Segredos em VHS - A coleção pervertida do papai
Quando meu pai se separou da minha mãe, achei sua coleção particular de pornôs antigos e o que eu vi me deu nojo... e tesão
Lucas tinha acabado de completar 14 anos. Era um garoto magrinho, corpo ainda pouco desenvolvido, peito completamente liso, barriga plana e um pênis fino, rosado, com apenas uma penugem rala ao redor da base. Ele se olhava no espelho e ainda se sentia um menino, não um homem.
Depois da separação dos pais, Lucas passou a morar com Roberto, seu pai de 36 anos — forte, peludo no peito e na barriga, voz grave e presença dominante. Nas primeiras semanas, o garoto notou que o pai estava mais atento a ele. Olhares que demoravam um segundo a mais quando Lucas saía do banho só de toalha, ou quando dormia de cueca na sala. Mas nada que ele conseguisse definir.
Uma tarde, sozinho em casa, Lucas resolveu explorar o quarto do pai. No fundo do armário, atrás de uma pilha de roupas velhas, encontrou uma caixa de sapatos pesada. Dentro, dezenas de fitas VHS caseiras com rótulos escritos à mão: “Pai e Filho – Trade #23”, “Meu Garoto em Casa”, “Papai Arromba o Filhote”, “Incesto Real – Swap Mail”, “Pai Ensina o Menino”, “Filhote Leva Leite”.
Uma fita em particular chamou atenção dele: o rótulo dizia simplesmente “Banho com o Filhote – Privado”. Lucas sentiu um arrepio forte. Ele sempre se lembrava daqueles banhos de quando era mais novo. O pai demorava bastante lavando seu pinto, passando o sabonete devagar, puxando a pele com cuidado, às vezes massageando um pouco mais do que o necessário. Roberto dizia “tem que limpar direitinho, filhote”, mas agora, vendo aquela fita, Lucas se perguntava: *Será que ele filmava aquilo? Será que ele já tinha tesão em mim naquela época e gravava tudo?*
O nojo e a curiosidade brigavam dentro dele, mas o tesão venceu. Ele deixou a fita do banho de lado, tremendo, e levou duas outras fitas para a sala, ligou o velho videocassete e apertou play.
No primeiro vídeo, um homem maduro, peludo e forte fodia com vontade um garoto magrinho de corpo liso, parecido com ele. O homem chamava o garoto de “filho”, “meu filhote safado”, “garotinho do papai”, enquanto metia fundo na bundinha apertada. O garoto gemia alto, rebolando e pedindo: “Papai… mais forte… me fode, papai… eu sou sua putinha”. A câmera mostrava tudo: o pau grosso entrando e saindo, o saco batendo, o garoto tremendo de prazer enquanto o pai o enchia de porra quente.
Lucas ficou horrorizado. "Meu pai grava e troca vídeos de incesto pai e filho… ele é um pervertido doente." Mas seu pênis fino endureceu dolorosamente dentro da cueca. Ele abaixou a bermuda, cuspiu na mão e começou a se masturbar devagar, depois cada vez mais rápido. Enquanto via o pai do vídeo dominar o filho, Lucas se lembrava novamente das mãos grandes do seu próprio pai lavando seu pinto com calma, dos olhares demorados e agora daquela fita misteriosa do banho. Será que Roberto imaginava ele naquela posição?
Gozou pela primeira vez vendo o garoto levar porra dentro da bunda, gemendo “obrigado, papai”. Tremendo, trocou a fita.
O segundo vídeo era ainda mais íntimo e safado: outro pai e filho, o garoto de corpo juvenil sendo chupado com calma, depois colocado de quatro e fodido devagar, com o pai sussurrando “você é meu agora, filhote… só do papai”. O garoto choramingava de prazer, pedindo para o pai gozar dentro.
Lucas estava com dois dedos no próprio cu virgem, gemendo baixinho, quando a porta da sala se abriu silenciosamente.
Roberto estava parado ali, ainda de camisa social do trabalho, olhando diretamente para o filho: completamente nu no sofá, pernas abertas, pau fino latejando, dedos no cu, gemidos de “papai fode seu filhote” ecoando na TV.
