Família nova - Mãe e irmã de quatro.
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Estava alí, deitado na cama, como se flutuasse em cima de uma nuvem macia. Minha mãe ao meu lado. Nossos suores se misturando ao contato da pele. As respirações quase em sincronia.
E bem ao nosso lado, estava Weverton, dando uns últimos suspiros enquanto gozava dentro de Isa. Retirando dela seu cassete grande, escuro e úmido, brilhando a luz do quarto.
— Querida, preciso de uma limpeza — disse, virando-se em nossa direção.
Minha mãe se levantou, ficando de quatro na cama sobre mim e tomou o falo do marido na boca. Fiquei embaixo dos dois, praticamente sem forças, vendo-a aglutinar aquele mastro, limpando os fluídos dele e da filha.
Isa levantou-se preguiçosamente e deu um beijo em na mãe, que pouco antes chupava o pau de Weverton, a abraçando.
— Por que não limpa a Isa também? Quero ver vocês se chupando — sugeriu ele. — Tu também quer, Anderson.
— Sim, claro — confirmei numa voz de engasgo.
— Safados — acusou minha mãe.
— Por quê não? Faz tempo que não te chupo, mãe.
Minha mãe deitou na cama, na diagonal. O rosto bem abaixo dos meus pés, que recolhi, sentando próximo a cabeceira. Isa passou a perna por cima de sua cabeça, e baixou a bunda, sentando em seu rosto. Depois se inclinou sobre o corpo de nossa mãe, em direção ao lugar de onde nós dois viemos, lambendo-o.
As duas ficaram alguns minutos assim, soltando sons de degustação. Pareciam saborear uma a outra. Eu batia uma punheta lenta vendo-as daquele jeito. E meu padrasto tirou um cigarro da gaveta e começou a fumar no canto do quarto.
Passos soaram do corredor e Ezequiel finalmente retornou ao quarto.
— Olha só, as coisas parecem continuar boas por aqui — Se aproximou da cama, ficando de frente para o lugar em que minha mãe chupava Isa. Bateu o pênis meia bomba em sua testa. — Isso, chupa ela, e depois me chupa.
Minha mãe deixou de lamber, inclinou a cabeça para trás e recebeu o pau de Ezequiel na boca, de cabeça para baixo.
— Ah, agora enfia ele na buceta da tua filha piranha — ordenou.
Como se comandada por um controle remoto, minha mãe o fez. Ajeitando a rola negra na gruta avermelhada e já inchada de Isa, que soltou um riso prazeroso ao senti-lo entrar.
— Isso, me come, seu puto… ah… — declarou ela, a mão movendo-se na nos lábios inferiores da mãe, como se tentasse os misturar com os dedos.
Ezequiel segurou o quadril de Isa e começou o vai e vem. Batendo o saco no rosto de minha mãe, que apenas se preocupava em lamber o clitóris da filha. Os três pareciam já saber o que fazer e como dar prazer uns para os outros. E isso ficou mais claro a mim quando meu padrasto apagou o cigarro e se posicionou entre as pernas de minha mãe.
Agarrou as coxas grossas e bateu sua rola gorda na buceta que tinha me engolido minutos antes, e então, simplesmente a violou. Arrancando um gemido da esposa.
Metia algumas vezes e então dava seu pênis para Isa chupar, antes de voltar o foder a buceta a sua frente. Depois levantava o rosto da enteada e a beijava, apertando um mamilo. Isa não parecia se importar com o gosto de fumaça que a boca dele talvez tivesse.
Minha mãe apenas gemia, com a língua projetada para fora, deslizando sobre o pênis de Ezequiel, cada vez que ele sacava para fora e o socava de novo dentro de Isa.
Quanto a mim? Continuava derrubado. Tentando recuperar fôlego enquanto as duas eram devoradas pelos dois.
— Já cansou, Anderson? — perguntou Ezequiel, provocando-me. — Bem que eu tinha falado.
— Ele só precisa de um pouco de ajuda para se levantar. Que tal chuparem ele, garotas? — sugeriu o meu padrasto, segurando Isadora pela nuca.
— Sim, papai — respondeu ela… sendo fodida por Ezequiel.
Isa saiu de cima da nossa mãe e rapidamente veio ao meu encontro, abocanhando o meu membro ainda meio flácido.
— Vai também, querida. Sei que gosta de chupar pau junto da Isa — disse Weverton, ainda.
Minha mãe levantou e fez o mesmo. Dividindo um cacete junto da filha. O meu cacete.
Eu estava outra vez nas nuvens, sentindo as duas bocas me lambuzarem de saliva, se beijando com meu pau no meio.
