#Assédio #Coroa #Teen #Voyeur

As sobrinhas da minha esposa estão me tentando. TEMP 2. Parte 2

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Miapica

Mais um conto qualquer de qualquer um que qualquer um fez.

Segunda Temporada

Capitulo 2

Eu permanecia imóvel, suando frio, sentindo o pau pulsar contra a buceta de Thamiris e minha esposa a gemer de olhos fechados, alheia ao teatrinho da Sobrinha.

Conforme minha esposa gemia,
Thamiris aumentava levemente a pressão, da xota na minha jeba oque deixava minha rola latejando.
Karla, ainda de olhos fechados, murmurou:
— isso é tão bom… mesmo com o problema do roubo esse carinho comigo da parte de vocês é oque eu mais amo.
Thamiris sorriu, e disse praticamente lustrando minha rola com os sucos da sua buceta;
— Eu também Amoooo... titia...
Eu fechei os olhos, respirando pela boca, tentando não gemer. Meu pau babava pré-gozo, com a cabeça para fora do calção, no limiar de quase tocar pele com pele nos grandes labios da vagina da sobrinha se minha mulher.
Enquanto isso, Thamiris continuava o movimento quente e suculento de sua xota torturante pela minha pica.
Karla suspirou e disse:
— Acho que depois daqui vou tomar um banho e me deitar, E você Roberto?

Thamiris fez questão de pressionar a buceta quente na cabeça da minha rola nesse momento, oque me tirou a atenção para responder e eu acabei dizendo:
— Éééééééé...

— Roberto você ta me ouvindo?
Perguntou Karla com um tom irritadiço na voz.
— Sim Claro! Que...rida...

— Esses homens viu, quando você crescer Thamiris cuidado pra num pegar um Roberto da vida, ele parece uma criança.

— Pode deixar tia...
Completou Thamiris parando e se acomodando com o rabo completamente refastelado sobre o meu colo e sua buceta aos beijos banhando com suco de priquito grande parte da envergadura do meu pau.

— Terminou filha? Ah foi ótimo viu, agora a tia vai tomar um banho e dormir.

— Boa noite tia durma com os anjos!
Completou Thamiris sem fazer qualquer menção de sair do meu colo.

— Roberto você vem?

Eu disse que ja ia so queria terminar de ver a reportagem que passava na tv.

— Ta bom, vê se não demora...
Falou Karla ja subindo e entrando no nosso quarto.

Minha pica estava a um suspiro do gozo por esfregação.

— Thamiris… para… — consegui murmurar com a voz rouca.
Ela riu baixinho, e deu uma quicada certeira sem som, fazendo sua buceta beijar a glande do meu pau por uma breve fração de segundos usando a gravidade para pressionar forte e disse:
— Parar? Mas você tá tão duro… tão quente… eu tô sentindo que sua rola quer uma mamada da minha bucetinha.

—Não devemos...

—Tá gostoso, né?

Ela aumentou a pressão com a buceta quente contra a cabeça da minha rola.

— Floop!

Eu não aguentei.

A empurrei para frente e soltei alto:

— Para sua filha da puta!

Thamiris achando graça ficou de quatro no sofá, o pequeno fio de tecido de sua calcinha que dividia os grandes labios estava completamente ensopado com seus liquidos, assim como minha cueca e Thamiris me olhava sorrindo com ar de putinha safada.

Eu fiquei aterrorizado em pensar que Karla poderia ter ouvido meu rompante e olhei para cima esperando o pior, mas ela devia estar tomando banho, pois nos dez minutos seguintes nada houve.

O medo foi tanto que meu pau baixou na hora. Thamiris levantou achando graça, eu ainda ameacei pega-la para dar umas palmadas e ela saiu correndo na direção do quarto delas enquanto ria e dava a língua para mim.
Fiquei alguns minutos ali, suado, e com o coração disparado, mas logo subi.

No dia seguinte ao descer para a cozinha, Karla e as meninas já estavam lá. Thamiris ajudava a arrumar a mesa, Thais comia em silêncio.
Karla me deu bom dia e Thais me olhou de canto de olho quando me sentei.
Quando me servi de café e comecei a comer, senti por baixo da mesa que Thais passou o pé descalço na minha perna, subindo devagar até quase tocar na minha virilha. Eu quase derrubei o café.
— Tudo bem, titio? — perguntou ela com voz doce, enquanto Karla falava que tinha uma cliente no salão reclamando do atraso do profissional.

