#Traições

Eu com 19 anos, virei amante da mãe do meu amigo, de 47.

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Pedro

É uma história de traição, onde, sem querer acabei comendo a mãe do meu amigo por muito tempo.

Eu sou o Pedro, tinha na época 19 anos, 1,70 de altura, corpo tipo atleta, e modestamente falando, um pinto bem sarado.
Estava desempregado, quando o meu amigo Lucas, veio em casa a noite, me chamou e disse que a mãe dele queria falar comigo.
Dona Nalva, tinha 47 anos, 1,65 cm de altura, uma senhora vibrante, robusta, trabalhava em uma fábrica de costura, como costureira.
- Boa noite dona Nalva, o Lucas me disse que a senhora quer falar comigo?
- Sim Pedro, meu filho me disse que você está desempregado.
- É verdade.
- Então, surgiu uma vaga lá na fábrica que eu trabalho, e já falei com a minha encarregada, e ela pediu pra você ir lá, lá pelas nove horas conversar com ela.
- Puxa, muito obrigado dona Nalva, a senhora é como uma mãe.
No dia seguinte, no horário estabelecido, conversei com a tal encarregada, uma senhora de cinquenta e seis anos, muito gente fina, e ela gostou da minha simpatia e me contratou.
Depois de tudo estabelecido, com os exames médicos, marcaram o dia do início do trabalho. A fábrica ficava à uns oito quilómetros em direção ao centro da cidade, a jornada de trabalho era das oito às dezessete e trinta horas, com uma hora e meia de almoço.
Como a dona Nalva morava três casas depois da minha, combinamos de ir juntos. Pegamos o ônibus logo bem cedo, e ele estava lotado, era de piso baixo, sem degraus. Ficamos na plataforma de entrada, e quando o motorista fechou a porta, ele nos espremeu, e sem querer, acabei encoxando ela, ao sentir meu pinto encostado na bunda dela, imediatamente, ela deu uma mexida e ajeitou para que meu pinto encaixasse bem no meio do rego dela.
Eu estava usando uma calça de moletom bem fino e meio largo, e também, como eu gostava, uma cueca samba canção, ela estava usando uma saia bem fina e larga, devido ao calor, e como ela, apesar da idade, se sentia jovem, uma menina, usava uma calcinha fio dental, nisso, meu pinto foi endurecendo de vez, foi quando eu percebi, como a bunda dela era gostosa.
Ela era uma mulher madura, tinha um corpo, não vou dizer de uma mulher de vinte, mas tinha uma bunda cheinha, bem macia, uns peitos fartos, sarados, uma barriga, vamos dizer meio tanquinho, um pouco saliente, que para uma mulher de seus quase cinquenta anos, até que era bem moldado.
Ela então, quando sentiu meu pinto endurecendo na bunda dela, arrebitou um pouco e desceu para deixar bem encaixado na altura do cu, e começou a apertar a bunda, travando meu pinto no meio. E assim seguimos, a cada movimento das pessoas, ou cada solavanco do coletivo, ela aproveitava e esfregava o cu no meu pinto.
Quando descemos, ela não falou nada, conversamos de outros assuntos, ela fingia que nada tinha acontecido, e eu respeitava ela.
Assim foi passando o tempo, e eu percebi que ela gostava de ser encoxada nos ônibus, e para não desanimá-la, eu aproveitava a deixa.
Depois de uns três meses no trabalho, em uma hora de descanso na hora do almoço, dona Vera, uma senhora de seus setenta e cinco anos, que apesar de ser aposentada, ainda trabalhava para complementar a sua renda, conversando conosco, ela era muito bocuda, perguntou a dona Nalva.
- Nava, vocês já não estão metendo?
- Como assim, Vera?
- Fodendo, caralho.
- Não, eu sou casada.
- Deixa de ser sem vergonha, você se diz toda recatada, mas por dentro é uma puta.
Dona Nalva olhou pra ela, com um sorriso bem safado na cara.
- Eu te conheço Nava, vocês moram perto um do outro, vem e voltam no mesmo ônibus todo dia, e ele te encoxa todo dia, e não vem me dizer que não, porque você sempre gostou de ser encoxada no ônibus, lembra aquele dia que você estava de saia curta, e o cara tirou o pinto pra fora e gozou na sua bunda?
Nesse momento, olhei para dona Nalva, e ela estava com um sorrisinho bem maroto.
- Pedro, você já está trabalhando aqui há três meses.
E eu gostando da conversa, respondi:
- Sim dona Vera.
- Três meses encoxando ela e nada?
Dona Vera virou pra dona Nalva e falou:
- Três meses sendo encoxada, e você ainda não deu a buceta pra ele?