Ezequiel e Weverton também não ficaram parados. Se postaram atrás delas, Ez em Isa e Weverton em minha mãe, e as penetraram, batendo os quadris contra suas bundas. Os sons carnais ecoando pelo quarto, os peitos balançando, os gemidos de prazer viscerais. As duas pararam de me chupar devido aos estímulos, porém foram repreendidas por Weverton a continuar. E fizeram isso, sofregamente. Gemendo com meu pau na boca, enquanto eram comidas por trás.
Isa sugava as minhas bolas, e nossa mãe, a metade de cima de meu membro, que já se mostrava de novo duro e completamente úmido, coberto pela saliva delas e pelo meu pré gozo. Uma parava de chupar e apenas segurava, arfando desconcentrada, devido às estocadas. Enquanto outra engolia até a metade, apertando os próprios peitos e alisando clitóris com as mãos.
Vê-las lutando para me chupar enquanto tinham suas bucetas violentamente destruídas era quase tão prazeroso e estimulante do que a chupeta dupla em si. E Ezequiel e Weverton pareciam concordar com isso, pela forma que as montavam sem clemência. Dando tapas em suas bundas e socando o paus longos até o talo.
E minha mãe e irmã, embora fizessem caretas de dor e lacrimejassem, claramente estavam no ápice do prazer ao serem usadas daquela forma. Urrando, ofegantes, e gemendo como putas. Empinando a bunda e pedindo mais.
Após alguns minutos, não fazia ideia de quantas vezes as duas tinham gozado nessa posição. Porém tinha certeza que tinha ocorrido muitas vezes.
Então senti o espasmo que evidência o gozo ao longo do meu pênis. Minha mãe também, pois parou de sugar a glande e começou a punhetar-me rapidamente quando passei a gemer, tentando segurar. Porém, com ela nisso e Isa lambendo meu saco, acabei por esporrar, cobrindo o rosto de ambas com porra.
Tremia por completo, sentindo o coração bater no peito e o meu membro doer, tendo sido drenado por inteiro.
Tudo o que me restava era continuar vendo as mulheres de minha família sendo fodidas por homens mais fortes do que eu, que as tinham tomado para si. Me adotando também no processo. Porém, naquele ponto, eu já não podia reclamar.
— Pai, já que o Anderson gozou no rosto delas. Que tal fazer o mesmo? — sugeriu Ezequiel.
— Ótimo. Vamos dar leitinho para elas — decidiu Weverton. E assim os dois colocaram as duas de joelhos e ficaram em pé sobre a cama. Batendo punheta com pênis apontados em seus rostos.
Isa e minha mãe apenas esperavam pacientes, até que as jatadas vieram.
Ezequiel foi o primeiro a gozar, mirando no rosto de Isa. Que recebeu o primeiro disparo na boca, e a parte seguinte na metade do rosto, sorrindo ao ter a rola esfregada na cara, logo depois.
Minha mãe segurava os seios, espremendo-os e falando para o marido gozar logo. Coisa que ele fez, esporrando em gêmeos. Ela fechou os olhos e se deixou ser coberta, enquanto Weverton derramava porra em seu corpo. Ela beijou a cabeça do pênis dele e depois lambeu os lábios.
Isa então se lançou nela, num beijo repleto de troca de sêmen entre as duas bocas.
— Não esqueceram de outra pessoa? — Ezequiel perguntou, apontando para mim.
Isa riu, se inclinou e me puxou, trazendo-me para junto das duas, num beijo triplo.
Não resisti. Nunca conseguia resistir.
Senti o gosto da porra misturada em suas bocas e rostos. Os peitos roçando em mim, os chupões em meu pescoço. Seus corpos, e línguas, melados juntos do meu… Era estimulante demais.
Mesmo que Ezequiel e Weverton tivessem marcado-as. Eu também fui marcado por elas, e não conseguia me libertar daquele prazer que recebia das duas.
Ficamos assim por algum tempo, até que tudo se acalmou.
Ezequiel saiu para tomar banho e Isa e minha mãe foram atrás deles para se lavar no chuveiro. Weverton ficou conversando comigo. Falando sobre como queria que fôssemos mais próximos. Foi um momento de estranha paternidade. Considerando que estávamos ambos nus. A noite, no entanto, não tinha acabado. E o resto dela foi passado com todos nós trepando pela casa.
Fomos para a cozinha fazer um lanche e recuperar as energias, e meia hora depois já estávamos na sala, gastando-as.
Eu chupei minha mãe, deitado no chão, enquanto ela fazia uma espanhola em Weverton. E Isa chupava Ezequiel, lubrificando-o. Para depois ele enfiar o cacete no cu de minha mãe, enquanto eu ainda chupava sua buceta. Sentindo o tremor das estocadas no rabo dela como se fossem diretamente no meu rosto. As bolas dele a centímetros do meu queixo.
