#Teen #Virgem

Pai do Coração, Homem da Minha Vida

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1. A origem

Carlos sempre foi grande. Alto – 1,85 metro. Ombros largos, peito musculoso, braços grossos, pernas firmes. E uma resistência enorme, dessas que pouca gente tem. Ele malhava desde os 20, não por vaidade, mas porque aprendeu que homem forte protege melhor.

Seus pais eram donos de uma pequena sapataria. Trabalhavam duro, mas criaram Carlos com uma lição que nunca saiu da cabeça dele: seja honesto, seja gentil com qualquer pessoa, não importa de onde ela venha. Nunca julgue.

Carlos aprendeu. Aos 15 anos, já trabalhava na empresa dos pais. Aprendia cada detalhe do negócio. Atendia cliente, limpava estoque, fazia entrega. Era novo, mas já mostrava talento.

Quando ele tinha 18 anos, quase 19, a tragédia chegou. Os pais morreram num acidente. De repente, ele ficou sozinho no mundo. Sem irmãos. Sem avós. Só ele e a empresa.

Ele herdou tudo. Chorou. Enterrou os pais. E no dia seguinte, voltou para a sapataria. Não deixou o negócio morrer.

Com o tempo, a pequena sapataria virou uma rede. Depois, uma fábrica de calçados finos. Carlos ficou rico – não da noite para o dia, mas com trabalho e honestidade. Rico o bastante para nunca se preocupar com contas. Humilde o bastante para nunca esquecer o que os pais ensinaram.

2. O encontro na calçada

Anos depois, já dono da fábrica, Carlos dirigia por uma rua do Brás quando viu uma mulher caída na calçada.

Ela se chamava Margarida. Moradora de rua. Grávida de sete meses. Magra, desnutrida, desidratada. Os braços marcados por agulhas. Os pés machucados, sujos, um deles com uma ferida aberta. O cabelo embaraçado. O olhar perdido – mas ainda humano.

Carlos parou o carro. Desceu. Ajoelhou na calçada suja.

— A senhora precisa de ajuda?

Margarida riu. Um riso seco, desdentado em partes.

— Toda moradora de rua precisa de ajuda. A pergunta é: o que o senhor quer em troca?

— Nada. Só quero que a senhora e esse bebê não morram hoje.

Margarida estreitou os olhos. Desconfiada. Na rua, ela tinha aprendido uma lição dura: ninguém dá nada sem querer algo em troca. Homem bonito, de carro bom, roupa cara, oferecendo ajuda? Devia querer sexo. Ou pior.

— O senhor quer ficar com meu bebê? É isso? Quer comprar minhas criança?

Carlos balançou a cabeça.

— Não. Não quero nada. Só quero que a senhora coma, tome banho, durma numa cama, e faça o pré-natal. Só isso.

— E depois? Depois o senhor vai me jogar na rua de novo?

— Depois a senhora decide o que quer fazer. Mas até lá, a senhora e o bebê vão estar vivos.

Margarida não respondeu. Ficou em silêncio, avaliando. Mas a barriga pesava. O corpo doía. E a fome era maior que o orgulho.

— Tá bom – ela disse. – Mas se o senhor tentar alguma coisa, eu grito.

— Combinado.

3. A casa alugada

Carlos alugou uma casa pequena perto do hospital. Pagou três meses adiantado. Contratou uma cuidadora – Dona Lourdes, enfermeira aposentada, de confiança. Comprou roupas de bebê, fraldas, berço, carrinho, pomadas, leite. Levava Margarida ao pré-natal toda semana.

Nos primeiros dias, Margarida dormia de olho aberto. Qualquer barulho ela acordava. Qualquer movimento de Carlos ela se encolhia.

— A senhora precisa relaxar – Dona Lourdes dizia.

— Gente rico não ajuda pobre à toa – Margarida respondia.

Mas o tempo passou. Carlos nunca tocou nela. Nunca pediu um beijo. Nunca chegou perto demais. Chegava, perguntava se estava tudo bem, pagava as contas, e ia embora.

Uma noite, Margarida acordou no meio da madrugada e viu Carlos sentado na sala, lendo um livro. Só isso. Não estava olhando para ela. Não estava esperando nada.

Na manhã seguinte, ela perguntou:

— Por que o senhor tá fazendo isso?

Carlos olhou para ela.

