#Incesto

Tentação de Irmã

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darkfic69

Julia estava lavando a roupa do pai na beira do rio. Ela estava junto com seu irmão Theo, que fazia companhia. Ele levava o rosto do rio quando olhou de repente pra sua irmã, principalmente para o enorme decote suado. Recentemente aquele decote vinha chamando sua atenção.
— O que foi, irmão? Parece meio calado hoje. O que está acontecendo? — Julia perguntou.
— Nada, nada não... só que hoje tá fazendo muito calor.
— Os meus seios te deixam com calor? — ela disse, um sorriso malicioso nos lábios.
— O quê?
— Eu vi o jeito que você olhou pros meus peitos. Meu decote chama sua atenção? Não fique nervoso, não tem culpa alguma. Afinal, é muito normal um menino da sua idade sentir desejos. Vem cá.
Ele foi, sentando perto dela. Ela segurou a mão dele.
— Quer segurar meus seios? Quer apertar e sentir? — ela perguntou, a voz baixa e provocante.
— Eu acho que sim...
— Acha ou quer?
— Quero!
— Então sente. Sente os meus peitos... isso, aperta, apalpa, segura firme.
Theo segurou os seios da irmã, apalpando aquele decote, a pele macia e quente. Depois foram as duas mãos, apalpando, segurando firme aquelas tetas. Julia segurou a mão dele e colocou pra dentro da roupa. Ele sentiu os mamilos duros na palma da mão. Ela gemeu, sentindo aquele contato com seus mamilos. Os seios, os gemidos da irmã fizeram com que Theo ficasse de pau duro.
Julia olhou pra ele com os olhos de prazer, mordendo os lábios, e fez a pergunta.
— Já beijou uma garota antes? Não? Você tem sorte que sou uma garota... quer me beijar?
— Isso... isso é tão errado...
— Você está segurando os meus seios, existe algo mais errado que isso?
Ela se aproximou devagar, aproximando o rosto. Theo nunca tinha ficado tão perto do rosto da irmã como naquele momento. Seus enormes olhos com aquele intenso olhar claro, o nariz pequeno, e a boquinha carnuda entreaberta esperando pelo beijo do pecado. Finalmente seus lábios se encontraram, num beijo profundo.
Pela primeira vez Theo sentia os lábios de uma mulher. Não sabia o que fazer, como beijar, apenas movimentava a boca no ritmo daquela excitação. Quando sentiu a língua entrando em sua boca, se assustou.
— Calma, é só a minha língua... vem cá... coloca também a sua língua dentro da minha boca... assim...
Voltaram a se beijar novamente. As duas línguas se tocaram, entrelaçando uma na outra, partilhando a saliva. Depois do beijo, ela passou a mão no meio das pernas dele.
— Nossa, tá bem durinho... eu também quero pegar o seu pinto!
Ao puxar pra fora, se assustou com o que viu.
— Isso não é pintinho, é um rolão. Nossa, desde quando cresceu desse tanto? É do mesmo tamanho do pai.
— Julia, acho que passamos do limite. Melhor voltar pra casa.
— Calma, eu também quero me divertir... deixa eu sentir o seu pênis... tá bem durinho na minha mão... tá gostando? Gosta quando eu te masturbo? Então goza, irmão, goza pra mim, jorra esse seu leite na minha mão...
Ela acelerou aquela vara dura. Theo não aguentou muito aquilo, rapidamente gozou, ejaculando a porra quente na mão dela. Depois do gozo, veio o choque da realidade e o arrependimento bateu forte.
Ele se levantou assustado e saiu correndo dali com a cueca toda gozada. Enquanto isso, Julia lavava a mão cheia de sêmen no rio. Depois, seguiu lavando a roupa do pai normalmente.

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