#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Meus primeiros incestos

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Cláudia

Embora com uma história familiar um tanto quanto complicada, posso me definir como uma mulher de sorte. Por ter sido alfabetizada bem cedo, acabei por iniciar o ensino médio dois anos antes de meus colegas e devido a marcação cerrada de minha mãe que tinha pavor de me ver gravida prematuramente como ela, mantinha-me longe dos meninos mesmo com muita vontade de faze-lo. Enquanto meu pai estava preso, descobri entre seus guardados várias coleções de revistas, muitas delas com conteúdos eróticos e passei a lê-las, viciando-me em masturbação sem ao menos ter beijada alguém na boca. O comportamento de minha mãe na época era bem suspeito, as vezes eu me via sozinha em casa e quando ela aparecia sempre tinha uma desculpa para a ausência não muito crível, até em uma noite chuvosa, deite-me ao lado dela em sua cama para ouvir seus intermináveis conselhos e a interrompi perguntando-lhe com quem tinha sido seu primeiro sexo. Minha mãe pela primeira vez mostrou-se desconcertada na minha frente e diante de minha insistência acabou por confessar que tinha sido deflorada por seu irmão, meu tio Rodolfo e a partir de então, tinha-se deitado com alguns homens, já com minha idade (quinze anos na época) meu pai a engravidou. Naquela conversa, ela estava desarmada e aparentemente carente de sexo, tanto que durante o relato, passamos a nos alisar e eu lhe perguntei se ela já tinha feito sexo com outras mulheres e diante de sua resposta afirmativa, e de seus lábios sensuais, acabei por beija-la incestuosamente, o que foi a abertura para que ela desse vazão a uma fantasia que eu nunca poderia imaginar que minha mãe tivesse, ela enfiou sua língua em minha boca, na teoria eu sabia que devia chupar aquela língua e o fiz, sentindo uma sensação extraordinária, minha musculatura passou a apresentar espasmos e minha respiração tornou-se ofegante, aquele carinho que ela fazia com as mãos em minhas nádegas, deixaram-me enlouquecida, mas não era o suficiente, eu queria mais. Ainda durante aquele inesquecível beijo, tirei minha calcinha e em seguida minha camisola, mamãe também já dominada pela luxuria, dobrou seu corpo e enfiou a cabeça entre minhas coxas. Meio gritinho de virgem que sente pela primeira vez uma língua lambendo a rachinha intocada foi inevitável e pude sentir pela primeira vez uma língua entre meus lábios vaginais, tudo que fiz por puro instinto, arreganhei minhas pernas enquanto meu corpo se contorcia e meus gemidos tesudos foram completamente espontâneo, mas que fizeram minha genitora sugar meu liquido vaginal que escorria abundantemente com muita volúpia, levando-me a minha primeira convulsão de prazer profundo. Não sei quanto tempo levei em meu primeiro gozo, gostaria que tivesse durado toda eternidade e ainda sentindo meu corpo dar soquinhos, nos beijamos ardentemente, tomadas por uma cumplicidade que até então nunca tínhamos tido, nos alisamos como duas namoradas, até que mamãe tirou sua camisola e foi minha vez de dar prazer a ela, seus seios atraentes com sua aureola rosa e bico proeminente atraíram-me com tal intensidade de não pude evitar de mamar enquanto via a pele arrepiada de mamãe, minha tesão foi potencializada pelos gemidos que ela tentava evitar, Dobrei meu corpo como ela tinha feito anteriormente, parando minha ação apenas para admirar aquele grelo adulto na forma de pintinho duro como eu nunca tinha visto antes, suguei aquela delícia, sentindo as coxas daquela mulher tesuda tremerem em minhas orelhas até que ela explodiu em prazer choramingando e implorando para eu não parar. Naquela noite, eu esqueci completamente que aquele corpo de trinta e três anos era o que tinha me dado a vida. Eu tinha sido capaz de ainda adolescente virgem