— Meus pais me ensinaram a ser gentil. A não julgar. Eu não julgo a senhora. Só ajudo.

Margarida não entendeu direito. Mas, pela primeira vez em anos, sentiu algo parecido com segurança.

4. O parto e a morte

Quando Margarida entrou em trabalho de parto, o corpo dela já não aguentava mais. O parto foi complicado. Desnutrição crônica, desidratação, infecções silenciosas. O coração dela parou na mesa duas vezes. Os médicos conseguiram reanimar. E eu nasci. Uma menina pequena – 2,4 quilos, cabelo preto, olhos curiosos.

Mas as drogas que Margarida usou nos primeiros meses de gestação – antes de Carlos aparecer – já tinham feito o estrago. Meu cérebro se desenvolveu diferente. E meu coração também: uma válvula malformada, um sopro que os médicos ouviram assim que eu nasci.

Margarida sobreviveu ao parto. Mas não por muito tempo.

Quarenta dias depois, uma infecção generalizada levou ela. No hospital, já com a respiração falhando, pediu para chamar Carlos. Ele entrou no quarto. Segurou a mão dela. A mão suja de rua, agora limpa, mas ainda marcada.

— Cuida da minha filha – Margarida sussurrou. As últimas palavras. – O senhor não deve nada pra gente. Mas cuida.

— Vou cuidar – Carlos respondeu.

Margarida fechou os olhos. E não abriu mais.

Carlos chorou. Dona Lourdes chorou. Eu, bebê de quarenta dias, não entendia nada. Mas alguém me segurou no colo. Um colo largo, firme, quente.

O colo de Carlos.

5. Crescendo com o pai que não era de sangue

Carlos foi ao juizado. Pediu minha guarda. Conseguiu. Eu me chamo Clara.

Ele nunca mentiu. Desde pequena, ele repetia:

— Eu não sou seu pai de sangue. Mas sou seu pai de escolha. Meus pais me ensinaram a cuidar. Eu escolhi cuidar de você.

E para mim, aquilo bastava. Eu o chamava de pai. Ele aceitava. Porque no fundo, também me via como filha.

Quando veio o diagnóstico de autismo grau moderado e TDAH, ele leu tudo sobre o assunto. Adaptou a casa. Criou rotinas fixas para eu não me perder. Nunca me tratou como doente. Só como alguém que funcionava de um jeito diferente.

— Você não é errada – ele dizia. – Você é só você.

Aos 12 anos, fiz a cirurgia do coração. Ele passou a noite anterior no hospital, sentado numa cadeira de plástico, sem dormir. Segurou minha mão antes de me levarem para o centro cirúrgico.

— Vai dar certo – ele disse.

Deu. Quando acordei, ele ainda estava lá. Na mesma cadeira. Com o mesmo rosto preocupado.

— O coração tá novo – o médico disse.

E ficou. A partir dali, eu podia correr, nadar, viver.

Na fábrica, todo mundo achava que eu era filha biológica dele. Ele nunca corrigiu. Não porque quisesse enganar alguém, mas porque não achava importante. Não estava atrapalhando em nada. E no fundo, no fundo, ele gostava.

6. Os funcionários e o respeito

Os funcionários da fábrica amavam Carlos. Não era por medo. Era por gratidão.

Se alguém se machucava no trabalho, ele pagava o médico do próprio bolso. As confraternizações eram sempre boas – comida farta, música, brindes, presentes para os filhos. As férias, então, eram um show à parte.

— Seu Carlos, na semana que vem são minhas férias – disse um funcionário uma vez.

— Ah, é? Já escolheu o lugar?

— Vou para Santa Catarina com a família.

— Que legal! Qual cidade?

— Bombinhas.

— Pode escolher o hotel. Eu pago.

E pagava. Para todo mundo. Cada funcionário que saía de férias ganhava hospedagem paga. Carlos fazia questão. Ele dizia que funcionário feliz trabalhava melhor. Mas todo mundo sabia que era porque ele tinha bom coração. Porque os pais dele ensinaram. Porque ele nunca esqueceu.

Por isso, quando a história dele veio à tona, ninguém julgou. Só escutou. E se emocionou.

7. O apartamento e as empregadas

Antes do sítio, morávamos num apartamento grande na cidade. Lá, eu já sentia desejo por ele. Mas nunca rolou nada.

