Nesse dia me arrombaram por mais de 8 horas, na frente do corno.
**Bom dia, meus amores! Aqui é Selma Recife, a puta safada do Recife que vocês não conseguem parar de acompanhar.**
Ahhh… só de lembrar desse dia meu cuzinho ainda lateja. Resolvi sentar aqui e contar tudinho pra vocês, bem detalhado, bem safado, como vocês gostam. Isso aconteceu há algum tempo nesse motel maravilhoso em **Paulista**, onde eu gravo a maioria dos meus vídeos e fotos desde 2007. O lugar é perfeito: piscina ao ar livre, sauna, área externa grande, tudo privativo. Aprendi muita coisa com a turma Bliss, que filma ali desde os anos 90, e todo o material delas e o meu fica disponível no nosso **Telegram VIP www.bit.ly/telemanu**. OBS: Quem assinar o TELEGRAM VIP dou assinatura NO SITE, pode me pedir e libero.
Aquele dia foi insano. Meu corno já tinha combinado tudo: dois machos jovens do interior, bem dotados, pra me arrombar. Ele só ia filmar, como sempre. Nem tira a roupa, o coitado. Só serve pra registrar o quanto a mulherzinha dele é vadia.
Cheguei cedo, tirei o shortinho e o top e fiquei pelada na piscina, empinada no parapeito, tomando sol na bundona. Meu cuzinho já estava estufado, piscando, todo relaxado e guloso. O corno preparava as câmeras quando a campainha tocou.
— Vai atender os machos, corno. Abre a porta pra eles virem foder tua esposa — eu mandei, rindo.
Os dois entraram. O moreno, alto, musculoso, com uma tatuagem de aranha no braço e um pau enorme já marcando a bermuda. O branquinho, cara de menino (eu pedi a identidade na hora pra confirmar que era maior de 20 anos, de tão jovem que aparentava), mas com uma rola grossa e comprida.
O moreno não perdeu tempo. Entrou na água, veio por trás de mim e já esfregou aquela pica dura na minha bundinha.
— Porra, Selma… vim comer esse cu gostoso — rosnou, dando um tapa forte na minha nádega.
— Ai, caralho! Bate mais forte! Eu adoro apanhar! — respondi rebolando pra trás.
O branquinho ficou na água, tímido. Chamei ele:
— Vem cá, gostoso. Deixa eu alisar essa pica.
Alisei por cima da cueca até ele ficar duríssimo. Enquanto isso, o moreno meteu tudo na minha buceta de uma vez.
— Aaaahhh porra! Mete, moreno! Come essa buceta carnuda! Olha isso, corno! Vem filmar de perto como um macho de verdade tá comendo tua mulher!
O corno se aproximou tremendo com a câmera.
— Isso, corno inútil! Filma direitinho a buceta da tua esposa engolindo rola grossa! Você nunca me comeu assim, né seu corno?
Comecei a chupar o branquinho com vontade, babando, engasgando, enquanto o moreno socava forte.
— Mete, porra! Come essa puta! Bate na minha cara, branquinho! — ordenei.
Ele deu um tapa forte. Eu sorri com a boca cheia:
— Mais forte, caralho! Eu sou uma vadia! Bate! Quero ficar marcada!
Ele bateu de novo e de novo. Gozei ali mesmo, gritando, rebolando na pica do moreno.
— Quero duas rolas agora! — exigi.
O branquinho sentou na borda. Sentei nele, engoli aquela pica toda na buceta e empinei a bundona pro moreno.
— Vem, moreno! Enfia no cu! Sem lubrificante! Eu gosto na dor, porra!
Ele encostou a cabeça grossa e começou a forçar.
— Enfia logo, caralho! Arromba esse cu de uma vez! Tu não sabe comer não, seu puto?
Ele segurou no meu ombro e meteu tudo de uma vez. Eu dei um grito alto:
— Aaaaiii porra! Tá rasgando meu cu! Mas não para! Mete! Olha pra isso, corno! Filma tua mulher sendo duplamente arrombada! Uma rola na buceta e outra no cu! Isso é que é ser corno, hein seu inútil!