- Eu sou casada, tenho filhos.
- Você é casada, você é casada! Você muitas vezes me disse que seu marido não faz quase nada com você, então, dá sua buceta pra ele, seu marido não vai ficar sabendo.
Ela olhou a cara de safada da dona Nalva e continuou falando.
- Eu, com a minha idade, tivesse um garoto novo desse me encoxando e eu sentindo o pinto duro dele todo dia, não tava nem aí, em qualquer lugar, no mato, numa praça meio escurinha, ou atrás de algum muro, eu já arreganhava a minha buceta, e deixava ele meter bem gostoso.
Nessa hora, a dona Vera virou pra mim e disse:
- Enfia o pinto na buceta dessa mulher, que ela ainda mete pra caralho, ela não quer demonstrar, mas é uma grande puta, só precisa quebrar o cinto de castidade.
Dona Vera nessa hora pediu pra dona Nalva.
- Nava, empurra seu vestido com a mão, para trás, pra gente ver o volume da sua buceta.
Dona Nalva, seguindo o conselho de sua amiga, dona Vera, com sua mão direita, empurrou seu vestido para trás, mostrando a marca da buceta,
- Olha meu filho, puta bucetão. Nava, você está regulando essa bucetona pra ele?
- Não Vera, é que a gente não tem lugar.
- Deixa comigo, eu vou arrumar um lugar pra vocês.
Eu, gostando da ideia, pensei comigo.
"Essa dona Vera é bem bacana, devia ter sido bem sem vergonha quando nova".
E ela me disse:
- Não se preocupe meu filho, você ainda vai comer muita essa bucetona que você viu.
Ela virou pra dona Nalva e falou:
- E você sua bucetuda, pode tirar essa cara de santa, porque ele vai gozar muito na sua buceta.
Terminou o horário de descanso, e voltamos ao trabalho, e tudo correu normal.
Três dias após a nossa conversa sobre foder, dona Vera chegou logo cedo, antes de começar o expediente, nos disse:
- Sabe o que eu descobri ontem?
Ela virou pra dona Nalva e perguntou:
- Nava, sabe aquela praça que tem aqui atrás?
- Sei.
- Ali tem um ponto de prostituição, e uma das putas que ficam lá, me disse que na rua detrás tem um hotel que aluga uns quartos bem baratinhos, pras putas meterem, diz que eles tem horário pra quinze minutos, meia hora e uma hora, e não é muito caro.
Dona Nalva, com seu sorriso maroto na cara, disse a dona Vera.
- Mas Vera, eu não posso ir depois do expediente, porque se eu começar a chegar tarde em casa, meu marido vai desconfiar.
Dona Vera, já impaciente, falou meio que abruptamente.
- Deixa de ser manhosa, você tá louca pra dar pra ele, eu sei que você tá louca pra sentir o pinto duro dele, dentro da sua buceta, e não só na sua bunda, vai na hora do almoço.
Dona Vera olhou bem pra nós dois, e disse direcionando as palavras pra dona Nalva.
- É uma hora e meia que a gente tem de almoço, vocês vão, fodem por meia hora, voltam, almoçam e ainda sobra tempo pra descansarem antes de voltar ao trabalho.
Dona Vera sorriu, quando dona Nalva balançou a cabeça concordando. Ela virou pra mim e disse:
- Pronto meu filho, você vai meter pra caralho, enfia o pinto com gosto na buceta dessa puta que ela gosta.
Quando deu meio dia, fomos, eu e a dona Nalva, em direção ao tal hotel, era perto, na rua detrás.
Na recepção, tinha uma placa, "quinze minutos, $ 5, meia hora $ 7, uma hora $ 10. Olhei pra dona Nalva, e ela me disse:
- Meia hora.
Paguei, pegamos a chave e fomos pro quarto. O quarto até que era meio grande, tinha uma cama de casal, ao canto direito tinha um banheiro, com chuveiro, mas era um preço a parte. Tinha uma grande janela, bem ventilada, e um armário, para deixar nossas roupas.
Assim que tranquei a porta, já agarrei a dona Nalva e comecei a beijá-la, chupando sua língua. aí tirei sua camisa, deixando seus peitos de fora, já que ela não usava sutiã. Ela então, já me abraçando, começou a me alisar, e já foi tirando sua saia e sua calcinha fio dental. Comecei a chupar seus peitos sedosos, com muita volúpia, pois era a primeira vez que estava pegando-os ao vivo. Imediatamente, ela já foi tirando a minha camiseta, depois minha bermuda e a cueca samba canção, e começou a me chupar, chupar, até chegar no meu pinto, o que ela começou a sugar com toda a voracidade, e eu com o meu pinto bem duro, deitei na cama de barriga pra cima, ela deitou por cima, já chupando meu pinto, e eu comecei a chupar a sua buceta, fazendo um perfeito meia nove.
depois de um tempo, de um chupar o outro, a dona Nalva me disse que tínhamos que parar, e começar a meter, porque senão, ia acabar o tempo, e não íamos foder quase nada.