Primeiro, porque eu era de menor. Mesmo querendo – e eu queria com todas as forças – eu sabia que era errado. Meu corpo pedia, mas minha cabeça entendia que não era a hora. Decidi esperar a idade certa.

Segundo, porque o apartamento nunca ficava vazio. Carlos tinha duas empregadas domésticas. Uma trabalhava de dia, das 7h às 19h. A outra virava a noite, das 19h às 7h. Turno de 12 horas cada. Ele pagava muito bem. As duas eram dedicadas. Mas o apartamento nunca tinha um momento de privacidade total.

— Por que duas empregadas, pai?

— Porque você merece uma casa sempre limpa e sempre segura.

Eu aceitava. Mas no fundo, queria que elas sumissem por algumas horas. Só para eu ter coragem de me declarar.

Nunca rolou. O apartamento era vigiado o tempo todo. O desejo ficou guardado. Fervendo em silêncio.

8. A descoberta que mudou tudo

Aos 16 anos, numa noite qualquer, peguei o celular dele para pedir um Uber. Ele tinha esquecido destravado em cima da mesa. Uma notificação apareceu. Um grupo no Telegram. Grupo pornô.

Não era para eu olhar. Mas meus dedos agiram antes do cérebro. Abri.

Li mensagens antigas. Ele estava lá há anos. Procurava alguém – homem, mulher, não importava. Ele só queria sentir alguma coisa. Mas nunca tinha saído com ninguém. Nunca tinha beijado. Nunca tinha transado. Aos 35, meu pai era virgem.

E então eu vi. Uma foto enviada por ele. Uma foto do pau dele.

22 centímetros. Grosso. Veias saltadas. Cabeça roxa e brilhante. Uma rola enorme, daquelas que você não esquece depois que vê.

Meu coração parou. Minha buceta molhou na hora. Eu nunca tinha visto um pau ao vivo – só em fotos e vídeos. Mas aquele era do meu pai. Do homem que me criou.

Fechei o celular. Guardei no lugar. Subi para o meu quarto e me toquei pensando naquela imagem. Pensei naquele pau enorme dentro de mim. Gozei em dois minutos.

A partir daquela noite, a imagem nunca mais saiu da minha cabeça.

9. O sentimento

Aos 14, antes mesmo da foto, algo já tinha mudado. Eu ainda o via como pai. Mas meu corpo começou a responder de um jeito diferente. O aperto no peito. O calor quando ele saía do banho. Me senti suja. Errada. Porque ele era meu pai. Mesmo não sendo de sangue.

Depois da foto, a confusão virou certeza: eu queria ele. Queria aquele pau de 22 centímetros dentro de mim. Queria ser a primeira mulher dele. Queria dar a ele o que ninguém tinha dado.

Mas esperei. Prometi para mim mesma: só quando eu fizer 18. E só quando estivermos sozinhos de verdade.

10. A pandemia e o sítio

Quando a COVID trancou o mundo, eu tinha acabado de fazer 18. Ele, 37. Virgem. Meu pai.

— Vamos para o sítio – ele disse. – 25 acres murados. Rotina fixa. Você vai gostar.

Aceitei na hora. No sítio, não tinha empregada. Éramos só nós dois.

A casa era de madeira. Linda, rústica, cheirosa. Dois quartos no térreo, dois no andar superior, e um subsolo que eu não sabia que existia.

Nos primeiros seis meses, foi paz. Eu o chamava de pai. Almoçávamos juntos. Nadávamos na piscina. Ele me ensinava sobre a empresa. Caminhávamos pelados? Não. Ainda não. Mas eu usava biquínis cada vez menores. Ele usava sungas cada vez mais justas. Eu via o volume. Ele via meus peitos. Ninguém falava nada.

Até que a tensão ficou insustentável.

11. A declaração

Numa noite quente, depois de algumas taças de vinho na varanda da casa de madeira, tomei coragem. Levantei, sentei no colo dele. Vestido curto, soltinho, nada por baixo. Encostei minha buceta já molhada na calça dele. Ele endureceu na hora. Deu para sentir o pau dele latejando contra mim.

— Clara… – ele tentou falar, a voz falhando.

— Pai, eu sei de tudo. Sei do grupo. Sei que você é virgem. Eu também. E eu quero você. Esperei até os 18. Esperei ficarmos sozinhos. Agora não dá mais para esperar.

