Aliciado no mato
Olá, sou Juninho, hoje estou na casa dos 30+ casado com uma morena baixinha de 22 aninhos tenho 2 filhos mas aleatórios em noitada da vida, um deles nunca vi os avós levaram a menina embora tenha visto umas duas vezes mas anos depois e por acaso já que a Dany quis mostrar a ela quem era o pai dela, a outra está com 7 anos da minha primeira esposa. Mas apresentações a parte, hoje venho relembrar junto de vocês leitores minha iniciação sexual. Nesse relato de hoje retornaremos em meados dos anos 2000, entre 2005 e 2006 não me recordo o ano exato.
Eu quando garoto sempre fui baixinho e troncudinho com pernas grossas e bunda redonda e larga toda empinada, meu rosto redondinho e nariz pequeno, boca carnuda médio tamanho, queixo redondinho, olhos castanhos claros e usava cabelo de surfista até meia altura nas costas liso ondulado cor castanho escuro, era moda do rock na época, calças apertadas e rasgadas, blusas curtas e quase sempre de banda de rock, e esse estilo acabava fazendo alguns meninos sempre ficarem de brincadeira me alisando ou encoxando.
No começo brigava mas depois aqueles que tinham mas intimidade sempre deixava eles tirarem umas casquinhas e repetia o que faziam comigo na zoeira, achava que era apenas brincadeira e até passei a curti aquilo as vezes ficava com pau meia bomba quando me encaixavam e alguns ficavam até de pau duro mesmo, dava para sentir quando me bolinavam por cima da roupa ainda nessa fase.
Nessa época eu ainda era puro e inocente, sequer sabia o que era punheta, então realmente achava que era só uma brincadeira comum, não maldava aquilo a nível sexual, já que todos meninos faziam o mesmo quando estávamos brincando sozinhos mas sempre por cima da roupa, eu ainda era BV e cabaço, até porque fui iniciado cedo demais hoje penso nisso mas na época do relato eu passava a vida entre escola e jogar Super Mario e Donkey kong no Nintendo e brincar de pique na rua com a galera anos 2000 não tinha celular era telefone fixo no máximo a comunicação apesar de pouco anos depois lançarem celulares populares e virou a febre de hoje.
Eu tinha um vizinho chamado Rodrigo que era uns 2 anos mais velho que eu, sempre nos cumprimentamos mas nunca passou disso, lembro que um dia eu estava no quintal jogando pião, e ele veio puxando assunto pela divisa do murinho das nossas casas, ficamos ali brincando umas meia hora ou mais até que ele perguntou se eu gostava de jabuticaba que sabia aonde tinha um pé da fruta lotado, e que ninguém ia lá porque era em um terreno baldio no alto do morro, eu com toda pureza do mundo fico animado e aceito ir, meus pais nunca forma muito de prender até porque era tão raro eu querer sair de casa que até incentivavam quando eu falava que ia dar uma volta.
E foi normal por todo o caminho, conversas de jogos e de escola, chegamos chupamos algumas mangas, papo vai papo vem, o lugar era isolado chegava ficar aquele silêncio, no meio de um matagal alto, quando de forma totalmente aleatória vira para mim e pergunta:
-Já brincou de papai e mamãe?
Eu : não, como que brinca disso?
Ele: Se quiser a gente brinca mas não pode contar pra ninguém, tem que ser segredo!
Eu curioso topo achando que seria uma brincadeira como qualquer outra, quando ele diz:
- Então! como você nunca brincou, eu vou ser o papai e você a mamãe e vai ter que fazer tudo que eu pedir. O pai manda e a mãe obedece.
Eu imaginando algo como macaco de imitação, concordo e ele já começou a apertar minha bunda, depois me encaixar por trás encoxando e sentia seu pau nada dotado pulsando na minha bundinha por cima das roupas, e ele ficava dando beijos no meu pescoço que me deixavam todo arrepiado e senti pela primeira vez meu pintinho ficando durinho e não entendia bem aquilo, mas era bom.
