#Assédio #Bissexual #Estupro #Grupal

Aprendizado

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MR

Aprendi algo na vida de um jeito muito ruim e o pior é que tenho os vídeos comprovando o que passei.

Eu tinha dezoito anos quando isso ocorreu e namorava Marisa, uma menina de quinze anos, gatíssima e gostosa. Passei a frequentar a casa dela, conhecendo os pais e os dois irmãos que eram pouco mais velhos do que eu. Sílvio e Toninho eram grandes, fortes, mal-encarados e pareciam que não gostavam muito de mim, por eu namorar sua irmã.

Eu cresci com todo mundo fazendo as minhas vontades e não estava acostumado com adversidades, principalmente com brigas. Mimado, nunca participei de nenhuma briga, embora sempre posei de machão. Aquela história de cão que ladra não morde. Sempre contei com a sorte, me impunha e o outro cedia.

Era um sábado à tarde e eu e Marisa estávamos em sua casa. Sua mãe saiu para ir à padaria nos deixando sozinhos e eu pedi um copo de água para ela. Entramos e na cozinha eu a agarrei. Começamos a nos beijar, o tesão foi aumentando, foi aumentando. Tomei a água e de repente, não sei o que me deu na cabeça.

Agarrei Marisa por trás encoxando a bunda dela e beijando seu pescoço. Ela tentou se desvencilhar e eu a agarrei com mais força. Ela pediu para parar e não obedeci, dizendo que ela era um tesão e que queria uma rapidinha antes que a mãe chegasse.

- Você tá maluco? – disse ela

Naquele momento eu estava mesmo. Levantei o vestido dela e tentei puxar a calcinha para baixo. Ela impediu e pediu para parar com aquilo que ela não estava gostando. Enfiei minha mão por dentro do vestido e toquei em cima da buceta dela. Ela começou a se debater e eu comecei a apalpar os seios dela até que conseguiu me empurrar e se trancou no banheiro dizendo que era para eu ir embora.

Fui para casa puto da vida me sentindo rejeitado. Em casa, durante o final de semana, tentei ligar várias vezes, mas ela não me atendeu. Na segunda-feira fui até a escola e tentei conversar com ela que me disse que não havia gostado do que tinha acontecido. Pedi desculpas, mas ela me disse que era melhor parar por aí.

Voltei no dia seguinte à escola e a procurei novamente. Disse que era perdidamente apaixonado e que achava que ela iria gostar. Me olhando fixamente, com raiva, ela não quis saber. Isso me deixou irritado e disse a ela que se não fosse minha não ficaria com mais ninguém.

Mais uma vez fui para casa contrariado e sabia que havia perdido a cabeça. Na quarta-feira fui de novo à escola atrás dela. Com calma falei que ela era gostosa e isso despertou meu lado animal e que queria uma nova chance. A resposta foi não e que ela estava profundamente magoada.

Eu fui insistindo e no dia seguinte ela me disse que iria pensar. Isso foi um alívio e na sexta-feira ela me entregou um papel, com um mapa, dizendo que os pais tinham alugado um sítio e eu poderia ir que nos encontraríamos lá.

Feliz da vida, no sábado avisei em casa que só voltaria no domingo e fui para o sítio. Foi fácil de seguir o mapa, embora tenha trafegado numa estrada de terra por alguns quilômetros e fazia um calor enorme. Quando cheguei, havia um homem parado na entrada e falei o nome da Marisa. Ele sorriu e abriu a porteira dizendo que era para colocar o carro lá em cima.

Quando desci do carro vi Toninho que me cumprimentou e disse para pegar as minhas coisas que tinha um quarto reservado para mim. Eu estava achando aquilo meio esquisito, um sítio isolado, não vi piscina, apenas uma casa de tamanho razoável, mas entrei.

Deixei minhas coisas no quarto que ele indicou e vim em direção da sala. Nela estavam o Toninho, o Sílvio e Zé, a pessoa que abriu a porteira do sítio.