Ele ficou em silêncio. O peito subindo e descendo rápido. Depois, com cuidado, colocou as mãos na minha cintura e me levantou. Tirou eu do colo dele. Levantou-se.

— Não. Assim não. É rápido demais.

Ele deu dois passos para trás, passou a mão no rosto, respirou fundo. Eu achei que tinha perdido tudo. Meu coração – aquele que tinha sido operado – disparou.

Ele parou. Olhou para o chão. Depois para mim. Respirou fundo de novo. Vi os ombros largos dele relaxando. Vi a decisão chegando.

— Quer saber de uma? – ele disse, a voz grossa, firme. – Eu aceito. Se é isso que você quer, isso que você terá.

Meu coração quase saltou.

— Mas aqui não – ele continuou. – Tem um lugar melhor.

12. O quarto secreto

Ele estendeu a mão. Eu segurei. Me levou para dentro da sala, parou diante de uma estante de madeira maciça, dessas que vão do chão ao teto. Enfiou a mão atrás de um livro específico. Clique. A estante abriu como uma porta.

Uma escada descia para o subsolo.

— O que é isso, pai?

Ele desceu na minha frente. Eu segui.

— Eu construí essa casa há quinze anos – ele explicou, enquanto descíamos. – Mandei fazer este subsolo. Climatizado, isolamento acústico. Ninguém lá em cima escuta nada daqui.

Chegamos embaixo. Ele acendeu a luz.

Era um quarto enorme. Paredes de madeira escura, iluminação indireta que mudava de cor. Uma cama king-size com lençóis de cetim preto. Espelhos no teto. Uma banheira de hidromassagem embutida no piso. E numa gaveta, brinquedos que eu nem sabia o nome.

— Este quarto – ele disse, sem me olhar nos olhos – foi feito para quando eu encontrasse uma mulher. Uma mulher para amar. Para ter relações carnais até o fim da vida. Nunca usei com ninguém. Você é a primeira.

— Pai…

— Não me chama de pai agora. Me chama de Carlos. Só hoje.

— Carlos.

13. A primeira vez

Ele tirou a roupa devagar. A camisa primeiro. O peito largo, o abdômen definido, os ombros largos, os braços grossos. Depois a calça. Depois a cueca.

O pau dele pulou para fora. 22 centímetros. Grosso. Veias saltadas. Cabeça roxa, brilhando de pré-gozo. Exatamente como na foto. Só que ao vivo era maior. Muito maior.

Meu corpo agiu antes do meu cérebro. Eu não sabia o que fazer, mas minhas mãos já estavam tirando meu vestido sozinhas. A alça, depois a outra. O vestido caiu no chão. Minha calcinha veio junto. Eu fiquei nua sem nem perceber.

Eu estava tão excitada, tão molhada, que dava para ver escorrendo pelas minhas pernas. O melado descia da minha buceta, pingava no chão de madeira do subsolo. Nunca tinha ficado assim na vida. Meu corpo inteiro tremia.

Ele gemeu baixo.

— Você é a mais linda que eu já vi.

— Você nunca viu nenhuma mulher pelada ao vivo, pai.

— Por isso mesmo.

Ele me deitou na cama. Subiu em cima. Começou a beijar meu pescoço. Lambeu devagar, sentindo o gosto da minha pele. Desceu para o meu ombro. Depois para o meu peito. Quando a boca dele encontrou meu mamilo, eu soltei um gemido que ecoou no subsolo.

Ele chupou meus peitos como quem tem sede. Lambeu, mordiscou de leve, soprou ar frio para sentir meus mamilos endurecendo. Depois desceu. Lambeu minha barriga. Lambeu meu quadril. Lambeu minha virilha. Passou a língua na minha coxa, no meu joelho, na minha panturrilha. Lambeu cada centímetro do meu corpo.

— Você não tem ideia do quanto eu sonhei com isso – ele sussurrou.

Ele abriu minha buceta com os dedos. Viu o melado escorrendo. Levou o dedo à boca.

— Doce. Toda minha.

— Enfia logo essa pica, pai. Eu quero.

Ele se posicionou. A cabecinha grossa encostou na minha entrada. Olhou nos meus olhos.

— Última chance.

— Goza dentro.