Quando ele pede para eu me ajoelhar e abrir bem a boca, eu obedeci e ele abaixou a bermuda até o chão e aquele pau durinho na minha frente não era muito dotado devia ter uns 11 cm e era bem fino até mais fino que o meu pau, apesar de nessa época ser maior que o meu, eu lembro que perguntei porque ele tirou a roupa e ele disse:
-Agora você vai chupar meu pau!
Eu lembro que relutei não entendia bem oque era aquilo, falei que nunca tinha chupado pau que não queria brincar disso, porém lembro que ele me convenceu a só pegar no pau dele, e senti que o pau dele era quentinho, fiquei apertando no começo depois e ele pôs a mão dele por cima da minha e me guiou a bater uma punheta desajeitada nele, depois que peguei o jeito aquele pau chegava a babar na minha mãozinha, com o tempo ficou grudento minha mão e perguntei o que era aquilo que saia da pontinha do piru dele, aquele líquido transparente e espesso era algo novo e incrível para mim na época oque é a inocência.
E ele disse que se eu chupasse e engolisse todo o caldinho que eu ia crescer mais rápido. E aquilo me deixou empolgado, e sempre que tento relembrar parece que até sinto os mesmos, calafrios pelo corpo e os mesmos frios na barriga, lembro até às falas que foram poucas no sentido sexual, hoje vejo o quanto fui inocente e puro na situação. Ajoelhei abri bem a boca e ele veio colocando o pau e mandando eu fechar só os beiço da boca e chupar igual um picolé, lembro que as primeiras tentativas passei o dente que ele chegou a tirar o pau e reclamar, mas depois de alguns minutos sendo instruído por ele, já chupava sozinho somente aquele vai e vem clássico talvez meio sem experiência mas acho que estava bom, porque ele soltava uns gemidos grossos dizendo:
-Caralho! que boquinha gostosa, parece que já nasceu sabendo mamar pau, é um viadinho nato, sempre soube. Hoje eu te dou o que se tá querendo sua putinha, parece uma menininha.
Lembro que perguntei porque ele tinha dito aquilo, eu nem sabia oque eram essas terminologias na época para verem a pureza do ser, eu só disse que eu era menino, mas ele somente mudou de conversa dizendo que havia lembrado de outra brincadeira, e me pediu para ficar em pé e de costas pra ele e abaixou meu shortinho me deixando de bundinha de fora, ainda me recordo dos tremores e do medo que senti me fazendo perguntar oque ele ia fazer e porque me deixou pelado. Eu realmente não entendia aquilo. Mas ele com uma voz super doce sedutora e com um sorriso safado no rosto só respondeu:
-Relaxa ! você vai gostar tenho certeza, mas já aviso que vai doer um pouco, mas que depois de um tempinho eu ia gostar e ia querer sempre.
Lembro que ele pediu para eu abrir a bunda pra ele com as mãos e inclinar o corpo, e pegou aquela gosma que escorria do pau dele e passou na entradinha do meu rabinho, depois foi enfiando o dedo que ardeu um pouco me fazendo reclamar, mas depois de alguns segundos ele já dedilhava meu cuzinho bem meladinho e gostosinho e acabava me fazendo soltar uns gemidinhos finos e excitados parecendo uma menininha, enquanto ouvia ele dizer coisas como:
-Está gostando ? Viadinho mesmo está até rebolando, já tá pronto pra levar pica, olha essa bunda enorme nem em mulher nunca vi uma dessas, nasceu pra levar pica, nunca arrebentei um cabacinho, tirei a sorte grande dessa vez olha essa raiva, que cuzinho lindo fechadinho preguinhas intocadas está até mordendo meu dedo.
Passados alguns instantes sinto ele tirar o dedo de dentro do meu cu e entrou aquele ventinho me arrepiando todo, em seguida ele encaixa algo mais grosso e quente na entradinha e ficou pincelando pra cima e pra baixo e dava umas empurradas forçando a esfíncter anal, eu só olhava para frente, lembro que começou a ficar desconfortável e ardido, eu só conseguia sentir e ficava com vergonha de olhar pra ele por algum motivo, e também não queria me mover dali, meu cuzinho era apertadinho e virgem não cedia mas após alguns minutos de tentativas em uma das estocadas minha esfíncter cedeu, senti ela se abrindo bruscamente e uma leve pressão entrando, aquela piquinha entrou até onde era possível de uma única vez até a metade, o restante era contido por minha bunda grande e redonda que sobravam em relação ao corpo dele que era magrelo e moreno escuro pouco mais alto que eu.