dar prazer a uma mulher que já tinha experimentado vários homens, senti-me a mulher mais sortuda do mundo. Adormecemos as duas agarradinhas. No dia seguinte, mamãe bem mais tranquila tentou estabelecer um limite, mas enquanto falava, nos alisávamos e sem podermos evitar passamos a esfregar nossas bucetas uma na coxa da outra e não demorou para armarmos nossa primeira tesourinha que foi a mais forte emoção até então por mim vivida. Durante aproximadamente seis meses, vivemos como amantes e o dia que perguntei porque ela tinha parado de dar aqueles sumiços de dava no passado, ela respondeu que agora que tinha a mim, não precisava e principalmente porque meu pai estava para ser solto. Em uma tarde quando cheguei em casa, sua surpreendida com a presença de meu pai, que me abraçou, me beijou e quando entrei no quarto, senti o aroma que os denunciou, senti uma pontinha de ciúmes por ter certeza que ela havia feito sexo com minha mãe e já na manhã seguinte, entendi pois mais uma vez eu tinha esquecido de pegar a toalha no armário do corredor e saí do banheiro nuazinha como das outras vezes, só que tinha esquecido que meu pai não estava mais preso, e sim em casa, pior, paralisado ali na minha frente admirando meu corpo de mulher adolescente. Por reflexo, escondi meus seios cruzando meus braços sobre eles, mas papai com uma voz rouca mas terna falou: "Não filha, dei-me vez esse seu lindo corpo que a anos não vejo, você é linda". Falando essas palavras aquele homenzarrão me abraçou no exato momento que minha mãe aparece na porta do quarto e sorri deliciosamente, transmitindo-me segurança. Mamãe esticou a mão e disse: "Venha dar as boas vindas a seu pai". Traduzindo aquelas palavras, concluí que aqueles eram os últimos momentos de minha virgindade e entrei no quarto de meus pais, sentando na cama do casal. Um misto de ansiedade e excitação tomou conta de mim e quando papai chegou perto de mim abraçado com mamãe, desavergonhadamente eu alisei aquele roliço duro ainda dentro daquela cueca box e sob o olhar cativante de mamãe saquei aquela cobra que embora devia ter trabalhado durante a noite, começa a pulsar em minha mão. Mas papai é de fato um macho que sabe sexo e com suas mãos fortes me fez deitar de bruços com a cabeça no colo de minha mãe que já tinha sentado na cama e o inusitado me levou ao céu. Papai abriu minhas nádegas e pincelou meu rego com a cabeça de sua pica, sentindo uma sensação incrível agarrei o quadril de minha mãe quando ela falou: "Espera até você ter uma ereção total". Aparentemente meu pai acatou o conselho, pois saiu daquela posição de joelhos e deitou-se, voltando a abrir minhas nádegas, invadiu minha argolinha com sua língua áspera . Eu em transe total passei a dar gritinhos a cada linguada daquele macho ao sentir que minha mãe levantou minha cabeça de seu colo para levar uma das mãos ao meio de suas pernas fiz o mesmo e passei a sentir seu braço vibrando em movimento masturbação, acabei entrando no mesmo ritmo esfregando meu grelo. Eu e mamãe chegamos juntinhas ao orgasmo enquanto papai devorava com a boca meu cuzinho virgem. Trocamos nosso primeiro beijo triplo e ficamos ali um bom tempo trocando caricias, tempo esse que aproveitei para fazer minha mão conhecer bem o cacete de papai, evitando masturba-lo para que ele pudesse me arrombar logo que era o que meu mais queria, até que ele deitou sobre mim e mamãe me beijou como só ela poderia fazer e senti papai empurrar o cacete em minha rachinha. Aquela dorzinha e as lágrimas que escorriam pelo rosto de minha mãe, com certeza eram indicativos de que eu acabara de me tornar mulher e iniciei os movimentos de quadril que até então eu só tinha lido de como faze-lo, até que senti meu canal sendo borrifado pelo leitinho de papai entrando em gozo imediatamente.

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