#Coroa #Traições

A coroa e o corno!

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Michael O.

Me chamo Michael, tenho 27 anos e sou casado com Rafaela de 25 anos. Moramos em uma cidade próxima a capital, somos casados a 3 anos e não temos filhos.
Aproveitamos que somos só nós pra curtir bastante, trabalhar bastante pra poder viajar bastante.
Eu trabalho como representante comercial para uma farmacêutica e minha esposa é gerente de uma empresa.
Durante a semana nós sobra pouco tempo para curtirmos um o outro, acabo viajando bastante e nossas rotinas de horário muitas vezes não batem, mas aos fins de semana aproveitamos pra ficar o máximo possível juntos, sair, se curtir e recuperar o tempo perdido da semana.
Somos bem ativos sexualmente, talvez a falta durante a semana colabore, mas transamos bastante aos fins de semana. Minha esposa se cuida, não é de academia mas gosta muito de correr, então é bem magra. Não tem muito peito e nem muita bunda, do tipo magricela mesmo, mas muito bem cuidada, ela é muito vaidosa. Pele clara, castanho escuro, olhos castanho escuro, baixinha e gosta de se depilar toda. Sua boceta sempre lisinha, tem pequenos lábios pequenininhos, então só dá pra ver a rachinha mesmo.
Eu tenho 1,94m pele clara também, cabelo preto, diferente da minha esposa gosto de academia, tenho os músculos mais trabalhados um pouco. Normalmente chamo a atenção pelo tamanho, tanto na altura quanto na largura pelos músculos.
A mais ou menos um mês resolvemos ir passear em Campos do Jordão, ficar o feriado e emendar o fim de semana para curtir um pouco. Minha esposa planejou toda a viagem e na quarta após o trabalho partimos pra lá. Chegamos já bem tarde, mas conseguimos nos hospedar. Ela tinha escolhido um hotel que ficava um pouco distante do centro, mas era um castelo, literalmente um castelo com diversos espaços. Tinha um anexo que parecia um hotel mais novo mas ficamos na parte mais antiga, em um quarto que era de pedra, bem no estilo medieval mesmo.
Chegamos cansados da viagem, tomamos um banho, estava frio, nos deitamos e em baixo das cobertas nos acariciamos um pouco. Enquanto nós beijávamos ela me masturbava, eu já coloquei a mão por dentro da sua calça e comecei a penetra-lá com meu dedo. Ficamos assim uns minutos até que ela gozou, senti sua boceta apertar meus dedos. Anunciei que iria gozar também, ela sem pensar já começou a me chupar e gozei na sua boca.
Nos lavamos e dormimos. No outro dia aproveitamos a manhã para um tour pelo hotel e depois fomos ao centro. Turistamos no teleférico, trenó e tudo mais que a cidade oferecia, minha esposa aproveitou para comprar algumas roupas de frio e malhas e voltamos ao hotel.
Jantamos e pedimos um vinho, tomamos juntos uma garrafa e decidimos ir para a piscina. Estávamos alegres, descemos enrolados no roupão, mas na área da piscina estava mais quente, a piscina era aquecida. Tinham 2 piscinas, uma mais funda e retangular, uma de canto que tinha uma parque que ficava mais escondida, duas hidros do outro lado e uma especia de ofurô perto do vestiário. Nadamos um pouco na maior, fomos pra essa do canto onde começamos a trocar umas carícias. Passava a mão na buceta dela, ela pegava no meu pau, estava doido de tesao já, só faltava penetrar. O movimento estava baixo, poucas pessoas no hotel. No ápice da loucura, quase nos comendo, veio outro casal pra piscina, mais velhos, eu chutaria na casa dos 50 e poucos anos ambos.
A mulher entrou na piscina e foi pra uma das hidros, e o marido ficou na piscina mais tempo, ele tentava disfarçar mas não conseguia parar de olhar pro nosso canto. Da piscina ele tinha uma visão parcial de onde estávamos. Eu um pouco alto do vinho e também doido pelo tesão peguei na bunda da minha esposa e comecei a acariciar, ele só de longe olhando. Comecei a deixar os amassos mais íntimos, puxando algumas vezes o biquíni dela, mostrando parte dos mamilos, e também na parte de baixo, mostrando a buceta e o cuzinho. Da onde estava eu não conseguia ver dentro da outra piscina, mas pelos movimentos ele estava se masturbando. Aquilo dava mais tesao. Logo ele saiu da água, passou pela esposa e saiu, deu pra ver que discutiram um pouco.
