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Convento de putas no interior do Paraná - O primeiro dia

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AnãoJediManco

Os portões de ferro rangeram ao se fecharem atrás do carro preto luxuoso. O pai de Cecília, um homem alto e imponente de terno caro, e o pai de Maria Clara, sócio dele em vastas fazendas de soja em Mato Grosso, desceram primeiro. Ambos com expressões satisfeitas, quase orgulhosas. As esposas, ex-alunas do convento dos anos 2000, esperavam no carro, olhos baixos, posturas impecáveis, sabendo exatamente o que suas filhas enfrentariam.
— Três anos, meninas, sem atalhos. Quando saírem, serão dignas de carregar nossos nomes, disse o pai de Cecília, entregando os documentos na portaria. Maria Clara, loira de cabelos longos e corpo esguio, apertou a mão da amiga. Cecília, de olhos grandes e castanhos, pele morena clara e curvas suaves ainda inocentes, engoliu em seco.
As duas foram conduzidas por uma instrutora auxiliar, a Irmã Laura, de 23 anos. Uniforme conservador cinza-escuro, véu discreto, crucifixo no peito e saltos que ecoavam no cascalho. O sorriso dela era doce, quase maternal.
— Bem-vindas ao Convento Juvenil Santa Silvia, queridas. Aqui, Deus e a disciplina caminham juntos.
Dentro do prédio principal de pedra antiga, o ar era fresco e cheirava a cera de vela e incenso. Foram levadas diretamente para a sala de triagem, um cômodo austero com paredes brancas, um crucifixo grande, uma mesa de madeira escura e dois espelhos de corpo inteiro. Duas outras instrutoras auxiliares esperavam.
— Tirem todas as roupas, por favor. Tudo, exceto os sapatos que trouxeram. Roupas de fora não são permitidas dentro dos muros, ordenou Irmã Laura, voz calma.
Cecília e Maria Clara se entreolharam, chocadas. Hesitaram.
— Agora, repetiu uma das auxiliares, voz mais firme, segurando uma vara fina de madeira. Os pais já assinaram, vocês são nossas agora.
Com mãos trêmulas, as duas começaram a se despir. Blusas, saias, sutiãs, calcinhas, tudo foi recolhido e colocado em uma caixa lacrada com seus nomes. Ficaram completamente nuas sob a luz fria. Cecília cobriu os seios e o sexo instintivamente; Maria Clara corou até o pescoço, coxas apertadas.
As instrutoras circularam em torno delas, avaliando.
— Mãos atrás da cabeça, pernas abertas, peito para frente, mandou Irmã Laura. Elas obedeceram, tremendo. Dedos enluvados verificaram depilação, ambas já vinham depiladas por ordem dos pais, higiene, e até a umidade inicial entre as pernas.
— Virgens confirmadas. Ótimo, manterão o hímen intacto até o final do primeiro semestre, quando seus pais decidirão como será a remoção da virgindade. Mas seus corpos já pertencem ao treinamento. Entenderam?
Colocadas sentadas nuas em bancos de madeira dura, receberam o Manual da Noviça, um livrinho grosso com capa de couro e cruz dourada.
Irmã Laura leu em voz alta, pausadamente:
— Primeira regra. Vocês não são mais filhas de ricos. São noviças. Objetos em formação. Seus corpos existem para servir, obedecer e dar prazer aos homens que Deus colocará em seu caminho, maridos, pais, ou qualquer autoridade masculina designada.
— Segunda regra. Nudez total dentro da propriedade, exceto sapatos de salto e maquiagem impecável. Lábios vermelhos, olhos marcados, blush. Mesmo suadas, sujas ou chorando.
— Terceira regra. Obediência absoluta, qualquer hesitação será corrigida imediatamente.
Então veio o currículo do primeiro mês, que fez as duas arregalarem os olhos:
1. Inspeções matinais diárias com verificação de excitação mínima, devem estar sempre levemente molhadas ao acordar.
2. Treinamento de postura, caminhar, ajoelhar, posição de apresentação, de quatro, testa no chão, bunda empinada, pernas abertas.
3. Exercícios de Kegel intensos para fortalecer o controle pélvico, e também pompoarismo diário.
4. Introdução ao serviço oral básico, em objetos e, progressivamente, em instrutoras, para depois da aclimatação à escola, ir para paus masculinos.
5. Humilhações iniciais, comer de joelhos, confessar pensamentos impuros em público, andar com plug anal pequeno durante o trabalho braçal.
6. Doutrinação religiosa com versículos sobre submissão da mulher repetidos enquanto vibradores de baixa intensidade são usados.
7. Proibição total de orgasmo próprio. Prazer só com permissão.
E a instrutora foi bem clara quando disse:
— Vocês ainda serão virgens, completou Irmã Laura, tocando o ombro de Cecília. Mas aprenderão que suas bocetas, bocas e bundas são ferramentas. Quando seus maridos ou pais mandarem, vocês abrirão as pernas sorrindo, molhadas e agradecidas. O orgulho que sentem agora vai ser quebrado com carinho e firmeza.
Maria Clara sussurrou, voz falhando:
— Isso… isso é loucura…
A vara fina acertou sua coxa com um estalo seco. Não forte o suficiente para marcar, mas o suficiente para arder.
— Isso é a vontade de Deus e de seus pais, noviça. Aprenda a dizer “sim, irmã” com gratidão.
Cecília sentiu lágrimas quentes descendo, mas manteve os olhos baixos. O choque era profundo, elas, que até ontem frequentavam festas de elite e sonhavam com universidades, agora estavam nuas, expostas, diante de mulheres que pareciam santas por fora e demônios por baixo.
