#Assédio #Incesto #Teen

Transformei minha filha em uma puta. primeira parte

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Contador Incestuoso

Mônica, a caçula de 14, ainda magrinha como uma menina, pele morena clara, cabelos castanhos claros crespos até a cintura, olhos castanhos grandes

Eu sou Edgar, 55 anos, viúvo há oito anos, dono de uma pequena oficina mecânica no subúrbio de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. A morte da esposa de câncer nos deixou na pior: eu me virando com consertos de carro, chimarrão amargo na cuia e contas apertadas. Os filhos cresceram sozinhos — Felipe, 22, meu ajudante na oficina, forte mas calado; Alexandre, 20, ralando num call center à noite enquanto sonha com administração; Diogo, 16, no ensino médio, magrelo e viciado em celular; e Mônica, a caçula de 14, ainda magrinha como uma menina, pele morena clara, cabelos castanhos claros crespos até a cintura, olhos castanhos grandes e tímidos, seios pequenos sob as camisetas folgadas, cintura fina, mas com uma bunda redonda que chama atenção na bermuda de lycra da escola e pernas torneadas das aulas de Karatê. Ela ajuda em casa, lava louça quieta, mas tem um ar de quem guarda segredos.O primeiro assédio veio como um raio num céu de inverno serrano, quando ela era mais nova— um dia frio de sábado, casa vazia com os meninos na rua jogando bola apesar do vento gelado cortando as janelas mal vedadas. Eu chegara cedo da oficina, mãos geladas de graxa apesar da jaqueta pesada, corpo rígido pelo frio úmido que penetrava os ossos. Mônica estava de bruços em sua cama, no quartinho decorado por bonecas de pano penduradas nas paredes cor-de-rosa desbotadas, ursinhos de pelúcia empilhados no canto e pôsteres de cantoras teen colados com fita adesiva, concentrada na lição de casa, lápis mordido entre os dentes sobre o colchão fino. Vestia um conjunto de moleton cinza folgado, quentinho pro frio, mas que não escondia a saliência provocante de sua bunda redonda — o tecido esticando sobre as curvas empinadas, delineando a carne macia que contrastava com a magreza juvenil, coxas definidas flexionadas sob o corpo. Por cima, o moletom abraçava os seios pequenos que despontavam como um sussurro no tecido áspero pelo atrito do movimento. Seus cabelos castanhos claros e crespos caíam em cachos selvagens sobre o lençol florido, exalando cheiro de xampu e creme misturado ao calor sutil de sua pele aquecida contra o frio externo. Ela se mexia devagar, pernas se abrindo e fechando ingênua como se alongasse os músculos , o moleton subindo na bunda, insinuando a calcinha branca fina por baixo — um gesto inocente, infantil, mas que acendia um fogo profano em mim, ela, uma ninfeta de carne tenra e proibida."Pai, olha que difícil essa conta", disse ela, voz doce e trêmula de puberdade, virando o rosto com olhos castanhos grandes, lábios carnudos mordidos em concentração, sem notar como o movimento arqueava as costas magras, empinando mais a saliência da bunda sob o moleton cinza. Era ingênua, puro descuido de menina no frio da serra, mas meu pau endureceu instantaneamente na calça suja, latejando como um traidor contra o vento gelado. Sentei ao seu lado na cama, fingindo ajudar, olhava-a por cima. Minha menina já possuía o corpo com aquele formato de violão, — "Deixa o pai ver, filha", murmurei rouco, coloquei minha mão esquerda no caderno, direita, pousei em seus ombros, massageando com suavidade. Fui descendo por suas costas e voltava. Ela se esticou como se pedisse por mais massagem, continuei descendo e subindo, desci um pouco mais e cheguei em sua bunda. Meu Deus! Como eran macios e firmes. Comecei a massagear ali e minhas mãos lentamente foram escorrendo de seu reĝo até a buceta. A Mônica contraiu as nádegas e fechou as penas apertando minha mão por cima do tecido quente, eu podia sentir sua rachinha entre