Os dois começaram a meter no mesmo ritmo. Eu rebolava feito uma cachorra.
— Bate na minha bunda, moreno! Mais forte! Me trata feito puta barata! — gritei.
— Sua mulher é uma vadia do caralho, corno! — disse o moreno pro meu marido.
— Isso mesmo! Filma como eu tô gostando, corno! Você nunca me fez rebolar assim!
Comecei a peidar sem controle enquanto eles metiam.
— Tá peidando, sua cachorra? — riu o moreno.
— Tô me cagando, porra! Meta mais forte! Quero cagar nessa rola grossa! Filma isso, corno! Filma tua esposa cagando na pica dos machos que tão te corneando!
O moreno tirou um pouco o pau e mostrou pra câmera:
— Olha isso, corno! Tua mulher tá cagando no meu pau! Que puta nojenta! Vou gozar nessa bunda suja!
Ele meteu com tudo de novo. Eu gozei gritando, o corpo convulsionando. Os dois gozaram quase juntos, enchendo minha buceta e meu cu de porra quente misturada com sujeira.
Mas o dia estava só começando… Foram mais de oito horas de foda selvagem: na piscina, na sauna, na mesa de concreto, no quarto. Eu levei tapa na cara, tapa na bunda, fui xingada de tudo quanto é nome, e humilhei meu corno o tempo todo:
— Filma direito, corno! Mostra pro Brasil como tua mulher vira puta com rola grossa!
— Você só serve pra pagar o motel e filmar, né seu corno manso?
— Olha o tamanho do cu arrombado que eu fiquei, corno! Isso é obra de macho de verdade!
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Beijos molhados e bundas arrombadas,
**Selma Recife** 🔥
Depois daquela foda selvagem na piscina, meu corpo já estava todo marcado de tapas, buceta e cu latejando, pingando porra e um pouco de sujeira pelas coxas. Mas eu ainda queria muito mais. Olhei pro corno e mandei:
— Corno, pega as câmeras e vai pro quarto. Esses dois machos ainda vão me destruir lá dentro. Move essa bunda inútil!
Os quatro fomos pro quarto do chalé. Eu deitei na cama de casal de bruços, bundona empinada, e abri as pernas.
— Vem, seus garanhões. Quero DP agora. Uma rola na buceta e outra no cu ao mesmo tempo. Me arrombem de vez!
O moreno deitou na cama e eu sentei nele, engolindo aquela pica grossa toda na buceta. Rebolei gostoso, gemendo alto:
— Aaaahhh porra… que rola grande! Olha isso, corno! Filma tua mulher sentando gostoso na pica dos outros! Você nunca me encheu assim, seu corno manso!
O branquinho veio por trás, esfregou a rola ainda suja do cu na minha bundinha e começou a forçar junto com o moreno.
— Enfia, caralho! Quero as duas rolas me rasgando! — gritei.
Ele empurrou e os dois paus entraram ao mesmo tempo. Eu dei um grito animal:
— Aaaaiii porra! Tá rasgando tudo! Mais fundo! Mete tudo, seus putos!
Os dois começaram a socar forte, DP completo. A cama toda tremia. Eu olhava pro corno:
— Filma direito, corno! Mostra pro Brasil como tua esposa tá sendo duplamente comida! Uma rola na buceta e outra no cu! Você é um corno de merda, só serve pra segurar a câmera!
O moreno deu um tapa forte na minha cara:
— Cala a boca e rebola, vadia!
— Ai! Bate mais, porra! Eu adoro apanhar! Me bate enquanto me arromba! — pedi, com a bochecha vermelha.
Ele bateu de novo, mais forte. Eu gozei ali mesmo, tremendo inteira, apertando os dois paus.
Depois viraram de lado. Fiquei de frango assado, uma perna pra cima. O moreno enfiou no cu e o branquinho na buceta, metendo selvagem. Eu babava, olhos revirando.
— Mais fundo! Enfia até o talo! Quero sentir as bolas batendo! — implorava.