Foram levadas ao dormitório das novatas do 1º semestre. Camas simples, sem portas nos banheiros, um grande crucifixo na parede. Antes de liberá-las para o jantar, Irmã Laura fez as duas se ajoelharem lado a lado no centro do quarto.
— Repitam comigo: “Meu corpo é um instrumento de serviço. Minha vontade pertence ao Senhor e aos homens que Ele designar.”
Elas repetiram, vozes baixas e trêmulas.
A instrutora sorriu, satisfeita.
— Boa noite, noviças Cecília e Maria Clara. Amanhã começa o verdadeiro treinamento. Durmam nuas, pernas ligeiramente abertas. E lembrem-se, quanto mais rápido aceitarem, menos lágrimas derramarão.
A porta se fechou. As duas se olharam no escuro, corações acelerados, corpos expostos ao ar frio do convento. O sino tocou ao longe. O cheiro de terra molhada entrava pela janela gradeada.
O treinamento havia começado. E a primeira noite, nenhuma das duas conseguiu fechar os olhos, nem descansar, suas cabeças estavam girando e perdidas.
As duas noviças, ainda completamente nuas e com o corpo arrepiado pela humilhação constante, foram guiadas pela instrutora até uma pequena sala anexa ao refeitório principal. O cheiro de chá fresco e biscoitos de polvilho pairava no ar, mas o que chamou mais atenção foi o homem de meia-idade, cabelos grisalhos e expressão impassível, que aguardava ao lado de uma mesinha baixa de madeira.
— De joelhos, ordenou a instrutora, seca.
As garotas obedeceram, ajoelhando-se uma ao lado da outra. Seus joelhos doíam contra o chão frio. O homem, sem dizer uma palavra, abriu o zíper da calça simples que vestia e tirou o pau para fora. Era a primeira vez que elas viam um pênis de verdade, grosso, meio mole no início, com veias aparentes e a glande rosada. As duas arregalaram os olhos, respirando rápido, mas não ousaram desviar o olhar, a instrutora estava bem atrás delas, com a vara fina na mão.
Ele começou a se masturbar devagar, olhando para os rostos envergonhados das duas. O pau endureceu rapidamente, crescendo na mão dele. As noviças tremiam, o coração disparado. Nenhum toque nelas, nenhuma palavra dele. Apenas o som úmido da mão subindo e descendo, cada vez mais rápido.
Quando gozou, jatos grossos e brancos caíram diretamente sobre as duas metades do pão cortado que estava no prato. O sêmen quente cobriu o miolo macio como se fosse um creme grosso, escorrendo pelas bordas. O homem guardou o pau, limpou a mão num pano e saiu sem dizer nada.
— Comam tudo! Mandou a instrutora. E lambam o prato se sobrar.
Com nojo visível, lágrimas nos olhos, as duas pegaram o pão. O cheiro forte e salgado invadiu suas narinas. Elas morderam devagar, sentindo o gosto estranho misturado ao pão. Engoliram com dificuldade, pedaço por pedaço, enquanto a instrutora as observava com satisfação.
— Agora se beijem, na boca, de língua.
As garotas se entreolharam, horrorizadas. Mas o medo da vara e da punição foi maior. Aproximaram os rostos e colaram os lábios. O beijo foi desajeitado, repulsivo para elas, sentiam o gosto do sêmen uma na outra, a saliva quente, os corpos tremendo. A instrutora deixou que durasse quase um minuto antes de separar as duas.
Em seguida, foram levadas para uma sala de observação com paredes de vidro. Do outro lado, várias alunas com mais dias de internato estavam deitadas em camas baixas, pernas bem abertas. Cada uma tinha um vibrador potente preso diretamente no clitóris e na entrada da buceta, vibrando em alta intensidade. Os corpos delas se contorciam, gemidos altos ecoavam. Em poucos minutos, uma após a outra gozavam violentamente, jatos de prazer, pernas tremendo, bocetas pulsando e molhando os lençóis. As noviças assistiram tudo em silêncio, chocadas com a intensidade e a rapidez dos orgasmos.
— Vocês também vão aprender a gozar assim. E muito mais, disse a instrutora.
Depois do espetáculo, seguiram para a sala de aula normal. Matemática, português, história, como em qualquer escola. Mas o contraste era brutal, sentadas nuas nas carteiras, com as bucetas ainda latejando de vergonha, ouvindo explicações sobre frações enquanto o sêmen ainda tinha gosto na boca.
À tarde, foram para o celeiro. Lá, as alunas mais experientes ordenhavam vacas, mas o leite não era só animal. Havia também um sistema de ordenha para as garotas, algumas com seios já desenvolvidos eram conectadas a bombas suaves, gemendo baixinho enquanto seus peitos eram espremidos ritmicamente. O leite humano misturado ao de vaca era usado para fazer bolos, doces e pães que seriam vendidos na comunidade externa e servidos às próprias alunas.
As duas noviças foram colocadas para ajudar na limpeza e na preparação dos doces, ainda nuas, com o corpo sujo de poeira e suor do celeiro. Ao final do dia, exaustas, foram levadas de volta ao dormitório coletivo.
Antes de dormir, a instrutora parou na frente delas:
— Amanhã o treino avança. Vocês vão aprender a usar a boca direito e vão sentir o vibrador pela primeira vez. Durmam pensando nisso.
As duas se deitaram no colchão duro, abraçadas uma na outra por instinto, o corpo ainda marcado pela humilhação do primeiro dia completo. O internato mal havia começado.

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