Nisso minha esposa disse que iria subir pro quarto, que o vinho tinha dado um pouco de dor de cabeça. Perguntei se queria companhia ou se poderia ficar um pouco mais na piscina e ela disse que só dormiria pois estava ruim.
Ela saiu e eu decidi ir para a hidro ao lado de onde a coroa estava. Perguntei se incomodava, ela disse que não. Me deitei e comecei a relaxar um pouco.
Nisso ela puxou assunto. “Foi abandonado também”? Expliquei que bebemos um pouco e minha esposa tinha passado mal, ela aproveitou para reclamar do marido que nunca passa tempo com ela, sempre acha um motivo pra se ausentar. Viajaram pra estar juntos e ele foi pro quarto. Provavelmente foi bater uma pelo que tinha visto antes, mas ela não sabia. Mas de imaginar ele batendo pra minha esposa, fiquei com uma meia bomba no pau. Percebi que ela olhava, e continuamos falando um com outro. Vez ou outra eu dava uma ajeitada na sunga pra mexer no pau e ela acompanhando com os olhos.
Ali comecei a ter ideia de tentar algo, eu gostava desse jogo de conquista. Comecei a dar umas engatadas também, olhando seu seios, sua buceta, encarava ela, e foi dando pra perceber que estava querendo. Como não senti nenhum tipo de freio nela, continuei.
Puxei novamente o assunto do marido, dizendo que como podia ele com uma mulher tão bonita deixar ela sozinha. Disse que se minha esposa não estivesse mal eu estaria em cima dela. Ela riu e disse que viu de longe como nós pegávamos. Falei um pouco da nossa rotina e que de fim de semana era onde aproveitávamos, mas com ela mal, teria que me segurar e me virar depois. O papo foi ficando mais quente. Ela disse que já tinha um tempo que não tinha mais fogo assim, mas que era bom ver alguém nessa pegada ainda. Ai descido atacar um pouco mais. Falei pra ela “mas você consegue ficar de boa ou precisa dar uma aliviada as vezes, não faz falta muito tempo sem sexo? Se masturba pelo menos?” Ela ficou um pouco tímida, achei que tinha ultrapassado um pouco o limite e pedi desculpas, disse que a garrafa de vinho ainda fazia efeito e com o tesão, perdia um pouco o controle. Ela riu e disse que tudo bem. E aí falou que as vezes precisava dar uma aliviada, mas que não tinha muito estímulo, então não era sempre. Falei “nossa”! Ela perguntou o que tinha acontecido. Eu disse que sem querer mas tinha imaginado ela se aliviando e tinha dado um tesão enorme. Ela me chamou de mentiroso, então levantei um pouco da água e segurei meu pau, duro já por cima da sunga. Baixei novamente e ela ficou sem palavras. Depois de uns segundos ela disse que hoje ela teria que se aliviar. Me deu a brecha que eu precisava. Disse que poderia ajudar ela se ela quisesse. Nisso levantei e fui pra hidro que ela estava. Ela tentou dizer que não mas eu sentei na banheira e já fui beijando ela, sem reação, demorou um pouco mais começou a retribuir o beijo. Nos beijamos alguns segundo e ela disse que o marido dela poderia ir ali. Chamei ela pra piscina do canto, que a visão era mais escondida. Ela ficou meio receosa mas aceitou.
Entramos na piscina e comecei a passar a mão mas pernas dela, fui subindo, passava pela bunda, barriga, e encostei na buceta por cima do maiô. Ela soltou um gemidinho, meu pau tava explodindo de tesao, ela apertava ele com vontade por cima da sunga. Olhei pra ela e disse “vamos achar um lugar pra gente transar”. Ela só fez que sim com a cabeça e me deu um beijo. Nós nos trocamos mas estava bem frio fora, combinamos de tomar um banho no quarto e nos encontrarmos novamente. Achei que ali tinha perdido a chance, que ela pensaria e não voltaria. Mas no frio que tava não ia rolar legal.