Thamiris, ao lado, só sorria baixinho, sabendo exatamente o que a irmã estava fazendo.
Karla continuou alheia:
— Vocês estão tão quietas hoje… cansadas da escola?
— Um pouco, tia — respondeu Thais, ainda passando o pé na minha perna por baixo da mesa, pressionando a sola quente contra minha coxa.
Eu fiquei rígido na cadeira, tentando manter a expressão normal. O pé de Thais, roçava a barraca que começava a se formar no meu calção. Thamiris deu uma mordida no pão e me olhou com um ar inocente, mas os olhos dela brilhavam de diversão.
Karla suspirou, passando manteiga no pão:
— Ah, meninas… eu fico tão feliz que vocês estão se adaptando. O Roberto também tá se esforçando pra ser mais presente, né amor?
Eu pigarreei, a voz saindo rouca:
— É… claro.
Thais enfiou o pé por dentro do meu calção e esfregou devagar a sola contra o volume da minha rola por dentro do calção.
Eu segurei a xícara com as duas mãos para não tremer.
Thamiris, do outro lado da mesa, esticou a perna por baixo e conseguiu tambem enfiar o pé no meu calção, para participar do jogo sem Karla perceber.

— O tio Roberto é o melhor mesmo — disse Thamiris com voz manhosa.

Karla sorriu, orgulhosa:
— Viu Roberto? Eu sempre falo pra ele que precisa se aproximar mais de vocês.

Thais ajustou o pé com o da irma e a pressão das solas no meu pau foi imediata fazendo movimentos sincronizados lentos de cima da cabeça da minha rola até o talo em baixo. Meu rosto estava quente, o coração batendo forte.

— Ele é ótimo mesmo!
Concordou Thais, olhando direto pra mim enquanto o pé continuava o trabalho. E gesticulando com a boca:

— Me dá leite seu puto!

Eu forcei um sorriso amarelo. Thamiris mordeu o labio inferior, escondendo o rosto, e amassou um pouco meu saco com o calcanhar, mas sem perder o ritmo e mantendo a expressão para Karla, como se nada estivesse acontecendo.

Thais sorria inocentemente enquanto conversava com Karla e Thamiris mantinha o olhar baixo, fingindo prestar atenção nas orientaçõesde Karla sobre a escola e boas notas, mas os pés das duas tinham total sincronia me masturabando por baixo da mesa com a tia delas presente olhando para nos.

— Vocês estão tão bonitas esta manhã…
Elas não estam lindas Roberto?

— Aah... siiim... Claro querida...

Thais aumentou o ritmo, sentindo o pré-gozo melar o seu dedinho, Thamiris acompanhava a irmã de forma precisa prendendo gostoso a minha rola e mantendo o movimento de vai e vem sincronizado.

Eu mordia o interior da bochecha para não gemer. Meu pau pulsava violentamente, babando sem parar. O risco de Karla perceber era enorme, mas as duas não paravam.

Eu estava no limite. O movimento sincronizado dos pés delas, o calor, a pressão, o perigo… Meu pau latejava descontrolado.

Ah amor você tá bem? Parece pálido?
— Tô… tô bem. Acho que pode ser uma virose.
— Cuidado querido, mas olha, hoje eu vou pegar o carro então não se preocupa que eu vou deixar as meninas na aula, tá?
— Tá bem… como você quiser, Karla.
— Eu vou só pegar minha bolsa e vocês meninas vão colocar o uniforme, ok.
Assim que Karla saiu da cozinha para pegar a bolsa no quarto.

Eu não aguentei e Gozei forte!
No exato momento em que eu gozava, as duas falaram juntas, com voz manhosa e satisfeita:
— Huuum… que quentinho…

Jatos grossos e quentes de porra espirraram nos pés delas, melando os dedinhos, as solas e escorrendo entre eles enquanto os pés continuavam esfregando devagar, tirando até a última gota.
Ela olharam uma pra outra e sorriram:

— Haaa falamos juntas hahaha...

Então eu vi algo que deveria ter me gerado choque e nojo, mas por algum motivo não gerou.

