#Gay #Grupal

Clube dos Barbudos

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O Narrador de Contos

Como eu e alguns amigos montamos o melhor grupo do mundo.

Cara, você não vai acreditar na loucura que eu e meus amigos temos vivido. A gente se chama "Os Barbudos" e é meio que o clube secreto mais doido que já existiu. Mas vamos por partes.
Sou Kevin, tenho 28 anos, sou moreno claro, cabelo raspado, barba bem feita e corpo definido. Sou um cara normal, trabalho em uma empresa de tecnologia, mas nas horas vagas me transformo. Eu e meus amigos somos uns safados: Nelson é baixinho, magrinho, ruivo e muito bem dotado. Eduardo é o mais velho do grupo, tem 35 anos, é moreno, cabeludo, barba grande e uma bunda redonda que é um espetáculo. Rodrigo é loiro, olhos azuis, sorriso de matar e uma voz rouca que me deixa louco. E Sérgio... Ah, Sérgio é o mais novo do grupo, tem 20 anos, moreno claro, corpo sarado e um pau gigante.
A gente se conheceu numa balada gay em Maringa e desde então ficou amigo. Um dia, depois de uma noite regada a muito álcool, a gente acabou transando entre nós e achou tão bom que decidiu repetir a dose. Foi aí que surgiu a ideia do clube dos barbudos.
A primeira vez que nos reunimos foi na casa do Nelson. A gente bebeu, conversou, se beijou, se tocou... E então, de uma hora pra outra, estava todo mundo pelado, chupando e sendo chupado. Foi incrível ver todos aqueles corpos lindos se entrelaçando.
Depois disso, a gente resolveu fazer as reuniões na casa de cada um. Uma vez foi na minha casa, outra no Eduardo, em outra foi na casa do Sérgio... A gente sempre tentava inovar e tornar cada encontro ainda mais especial que o anterior.
Lembro da vez que eu estava transando com o Nelson enquanto o Eduardo chupava a gente dois ao mesmo tempo. O Rodrigo e o Sérgio estavam assistindo e se masturbando, até que não aguentaram mais e se juntaram à orgia. A casa ficou uma bagunça, mas ninguém se importou.
Outra vez, a gente resolveu fazer um jogo de verdade ou consequência. Cada um tinha que escolher entre fazer algo ousado ou receber uma surpresa do grupo inteiro. O Nelson teve que chupar todos nós, um por um, enquanto o Eduardo filmava tudo com a câmera do celular. Eu tive que ficar preso na cama, com os pulsos e tornozelos amarrados, enquanto eles me estimulavam de todas as formas possíveis.
Mas o melhor foi quando a gente resolveu fazer uma festa à fantasia. Eu fui de policial, Nelson de cowboy, Eduardo de marinheiro, Rodrigo de bombeiro e Sérgio de médico. A gente se encontrou num motel chique, pediu uma garrafa de champanhe e começou a brincadeira. Eu prendi o Nelson na cama e comecei a interrogá-lo, enquanto os outros assistiam. Depois trocamos de lugar e eu passei a ser o preso.
Lembro também da vez que a gente resolveu experimentar algumas brincadeirinhas com brinquedos eróticos. Eu comprei um vibrador grande e grosso, enquanto o Nelson trouxe uma pulseira de masturbação. A gente ficou se alternando, cada um usando um brinquedo em si mesmo e depois nos outros.
Em outra ocasião, a gente resolveu fazer uma suruba em um spa. Alugamos uma suíte com Jacuzzi e aproveitamos bem a noite. Primeiro a gente relaxou na água quente, bebendo vinho e se beijando. Depois, não aguentamos mais e começamos a nos excitar. Eu peguei o Nelson e comecei a chupá-lo embaixo d'água, enquanto os outros faziam o mesmo com a gente dois.
Outra lembrança engraçada é quando a gente decidiu fazer um intercâmbio gay. A gente convidou alguns amigos de outras cidades para participarem das nossas reuniões e foi incrível! Cada um trouxe suas particularidades e fez com que a gente experimentasse novas coisas.
E por falar em convidados, teve uma vez que o Eduardo trouxe um amigo novo e lindo pra participar da orgia. O cara era modelo e tinha um corpo de dar água na boca. A gente se dividiu entre ele e os outros quatro, cada um chupando e sendo chupado por sua vez.
Mas não é só sexo o que a gente faz nas reuniões dos Barbudos. A gente também conversa sobre as nossas vidas, nossos sonhos, nossas preocupações... É como se fosse uma grande família, onde a gente pode ser quem realmente somos sem medo de julgamentos ou preconceitos.
A gente pode fazer qualquer coisa, experimentar qualquer brincadeira e sempre vai ter os outros quatro para nos apoiar e nos estimular. É incrível ter encontrado essas pessoas tão especiais na minha vida.

Se quiser mais histórias como essa ou a versão em audio desse conto:

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