#Assédio #Teen #Virgem

Minha primeira vez

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Akira 23cm

Todos os cantos são reais e com os nomes mudados e como não posso botar a idade real vou aumentar 2 anos.

Meu nome é Alex, e vou contar sobre quando perdi minha virgindade, no dia 11 de outubro de 2011, um dia depois do meu aniversário de 14 anos. Eu era um garoto magrinho, com 1,55 de altura, uns 45 quilos, corpo esguio de pré-adolecente – ombros estreitos de 35 centímetros, cintura fina de 70 centímetros, quadril de 85 centímetros, sem muito músculo ainda, parda, cabelo preto e crespo tipo 4C e olhos castanhos escuros. Meu pau, quando ereto, media 15 centímetros de comprimento e uns 8,6 centímetros de circunferência, nada gigante, mas o suficiente pra me deixar curioso e excitado. Eu morava com minha família no Brasil, e minha irmã mais velha, que tinha 26 anos na época (12 anos mais velha que eu), tinha uma amiga chamada Mariana, que era enfermeira em um hospital local. Mariana também trabalhava como babá ocasional pra mim – tipo, me "cuidando" em casa enquanto meus pais saíam, por eu ser menor de idade.Ela tinha 35 anos, era uma mulher alta e imponente, com 1,78 de altura, corpo tipo o de uma amazona – forte, curvilínea, com bumbum GG que balançava quando andava, quadril largo de 110 centímetros, cintura de 75 centímetros, seios grandes e fartos de 100 centímetros de busto. Ruiva natural, com cabelo cacheado tipo 3C que caía até os ombros, sardas espalhadas pelo rosto e colo (daquelas que só ruivas verdadeiras têm), pele branca leitosa e olhos verdes claros que pareciam hipnotizar. Ela tinha duas filhas: uma de 11 anos e outra de 12, que às vezes ficavam com ela, mas nesse dia estavam com o pai.Mariana era amiga da minha irmã havia anos, depois do colégio, ela vinha em casa pra "vigiar" enquanto minha família trabalhava. No começo, era só papo furado, eu no celular jogando ou conversando com amigos, falando besteira sobre garotas da colégio que eu tava de olho. Eu era virgem ainda, nunca tinha transado com ninguém, mas via pornô no celular – buscas como "mulher pelada", "chupando pau", "metendo na buceta" – e batia punheta todo dia no banho. Meu pau ficava melado só de pensar, e eu gozava rápido, imaginando como seria na vida real.Um dia, cochilei no sofá vendo TV, e quando acordei, percebi que ela tinha mexido no meu celular. Não falei nada, mas no dia seguinte, ela veio com uma saia curta sem calcinha. Eu tava no sofá, e ela se abaixou de costas pra mim, fingindo pegar algo no chão, ficando de quatro. Vi tudo: a buceta depilada, rosada, brilhando de umidade. Meu pau endureceu na hora, o volume no short inchando, latejando contra o tecido. Ela perguntou se tava tudo bem, e eu só assenti, olhos arregalados, o coração acelerado. Era a primeira vez que via uma buceta de verdade, e logo da Mariana, que eu já achava gostosa em segredo.Fui pro banho logo depois, ansioso pra bater uma pensando nela. Entrei no chuveiro, pau ereto de 15 centímetros, começando a me tocar devagar, imaginando aquela visão, quando ela abriu a porta e entrou pelada. Tomei um susto enorme, tentei tampar com as mãos, o rosto queimando de vergonha, mas ela sorriu com aqueles olhos verdes: "Alex, a tia vai tomar banho com você, tá bom?"Eu congelei, olhando pro corpo dela – aqueles seios enormes balançando, o bumbum GG redondo e firme, a buceta na altura da minha cara, com um cheiro doce e feminino que me deixou tonto. "Não se preocupa, eu sei que seu amiguinho fica durinho", ela disse, se aproximando devagar. Perguntou se eu já tinha visto uma buceta, e eu neguei com a cabeça, sem conseguir falar. "Então vamos apresentar: essa é a amiguinha da tia. Agora mostra o seu."Tirei a mão devagar, meu pau latejando, a cabecinha vermelha e melada brilhando sob a água. Ela pegou nele com a mão macia, puxando a pele pra trás, e eu soltei um gemido baixo sem querer. "Nossa, que grandão pro seu tamanho! Posso dar um beijinho?" Assenti, ainda mudo. Ela se ajoelhou no chuveiro, abocanhou meu pau inteiro, chupando devagar, a língua rodando na cabeça, vai e vem ritmado. Era quente, molhado, melhor que qualquer punheta. Segurei pra não gemer alto, as pernas tremendo, sentindo o gozo subindo rápido, mas ela parou antes.Saímos do banho, nos secamos e fomos pro quarto pelados. Meu pau ainda duro, balançando enquanto andávamos. "Agora você beija a amiguinha da tia", ela mandou, deitando na cama e abrindo as pernas, mostrando a buceta inchada e úmida. Dei um selinho tímido, sentindo o gosto salgado na boca, mas ela riu e me ensinou: "Não é assim. Vem cá, a tia vai te mostrar." Sentou na cama, pegou meu rosto e beijou minha boca – língua na língua, chupando devagar, por uns 5 minutos. Meu pau roçava na coxa dela, e eu sentia a respiração dela acelerada. "Entendeu? Agora beija a amiguinha igual."Deitei entre as pernas dela e chupei direito – lambendo os lábios, enfiando a língua no buraco, o rosto todo melado com o suco dela. Ela gemia alto: "Coloca a linguinha dentro, João! Isso, chupa gostoso!" Gozei quase sem tocar no pau, mas segurei. Ela se contorceu e gozou na minha boca: "Toma suquinho da tia... ahhh! Bebe tudo!"Depois, ela me puxou pra cima: "Sobe em cima da tia, Alex. Vamos perder essa virgindade agora." Abriu as pernas, encaixei meu pau na entrada da buceta dela – quente, escorregadia. Ela pegou na minha cintura e puxou, e eu entrei todo de uma vez. Foi incrível: apertado, molhado, como se meu pau fosse sugado pra dentro. Comecei a meter devagar, ofegante, mamando nos seios dela como um bebê, os mamilos duros na boca. "Seu amiguinho vai dar leitinho pra tia?" Ela provocou, gemendo. Virei ela de quatro e meti mais forte, vendo o bumbum GG balançar.Depois do vaginal, ela quis anal. "Vamos provar o cuzinho da tia, Alex? Vai ser sua primeira vez nisso também." Se posicionou de quatro, abrindo o bumbum com as mãos. Lubrifiquei com saliva e o suco da buceta, enfiei devagar – o cu dela era apertado pra caramba, mais que a buceta, e doeu um pouco no começo pra nós dois. Mas entrou, centímetro por centímetro, até os 15 centímetros todo dentro. Meti devagar, depois forte, ela gemendo de dor e prazer: "Mete no cu da tia, vai! Arromba tudo!" Gozei lá dentro, sentindo o cu piscar em volta do pau, a porra quente escorrendo.Não parou aí. Ela me chupou de novo até eu gozar na boca dela, engolindo tudo.Todo dia virou rotina: oral nos dois, vaginal em posições diferentes, anal nela. Algumas semanas depois, ela descobriu que tava grávida. Desesperada, inventou que era de um cara que sumiu. Nasceu Eva, minha filha secreta. Aquela foi a perda da minha virgindade – e mudou tudo pra mim.

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