Ela deitou na cama, e eu cheguei por cima dela, e encostei a cabeça do meu pinto, na bucetona dela, como disse a dona Vera, e prontamente, ela me abraçou, e comecei a socar meu pinto na buceta dela.
Eu soquei, soquei, soquei, e ela começou a gemer e a dizer em meu ouvido:
- Ai Pedro, quanto tempo eu não fazia isso, vai mete, mete gostoso.
Enquanto eu escutava o gemido dela, eu por dentro também gemia de tesão, quando ela, em seus gemidos ao meu ouvido, falou:
- É, você tá fazendo o que a dona Vera te pediu.
Estranhando, lhe perguntei.
- Como assim?
- Como ela mandou, você está enfiando o pinto na minha buceta, mas continua que tá muito gostoso.
- Toma, toma, aguenta meu pinto duro nessa buceta, sua bucetuda.
- Vai Pedro, mete, mete com vontade, me chama de puta, de arrombada, de safada, que eu gosto.
Aí, de tanto socar meu pinto na buceta dela, eu acabei gozando, eu estava numa seca tão grande, que enchi a buceta dela de porra. Olhei no relógio, já tinha se passado vinte minutos, e eu disse pra ela.
- Vamos brincar mais um pouco, começa a chupar meu pinto pra limpar todo o resto de porra que ficou, e vamos fazer mais uma brincadeira rápida.
Ela pôs a boca no meu pinto, e começou a chupar, e ele ficou duro novamente, peguei, puxei ela na cama e disse pra ela ficar de quatro que eu ia chupar o cu dela.
Ela ficou de quatro, e ficou aquele cusão florido na minha frente.
Assim que eu acabei de chupar seu cu, peguei o meu pinto que estava bem duro, e comecei a esfregar no rego dela, e ela meio que assustada me perguntou:
- O que você vai fazer, Pedro?
- Eu vou comer o seu cu.
- Não, dói.
- Dói nada, eu ponho devagarinho, você vai ver, no fim vai até gostar.
Vi o olhar dela de repugnação, e disse:
- Vai mulher, deixa de frescura, se liberte.
Ela olhou, percebeu que eu estava sendo seu macho, e respondeu:
- Está bem, mas se começar a doer muito você para.
- Está bem.
Eu fui empurrando devagar, até entrar tudo, e ela nem gemeu, a vagabunda era foda, só queria fazer um charme. E aos gemidos dela de ai, ai, ai, fui socando meu pinto no cu dela, e fui aumentando o ritmo, até que não aguentando mais, eu gozei. Olhei no relógio, faltavam dois minutos para encerrar o tempo.
Nos vestimos, e ainda fiz uma pequena brincadeira, passando a mão na buceta dela. Fomos embora, e ao chegarmos para almoçarmos, faltavam cinquenta e cinco minutos, almoçamos em dez minuto, e ainda sobrou quarenta e cinco minutos para descansarmos, então ela me falou:
- Puxa, sobrou muito tempo, da próxima vez, podemos ficar uma hora metendo, que vai dar tempo pra gente almoçar, e ainda vai sobrar quinze minutos pra descanso, se não der pra descansar, a gente vai trabalhar direto, qual é o problema?
- É, você quem sabe.
- Pedro, e pra não ficar pesado, você paga um dia e eu pago o outro, vamos pagar uma hora, que não é tanta diferença, você é um garoto novo, tem muita disposição, eu quero foder, eu quero que você me coma todo dia, e goze dentro de mim, umas três a quatro vezes por dia.
No dia seguinte, pagamos uma hora, e como ela me disse, gozei quatro vezes nela, três na sua buceta, e uma no cu. e assim foi sucessivamente, teve dias que eu estava com tanta disposição, que chegava a dar cinco gozadas dentro dela, ela era muito gostosa, não dava pra resistir.

Agora, aproveitando o momento, vou contar uma história rapidinha.
Meti com a dona Nalva, por uns três anos, dos meus dezenove aos vinte e dois anos, sempre no horário do almoço para ninguém perceber, até que chegou o dia em que ela se aposentou, e junto com o seu marido que também era aposentado, foi morar em uma cidade praiana.