Lembro que depois de poucos instantes doeu muito, senti meu cuzinho trancar e expulsar aquele pau de dentro e dei um grito de dor e um pulo para frente sentindo o cuzinho latejar e arder parecendo uma beliscada na porta do meu rabinho, e lembro que fiquei pulando de dor quase chorando e ele rindo olhando pra minha bunda enquanto eu dizia:
-Ai ! dói muito não quero mais, vamos embora!
Ele: Calma ! Eu te falei, é só a primeira vez que entra que dói, agora vai gostar. Confia em mim não gostou de chupar pau, sei que vai gostar de levar pica nessa bundinha, você gostou do dedo até rebolou e gemeu.
Lembro que eu neguei de início mas ele malandramente me levou no papo e me fez chupar outra vez aquele pauzinho discreto, quando vi já tinha caído na conversa e acabei topando tentar outra vez mas que ele ia parar se eu não quisesse mais. Ele concordou e lá estava eu em pé inclinado e de bundinha empinada pra ele outra vez, lembro que eu ficava tremendo quando ele se aproximava com medo e ele foi me acalmando e quando encaixou a cabecinha dessa vez entrou sem muito esforço, apesar de não entrar logo de primeira, mas sem doer tanto apenas ardeu um pouco, e ele começou a enfiar talvez uns 5 cm dentro dava pra sentir aquele pau quentinho entrando e saindo deslizando bem gostosinho, era um pouco ardido quando ele enfiava o pau e a minha bunda se amassava contra a cintura e corpo quente dele, mas era diferente e novas àquelas sensações, era uma ardência gostosinha não sei como explicar. Quando ele começou a perguntar:
- E aí está gostando de levar pica no cuzinho? Está doendo ainda!
Eu: - Arde um pouco quando entra, mas é uma dorzinha gostosa e agora está quentinho e escorregando dá para sentir o entra e sai direitinho, seu pau fica dando uns pulinho lá dentro é engraçado.
Ele : Sabia que ia gostar, essa bundinha nasceu pra levar piroca, vai levar muita pica nesse cu na vida, gostosa do jeito que essa bunda é, mas sempre vai lembrar do primeiro macho desse cu.
Depois começou a acelerar as estocadas, não entrava muito profundo aquele pau era pequeno e nem ardia tanto mais a essa altura, quando ele começa a respirar muito forte e sinto uns jatos quentes lá dentro de mim mas não sabia oque era na época mas lembro de sentir o quentinho lá dentro e que ficou muito gostoso e meu pau começou a sair a mesma gosma transparente e ficava dando uns pulinhos era muito legal eu ficava rindo e sentindo os tremores e sensações até então desconhecidas.
Depois de poucos instantes após eu sentir aquela sensação gostosa dentro de mim, ele tirou o pau de dentro e senti meu cuzinho se fechando novamente e algo quente escorrendo, ele já pôs a sua roupa e mandou eu me ajeitar pra irmos embora. E lembro que na inocência disse:
-Mas já acabou? Queria brincar mais, agora que ficou bom e quentinho você parou, é diferente, dói mais é gostosinha a dor, não sei explicar, vamos brincar mais um pouquinho só mais um pouquinho!
Lembro que ele olhou pro meu pau durinho por cima da roupa riu, e disse:
- Sabia que ia gostar, mas hoje não aguento mais nada depois dessa gozada gostosa, sempre quis arrombar essa bundinha sua putinha gostosa outro dia a gente brinca mais, eu disse que você iria gostar, mas não conta pra ninguém, senão nunca mais vou brincar assim com você.