- Senta aqui. – Disse Sílvio apontando para uma cadeira no meio da sala.

Nisso vi que o Zé começou a filmar e achei estranho. Até hoje tenho alguns vídeos comigo, por isso vou colocar como alguns diálogos que ocorreram.

- Quer dizer que você tentou comer a nossa irmã na marra? – Disse Toninho.

- Não. – Respondi. – Nunca.

- Ah! Então ela é mentirosa. – Gritou Sílvio – Você não enfiou o dedo na buceta dela né? Você não apalpou os seios dela né? São gostosos, não é? A gente sabe que ela não é mentirosa.

Eu comecei a sentir a pressão daquele momento e tentei explicar:

- Olha.... Tá.... Foi um erro.... Eu achei que ela fosse gostar por ser mulher, mas eu peço desculpas, como já pedi a ela.

- Desculpas !!! – Gritou Sílvio me dando um tapa na orelha – Pede desculpas e fica ameaçando ela por ser mulher. Você acha que é dono dela? Você acha que ser homem é isso? Fazer o que quiser das mulheres?

- Olha.... Me deixa ir embora. – Falei chorando – Não quero confusão.

- Ah! Agora vai chorar.... Lógico que você vai embora – falou Sílvio – Só que você, com toda a certeza, vai bem mudado.

Toninho se aproximou e me deu outro tapa no rosto.

- Pára, por favor – Disse mais uma vez chorando.

- Taí.... – Disse Sílvio – Chorando que nem menina. Eu falei para vocês. Pega a faca lá Toninho.

Quando ele disse isso me desesperei e tentei fugir, mas fui contido pelo Sílvio. Toninho passou a faca para o Sílvio e me segurou por trás enquanto o próprio Sílvio cortou a minha calça e minha cueca me deixando pelado. Eu tentava sair deles e o Zé veio me segurar também.

Sílvio pôs a faca em cima do meu pinto dizendo que iria cortá-lo, mas começaram a rir quando viram o tamanho dele. Dizem que quando a gente fica com medo o pinto encolhe e é a mais pura verdade. Tudo bem que ele não é grande, mas não tinha mais do que cinco centímetros.

- Isso é um grelinho de buceta, não um pinto. Se eu cortar isso e der para o cachorro ele nem vai querer comer de tão pequeno.

- Por favor, não faça isso.... Por favor.... – Gritei desesperado.

- Não minha florzinha... – Respondeu Sílvio - Não vou fazer isso com você. Foi só para ver sua reação, mas nós vamos te tratar como você trata as mulheres. Aliás, hoje você vai virar menina, a nossa menina.

Tomei outro tapa no rosto e me levaram para o banheiro. Ali me deram uma lâmina de barbear e falaram para me depilar as pernas, os braços, as axilas e tomar um banho lavando bem a bunda. Eu não tenho muitos pelos, mas mesmo assim você sente a diferença quando um vento bate.

O Zé ficou na porta e o Toninho trouxe uma calcinha fio dental, um sutiã, uma sandália de dedo pequena, e um vestido curtinho. Era só para sair quando eu estivesse pronto e completamente vestido, ou melhor, vestida.

Que humilhação, mas era só o começo. Enrolei o quanto pude principalmente porque não sabia o que fazer. Quando saí, Toninho disse que eu era gostosa e iria ter uma lua-de-mel com três machos.

- Que tesãozinho.... – Disse Sílvio – Como é o seu nome?

Havia um espelho grande na sala que eles haviam colocado e eu parecia uma mulher. Com não respondi, Sílvio complementou:

- Você é a Marcinha e a partir de agora, para não apanhar, vai agir, falar como uma mocinha. Entendeu?

- Entendi. – Respondi com voz fina.

- Muito bem... – argumentou Sílvio – Agora desfila prá gente ver como você é gostosinha.

Sem muito jeito, comecei a andar e recebi uma ameaça de apanhar. Era para andar como se eu estivesse na passarela e rebolar. Eles riram ao me ver caminhar e tomei um tapa na bunda.

