#Coroa #Teen #Voyeur

A estoquista

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O Narrador de Contos

Me envolvi com uma funcionária no trabalho

Era mais um dia exaustivo de trabalho no supermercado. Como gerente, eu tinha a responsabilidade de garantir que tudo corresse bem e todos estivessem felizes com o seu trabalho. Mas havia uma pessoa em particular que me fazia perder a concentração: Viviane, a estoquista.
Viviane era uma mulher deslumbrante, com curvas sensuais que pareciam ter sido esculpidas por um mestre da arte. Seu cabelo castanho caía em ondas sobre seus ombros, sob a luz fluorescente do mercado. Ela tinha uma pele branca e macia, e lábios carnudos que sempre pareciam convidar para um beijo.
Nos últimos meses, Viviane e eu tínhamos começado um caso ardente atrás do balcão. Nossos encontros eram intensos e cheios de desejo, mas eu sabia que não poderia continuar escondendo esse segredo por muito tempo. O gerente antes de mim tinha sido demitido por causa de um escândalo similar, e eu não queria acabar da mesma forma.
Depois que o mercado fechou as portas para os clientes naquela noite, Viviane e eu nos encontramos entre as prateleiras dos produtos. Ela usava uma calça com o logo do mercado e uma blusa vermelha justa que abraçavam seu corpo voluptuoso.
— Nós precisamos conversar sobre o que estamos fazendo, Viviane — eu disse, tentando manter a voz firme.
— Eu sei — ela respondeu com um suspiro. — Mas não é tão fácil assim para mim também, você sabe.
Eu podia ver a preocupação em seus olhos enquanto ela evitava meu olhar arrumando as mercadorias na prateleira. Ela mordeu o lábio inferior, e eu quase perdi toda a minha compostura ao ver aquele gesto tão sexy.
— Eu não quero que ninguém saiba sobre nós — ela continuou. — Especialmente os outros funcionários do mercado. Eles vão começar a fofocar e fazer perguntas, e isso pode nos causar problemas.
— Eu entendo completamente — eu concordei. — Mas também não posso continuar mentindo para todo mundo sobre o que está acontecendo entre nós.
Nós ficamos em silêncio por um momento, perdidos em nossos pensamentos. Viviane veio até mim e pressionou seus lábios contra os meus. Eu hesitei por apenas uma fração de segundo antes de responder a seu beijo apaixonado.
Suas mãos deslizaram sob minha camisa, explorando meu peito enquanto eu segurava sua cintura com força. Ela se afastou, ofegante:
— Uma ultima vez, Leonardo — ela sussurrou em meu ouvido. — Quero sentir você dentro de mim só mais uma vez.
Viviane começou a desabotoar sua blusa, revelando um sutiã preto de renda que mal continha seus seios fartos. Ela deixou a peça cair no chão e então tirou os sapatos. Eu a ajudei a tirar a saia curta, admirando cada centímetro do seu corpo nu.
Ela estava tão linda, parada ali na minha frente como uma deusa do sexo. Meu pau latejava dentro das calças enquanto eu observava seus movimentos sensuais. Viviane sorriu ao ver meu desejo evidente e começou a massagear meu membro por cima da roupa.
— Você quer isso tanto quanto eu, não é? — ela perguntou em tom sedutor.
— Sim, eu quero — respondi com um grunhido rouco.
Ela deslizou as mãos para dentro das minhas calças, acariciando meu pau duro e quente. Eu gemi quando ela começou a me masturbar lentamente, sentindo cada centímetro da minha ereção.
Então Viviane se ajoelhou diante de mim e baixou minhas calças até os tornozelos. Ela lambeu os lábios antes de levar meu pau à boca, chupando com avidez enquanto eu segurava sua cabeça. O calor úmido do seu interior era inebriante, e eu quase gozei ali mesmo.
Mas eu queria mais. Queria sentir cada centímetro daquele corpo incrível envolvendo o meu. Levantei Viviane e a empurrei contra uma prateleira de produtos enlatados, beijando-a com paixão enquanto minhas mãos exploravam suas curvas.
Ela envolveu as pernas ao redor da minha cintura, me puxando para mais perto enquanto eu esfregava meu membro duro entre suas coxas molhadas. Viviane gemeu em meu ouvido, implorando por mais contato.
Então eu a penetrei com força, sentindo-a me apertar com cada centímetro que entrava dentro dela. Ela estava tão quente e molhada, pronta para receber tudo o que eu tinha para dar. Comecei a mover os quadris em um ritmo frenético, entrando e saindo de seu corpo enquanto ela arqueava as costas de prazer.
Nós estávamos perdidos no momento, esquecendo completamente onde estávamos ou se o segurança da noite poderia nos ver. Tudo o que importava era a sensação dos nossos corpos unidos, movendo-se em harmonia enquanto atingíamos um clímax após o outro.

