Desde nova sendo putinha
Oiiii, esta historia que vou contar é verídica... Se não gosta do assunto aqui citado, apenas não leia.
Meu nome é Ana. Tenho 19 anos e moro em MG.Tenho vontade de perder minha virgindade, mas meu medo fala mais alto. A verdade é que sempre me senti muito "puta". Sempre me masturbei ao pensar em um homem me domando como uma cadela, batendo no meu bumbum, me xingando, amarrando e etc... Sempre tive nojo de homens mais velhos, mas sempre me imaginei sendo comida por um e tratada como uma vadia pelos mesmos. Sim, e ao imaginar ainda achava aqueles de 40 anos novos.. Sempre imagino uns bem vovozões mesmo. Mas nunca havia praticado algo do tipo: O medo me domava! Medo de ser reconhecida como putinha, vadia e afins.
Um dia resolvi procurar chats, sempre procurando a sala de idades de mais de 50 anos. Ficava no mesmo, com meu nome no nick e minha idade. Conversava e provocava todos que me chamavam. Gosto e gostava mesmo de me fazer de santinha!! E deixava eles pensarem que eu era ingenua. Ouvia e dizia barbaridades.. Dizia que era virgem (realmente era) e que queria perder com eles (E queria), até que um dia, resolvi tirar fotos nua. Tirei várias posições.. De 4, meus peitinhos, minha bundinha, minha 'pepeca' raspadinha e cabeludinha.. Tirava fotos até mesmo quando menstruada, aparecendo o sangue na pepeca.. Até amarrada já tirei fotos. Colocava todas no perfil do msn e provocava a todos. Como eu disse, tinha uma fantasia por ser amarrada, chingada... Desde 1* aninhos eu era uma putinha enrrustida. rsrsr Então resolvi entrar na sala de bate papo "imagens eróticas - sadomasoquismo" Aquela vontade de ser humilhada, exibida, de apanhar.. Obedecer.. Ser doada a outros, ainda permanecia em mim. Ali conheci vários "Dom's", provoquei vários..
Até que um dia, quando minha mãe saiu para trabalhar, deixei meu pc aberto, achando que havia ninguém em casa, pra ir beber água. Mas quando voltei, estava meu padrasto em frente ao pc, olhando a janela aberta do msn.. E consequentemente viu minhas fotos e tudo. Não sabia onde enfiar meu rosto por tamanha vergonha. Sempre me fiz de timida, quietinha e santa pros meus familiares.. Então implorei pra que ele nada dissesse a minha mãe.. Após muito insistir, ele aceitou por uma condição. Me fez sentar em seu colo pra que ele pudesse explicar e então sussurrou em meus ouvidos "Não vou contar nada pra sua mãezinha corna, cadelinha.." Senti seu membro duro, mas ele não parou "Mas apartir de hoje, vai ser tratada como uma puta de verdade! E vai ficar quietinha se não quiser que todos saibam" Dizia passando a mão pela minha coxa e apertando a mesma. Minhas lagrimas escorriam. Não era isso que eu esperava. Não era com ele, não era assim! Eu fiquei com nojo. Mas ele ignorou meu choro "E chora mesmo que eu adoro ver mulher chorar" disse com um tom grosso deixando em seguida uma mordida no meu pescoço. Minhas lágrimas sairam ainda mais, até que fui obrigada por ele a levantar e ficar de frente ao mesmo com a cabeça baixa. "Abaixe o short e sua calcinha" Nada fiz. Ele apenas me encarou e disse um pouco mais alto "Você vai ter que tirar ou eu terei que fazer isso? Se quiser uma dica, retire" então com medo, fiz o que ele mandou. E cheia de vergonha e me encolhendo tive que tirar minha blusa e sutiã por ordem dele também. Mandou eu deitar em seu colo, com minha pepeca em direção a seu membro, de barriga pra baixo e a parte superior pendurada ate o chão. O fiz quando ele ja tinha retirado seu short e cueca, mesmo que chorando. O membro dele refletia na minha pepeca totalmente duro, meu choro era alto e aumentou mais ainda ao sentir as pomadas que depositava em meu bumbum. Já estava doendo muito, pedia para ele parar e nada. Ele apenas dizia "Sua puta, vai ver seu castigo agora! Quem mandou envergonhar seu padrasto!". Ao terminar a sessão de pomadas me puxou pelo cabelo, fazendo pular de seu colo e cair ao chão, sem tempo de pensar ele puxou meu cabelo pra cima e me fez chupar seu pau. Quase vomitei. Não demorou pra gozar em todo meu rosto.
Após disso, brincou um pouco com minha pepeca, enfiou um dedo na mesma e chupou. Quando sem querer eu gozei, ele me largou lá.. Toda suja, suada e com o rosto cheio de lagrimas. Saiu do quarto dizendo "amanhã te espero. lembre-se do trato".
Fiquei jogada por alguns minutos, me sentindo uma puta de verdade. Apesar do nojo, acabei gostando. E tive que esperar ansiosa pelo dia seguinte...
Como meu padrasto havia dito, ele retornaria. Era uma enorme mistura de desejo, nojo, vergonha, medo.. De certo, eu não sabia que horas ele viria. Fui para o curso, sem conseguir tirar minha mente do dia passado. A sensação de ter virado uma puta de verdade me dominava. O que eu queria mesmo, era dar pra todos que eu via na frente, mas eu tinha que me controlar. Me fingir de santa, como eu sempre fazia.
