "Empina mais, amor... deixa o cuzinho aberto pro close. Porra, que delícia de bunda suada." Ela obedecia, gemendo leve, corpo tremendo de excitação exibicionista. Na fantasia, eu subia atrás, pau duro roçando a bunda quente, cabeça inchada batendo na entrada da buceta, cheiro de pré-gozo misturando com o dela. "Toma essa rola, sua puta... enquanto o corno filma." Entrava devagar, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem, som de carne batendo, "tap tap tap", suor escorrendo, cheiro de sexo cru no ar quente.
Ela gritava baixo: "Ai caralho, que pica grossa... mete forte nessa buceta suada!" O orgasmo dela vinha em ondas, buceta contraindo, esguichando melado quente na areia, cheiro forte de gozo feminino misturado ao suor. Thiago filmava tudo, gemendo fraco: "Goza pra câmera, Camila... mostra como você é safada." Eu gozava dentro dela, porra quente enchendo a buceta, escorrendo pelas coxas suadas.
De volta à realidade, o flagra terminou quando ela se levantou devagar, olhando mais uma vez pro meu lado com aquele franzir desconfiado, cachos bagunçados, pele marcada pela areia. Thiago guardou a câmera, ainda só o filma e fotos, sem tocar. Meu pau latejava, cheio de tesão reprimido, pronto pra mais.
E tem mais aventuras como essa em breve, com novas postagens diárias cheias de fotos e vídeos quentes de mulheres comuns safadas. Comente aqui o que você faria com a Camila de quatro, empinando essa bunda suada pra você lamber e meter enquanto o corno filma tudo! Veja mais flagras free em www.fanvue.com/brasileiras, www.fanvue.com/selmarecife ou www.selmaclub.com ois faço isso desde 2008 até hoje e publico nesses 3 locais.
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