Eu continuei penetrando Viviane com força, cada vez mais fundo e rápido enquanto ela gemia de prazer. Seus olhos estavam fechados, a cabeça jogada para trás em êxtase. Eu podia ver o suor brilhando em sua pele nua enquanto ela se contorcia embaixo de mim.
Então eu parei por um momento e virei Viviane de costas para mim. Ela apoiou as mãos na prateleira enquanto eu levantava uma perna, expondo sua boceta encharcada e rosada. Com um gemido rouco, entrei nela novamente, dessa vez sentindo ainda mais pressão em volta do meu pau.
Comecei a estocar com força, entrando e saindo rapidamente enquanto ela gritava de prazer. Eu podia sentir os músculos da sua boceta se contraindo ao redor do meu membro latejante, puxando-me para dentro cada vez que eu empurrava fundo.
Mudei a posição novamente, sentando em uma caixa de papelão próxima e fazendo Viviane montar em mim de frente. Ela ficou de joelhos, segurando meus ombros enquanto se abaixava lentamente no meu pau duro. Seus seios fartos balançavam na minha cara enquanto ela começava a subir e descer, fodendo-me com um ritmo enlouquecedor.
Eu levantei uma mão para segurar seus seios, beliscando os mamilos rígidos enquanto ela cavalgava meu pau. Viviane gemeu alto, mordendo o lábio inferior enquanto seu corpo tremia de prazer. Eu podia sentir a pressão aumentando em minhas bolas, indicando que estava perto do limite.
Então eu virei Viviane de lado, deitando-a no chão frio do corredor. Espalhei suas pernas e penetrei fundo novamente, fodendo-a com força enquanto ela gritava meu nome. Ela envolveu as pernas ao redor da minha cintura, me puxando para dentro ainda mais profundo enquanto eu acelerava o ritmo.
Nós estávamos ambos suados e sem fôlego, perdidos no momento de êxtase puro que só nossos corpos unidos podiam criar. Eu sentia meu pau latejar dentro dela a cada estocada, cada vez mais perto do clímax.
Então eu gozei com força, inundando seu interior com minha essência enquanto ela gritava de prazer. Viviane se contorceu embaixo de mim, seu corpo tremendo incontrolavelmente enquanto atingia o próprio orgasmo intenso.
Quando finalmente parei de tremer, saí de dentro dela e a ajudei a levantar-se do chão. Nós ficamos ali por um momento, abraçados e ofegantes, recuperando o fôlego depois daquela sessão de sexo selvagem.
Viviane sorriu para mim, seus lábios inchados e molhados pelo nosso beijo apaixonado. Ela pegou sua roupa do chão e começou a se vestir lentamente, lançando-me olhares sedutores enquanto abotoava a blusa.
— Isso foi incrível — ela sussurrou, inclinando-se para beijar meu pescoço. — Mas precisamos parar com isso, pelo menos até eu conseguir resolver minhas coisas.
— Eu entendo — concordei com um suspiro. — Vamos nos controlar daqui em diante. Não quero que nada atrapalhe o que temos.
Viviane assentiu e então saiu do corredor, deixando-me sozinho com meus pensamentos. Eu sabia que tinha sido loucura fazer sexo ali no mercado, mas não podia negar que havia algo de excitante naquele risco.

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