Ele enfiou. Devagar. Centímetro por centímetro. Aquele pau enorme abrindo minha buceta pela primeira vez.

Doeu. Meu Deus, como doeu. Eu quis gritar. Quis empurrar ele para longe. Quis chorar. Mas eu não fiz nada. Eu aguentei. Porque era a primeira vez dele. Porque ele esperou 37 anos. Porque eu não ia estragar isso com um grito de dor.

Mordi o lábio. Respirei fundo. Deixei.

Quando ele chegou no fundo, parou, ofegante.

— Tô dentro de você.

— Tá. Não sai nunca mais.

Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais fundo, mais rápido. Cada estocada ecoava no subsolo. Eu gemia – podia, ninguém ouvia. Ele gemia mais alto.

— Vou gozar – ele avisou, assustado com a própria velocidade.

— Goza dentro. Me enche. Quero seu filho.

Ele enterrou até o talo e jorrou. Grossa. Bastante. Tanta porra quente que eu senti cada jato batendo no meu útero. Escorreu da minha buceta, desceu pelo meu períneo, escorreu até meu ânus. Eu estava encharcada.

Ele caiu ao meu lado, ofegante.

— Desculpa. Foi rápido.

— Foi perfeito.

14. O resto da noite

Depois de gozar, o pau dele continuou duro. Ele se levantou, me puxou para o chão.

— De quatro.

Eu obedeci.

Ele enfiou na minha buceta de novo. Dessa vez, não doeu. Só preenchia. Ele metia com gosto, sem pressa. Cada estocada mexia meu corpo inteiro.

— Vou gozar de novo – ele disse.

— Goza na minha boca.

Ele tirou, eu virei, abri a boca. Ele enfiou a rola toda. Gozou. Grosso. Escorreu pelos cantos da minha boca. Eu engoli. Tudo. Com gosto. O gosto era forte, levemente salgado, quente. Eu amei.

E o pau dele continuou duro.

Ele me deitou de barriga para cima, enfiou na minha buceta mais uma vez. Quando eu já não aguentava mais, ele aproveitou a própria porra que tinha escorrido até meu cu, cuspiu por cima, e enfiou. No cu. Fundo. Com força.

Doeu de novo. Mas eu queria.

Ele metia no meu cu com gosto, segurando minha cintura, puxando meu cabelo. Gozou dentro. Eu senti o calor preenchendo cada espaço.

Nessa primeira noite, eu gozei 4 vezes. Ele gozou 3. E o pau dele nunca amoleceu.

15. Os dias seguintes

Com o passar dos dias, a intimidade cresceu. 1 hora. 2 horas. 3 horas.

O máximo que a gente ficou transando direto foi 8 horas e 40 minutos. Ele gozou 5 vezes nessa noite. Eu gozei 12. Em outras noites, eu cheguei a gozar 16 vezes. Nunca tinha gozado tanto na vida.

Ele gozava grosso. Quando gozava na minha buceta, escorria tanto que molhava o lençol. Quando gozava na minha boca, eu engolia tudo com gosto, e ele voltava para o meu cu. Sempre duro. Sempre com gosto.

No dia seguinte, eu mal andava. Sentava com cuidado. A buceta dolorida. O cu ardendo. Carlos fazia café e trazia para mim na cama.

— Hoje é dia de descanso, filha.

— Pai, você me destruiu.

— Você pediu.

E eu pedia. Sempre.

16. O fim da pandemia

Quando a pandemia deu trégua, minha barriga já estava grande. Os funcionários da fábrica perceberam.

— A Clara está grávida? Quem é o pai?

Carlos pediu uma reunião no refeitório.

— Sou eu – ele disse.

O escândalo foi imediato. Alguns se levantaram. Outros choraram. Uma funcionária mais nova começou a gritar.

— Mas ela é sua filha! Isso é crime!

Foi aí que eu pedi a palavra. Levantei. Pedi silêncio. E contei tudo.

Contei a história da minha mãe, Margarida. A rua. A gravidez de sete meses. A desnutrição. As agulhas nos braços. Contei como Carlos a encontrou caída na calçada, como alugou uma casa, contratou uma cuidadora, pagou pré-natal. Contei o parto complicado. O coração dela parando duas vezes. E a morte 40 dias depois.

