naquela rua parte 3 - final
No sabado começamos brincar até cedo , a angélica filha da dona da casa que estavamos em frente , debaixo de uma arvóre frondosa , brincamos ali aproveitando a sombra , pulamos amarelinha , jogamos bugalho , até o sol entrar e fomos brincar da passar anel e logo a mãe dela chamou e acabamos a brincadeira eu fui embora , a veronica tava chata ,irritada , até pensei que deveria ser ciume , fui embora , no domingo fomos na feira e voltei ja querendo brincar e esperando veronica , um tesão danado , logo chega o lukinha sózinho , brincamos ali mas logo ele foi e fui também , passou na segunda ru vi lukinha sozinho e perguntei , a resposta não foi oque esperava .
Lukinha – nós saimos daqui e ela acompanhou o vado , no casarão eles entraram e eu fui junto , ela chupou a rola do vado e depois ele virou ela de costa e baixou a calcinha dela , a pica dele ainda tava enorme e ela falava pra ele não , não mas ele não ouviu e comeu o cuzinho dela e machucou ela , ta la em casa agora com o cu todo inchado eu que passo pomada nela , estranhei mas entendi porque o vado também não tinha aparecido la , imagino que ficou com medo de dar merda – sim lukinha mas e sua mãe ? vocês contaram pra ela ? – a gente contou mas contou que ela caiu em cima de uma pedra .
Lukinha – ele quase enterrou na frente dela porque eu fiquei segurando a lanterna e vi a pica escapulir umas duas vezes e passar pela racha , quase entra , depois de tudo perguntei pra ela oque achou ela ainda diz que foi bom , é doida essa menina , e falava e fazia gento com os dedos mostrando de como esta o cuzinho da irmã , a gente passa pomada nela i ela geme .
Eu sei que continuava com sangue no olho , eu queria vingança , se não poderia me vingar de um jeito ia me vingar de outro , no menos pior o cu do lukinha ia pagar o pato , eu pensava comigo mesmo – maudito pau grande do filha da puta do vado , come o lukinha ja não me satisfazia a minha sede de vingança , ja comido ele com força fazendo ele chorar mas o odio não passava , tentei ignorar eles tentando a angélica , pensei em investir na angélica mas muito cheia de não toque e não me rele , tinha dados umas passada de mãos nela mas não tinha avançado porque ela era muito nogentinha , tinha levado ela pra se esconder la no casarão e ela ficou reclamado do fedó do lugar , ela sim , era uma princesa , toda certinha , toda retinha , vivia de saia e blusa , toda penteadinha , mas ali percebi que não ia rolar , meu ódio com isso só aumentava , eu ja não queria só comer ela , ali eu queria machucar de forma que fosse sexo , ou melhor sexo com ódio , ja que com o vado eu perderia , iria descontar em alguém .
Quando ela apareceu novamente na rua muito sem graça , imagino que esperava uma pergunta qualquer sobre não ter aparecido mas não perguntei nada , fiquei na minha , brincamos ali , pulando amarelinha , angélica junto até sua mãe apareceu la fora trouxe suco para nós e a veronica ali muito sem graça , quando escureceu fomos brincar de passar anel e no escurinho fui beijar a angélica e ela recusou com medo tanto da veronica ou da mãe que ja tinha entrado ou porque não quiz mesmo e a brincadeira continuou e eu ignorando a verónica e depois fui embora .
No outro dia a mesma coisa , novamente ela apareceu junto com seu irmão la naquela rua e logo depois chegou o vado meio sem graça também mas percebi seus olhos brilharem quando viu ele chegando , ficamos ali depois fui embora , eu estava fazendo jogo duro e ignorando mesmo , até fim de semana que voltamos la no casebre , levei sacola para trazer marmelo e no caminho ela acompanhou a turma junto com vado , eu fiquei para tras um pouco umas vezes e ela atrasava o passo também pra ir junto comigo eu acelerava e me juntava com pessoal , la ja pularam na agua e eu não entrei , mas logo ouvi algazarra da turma gritando , beija beija beija , eu fiquei na minha , imagino que ela percebeu a minha falta , saiu da agua e veinho junto la nos pés de marmelo , la quiz me beijar ai eu cobrei , vc fica comigo mas foi da para outro e eu como fico , ai deitei ela ali na roça de marmelo e ela falando não e não e coloquei ela de costa pra mim e guspi na mão e ouvindo não nao e fui socando pra dentro do cuzinho , ela começou chorar e pedir pra parar , aainda doia que para que nada , fui socando coma a força que tinha e meti gostoso naquela bundinha empinada deliciosa dela , gozei gostoso ali enchi o cuzinho dela de porra e ela saiu ainda chorando ou fingindo chorar e voltou pra agua , logo a mulecada arrastou o lukinha pra um canto pra comerem ele e foi aquela gritaria , ai eu olho , ela vem vindo abraçada com vado , saindo da agua e vindo em direção ao casebre , eu me escondi ali nos marmelo e vi eles entrando no casebre e a mulecada comendo o lukinha ali atras debaixo do pé de manga .
O pau do vado era quase o dobro do meu , eles ali nos amassos , ele chupava os peitos dela e ela gemia , descia as mãos nas costas dela até a bunda m enchia a mão nas carnes dela e abria e fechava , puxava pra cima e mamava nas tetinhas dela e eu olhando em um buraco do casebre pra não atrapalhar , e aqquele chamego todo até que o vado virou ela de costas e só puxou a calcinha de lado , passou guspe ali no cuzinho dela e mesmo ela protestando ele comeu o cuzinho dela ali na minha frente , eu via a pica dele trazendo um anel justo de couro fino do cuzinho dela pra tras e voltava enfiando aquela tora ali , levava a mão ali abraçando pela frente e agitando seu grelo fazendo ela gritar ali , vi ela gozar pela bunda , ficar tremendo e gemendo ali nas mãos do vado ali e eu batendo punheta em um canto olhando aquela foda , ela gozou uma vez só mas foi muita intensa que quase desmaiou de gozar .
Eu gostava dela , na verdade eu amava ela e não sabia o quanto , ali naquele casebre eu descobri que não adiantava brigar por ela , seria uma luta perdida .
Ali naquela rua eu iniciei minha vida sexual , ali naquela rua tomei meu primeiro xifre .
Comi ela uns tempo depois mas os cabaços dela quem recebeu foi o vado .
Logo fomos embora para são paulo , depois de 50 anos voltei la naquela rua , que alegria ? , que dor no coração , que lembrança amarga , chorei no volante do carro ouvindo a mulecada gritar beija beija , os gritos estavam vivos na minha mente .
Obrigado a quem leu e acompanhou até aqui .
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