Eu jurei segredo e lembro que fui o caminho de volta sentindo escorrendo algo de dentro de mim, era quente e a entradinha ficava pulsando e ardendo mas nada exagerado eu havia gostado daquela brincadeira, mas guardei segredo. Lembro que ficou dolorido uns 3 dias depois voltou ao normal. Ele me pôs pra mamar ele mais algumas vezes talvez 3, mas pouco depois desse dia a família dele se mudou e nunca mais o vi, e depois e só fui entender oque aconteceu comigo nesse dia uns 6 meses depois que o meu melhor amigo me mostrou um filme porno e me ensinou a tocar punheta, e adorei aquelas mulheres lindas me enchiam de tesão ficava vidrado, mas nesse dia a ficha caiu e descobri que eu já tinha sido feito de putinha e nem sabia.
Não dei tanta importância já que ninguém sabia mesmo, e foi só aquelas vezes e só dei no primeiro dia, e que eu era homem e não ia mais deixar acontecer, o problema foi depois de algumas punhetas desejando mulheres, eu nunca havia nem olhado pra Lucas nas punhetas eu ficava imaginando aquelas mulheres me chupando e comendo elas e como seria a sensação.
Um belo dia parei pra olhar meu amigo tocando uma meio que sem querer, ouvi um barulho no quintal e ao ir falar pra ele assustado, assustei e com o tamanho e a grossura da rola dele, naquela época e com a mesma idade, ele tinha 14 cm e era muito grossa dava umas duas da minha rola a grossura quase, naquela época nunca tinha visto um daquele tamanho parecia dos filmes e pela primeira vez me senti atraído e desejando uma pica, mas não sentia atração por ele era pela rola dele, lembrava do passado e me imaginava fazendo com ele as coisas dos filmes, e as punhetas foram ficando cada vez mais alternadas, hora mulher hora com Lucas, e nessa idade menos de 6 punhetas no dia é milagre.
Cheguei a fantasiar mil possibilidades tanto com garotas e mulheres diferentes , mas com Lucas era sempre só com ele, não mudava nem pensava em outro garoto. Naquela época ser gay era pedir pra apanhar, e Lucas era bem mais alto que eu, magro, branco e forte mas natural, ele era mais humilde então até lenha pra cozinhar pegava no pasto do morro, então era bruto e implicante aqueles que chamavam todo mundo de viado, batia em todo mundo até uns garotos mais velhos que a gente. E meio que me protegia na escola não deixava ninguém me bater ou implicar comigo igual ele mesmo implicava com o outros garotos que eram gays ou afeminados como eu. Ele morava na última casa do morro no fim da minha rua, mas éramos amigos desde que nos entendemos por gente, minha mãe era madrinha dele, e eu morava no início do pé do morro.
Eu até comecei a beijar algumas meninas da escola que sempre era alguém que só me falava e eu ficava pois sempre fui bem tímido. Mas era legal trocar saliva, mas as meninas eram tão magrinhas e eu tímido então nem tocava nelas só beijava no começo e ficava confuso demais sobre sexualidade se eu era gay ou não, coisas comuns da fase.
Mas esse melhor amigo parece que também tinha um desejo reprimido por mim que vieram a tona tempos depois com uma iniciativa dele, mas isso talvez completou ano após o relato anterior com Rodrigo. E aqui fica minha primeira vez, apesar de considerar que perdi ela com Lucas, já que eu ainda tinha todas preguinhas e meu cuzinho era fechado antes dele, sei pois eu sempre olhava no espelho pra ver como era meu cuzinho e como eu era uma menina gostosa no espelho, "eu me comeria fácil também " eu pensava.
Até então eu ainda era uma putinha encubada a ser deflorada pelo melhor amigo. Mas isso é outro história, hoje vim contar apenas a primeira vez. Se ficar bom eu escrevo outro com essa história que durou anos, queria não incomodar vocês com um relato tão simples sem nada extraordinário que foi minha primeira vez, mas foi pra mim um dia inesquecível e cravado na memória em cada detalhe . Fui!
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Comentários (1)
Miguel: Conto muito detalhado adorei. Acredito que nessa idade você ainda era criança. E seu amigo também. Aguardando a continuação da suas histórias
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