— Ele nunca foi meu pai de sangue – eu disse, com a voz firme, mas os olhos cheios d'água. – Ele me criou por escolha. Me deu escola, cirurgia do coração, amor, tudo. E eu o amei de volta. Primeiro como pai. Depois como homem.

Carlos completou, com a voz grossa, emocionada:

— Eu não contei antes porque não achei importante. Não estava atrapalhando ninguém. Clara sempre foi minha filha de criação. E agora ela é a mãe do meu filho. Nós nos amamos. Não é crime. Não é incesto. É uma história que começou na rua.

Silêncio. O refeitório inteiro em silêncio.

Então uma funcionária mais velha, que trabalhava com Carlos há vinte anos, levantou. A voz trêmula.

— Seu Carlos… o senhor sempre cuidou de todo mundo aqui. Pagou médico. Pagou hotel nas nossas férias. O senhor nunca fez mal a ninguém. Quem somos nós para julgar?

Outro funcionário levantou.

— Ele acolheu uma moradora de rua. Criou a filha dela. Deu cirurgia, escola, amor. Isso não é crime. Isso é ser humano.

Aos poucos, todos concordaram. Abraços. Aperto de mãos. Olhos marejados.

Foi ali que eu entendi: Carlos não era respeitado por medo. Era respeitado por amor. Pelos ensinamentos dos pais dele. Pela bondade que ele escolheu ter.

17. A primeira surpresa

Então eu levantei a mão de novo.

— Pessoal, já que todo mundo está aqui e já sabe de tudo… eu tenho uma surpresa.

Todo mundo olhou para mim.

— Não vai ser um bebê só.

Silêncio.

— São três. Trigêmeos. Duas meninas e um menino.

O refeitório explodiu. Gritos de alegria, palmas, gente chorando, gente pulando. Carlos ficou branco. Depois verde. Depois caiu para trás na cadeira. Desmaiou.

— Seu Carlos! – alguém gritou.

Ele acordou segundos depois, tonto, com um sorriso bobo no rosto.

— Três? – ele perguntou, olhando para mim.

— Três, pai. Você vai ser pai de três de uma vez.

Ele me puxou para um abraço tão forte que eu achei que ia quebrar.

18. O nascimento dos trigêmeos

Nasceram. Duas meninas e um menino. Olhos verdes como os dele. Cabelo cacheado como o meu. Corações perfeitos. Os três.

A fábrica inteira veio visitar. Churrasco no sítio. Bandeiras coloridas. Os funcionários trouxeram presentes. Foi a maior festa que a gente já tinha feito.

Carlos não parava de sorrir.

— Eu sou o homem mais sortudo do mundo – ele dizia, pegando os três no colo ao mesmo tempo.

19. A segunda surpresa

Dois anos depois, minha barriga cresceu de novo.

— Não é possível – Carlos disse, quando eu mostrei o teste.

— É possível, sim. E adivinha? Não é um só de novo.

Ele já estava esperto. Segurou na mesa para não desmaiar.

— Quantos?

— Vamos esperar a reunião da fábrica. Quero fazer surpresa para todo mundo.

Na reunião, com todos os funcionários em volta, eu subi numa cadeira.

— Lembram da última vez que eu fiz surpresa?

Todo mundo riu.

— Então… não são trigêmeos dessa vez.

Silêncio.

— São quadrigêmeos. Quatro bebês.

O refeitório enlouqueceu de novo. Gente chorando, gente pulando, gente rezando. Carlos não desmaiou dessa vez, mas ficou tão pálido que uma funcionária teve que trazer água.

— Quatro? – ele sussurrou.

— Quatro, pai. Vamos encher essa casa de criança.

Nasceram. Quatro bebês saudáveis. Duas meninas e dois meninos. A fábrica fez outra festa. Maior que a primeira.

20. O final feliz

Agora a casa de madeira tem sete crianças correndo de um lado para o outro. Três da primeira leva. Quatro da segunda. Sete no total.

O sítio de 25 acres está sempre cheio de gritos, risadas, brinquedos espalhados, bonecas, bolas, bicicletas.

Carlos nunca deixou de ser meu pai. E nunca deixou de ser meu homem.

E o quarto secreto debaixo da casa de madeira continua sendo usado.

Quase toda noite – quando as sete crianças finalmente dormem.
(Para não ter chance de engravidar de novo, eu uso um dio e quando é meu período mais fértil, ele usa camisinha.)

Fim.

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