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Sexo em família

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Cláudia

Fato incontestável na família de minha mãe é o início precoce da vida sexual, assim como minha avó, minha mãe deu a luz com quinze anos, porém, o que só vim saber mais tarde foi o motivo dessa "tradição familiar". Em casa, sempre trocamos muitos carinhos e por vivermos em uma região de clima frio, é comum deitarmos nos sofás e nos cobrirmos com um cobertor para cada dois. Desde de que me lembro, sempre assisti televisão deitada no mesmo sofá que meu pai, isso por causa de meu tamanho e o tamanho dele e meu irmão com minha mãe pelo mesmo motivo. Logo que fiz quinze anos, meu irmão foi para uma escola militar em regime de internato, vindo para casa só em feriadões ou nas férias escolares o que me deu a opção de deitar no sofá tanto com minha mãe quanto com meu pai, mas por força do hábito, eu acabava sempre deitando com papai, pois adorava sentir seu pau duro na minha bunda e suas eventuais mãos bobas nos meus peitinhos, seus beijinhos em minha nuca que me deixavam louca. Até que em um dia mais quente, vesti só um shortinho larguinho e uma camiseta e papai massageou meu grelo, fazendo eu gozar pela primeira vez, me controlando para não deixar mamãe perceber, mas no manhã seguinte, quando eu ia saindo para escola ela falou: "Lembra que seus coleguinhas não são vasectomizados como seu pai". Depois daquele dia as coisas entre eu e papai tornaram-se mais abertas, mamãe quando nos via cobertos ficava olhando com aquela cara de tarada, sabendo que estava rolando uma sacanagem, como ele esfregar o pau no meu rego ou eu masturba-lo olhando para a TV, até a manhã que eu sabia que meu irmão chegaria para passar as férias em casa depois de viajar a noite inteira. Eu esperava que ele viesse me acordar com um beijinho de bom dia, mas quando acordei, percebi um murmurinho diferente e levantei e caminhei em direção a suíte de meus pais, encontrando papai encostado na porta manipulando o cacete que eu já tinha sentido muitas vezes sendo esfregado no meu rego, já tinha masturbado, mas nunca tinha visto em todo seu esplendor e quando olhei dentro da suíte vi minha mãe deitada e meu irmão sobre ela ambos nus fazendo o que normalmente é chamado de papai e mamãe. Meu pai me abraçou pela cintura, puxando meu corpo contra o dele sussurrou no meu ouvido: "Não é lindo o amor de seu irmão e sua mãe?". Naquele instante percebi que tudo e muito mais do que eu vivia com papai, meu irmão vivia com minha mãe. Papai levou-me de volta a meu quarto e pela primeira vez mamou em mim, eu estava louca para receber aquele ferro duro no meio da minha racha e deitei arreganhando a perna, mas por experiencia ou por querer sentir o gosto de minha bucetinha virgem papai caiu de boca e pude sentir sua língua entre meus lábios vaginais e a sucção no meu grelo duro, fazendo eu gozar pela última vez como virgem, pois logo em seguida, papai deitou sobre mim e com uma pontaria certeira, sem pegar no cacete, o colocou exatamente na minha racha virgem e empurrou, graças a minha farta lubrificação, a cabeça da pica forçou meu cabacinho e no segundo tranco, senti o hímen romper, papai esticou a mão e pegou um dos meus lencinhos que estava sobre o criado mudo, tirou o pau de dentro de mim, carimbando o lenço com o sangue que estava em sua piroca. Colocando seu pau novamente no um túnel, forçou mais um pouco e durante o movimento de vai e vem, enterrou tudinho em mim, aquele dorzinha surda que eu senti não foi nada em comparação a onde de prazer que tive ao receber os primeiros jatos de esperma dentro de mim e gozei como uma mulher experiente que ainda não era, só então percebi a presença de meu irmão e minha mãe no quarto e nos abraçamos os quatro em minha cama e meu irmão teve o privilegio de ser o macho a receber meu primeiro boquete, enchendo minha boca com seu leitinho. Com a boca melada, troquei meu primeiro beijo lascivo com minha mãe que teve o cuidado de colocar uma camisinha em meu irmão para ele me comer o que o fez com muita desenvoltura, levando-me a um novo gozo excepcional. Naquele dia fomos almoçar em um restaurante chic para comemorar em público a chegada de meu irmão em casa, mas entre nós, meu defloramento. Naquela tarde, assisti meu irmão fazer um anal com minha mãe e fiquei louca para dar o rabo, mas não o fiz naquele dia, pois mamãe tinha outros planos e demos um espetáculo aos dois machos roçando nossas bucetas.

Comentários (1)

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  • Paulo: Continue com foi e quem tirou o cabaço deste cuzinho

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