Ao chegar em casa,troquei de roupa rapidamente. Vesti um short solto e curto e um top, sem calcinha. Já esperando meu padrasto chegar quando minha mãe saísse. Deitei na cama, na espera.. Mas logo fui tomada pelo cansaço, e dormi sem ao menos perceber. (...)
Meu bumbum ardeu e de imediato acordei, havia levado um tapa dos fortes e assustada, perdida no tempo, comecei a fazer várias perguntas... "O que houve? Que horas são? Cadê minha mãe?" como resposta tive outro tapa no bumbum, dessa vez ainda mais forte. Queria chorar, estava realmente doendo! E como uma menina mimada, levantei da cama para deixar uma certa bronca em meu padrasto, mas logo fui interrompida com um puxão no braço. "Quem você pensa que é?" ouvia seu tom grosseiro. "Meu braço esta doendo" repetia isso em tom de choro, mas ele apenas me tacou na cama, onde cai deitada de bruços.
"Esqueceu que eu viria te visitar?" Ele ja vinha por cima, massageando meu bumbum ao mesmo tempo que descia meu short. "Humm.. a mocinha esta sem calcinha é.." Ouvia enquanto ele abria meu bumbum com suas mãos grossas. Meu corpo se arrepiava. Realmente sou uma puta, era o que eu pensava. Ele parou alguns minutos e olhei para trás, verificando, ele estava retirando o short. "O que esta olhando? Vire pra frente, cadela. Ninguem chamou voce. Ta curiosa é? Vai ver o que lhe espera!" Eu temia, mas ao mesmo tempo desejava! Não demorou muito para sentir o cacete dele entre meu bumbum. Ele esfregava, esfregava e eu o sentia durinho. "Vire de barriga pra cima cadela, meu pau quer sentir um pouco da sua bucetinha" Tremi, o medo agora falara alto! Mas obedeci. Meu corpo ainda totalmente arrepiado estava a disposição de meu padrasto. Sem delongas, ele chegou com seu cacete em minha pepeca.. Ele esfregava, fingia que ia enfiar, mas voltava.. Meu tesão aumentava.. Até a hora que nao aguentei e pedi pra enfiar logo de uma vez! Me arrependi, foi o que ele fez. Enfiou tudo de uma vez, sem dó alguma, na minha pepeca! Senti como se estivessem me rasgando por dentro. O meu grito tomou o silencio. Apenas parei de reclamar quando o mesmo tampou minha boca e riu. "A putinha não havia pedido??" Aquela situação me deixava dolorida, mas mesmo assim muito excitada. Com seu vai e vem, eu ficava enlouquecida, pedindo por mais, mais forte. Pedia tapas, que eram bem recebidos em meu rosto e bumbum. Os chingamentos vinham cada vez mais alto e piores. Adorava me sentir como uma puta. Só me assustei quando o mesmo pediu para eu ficar de quatro. Não o fiz, já imaginando o que seria do meu bumbum. Mas após 3 tapas doloridos em meu bumbum, obedeci. Fiquei na posição que ele mandara. Não demorou para me dominar que nem uma cadela. Subiu em minhas costas, segurou meus ombros e disse "Relaxa, putinha..
Eu gosto assim, seco e forte." E riu. Minhas lagrimas vinham a tona. Eu estava excitada, mas ao mesmo tempo com medo. Que tipo de putinha eu era? Respirei fundo quando ele mandou e logo em seguida senti seu pau grosso e seco tentando entrar no meu bumbum. A dor era imensa. Eu queria gritar, mas ele logo tampou minha boca. Ele forçava cada vez mais e eu não iria aguentar muito tempo naquela posição. Meu corpo tremendo, já falhava. Mas ele dizia "aguenta que ja esta quase lá" os chingamentos não paravam. E quando finalmente entrou inteiro, respirei. Como era gostoso sentir seu pau na minha bunda. Tapas fortes eram depositados nela e tambem nas minhas costas e barriga. Meus peitos eram apertados com força sobre meu top que ele não fez questão de tirar. E após me deixar respirar, voltou a mexer seu pau dentro de mim em um ritmo acelerado de vai e vem. Comecei a me acostumar com o volume e com a dor, e se tornou inevitável não rebolar. Pedia com mais força enquanto ele enfiava seus dedos na minha pepeca. Ate que ele anunciou "Fique de pé, vou gozar" retirou seu pau dentro de mim e então fiquei de pé, ali na cama. Ele me observava e ria. Meu bumbum estava dolorido, fiquei com as pernas abertas por conta da dor. Logo, ele ficou de pe tambem, atrás de mim, e me empurrou o que me fez cair deitada na cama.. Começou a gozar, ao mesmo tempo que ele proprio se masturbava... Gozou no meu rosto, no meu peito e na minha barriga... O mesmo ja estava ficando mole. Achei que havia acabado, mas ele disse enquanto se sentava na cama "Chupe" olhei para seu rosto, sem acreditar.. Estava cansada, o meu corpo doia.. E ele retornou a dizer "Chupe, vadia!" Fiquei com nojo depois de tudo que ele enfiara em seu pau, mas tive que fazer. Chupei seu pau ate ele querer gozar novamente. Minha boca também doia. Ele mandou eu deitar de barriga pra baixo, e comigo assim gozou no meu bumbum, costas e coxa.. Não demorou muito.. Esperei um beijo ou alguma palavra, mas ele apenas saiu do quarto, me deixando largada novamente. Com mais um recado "Quando menos esperar, virei com novidades" e bateu a porta. Meu corpo estremeceu. Sorri, estava mesmo virando uma puta. Me senti como um objeto este dia.. Mas valeu a pena.
T futchamp111 relatos
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