- Lembre-se... – Falou Toninho – Você é feminina agora, uma femeazinha, delicada. Vai para a cozinha preparar a nossa comida.

Eu pensava comigo mesmo: tomara que fique só nisso, só nessa humilhação. Sinceramente não acreditava que eles iriam querer sexo, afinal eu era homem. Ficaram bebendo enquanto eu temperava uns bifes e fazia um macarrão.

Quando ficou pronto avisei e eles vieram almoçar. Comeram, beberam e me mandaram lavar a louça e quando terminasse podia ir para a sala. Fiquei enrolando, porque queria ficar o menor tempo possível com eles.

Com a demora, Sílvio veio me buscar, me arrastando pelo braço e me fazendo sentar no colo dele no sofá. Ainda tomei uma bronca e falou para sentar que nem menina. Podia sentir o pau dele duro na minha bunda enquanto sua mão alisava minhas coxas.

Mais uma vez é estranho estar sem pelos. A mão áspera dele me provocava arrepios. Começou a beijar meu pescoço e eu tentava fugir dele, mas ele forçava, até que me fez beijá-lo. Era muito estranho ver que estava beijando outro homem. O hálito de cerveja e cachaça dele era perceptível. Até que ele disse:

- Tá na hora da sua lua-de-mel.

Estava assustado e ele complementou:

- É isso que você ouviu. Vamos te comer bem gostoso, mas antes quero ver você chupar o pau de seus machos.

Chorando pedi que não fizesse aquilo e ele ameaçou me bater. Eles começaram a tirar as roupas e vi que era sério. Pelados, vi as três rolas vindo em minha direção.

- Ajoelha aí putinha.... – Disse Sílvio enquanto Zé filmava tudo – Vem chupar a minha rola.

Me ajoelhei e ele batia com a rola mole no meu rosto. Toninho e Zé já estavam ao meu lado. Podia sentir o cheiro de macho exalando. Como demorei para fazer algo, Sílvio me segurou pelo cabelo, esfregou a rola na minha cara e mandou chupar.

Com vergonha e nojo, sabendo que não teria outra alternativa, comecei a mamar o pinto mole dele que logo foi crescendo na minha boca. Ele tentava enfiar tudo na minha boca, mas eu engasgava e quase vomitava.

- Segura meu pau e bate uma punhetinha – Gritou Toninho.

Enquanto eu chupava a rola do Sílvio, manipulava o pau de Toninho e do Zé. Podia sentir aquilo crescer na minha mão. Logo, seguindo ordens, passei a mamar os dois também em revezamento. Lembro que, embora fossem salgados, o sabor era diferente e não muito agradável.

Eu estava com a mandíbula cansada de tanto chupar e pedi para parar. Eles riram e Sílvio disse:

- A menina está cansadinha.... Tá bom minha flor....

- Por favor.... – Disse desesperado – Me deixa ir embora. Olha, se vocês quiserem dinheiro eu dou, mas me deixem ir embora.

Tomei outro tapa no rosto que me fez chorar e Sílvio gritou:

- Não queremos seu dinheiro seu safado e fala que nem mulher, fininho e no feminino porque senão vou te arrebentar na porrada. Você vai dar sim, mas é outra coisa...

Nisso, Toninho me agarrou pelo braço e foi me levando para o quarto sendo seguido pelos outros dois. Ali, tirou o vestido, o sutiã me deixando só de calcinha.

- Que bela bundinha você tem.... – Disse Toninho – Já deu ela alguma vez?

- Não. – Respondi.

- Uma virgenzinha.... – Disse o Zé – Vai tirar o cabacinho dela Toninho....

Toninho me abraçou por trás e começou a mexer nos meus mamilos enquanto me encoxava por cima da calcinha. Beijava meu pescoço e eu tentava me esquivar, mas suas mãos me agarravam e me puxavam. Era desesperador porque eu sabia o que iria acontecer.

