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Volta a adolescência

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Cláudia

Criada no litoral de São Paulo com dezoito anos fui cursar medicina em Curitiba, durante os quatro primeiros anos de curso, deite-me algumas vezes em camas diferentes com algumas gostosas e dois homens até que acabei morando com Arthur logo que ele concluiu o curso. Como meus pais mudaram-se para o nordeste, não tive motivo para voltar para a cidade em que vivi a minha infância e adolescência. Arthur adorava ouvir-me contar minhas aventuras, assim como também me contava passagens tórridas vividas por ele. Tínhamos uma combinação tácita que em alguma oportunidade faríamos "algo" a três ou em grupo, mas ainda não tinha acontecido, até que terminei meu curso e para comemorar resolvemos ir a Santos. Fomos até o bairro onde morei, às proximidades do colégio que frequentei, ao cinema onde assisti vários filmes e ao local da praia onde tomei muito sol e alisadas nas coxas e seios. Em todos os locais que visitávamos ele fazia questão que eu o lembrasse das minhas "façanhas" vividas ali, as dedadas no grelo, as primeiras mamadas, os amassos que dei em minhas amiguinhas, ... até que no quarto dia de andanças quando tomávamos o café da manhã em uma padaria ele mandou eu virar a cabeça e ver um cara que não tirava os olhos de nós. Gelei e sem perceber disse em voz alta: "Fininho". Arthur conhecia o apelido, e logo concluiu que era o cara que tinha arrombado meu cuzinho até então virgem. Meu coração passou a bater na boca quando vi Arthur levantar da mesa e se dirigir a Jorge (Fininho) e convida-lo a se juntar a nós. Depois de algum tempo de conversa, fiquei sabendo que Fininho tinha casado com Olga uma amiga de adolescência e combinamos que ele iria até a casa deles e nos encontraríamos na praia. Arthur estava inexplicavelmente empolgado e fomos para o local. Passado algum tempo vi o casal chegar. O volume na sunga de fininho fez meu sangue ferver ao lembrar de como tinha sido difícil receber pela primeira vez aquele cacete monstruoso e devo ter ficado vermelha ao lembrar que havia descrito aquele detalhe para meu "marido", mas logo passei a prestar a atenção no corpão que Olga tinha adquirido e o quanto sensual ela tinha se tornado. Sentamos nas cadeiras embaixo do guarda sol. Olga sentou de frente para mim, não pude deixar de notar o tamanho de seu Monte de Vênus, desconfiando até que ela estivesse com algum tipo de absorvente. Aqueles dois volumes o do Fininho e da Olga não me deixavam concentrar-me na conversa e Olga me convidou para entrarmos na agua. Caminhamos lado a lado e já dentro da agua demos as mãos e concluindo que aquela montanha era mesmo uma buceta volumosa, aproveitei uma onda e enchi a mão no meio das pernas da mulher do meu arrombador, ela sorriu e disse: "É grande mesmo, a suas ordens". Nossa apesar de ser safadinha como sou fiquei sem ação e saímos da agua. Ao chegarmos próximo das cadeiras notei que os machos estavam tendo uma conversa animada. Ficamos ali mais um tempinho até que Arthur falou: "Então, vamos comer naquele lugar que você falou?". De pronto Fininho levantou, juntamos as coisas e embarcamos no carro do casal. Sentei no banco de trás com Olga que pegou na minha mão e com a outra acariciou o vale entre seus seios em um gesto excitante, mas me fiz de desentendida e qual não foi minha surpresa quando vi Fininho parar na portaria do motel onde eu tinha perdido as pregas para o cacetão dele. Entremos os quatro na suíte e Arthur me abraçou enquanto Fininho abraçava a Olga quando Arthur cochichou no meu ouvido: "Quero ver a reconstituição " tremi, meu marido queria ver Fininho enfiar aquele martelo no meu cuzinho e olhei por cima do olho do corninho e vi o sorriso sacana de Olga que me esticou o braço. Entramos juntas