Aos meus vinte e dois anos, eu conheci uma garota, e acabei juntando os trapos com ela, fomos morar em um local longe da fábrica, que o único acesso, era o trem suburbano. Esse trem, ele fazia do seu inicial até a estação em que eu descia, treze estações, e eu pegava ele na terceira estação, até a terceira estação, a gente entrava pelo lado esquerdo, dali pra frente, ele abria as portas só do lado direito, ele vinha sempre cheio, e como a estação que eu descia já estava quase vazia, eu não me preocupava.
Certo dia, ao pegar o trem, entrou um casal na minha frente, e eles ficaram de frente para a porta, e eu fiquei justamente de frente para a esposa do cara. ela me vendo de frente pra ela, colocou sua bolsa que era de tamanho médio, bem em frente, para separar e evitar qualquer desconforto para ela, o marido dela olhou pra ela, e balançou a cabeça como que aprovando a sua atitude. Nesse intermédio, ficou um pequeno espaço entre nós.
Quando o trem parou na estação seguinte, e abriu a porta do outro lado, aí foi tumultuando, foi apertando, e a bolsa dela ficou salvando a sua reputação. O marido dela, então, colocou seu braço esquerdo no ombro de sua esposa, e esticou seu braço direito, até alcançar a porta fechada, para se apoiar.
O trem, por estar muito cheio, segui seu trajeto devagar, e dava sempre um pequeno balanço, e lá estava o casal, ela, conversando com ele, olhava sério pela janela da porta, e seu marido rígido ao seu lado. A mão dela, segurando sua bolsa, estava encostada na minha barriga, então aos poucos, conversando com seu marido, ela foi descendo sua mão, a cada solavanco do trem, ela descia um pouquinho, até que seus dedos chegaram na altura do meu pinto, ela então, começou a mexer os dedos, como eu estava com uma bermuda de poliéster bem fininha, e uma cueca samba canção também bem fina, ao receber o contato dos dedos dela, meu pinto começou a endurecer. Ela ficou mexendo os dedos, esfregando no meu pinto, e começou a abrir e a fechar eles, acariciando meu pinto, e como o trem, em sua vagarosidade dava alguns balanços, ela começou a aproveitar esses balanços, e começou a puxar sua bolsa para cima, a cada balanço, uma puxadinha, cada balanço uma puxadinha, até que na quarta puxada, ela conseguiu subir de vez sua bolsa, sem que seu marido percebesse, e liberou o espaço entre nós, e automaticamente, no aperto que estava, meu pinto se encaixou perfeitamente na sua buceta, e a cada balanço, ela aproveitava e dava uma pequena mexida com o quadril, esfregando sua buceta no meu pinto.
O trem começou a andar muito devagar, quase parando, e ele tinha um problema nos freios, porque toda vez que o maquinista acionava o freio para reduzir ou brecar a composição, ele rangia, e dava uma trepidada, e nessa trepidada, eu adorava, até que o trem começou a andar muito devagar, e começou a trepidar direto, e o trem trepidando, ela ficou esfregando a sua buceta no meu pinto já bem duro, sem parar. Ela, nesse balanço, pra desbaratinar seu marido, lhe falou:
- Nossa, essa trepidação tá demais.
- É bem, esses trens, são umas porcarias.
E ela naquela trepidação, olhando pra fora, esfregou tanto sua buceta no meu pinto, que aquela altura, já estava quase dentro da sua buceta, se não fosse a sua saia, que eu olhando para os dois, vi seus lábios formando um biquinho, seus olhos fechando levemente, e os pelos de seu braço arrepiarem. Seu marido, ao notar algo diferente nela, lhe perguntou:
- O que foi benzinho, parece que você sorriu?
- É que eu lembrei daquela vez da minha amiga.
- O dia que ela caiu, realmente foi muito engraçado.
- Amor, ainda falta muito pra chegar?
- Deixa eu ver aqui no mapa acima da porta.
Enquanto o marido dela ergueu a cabeça para olhar o itinerário acima da porta de entrada, ela olhou bem fundo nos meus olhos, com uma cara de safada, e me deu um leve sorrisinho. Foi aí que eu percebi que ela tinha gozado, se esfregando no meu pinto.
Daí a pouco, as pessoas começaram a se mexer, e foi esvaziando o trem, eles desceram em uma estação antes da minha. Eu não acreditei, foi a primeira vez que eu vi uma mulher casada, com seu marido do lado, gozar se esfregando no meu pinto, dentro do trem lotado.
Eu ainda tentei encontrá-la outras vezes, as vezes, eu deixava o trem do meu horário ir embora, me arriscando a chegar atrasado ao serviço, para tentar encontrá-la, mas nunca consegui, então fiquei na saudade.

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