Thais e Thamiris retiraram os pes do meu calção, elevaram os pés melados de porra ate perto dos rostos mostrando uma incrivel flexibilidade e Sem dizer uma palavra, começaram a lamber minha porra dos próprios pés como se fosse o iogurte mais delicioso do mundo.

Elas passavam a língua por toda a sola do pé, chupavam os dedinhos melados com verdadeira devoção, lambendo entre os dedos com cuidado para não perder nada.
Thais olhou pra mim enquanto chupava o dedão e disse sorrindo com a boca cheia de porra:
— Hum… seu leitinho de macho pela manhã, que delícia!

Thamiris, mais concentrada, lambia a sola do pé bem esticada, depois chupava os dedinhos um por um, fazendo barulhinho molhado. As duas tinham os pézinhos alvos e eles agora brilhavam com aquela pequena sessão de "linguagem".

Eu fiquei sentado, tentando me recompor. A cueca estava completamente melada, grudada na rola.

Elas então baixaram os pés e correram pro quarto para se vestir e alguns minutos depois ja munida da bolsa e da chave do carro Karla perguntou na porta do quarto delas:

— Prontas, meninas?

— Prontas, tia!
responderam as duas em uníssono, com uma voz doce como mel.
Eu fiquei sentado, a cueca melada grudada na rola, o coração ainda disparado, enquanto via Karla sair com suas duas diabinhas para a escola.

Depois aproveitei para me levantar e recolher a mesa e ir tomar um banho, onde acabei me masturbando novamente lembrando da sensação de seus pezinhos macios massageando meu pau.

Naquele mesmo dia aconteceu uma coisa que eu so saberia os detalhes depois.
Fausto dirigia pela cidade quando passou em frente à uma escola e viu duas garotas fumando e conversando sentadas num banco. A garota da esquerda era uma ruiva das coxas grossas e a segunda era...
— Oque? Aquela é a Thais.
Ela estava de uniforme escolar, saia bem curta, blusa branca e fumando baseado.
Ele reduziu e se aproximou com o carro parando em frente a elas, em seguida baixou o vidro da sua porshe e disse:
— Oi, lembra de mim?
Thais franziu o cenho e se aproximou cautelosamente, deu uma tragada e respondeu:
— Vagamente...
— Ah ja me esqueceu Thais?
Completou Fausto de forma espirituosa.
— Você é oooo... Fausto certo?
— Isso! Isso mesmo, e ai tudo bem?
— Sim tudo e oque você faz por aqui?
— Eu tava passando e vi você então me deu uma vontade de falar contigo hahaha.
— Sei... eu tava aqui com a minha amiga, mas...
— Você parece que esta um pouco entediada, não gostaria de dar uma volta comigo?
— Não sei... minha amiga ta ali a gente tava num papo legal...
— Eu prometo que eu vou fazer valer o seu tempo.
Thais pensou um pouco e disse:
— Ta mas me da um tempo...
Ela volta ate onde esta a outra garota, elas conversam algo rapidamente dão risada e a garota ruiva sai no sentido oeste.
Thais volta ate perto do carro da mais uma tragada, sopra e joga a bituca fora.
— E ai pra onde a gente vai nessa nave?
— Haha entra ai que você vai ver.
Thais entra no carro de Fausto e fica impresisonada com o conforto, liga o som, pega uma bala e brinca com Fausto:
— Sabia que eu tenho idade pra ser sua filha?
— Haha mas não é!
— verdade não sou...
— fiquei mesmo impressionado com sua performance naquele dia.
— A grana era boa, mas aquilo me deu uma quebrada não vou mentir.
— Imagino, mas você mesmo assim deu conta de nos três.
— hahaha você que ta falando.
Fausto olha para ela um segundo curtindo o jeito da garota, logo eles chegam num hotel onde Fausto é um dos donos, ele entra e logo os funcionários da recepção vem a seu serviço.
— Bom dia Doutor Fausto.
— A suite 7 esta pronta?
— Claro senhor, ela esta nos conformes que o senhor gosta, gostaria que eu levasse um vinho tinto?
— Ótimo, não eu não quero vinho.
Fausto olhou para Thais e perguntou:
— Quer alguma coisa?
— Champagne! Adoro Champagne hahaha
— Ouviu a moça!
— vou providenciar e entrego na suite Dr. Fausto.
Eles sobem ate a suite e logo começam a conversar enquanto Thais se serve de uma garrafa de Champagne que o rapaz da adega trouxe tinindo de gelada.
Copo apos copo logo Thais esta bebada e pelada rindo das bobagens de Fausto, que agora tambem nu começa a beija-lhe os pés.
— Para seu velho safado, isso faz coceigas! Hahaha...
— Thais eu adoraria tornar isso um hábito, mas tenho que confessar que eu sou casado.
— hic... eu ja imaginava ne, essa aliança ai no seu dedo num é de formatura de quinze anos hahahaha
— hahaha você é debochada hein, mas tem razão, so que mesmo assim eu quero muito fazer isso aqui rolar.
— Mais vai rolar seu coroa escroto, é so pagar uma graninha esperta, que eu sei que você tem, do contrário, nem estaria pelada hahaha.
Fausto então subiu em cima dela e como se comece uma melancia, começou a chupar sua buceta. Thais derramou Champagne em cima dele, passando a mão nos cabelos grisalhos dele enquanto ele a chupava com muito desejo.
— Isso vai! Chupa seu velho filha da puta!
Os insultos de Thais só deixavam Fausto mais excitado lembrando de uma pessoa de outrora, mas diferente daquela vez quando garoto, agora ele podia usufruir do corpo que desejava.
Aos poucos foi subindo em Thais, que abriu as pernas para ele como um convite, vagarosamente introduzindo o penis dele em sua vagina ja bem lubrificada pela baba de Fausto, logo ele passou a beija-la, Thais o beijava, mas repetia algo desconexo:
— A titia não pode saber ta...
— Ta bom Thais, ninguem vai saber.
— Ta mas não conta Ro... aaargh...
— Assim seu puto... vai... me foodeeeee...
Conforme Fausto metia e aumentava o ritmo da foda, Thais gemia alto, cravando as unhas nas costas dele, rebolando gostoso o quadril mole e flexivel em total harmonia com as estocadas.