Prrrrrrrrt… Prrrrft! Soltei peidos molhados sem parar, cada vez que eles metiam fundo.
— Tá peidando de novo, sua cachorra nojenta? — riu o branquinho.
— Tô me cagando toda, porra! Meta mais forte! Quero cagar nas duas rolas ao mesmo tempo! Filma isso, corno! Mostra tua mulher peidando e cagando enquanto leva DP! Você é um corno inútil, nem consegue me fazer gozar e olha como esses jovens me destroem!
O moreno deu vários tapas na minha cara e na bunda:
— Toma, puta! Toma tapa na cara enquanto caga no nosso pau! Sua vadia fedorenta!
— Isso! Me humilha! Me bate! Eu sou a puta mais nojenta do Recife! — gritei, gozando de novo.
Eles me viraram de frente, eu deitada de costas, pernas bem abertas. DP anal puro agora: os dois paus grossos enfiados no meu cu ao mesmo tempo. Eu gritava de dor e prazer:
— Aaaahhh caralho! Tá rasgando meu intestino! Mais fundo! Arromba esse cu de puta! Corno, filma de perto como meu cu tá virando um buraco largo! Você nunca viu isso em casa, né seu corno mansinho?
Os dois socavam como animais. Eu babava, olhos revirando, peidando e soltando mais sujeira toda vez que eles entravam fundo.
— Olha como tua mulher tá sendo destruída, corno! — disse o moreno. — Dois paus no cu dela e ela ainda pede mais! Que vadia sem vergonha!
— Isso mesmo! Eu sou melhor puta que sua esposa, corno! — completei, rindo safada. — Você paga o motel pra ver isso, né? Patético!
Depois de quase uma hora de foda insana, eles não aguentaram mais.
— Tira os dois do cu e goza na minha boca! Quero tomar todo o leitinho quente! — pedi, ajoelhando no chão.
Eles tiraram os paus do meu cu arrombado — sujos, brilhando, com resto de sujeira. Fiquei de boca aberta, língua pra fora. Os dois bateram punheta na frente do meu rosto.
— Goza na boca da puta, caralho! — ordenei.
O moreno gozou primeiro, jatos grossos e fortes acertando minha língua e garganta. Logo depois o branquinho explodiu, enchendo minha boca de porra quente. Eu engoli tudo, olhando pra câmera:
— Olha isso, corno… sua mulher tomou o leitinho dos dois machos depois de levar DP anal e se cagar nas rolas deles. Engoli tudinho, gostoso. Você nunca vai ter isso na vida.
Lambí os dois paus limpos, um por um, enquanto o corno filmava tudo.
Foi mais um dia épico de arrombamento total. Meu cu ficou destruído por horas.
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Beijos no pau e no cu de quem aguenta,
Selma Recife 🔥😈
Depois daquela DP anal insana no quarto, nós três estávamos destruídos. Eu mal conseguia andar direito, o cu piscando e escorrendo uma mistura nojenta de porra, cocô e lubrificação natural pelas coxas. Os dois machos também respiravam pesado, paus ainda semi-duros brilhando. Meu corno, caladinho como sempre, só trocava as baterias das câmeras.
Saímos pro lado de fora novamente. Sentei na mesa de concreto perto da piscina, pelada, pernas abertas, sentindo o vento bater no meu buraco arrombado. O corno trouxe cerveja gelada pra todo mundo. Os três machos (os dois garanhões + o corno filmando) sentaram em volta enquanto eu bebia direto da garrafa, suada, cabelo molhado colado no corpo.
— Porra, Selma… você é uma máquina — disse o moreno, rindo, passando a mão na minha coxa.
— Ainda nem é meio-dia, seus putos. Vocês acham que eu tô satisfeita? — respondi, dando um gole longo na cerveja gelada.
Ficamos uns 20 minutos ali, descansando. Mas o tesão não demorou a voltar. O branquinho começou a passar a mão nos meus seios, apertando os bicos. O moreno enfiou a mão entre minhas pernas e ficou brincando com meu clitóris inchado. Eu gemia baixinho, abrindo mais as pernas.