Daí senti uma sucção quente e molhada na minha virilha. Era Isa, sugando a vida que ainda existia em meu membro, e o revitalizando no processo.
Minha mãe saiu de cima do meu rosto e subiu no sofá, montando o marido. Ficou sendo revezada por Ezequiel e Weverton por vinte minutos. Chupando um e dando pro outro. Até que os dois gozassem. Ezequiel em suas costas, Weverton em sua boca.
Eles ficaram ambos sentados no sofá enquanto ela, de joelhos, alternava entre seus cacetes. Chupando e batendo punheta.
Enquanto isso ocorria, Isa havia girado em cima de mim, pondo a buceta na minha cara, deixando-me sentir seu gosto por algum tempo.
Uma hora depois, estava com ela na cama do seu quarto. A silhueta dela pulava em mim em meio ao escuro, louca como se estivesse montando em um touro mecânico. Ouvi-la gemer com minha rola invadindo sua xota foi delirante. Aguentei o quanto pude, até gozar dentro dela. Isa ainda ficou rebolando a bunda e contraindo a buceta, sentindo meu sêmen se espalhar dentro de si.
— Trepar contigo hoje foi muito gostoso — disse, se aconchegando ao meu lado. — Você quase me fez gozar — provocou.
— Fica quieta — retruquei, bêbado de prazer.
— Me pergunto se vai conseguir fazer a Samara gozar. Ela parece ser bem fácil de agradar.
— Porra, por quê você traz sempre isso? — levantei, sentando na cama, e cobrindo o rosto com a mão, limpando o suor.
— Relaxa, é brincadeira. Mas você sabe que não vai poder fazer com ela o que faz com a gente. Não com aquela menina.
— Claro que não quero fazer com ela o que faço com vocês. Eu quero algo…
— Especial? — disse ela, prevendo as minhas palavras. — Acha que algo especial vai ser melhor do que o que fizemos essa noite?
Não respondi, voltando a deitar. Não tinha resposta.
Isadora relaxou, aconchegando-se no meu ombro, e começou a descrever círculos com os dedos no meu peito.
— Vou me limpar com a mãe. Você tem vinte minutos para se recuperar antes de eu voltar. Quero saber se consegue me fazer gozar — disse e se levantou, saindo.
Fiquei deitado na cama, e acabei adormecendo antes dela voltar. Quando acordei, a luz do sol atravessava a janela e a casa estava silenciosa. Não tinha roupas minhas naquele quarto, então saí de lá pelado.
Passei pelo quarto de casal, onde minha mãe e Weverton dormiam na cama, e cheguei ao meu. Isa estava na minha cama, pelada como na noite anterior.
A cama de Ezequiel estava vazia, embora bagunçada.
Olhei para o horário no meu celular e vi que eram oito e meia da manhã. Sendo menos tarde do que esperava. Tomei um banho, pus uma roupa, e desci a escada, resolvendo por fazer um café.
Constatei que Ezequiel realmente não estava em casa. Provavelmente havia ido para a faculdade. Havia aulas para ele pela manhã naquele dia, segundo me recordava. Imaginei o quão difícil seria seu dia com toda aquela agitação na noite anterior.
Minha mãe acordou, e depois Weverton. Ela desceu com uma camisola que deixava evidente suas roupas íntimas por baixo.
Fui praticamente expulso por ela do furgão, sentado na mesa e forçado a esperar pelo café da manhã. Não que fosse ruim, mas apenas um tanto chato.
Isa desceu logo após. Apenas de short e uma blusa cropped, sem sutiã por baixo. Parecia ter sido atropelada por um ônibus.
Comemos normalmente e prosseguimos o dia de descanso.
Mais tarde, depois do almoço, li as mensagens de Samara, perguntando por quê não tinha ido para a escola. Respondi que não acordei bem, mas que já estava melhor. Ela respondeu-me, mandando que eu me cuidasse melhor e falando sobre as aulas.
Fiquei vendo a foto de perfil dela no whatsapp e percebi que não devia fazer ideia do que eu tinha feito, devendo achar que eu estava realmente doente.
E de repente as palavras de Isa me vieram à mente.
Queria algo especial com ela, mas naquele momento não sabia se isso realmente importava. Poderia o sexo com ela ser melhor do que o experimentado na última noite?
E mesmo se ela me desse o que eu desejava. Quão sujo eu seria, recebendo sua virgindade enquanto a traia daquela forma?
Weverton e Ezequiel ao menos deixavam tudo que faziam à vista para minha mãe e irmã. E mesmo para mim, não escondendo sua líbido e depravação. Eu não era assim e não tinha coragem de abrir o jogo com Samara.
Pelo menos não ainda.
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