Isso... me fode gostoso seu velho safado... mais forte... ahhh porra...

Aquilo era o apice do prazer para Fausto, o cheiro, o gosto, o hálito da boca de Thais o deixavam inebriados, doido de tesão e a voz dela durante a foda era muito sensual:
— a garotinha aqui... aaargh... te põe louco ne? ...huuuuummmm...

Fausto agora bombava a buceta de Thais com fome de leão, transtornado de prazer pela garota, ele que ja havia estado com muitas mulheres na vida, nunca imaginou que podesse sentir tanto prazer com uma só.
Fausto estava possesso, metendo com vontade, como se quisesse marcar território. Thais ria entre os gemidos e provocadora como sempre disse:
— Isso... me arromba... você gosta né? Gosta de comer novinha ne seu velho pervertido... hahahaha...
Thais apertava a buceta em volta do pau dele, rebolando, tirando dele o que queria, fazendo o velho homem gemer e chorar feito um garoto.
Depois de um tempo, Fausto não aguentou mais e soltou um urro de prazer enquanto leitava total a buceta de thais, Thais ate tentou sair, mas não teve jeito como ele estava em cima dela, ela levou a leitada inteira dentro da xota enquanto o suor de Fausto caia em bicas em cima do rosto dela, ela detestava quando aquilo acontecia, se sentir marcada pelo suor de homem, mas não teve jeito, naquela manhã Fausto a comeu tres vezes empregnando ela com o cheiro do perfume dele e de seu suor, enquanto a buceta, cu e boca dela foram recheados com seu semen.
Thais não gozou nesse encontro, só levou pombada e leitada, mas comeu coquetel de camarão fresco, bebeu Champagne e faturou 2 mil facil. Ela aceitou essa quantia, pois diferente dos argentinos que era um evento aleatorio perdido, Fausto deixou claro para ela que a partir daquele momento, ela era a puta dele, sua namorada secreta.
No caminho de volta ate a escola, Fausto dirigia com uma mão e dedava a buceta dela com a outra, Thais veio chupando o pau de dele até a porta do colegio, tendo de beber uma nova carga de leite dd macho ainda na entrada antes de descer do carro.
Ele saiu e ela logo encontrou com Winnie e Thamiris.
— e ai Thais, quem era?
— um coroa novo no pedaço. hahaha
As três caminharam juntas para dentro da escola, como se nada tivesse acontecido. Thais andava calmamente, contando sua gorjeta e sorrindo.

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