— Olha o corno aí, todo caladinho bebendo cerveja enquanto a esposa dele já tá ficando molhada de novo — provoquei. — Filma isso, corno! Mostra como tua mulher não se cansa de rola.
Não demorou muito. O moreno me puxou e me colocou de joelhos no banco de concreto da mesa, tronco apoiado na mesa fria, bundona empinada pra trás, bem aberta. A posição perfeita pra me comer como uma cadela.
— Assim eu gosto, porra! — gritei. — Me fode na mesa! Quero rola nos três buracos!
O branquinho sentou na mesa na minha frente e enfiou a pica na minha boca. Comecei a chupar gostoso, babando, engolindo fundo enquanto o moreno metia na minha buceta com força.
— Aaaahhh caralho! Mete nessa buceta! — gemi com a boca cheia.
O moreno dava tapas estalados na minha bunda vermelha:
— Toma, vadia! Rebola pra trás!
Eu rebolava como louca, fazendo a mesa tremer. Depois ele tirou da buceta e enfiou direto no cu, já bem arrombado.
— Isso! Come meu cu esfolado! Tá cada vez mais aberto, né? Olha pra isso, corno! Filma o buraco da tua mulher ficando um vulcão! Você nunca viu um cu tão destruído assim!
O moreno socava fundo, cada vez mais fácil de entrar. Meu cu estava vermelho, inchado, esfolado, completamente largo. Prrrrrrrrt… Prrrrft! Soltei peidos molhados toda vez que ele entrava até o talo.
— Tá cagando de novo, sua nojenta? — riu o moreno, metendo mais forte.
— Tô! Tô me cagando na rola! Meta mais fundo, porra! Quero sentir essa pica batendo no meu intestino! Corno, filma direitinho como tua esposa vira privada de macho! Você é um inútil, só serve pra pagar cerveja e filmar!
O branquinho puxou meu cabelo e fodeu minha garganta com força, babando escorrendo pelos meus peitos. Eles trocaram de buraco várias vezes: buceta, cu, boca. Em certo momento os dois estavam me comendo — um no cu, outro na buceta — enquanto eu chupava o que sobrava, completamente cheia.
— Duas rolas me arrombando de novo! Aaaaiii porra! Meu cu tá pegando fogo! Tá cada vez mais aberto! — gritava eu.
O moreno deu vários tapas fortes na minha cara enquanto eu chupava:
— Toma na cara, puta! Toma enquanto leva rola no cu!
— Bate mais! Eu mereço! Sou a vadia mais safada do Recife! — respondi, olhos lacrimejando de tesão.
O sol já estava alto, o dia ainda nem na metade, e eu continuava sendo comida sem piedade na mesa. Meu cu estava absurdamente esfolado, vermelho, inchado, um buraco largo que mal fechava mais. Cada estocada fazia um barulho molhado e sujo.
— Olha o estado do cu da tua mulher, corno! — gritou o branquinho. — Tá virando um túnel! E ela ainda pede mais!
— Isso mesmo! Eu sou melhor que qualquer puta de programa! Você é só um corno manso que assiste! — humilhei, olhando pra câmera.
Eles me foderam nessa posição por mais de uma hora. Eu gozei várias vezes, tremendo, peidando, babando, completamente destruída de prazer.
Ainda faltava muito do dia… sauna, quarto de novo, talvez até dentro da piscina mais uma vez.
Se você quer ver o vídeo completo dessa sessão na mesa (e todo o resto do dia), as fotos em alta qualidade, meus encontros novos toda semana e conversar comigo bem safado, corre pro Telegram VIP: www.bit.ly/telemanu. Quem assinar o TELEGRAM VIP dou assinatura NO SITE, pode me pedir e libero.
Lá tem tudo sem censura, fresquinho, direto do motel.
Beijos molhados, porra na boca e cu arrombado,
Selma Recife 🔥😈
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Comentários (1)
Cuckoldam: E mto bom ter uma esposa safadinha assim
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