meus dedos . O ar do quartinho gelado engrossou com o cheiro dela — doce, proibido —, meu coração martelando como um motor desgovernado no silêncio infantil das bonecas.Ela congelou, corpo magro tenso sob o moleton, mas não se mexeu de imediato. "Pai... o que estás fazendo?", sussurrou, voz um fio de medo e curiosidade, pernas se abrindo um centímetro mais na cama, como se o instinto traísse a inocência. A tentação era insana: aquela bunda saliente pressionando minha mão através do tecido cinza, seios pequenos que despontavam arfando sob o moletom, cachos crespos roçando meu braço, ursinhos assistindo mudos. Sem dizer nada, iniciei uma massagem ali, só a calcinha e o moletom separavam meus dedos de sua vagina . Dedilhei a minha filha por pouco tempo, senti o calor de sua bocetinha virgem por cima do moletom. Ela gemeu baixinho, um som infantil e sensual que me rasgou a alma, me olhando séria ela Falou— "Não, pai... sai" —, mas arqueou as costas levemente, bunda se esfregando contra mim em resposta involuntária, através do tecido, percebi sua vagina se dividir, abocanhando meu dedo indicador que roçava com mais força pelo tecido do moletom, com a mão esquerda segurei o meu pau por baixa da calça jeans surrada suja de graxa. Meu Deus, o que eu tô fazendo? Ela é minha filha, sangue do meu sangue, a menininha que eu carreguei no colo, que chupava o dedo aos 5 anos rodeada dessas bonecas. A mãe dela tá no céu olhando, me julgando do inferno gelado da serra. Sou um bicho, um porco graxeiro traindo a família inteira por um pedaço de carne infantil encolhida no frio. Se os meninos souberem, me matam. E ela? Vai me odiar pra sempre, carregar essa sujeira na alma magrinha. Para, Edgar, para agora! Sai desse quartinho de bonecas e esquece. Suor frio escorria pelas minhas costas apesar do vento gélado, estômago revirando em náusea, pau murchando por um segundo no horror moral — visões da esposa morrendo, juras de pai responsável, o peso da cruz viúva me esmagando como neve acumulada. Quase recuei, mãos tremendo no moleton cinza. O gemido dela ecoava no silêncio frio, era mais um lamento, a umidade quente na minha ponta de dedo me chamava como sirene. "Só um toque, filha... pro pai", sussurrei rouco, voz quebrada de desejo e culpa, deslizei ainda mais os dedos. Meus dedos forçaram a entrada da bocetinha com força. Ela choramingou — "Para pai, tá doendo. Continuei mas um pouco, ignorei sua reclamação. O corpo magro tremendo da minha filha, a bunda se mexendo contra minha mão em ritmo hesitante. Masturbei-me com a outra mão por cima da calça, gozando grosso na cueca em jatos quentes, gemendo baixo enquanto dedilhava mais fundo, sentindo-a tirar minhas mãos do meio de suas pernas. Ela reclamou - pai, para por favor. Beijei sua nuca , e disse, "desculpa filhinha, o pai te ama". Saí cambaleando, crise moral e arrependimento rugindo no peito, mas aquilo estava feito.

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Comentários (10)

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  • angel: Aii eu adoro homens mais velhos, fico molhada só de imaginar ele mandando em mim

    Responder↴ • uid:6oefrj6wd3
  • Helena: Muito gostosa essa história

    Responder↴ • uid:bemlx7vk0a
  • Morena safada: Que delícia. Minha bocetinha está encharcada com esse conto. Quero você metendo nela gostoso.

    Responder↴ • uid:1cwwccuq8yms
  • Dandara: Continua por favor

    Responder↴ • uid:8d5nw31hri
    • Guilhermeee01: Oi Dandara. Vamos conversar

      • uid:1ehmums5dg14
    • Contador Incestuoso: Acabei de enviar mais uma parte.

      • uid:bemlx7vk0a
  • DomLobo75: Vai fundo. Ela está esperando por isso.

    Responder↴ • uid:1v7e0gqk
  • Deivid: Continua

    Responder↴ • uid:1deo98l46q0y
  • romeu: Continua, por favor

    Responder↴ • uid:bemlx7vk0a
  • Carlos: Esperando mais...

    Responder↴ • uid:7n7h280b09