Logo ele me empurrou para a cama como seu eu fosse um saco de batatas. Caí de bruços e ele se deitou sobre mim. Podia sentir sua pica dura me encoxando até que suas mãos retiraram a calcinha que eu estava vestindo. Eu ainda tentei resistir segurando, mas Sílvio segurou minhas mãos.

Percebi que Toninho já estava ajoelhado em cima de mim, colocando uma camisinha.

- Por favor.... – Disse com voz feminina para não ser agredido – Não faz isso... Por favor....

- Quietinha minha flor. – Disse Sílvio – Ele vai te comer sim, mas nós vamos te ajudar. Vai passar bastante lubrificante, afinal não queremos estragar teu buraquinho. Tem muita pica para você levar. Agora abre as perninhas, abre.... Vai ser melhor para você.

Senti algo gelado na bunda e logo um dedo sendo introduzido. Me mexi e ouvi uma gargalhada e o Zé dizendo que eu já estava querendo rebolar. Logo, senti algo mais grosso tentando me invadir e fechei o cú.

- Abre esse cú – Disse Toninho – Deixa entrar que vai ser melhor.

- Não.... Por favor – Pedi novamente tomando outro tapa no rosto dado pelo Sílvio.

- Você vai gostar gatinha – disse Sílvio.

Toninho abriu minhas nádegas e foi enfiando e eu vi que não tinha mais jeito. Acho que facilitei um pouco e uma parte entrou me fazendo gritar. Era quente, desconfortável, parecia que estava me arrebentando.

- Calma menina.... – Disse Toninho – A cabecinha já entrou. Seu cabacinho se foi.

Ao mesmo tempo que senti entrar mais, ele deitou-se em cima de mim, praticamente me imobilizando.

- Não.... – Comecei a gritar aflito com a dor – Não.... Tira..... Por favor.... Tira.... Tira....

- Aguenta a rola mocinha. – Falou Toninho.

Eu não imaginava que fosse dessa maneira. Você se sente entupido, preenchido e ele continuava a socar doendo muito, até tive vontade de defecar. Sílvio e o Zé, falavam para Toninho comer o cú do viadinho, que agora eu não era mais homem, era uma menininha e o pior, ainda ia ter muito mais.

Toninho me fodia com força e aos poucos, felizmente, a dor foi cedendo embora as lágrimas ainda escorressem pelo meu rosto. Seus braços entrelaçaram nos meus e me sentia submisso a vontade dele. Eu não tinha mais nenhuma resistência. Toninho me chamava de gostosa, de cuzinho apertadinho, até que senti o seu pau pulsar dentro de mim junto com estocadas fortes. Ele havia gozado.

Ficou deitado algum tempo sobre mim. Neste instante, pelo menos, eu não sentia mais dor. Quando saiu, senti uma espécie de vazio, principalmente porque o Zé abriu a minha bunda com as mãos enquanto filmava.

Os três saíram do quarto me deixando só. Acho que a dor moral era maior do que a dor física. Eu, hétero, havia sido transformado em mulher e me perguntava, por que não reagi. A minha consciência dizia que era melhor assim do que apanhar e talvez ter que dar na marra.

Uma meia hora depois, Toninho veio até o quarto com uma toalha e mandou eu tomar um banho, colocar a calcinha, o vestido, e voltar para sala já que não queriam ver meu pintinho. Meu cú ardia e estava todo melado.

Quando cheguei na sala, Sílvio fez um sinal para sentar no sofá ao lado dele. Podia sentir o cheiro de cachaça que ele exalava. Estava passando um jogo na televisão e ele me abraçou com uma mão enquanto a outra repousou sobre a minha coxa, coberta em parte pelo vestido curto que eu usava.

De vez em quando, ele me alisava, beijava meu pescoço dizendo que eu era linda, gostosa e isso para mim era constrangedor, mas ao mesmo tempo eu sabia que não dava para fazer nada. Era deixar ele passar as mãos em mim e me fazer passar por mulher.