— Olha só o que meu garotinho encontrou… — disse o pai, a voz rouca, carregada de tesão puro. Ele fechou a porta devagar e trancou. — Você gostou da coleção secreta do papai, Lucas? Vi que você mexeu na fita do banho também…
Lucas tentou se cobrir, o rosto queimando de vergonha, mas o pau continuou duro, babando.
— Pai… tem uma fita sua filmando nosso banho? Aquelas vezes que você lavava meu pinto… você gravava tudo? Você já pensava em mim assim?
Roberto sorriu devagar, um sorriso pervertido e satisfeito. Tirou a camisa, revelando o peito peludo e forte.
— Gravava sim, filhote. Guardava só pra mim, pra assistir depois. Enquanto passava sabonete naquele seu pintinho fino e lisinho, eu imaginava o dia em que você cresceria e eu poderia te usar de verdade. Gosto pra caralho de incesto. Ver um pai arrombando o próprio filhote, ensinando ele a tomar rola, enchendo ele de porra… é o que mais me deixa louco. E agora meu próprio filho de 14 anos, com esse corpinho magrinho e infantil, está aqui se masturbando nas minhas fitas.
Ele abriu o cinto, deixou a calça e a cueca caírem. A rola grossa, veiuda e adulta estava completamente dura, babando pré-gozo.
— Isso é errado, pai… — murmurou Lucas, mas não conseguia parar de olhar para o pau do pai.
— É. E é delicioso. — Roberto se ajoelhou na frente do filho, segurou o pênis fino dele e lambeu da base até a cabeça, chupando as bolas lisas com fome. — Você é exatamente o que eu sempre quis. Agora vira homem e fode seu pai pervertido. Quero sentir esse seu pau virgem me arrombando.
Roberto se virou, inclinou-se sobre o braço do sofá, empinou a bunda peluda e musculosa e abriu o cu rosado com as duas mãos.
— Mete, filhinho. Enfia tudo no papai. Me fode como nos vídeos.
Lucas, tremendo de tesão, culpa e excitação, encostou a cabeça fina do pau no buraco quente do pai e empurrou. O cu apertado engoliu ele devagar até o fundo. Roberto gemeu alto, rouco, como uma vadia no cio:
— Isso… mete fundo no papai, garotinho… fode seu pai bem gostoso. Você é tão lisinho… tão apertadinho… me usa, meu filhote.
Lucas segurou os quadris fortes do pai e começou a estocar, primeiro devagar, depois cada vez mais rápido e forte. O som molhado do saco batendo na bunda peluda enchia a sala, misturado aos gemidos de “papai” e “filho” que ainda saíam da TV.
— Porra, pai… você filmava nosso banho… trocava vídeo de pai comendo filho… você lavava meu pinto pensando nisso… você é um doente… — gemia Lucas, hipnotizado pelo prazer.
— Sou seu doente particular agora — respondeu Roberto rebolando forte contra o pau do filho, apertando o cu em volta dele. — Goza dentro, Lucas… enche o cu do papai com essa porra virgem de filhote. Papai quer sentir você gozando nele.
Lucas não aguentou. Com um grito agudo, gozou forte, jatos quentes e grossos enchendo o intestino do pai. Roberto se masturbou rápido e gozou no chão da sala, gemendo o nome do filho repetidamente.
Quando Lucas tirou o pau, um rio grosso de porra escorreu da bunda peluda de Roberto, pingando no chão.
O pai olhou para trás, ainda ofegante, com um sorriso safado e possessivo:
— Isso foi só o começo, filhote. Amanhã vamos assistir várias fitas juntos, pelados no sofá… inclusive aquela do banho, se você quiser. E depois você vai me foder de novo. Quantas vezes o papai quiser. Agora você é meu.
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Comentários (4)
Promíscua gaúcha: Usu, q delícia 😋 o pai q sonhei para meu machinho!
Responder↴ • uid:1crhbvyib8luRoberto: Agora seja bonzinho e libera o cuzinho pro papai também aí você vai ver como fica melhor ainda os dois dando e comendo.
Responder↴ • uid:r7dwknhiThPrncP: Que dlc de conto, porra
Responder↴ • uid:1e4nq8y8nlpjNovinhoperv17: Queria uma paizao assim, rabudão, perv e que me entenda
Responder↴ • uid:1eo051qh4hgr