no banheiro e ela sem a menor cerimônia grudou-me em um beijo delicioso, ao perceber que eu estava levemente tremula ela falou olhando nos meus olhos: "Acalme-se somos liberais. Você vai poder experimentar seu namoradinho de adolescência". Concluí que ela não sabia que seu marido tinha me comido gostoso por bom tempo, conservando meu cabaço. Entramos no chuveiro. Olga ao ver eu enfiar a mangueira no rabo falou: "Não precisa, você não vai aguentar a jeba do Jorge (Fininho) no cu, por mais que você goste de anal é impossível, mas eu vou aproveitar e sentar no teu homem". Naquele instante senti-me insegura, pois era verdade aquela tora era muito maior e mais grossa que todas as outras que eu conhecia e fomos as duas abraçadas enroladas em toalhas e Fininho entrou no banheiro, louca de curiosidade tirei a toalha de Olga assim que ela deitou, abri suas pernas e de fato aquela era a buceta mais volumosa que eu já tinha visto e seu grelo até parecia um pinto de um garoto de cinco anos, vi Arthur arregalar os olhos admirando aquele bucetão e caí de boca entre as pernas de Olga, pela primeira vez na frente de meu marido, deliciando-me com aquele verdadeiro pintinho na boca até que virei o corpo e estabelecemos um sessenta e nove. Olga mostrou saber chupar uma buceta deixando-me próxima do gozo, mas Arthur foi rápido no banho e em pé ao lado da cama os machos ofereciam seus cacetes para nós, sem me importar com Arthur voei naquele pirocão tentando fazer uma garganta profunda e enchi a mão nas bocas de que eu tinha tantas lembranças, a sacana liberal deu uma chupada rápida em meu marido e logo virou de joelhos oferecendo o rabo para Arthur que não tirava os olhos da minha chupeta e fiz o que ele esperava, virei a bunda para fininho já levando os dedos a meu grelo e senti a entocada e aquele sonoro "hummm" e minha careta de dor ao sentir minha argola esticar foi inevitável, abri os olhos e vi a cara de tarada de Olga que falou: "Que louca", Ouvindo em seguida o gruído que Arthur faz quando está gozando, rebolei tentando relaxar, mais aquele era o Fininho meu arrombador, o maior cacete que alguém pode aguentar no olho do cu e ao segurar na mão de Olga ela gritou que estava gozando enquanto eu me contorcia tentando adquirir o mesmo diâmetro anal de anos atrás e olhei para a cara de Arthur que estava hipnotizado assistindo meu sofrimento prazeroso e senti lá no fundo onde só aquela minha primeira piroca podia alcançar jatos de porra e foi minha vez de gozar muito. Levantei ainda mais ardida que doida e fui para o chuveiro novamente seguida por Olga que teve a pachorra de enfiar dois dedos no meu rabo e eu em retribuição enfiei meus quatro dedos em sua buceta, nos beijamos e ela voltou para a cama. Dei um tempo e voltei para o quarto certa de que ia receber pela primeira vez na buceta meu namorado da época que eu era virgem, mas vi meu marido comendo novamente o rabo da mulher do Fininho e este masturbando seu mastro meio mole. Fiquei parada o tempo suficiente para ver Fininho deitar, sua mulher engatinhar sobre ele, engolindo com seu bucetão aquele cacete e meu marido engatinhar atrás com o cacete tão duro quanto estava antes de gozar e a puta me deu inveja recebendo os dois cacetes em uma dupla penetração cheia de gemidos e gritinhos da fêmea, até que ela gozou. Mandei Arthur lavar o cacete e deitei sobre o Fininho e minha buceta super molhada sentiu pela primeira vez aquele pau inesquecível. Arthur voltou com a pau limpo e duro e eu abrindo as nádegas falei : "Vêm". Pelo primeira vez depois de muitas aventuras loucas eu estava recebendo uma DP e gozei como uma louca mexendo instintivamente o quadril ao mesmo tempo que recebia porra nos dois canais. A volta para Curitiba foi difícil pois sentada no cara a dor no cu era grande.

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