Terminado o jogo começou novamente o meu martírio. Ele me agarrou, me fez tomar um copo enorme de pinga, de uma vez. Logo o efeito do álcool, me deixou meio tonto. Imagina uma pessoa que quase não bebe, tomar uma dose daquelas.

Ficamos em pé e ele começou a me agarrar, a tentar me beijar. Eu me esquivava, mas ele era insistente até que conseguiu me beijar novamente. Sinceramente, eu já não sabia mais o que fazer e o que sentir.

Me virou de costas, me abraçando e beijando o pescoço como Toninho já havia feito. Só que dessa vez era diferente, eu parecia estar entregue, sem forças para reagir e o que era pior, estava sentido uma espécie de prazer que a princípio atribuí ao álcool.

Fomos para o quarto e ele me despiu. Algo estava acontecendo comigo que não conseguia entender, pois sentei na cama sem ele mesmo pedir, ficando na altura do seu pau e comecei a chupá-lo.

Havia um certo conflito dentro de mim, pois eu pensava que se ele gozasse, talvez não me comesse o que seria melhor, mas ao mesmo tempo, se ele quisesse me comer não tinha o que fazer. E realmente ele quis me comer.

Me fez colocar a camisinha no seu pau, passar lubrificante e me fez ficar de frango assado, completamente exposto. Começou esfregando o pau na entradinha do meu cú o que, de certa forma, não era ruim.

Ajeitou a cabecinha e colocou. Me encolhi. Fiquei olhando para ele e podia ver seu pau, que era maior do que o do Toninho, preso na minha bunda. O Zé filmava a cena, mas eu não estava nem aí. Só estava com medo da dor.

Sílvio tirou de dentro e passou mais lubrificante tornando a enfiar e lentamente foi me penetrando. Hoje, revendo o vídeo vi que deixei entrar, não reclamei, somente fechei os olhos e respirei fundo.

Sílvio começou os movimentos de vai-e-vem me segurando fortemente me fazendo gemer e algo interessante aconteceu. Meu pau começou a endurecer e tentei controlar isso porque não acreditava que estava acontecendo. O Zé percebeu e disse:

- A bichinha tá ficando de pau duro.... Tá gostando de dar o rabo.... Virou mulherzinha.

- Vou mexer no grelinho dela – Disse Sílvio – pegando e massageando o meu pau.

Aí não aguentei e ele foi ficando duro. Sílvio me comia e eu de pau duro mostrando que estava gostando era algo impensável para mim. Eu queria atribuir ao efeito do álcool, mais uma vez, mas sabia que não era só isso.

De tanto ele me punhetar gozei com o pau dele na minha bunda o que provocou risos de todos. Sílvio continuava a me comer falando que eu era a putinha mais safada e gostosa do mundo, até que gozou.

Novamente os três saíram do quarto me deixando sozinho. Eu estava meio que em choque, olhei para a calcinha, para o vestido e não queria admitir que tinha gostado de dar a bunda e de me sentir como se fosse uma mulher. Isso me deixou muito assustado.

Até hoje não sei se eles me deixavam sozinho para que eu refletisse ou se só saíam para beber. Eu fiquei deitado, sem ação, talvez por uma hora quando voltaram.

- Fica de quatro putinha. – Disse o Zé – Vou te comer bem gostoso.

Obedeci. Parecia que nada masculino existia mais dentro de mim. Lubrificou a camisinha e foi enfiando, me fazendo gemer. De quatro parecia ser pior, porque a penetração parece mais funda. Eu tentava fugir, mas ele me agarrava pela cintura e me puxava.

Eles pediam que eu olhasse para a câmera e filmavam ele me comendo e falando que eu era viado e tinha virado mulher, que ia ter que renovar o meu guarda-roupa, comprando calcinhas e vestidinhos, que iam me procurar mais vezes, me faziam dizer que estava gostoso e que a partir de agora só iria dar a bunda.

O Zé continuava a socar e eu já estava ficando cansado de ficar de quatro embora já não sentisse mais dor. Então, ele puxou meu cabelo, mandou eu empinar a bunda e continuou a me comer, até que tirou de dentro de mim, arrancou a camisinha e gozou na minha bunda, ainda enterrando o pau e empurrando a porra dele dentro de mim.