Cheguei no quarto, tomei uma ducha, coloquei um moletom mais quente, sem cueca, minha esposa estava dormindo, e desci pro saguão combinado. Mexi um pouco no celular e logo ela chegou, estava em um conjunto que parecia de cetim, disse que o marido havia dormido, eu disse que minha esposa também. Começamos a andar pelo castelo, cada sala que entrávamos era uma pegada, um beijo, uma provocação. Uma das salas, era um salão medieval, com uma mesa gigante e várias garrafas de bebida. Sentei em um banco, dava pra ouvir as escadas caso alguém chegasse. Sentei ela no meu colo, de costas pra mim, comecei a beijar o pescoço e já coloquei a mão por dentro da calça dela. Ela estava com a buceta molhada, tinham pelinhos também, comecei a masturbar ela. Ela forçava o corpo contra meu pau. Ouvimos barulho. Saímos e fomos seguindo pelas salas. Já eram quase 0h, o movimento estava pouco e somente um funcionário que passava pelos corredores de tempo em tempo. Perguntei se tinha algum problema estarmos andando pelo castelo naquela hora, ele disse que não, e se quiséssemos um lugar mais calmo tinha uma biblioteca em cima e uma sala de leitura no topo. Acho que ele entendeu o que estávamos querendo.
Fomos subindo, nos perdemos nos corredores e achamos uma escada de madeira em caracol, subimos com ela rangendo e chegamos a uma única porta, tentei abrir e tinham apenas alguns sofás, bem no topo. Acho que era a sala que ele havia comentado. Encostei a porta, não tinha tranca, dei uma rápida olhada, não vi câmeras e fui pra cima dela. Deitei ela no sofá e fui beijando, descendo pro pescoço, subi a blusa e me deparei com seus lindo seios, tamanho médio, meio caídos, mamilos pequeninos, entumecidos pelo frio, ou pelo tesão. Chupei eles por algum tempo, fui descendo pela barriga e baixei a calça dela, estava sem calcinha tb. Uma buceta pequena, com pelinhos em cima, abri um pouco as pernas dela e comecei a lamber. Um cheiro bom de buceta, melada já, eu ia me deliciando, comendo ela com a língua. Ela soltava gemidos baixinhos e uma respiração acelerada. Senti ela se contrair, ela gozou!! Levantei, tirei meu pau pra fora da calça, já mirei no sentido da boca. Ela começou a me chupar, meio sem jeito, depois foi ritmando mais. Dava pra perceber que não era algo que ela fazia muito. Mas estava bom, e com o tesao que eu estava, não fazia diferença. Falei pra ela ficar de quarto, ela abaixou bem, levantando a bunda e revelando sua buceta e seu cu. Chupei ela novamente, primeiro na buceta, fui subindo e fazendo voltas com a língua no cuzinho. Pressionava a língua na entrada dele e ela gemia. Era um cuzinho bem apertadinho, provavelmente sem uso.
Coloquei o pau na entrada da buceta dela, fui empurrando devagar e ritmando as metidas. Ela se retorcia, logo já estava todo dentro daquela bucata e comecei a acelerar ainda mais. Ela
Deitou o rosto no sofá, ficando com a bunda bem aberta pra mim. Com o dedo, comecei a passar no cuzinho enquanto metia nela. Ela gemeu mais alto, então comecei a forçar um dedo no cuzinho que foi entrando aos poucos. Poucos minutos assim e senti ela me contrair. O cuzinho dela apertar meu dedo que estava com a primeira falange dentro. Tirei o pau e disse que iria gozar. Ela veio me chupar e gozei na boca dela.
Ela quase engasgou mas engoliu meu gozo. Nós beijamos mais alguns minutos. Nos recompomos daquela gozada deliciosa. Descemos sentido aos nossos quartos, fui na frente e ela atrás. Parei no final da escada e pedi pra chupar ela mais uma vez pra lembrar do gosto, ela se virou e arrebitou um pouco a bunda, baixei a calça e lambi um pouco mais o seu cu e a buceta.
Subi a calça dela, fomos até o quarto dela, dei mais um beijo na boca dela e me despedi. Fui pro meu quarto. Nos outros dias não rolou nada, vi ela mais uma vez no café da manhã, nos encaramos um pouco mas nada de mais.
Foi uma experiência incrível com uma coroa deliciosa.

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