Quando ele desengatou, Sílvio me disse:

- Põe a calcinha. Não quero ver esse pintinho. Agora vai tomar leitinho.

Mais uma vez obedeci, sem nenhuma reclamação e sentei na cama. Sílvio e Toninho vieram na minha direção. Claro que comecei a chupá-los e fui recebendo elogios com o Zé filmando. Toninho gozou no meu rosto e me fez limpar o seu pau.

O gosto da porra não é bom. Parecia meio metálico, gosmento, e fiquei com nojo. Sílvio vendo aquilo fez questão de gozar dentro da minha boca. A consistência, a temperatura, o gosto, tudo é muito estranho e engoli com dificuldade quase vomitando.

- Coloca o vestido sua puta. – Disse Sílvio.

Mais uma vez lá estava eu, de calcinha, vestido curto e sandália como se fosse uma mulher. Era o início da noite e já estava escuro.

- Porra.... – Disse Sílvio – Você é uma mocinha gostosa, mas vamos te liberar. Não procure mais nossa irmã. Ela quer um homem de verdade, não um viado. Agora se quiser, pode nos procurar que podemos fazer uma outra festinha.

Me levaram para fora da casa e devolveram a chave do meu carro e meu telefone. Minhas roupas, camisa, bermuda, cueca foram queimadas na minha frente. Eu podia voltar para casa, mas vestida de mulher.

Saí o mais depressa que pude dali. Estava confuso, arrasado e no caminho comecei a receber mensagens no whatsapp. Eram vários e vários vídeos, com mensagens do tipo: para guardar de lembrança, a menina que você é, a putinha rica que adora um pau, vamos divulgar nas redes sociais.

Parei o carro naquela estrada de terra escura e tive medo. Pensei em ir à polícia e denunciar, porém, passar vergonha além de, provavelmente, ser acusado pois tentei estuprar uma menor. Não tinha o que fazer e resolvi ir para a casa.

Quando cheguei no prédio o porteiro abriu o portão para mim e ainda bem que no meu carro tem insulfilm. Fui para a garagem e entrei no elevador. Para o meu azar, no térreo, a porta se abriu e moradores entraram me vendo de vestido.

Sem jeito, disse que estava vindo direto de uma festa em que os homens se vestiram de mulher e as mulheres de homem. Quando cheguei no meu andar, entrei correndo no apartamento. Meu pai e minha mãe me viram e corri para o banheiro repetindo a mesma desculpa da festa.

Ali tirei o vestido e a calcinha que estava molhada de porra. Entrei rapidamente no chuveiro, minha bunda estava melada com esperma e ainda sentia o gosto na boca do leitinho que havia tomado.

Fui para o quarto levando a calcinha lavada para que ninguém visse e o vestido. Não quis falar com ninguém. Minha bunda doía um pouco e eu fiquei pensando em tudo o que passou. Não foi fácil.

Foi uma dura lição, aprendi e mudei meu comportamento. Nunca mais fui atrás de Marisa e já se passaram uns três anos que isso aconteceu e me deixou sequelas. Já tive outras namoradas e transei normalmente, mas quando as vejo de calcinha, me lembro de tudo o que passei.

É um dilema difícil, porque não sinto atração por homens. Eu gosto de mulheres, gosto de buceta, mas às vezes, tenho vontade de me vestir, me portar como mulher submissa e ser penetrado ou chupar uma rola. A atração não é pelo homem em si, é ser submisso e uma rola também me excita.

Isso é difícil, talvez mais difícil do que ser gay, porque neste caso eu poderia me apaixonar por um homem e tudo bem. Mas como já escrevi, eu me apaixono por mulheres e elas são meu interesse.

Agora, imagine a situação de contar para a minha namorada que eu gosto ou que eu fantasio com estas coisas. Não acredito que haja mulheres que concordariam em manter um relacionamento comigo.

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