O corno ganhando Um cu pra se satisfazer, versão gay
Acho que esse será meu último conto... Então aproveitem a cena. Fiz a versão bi e a versão gay.
A Lais sempre foi minha esposa troféu. Aos 33 anos eu tinha construído tudo que merecia: corpo malhado e definido, dinheiro no bolso e uma loira siliconada ao meu lado. Mas depois de cinco anos o casamento esfriou e eu comecei a desconfiar. Instalei câmeras e microfones no quarto.
Naquela tarde de quinta, assisti ao vivo enquanto um cara de 27 anos, malhado mas bem menor que eu, fodia minha mulher na nossa cama king size. Ouvi cada gemido dela chamando ele de “Carlos” e dizendo que eu era um corno manso. Minha raiva misturada com uma excitação doentia fez minha rola de 20cm ficar dura pra caralho.
Dirigi para casa puto da vida. Quando abri a porta do quarto, os dois pularam assustados. Lais tentou se cobrir. Carlos ficou paralisado, pau ainda duro e brilhando da boceta dela.
Fechei a porta devagar e sorri frio.
— Então é isso... Você veio comer minha mulher no meu próprio quarto, seu filho da puta?
Segurei Carlos pelo pescoço com uma mão só e joguei ele de bruços na cama. Ele tentou resistir, mas eu era muito mais forte, mais pesado e mais musculoso.
— Que porra é essa?! Eu não sou viado!
— Vai ser agora — rosnei, cuspindo na palma da mão e lubrificando meu pau grosso e veioso. — Se você quer comer minha mulher, vai pagar pedágio com esse cuzinho virgem.
Encostei a cabeça grossa no anel apertado dele e forcei a entrada. Carlos berrou alto quando a cabeça abriu caminho.
— Aaaahhh! Caralho, dói! Tira essa porra!
— Cala a boca e aguenta, viadinho.
Meti tudo de uma vez, até o talo. O cu dele apertava desesperadamente ao redor da minha rola. Comecei a socar devagar, depois cada vez mais forte. Aos poucos ele relaxou e o pau dele endureceu de novo contra o lençol.
— Porra... que cu gostoso... apertadinho pra caralho... — grunhi, dando tapas fortes na bunda dele. — Rebola pra mim, sua vadia. Veio foder minha mulher e agora tá gemendo no meu pau como uma puta barata.
Carlos começou a empinar a bunda, rebolando timidamente no começo, depois com mais fome.
— Ahh... seu pau é enorme... tá me arrombando... me fode mais...
Depois de arrombar ele sem piedade por uns quinze minutos, tirei o pau e mandei ele ficar de joelhos. Enfiei minha rola suja direto na boca dele.
— Chupa. Limpa seu próprio cu da minha rola.
Ele engasgou, olhos lacrimejando, mas obedeceu. Fodi sua garganta até gozar forte, enchendo a boca dele de porra grossa. Carlos engoliu quase tudo, tossindo e babando.
Naquela mesma noite, depois que mandei a Lais arrumar as malas e ir embora da minha casa, eu olhei para Carlos ainda nu e tremendo na cama.
— A Lais tá fora. Acabou. Agora você vai ser meu amante. Só meu. Toda vez que eu quiser, você vai vir aqui, limpar esse cu, depilar a bunda e se entregar pra mim como a vadia submissa que você é.
Ele baixou a cabeça, corado, mas o pau dele pulsava novamente.
— Sim... senhor.
A partir daquele dia, Carlos se tornou meu amante fixo.
Ele largou qualquer outra coisa na vida pra estar disponível pra mim. Todo dia, ou quase todo dia, ele aparecia no meu apartamento. Sempre com a bunda limpinha, depilada e cheirosa.
Eu o recebia de forma direta. Muitas vezes nem falava muito. Só apontava pro chão ou pro sofá e ele já sabia o que fazer: tirava toda a roupa e ficava de quatro, bunda empinada pra mim.
Uma noite, ele chegou mais ansioso que o normal. Eu estava só de cueca na sala, pau já semi-duro.
— Tira tudo e fica de quatro no sofá — ordenei.
Carlos obedeceu rápido. A bunda redonda e macia, totalmente depilada, brilhava sob a luz. Cuspi direto no cuzinho rosado e enfiei dois dedos grossos, abrindo ele devagar enquanto ele gemia baixinho.
— Por favor... mete logo... — pediu, voz manhosa e desesperada.
Encostei a cabeça grossa do meu pau de 20cm e meti devagar, deixando ele sentir cada centímetro grosso invadindo seu interior. Carlos soltou um gemido longo e profundo, quase um ronronar.
— Aaaahhh... que delícia... seu pau é tão grosso... me enche todinho... me arromba...
Comecei a socar com ritmo constante, depois cada vez mais forte. As bolas pesadas batiam contra as dele a cada estocada bruta. Carlos rebolava como uma puta profissional, empinando a bunda pra trás, pedindo mais.
— Eu sou sua mulherzinha agora... me fode... me arromba sem pena... sou seu viado particular...
Segurei o cabelo curto dele, puxei a cabeça pra trás e meti ainda mais fundo, batendo forte contra sua bunda macia. O som molhado de pele contra pele e o barulho obsceno do cu dele engolindo minha rola enchiam a sala.
Quando ele estava quase gozando só de levar no cu, tirei o pau e mandei ele vir mamar. Carlos se virou rápido, abriu a boca e engoliu minha rola até onde conseguia, chupando com fome, garganta apertando ao redor da cabeça grossa.
— Isso... mama gostoso, sua vadia... engole fundo...
Fodi a boca dele com vontade até sentir as bolas apertarem. Segurei a cabeça dele firme e gozei direto na garganta, enchendo-o de porra quente. Ele engoliu tudo como um bom menino, lambendo depois até deixar meu pau limpo.
Com o tempo, a rotina ficou ainda mais intensa. Eu chegava do trabalho e ele já estava esperando de quatro na cama, cu lubrificado e piscando de expectativa. Outras vezes eu o fodia contra a parede, de pé, levantando uma perna dele enquanto socava fundo. Ou o colocava de bruços no balcão da cozinha, arrombando sem dó enquanto ele gemia alto.
Carlos desenvolveu uma verdadeira dependência. Ele confessou que não conseguia mais gozar direito sem sentir meu pau grosso abrindo ele primeiro. Virou comum ele implorar:
— Me fode primeiro... por favor... só consigo gozar quando você tá me arrombando...
Eu adorava humilhá-lo enquanto metia:
— Olha só pra você... largou a vida pra vir virar minha puta particular. Veio comer minha mulher e acabou virando minha vadia exclusiva. Esse cu agora é só meu.
E ele respondia gemendo, rebolando mais forte:
— Sim... sou sua vadia... só seu... me usa quando quiser... arromba meu cu todo dia...
O cheiro do apartamento virou um cheiro constante de sexo masculino: suor, porra fresca e cu bem usado. Os sons — gemidos roucos, tapas estalados, rola grossa entrando fundo, garganta engasgando — eram nossa trilha sonora diária.
Eu, que comecei com raiva da traição, descobri um prazer sombrio e viciante em ter Carlos completamente dominado. Ele não era mais o amante da minha ex-mulher. Era meu amante. Meu viado. Minha puta particular.
E toda vez que ele queria gozar, primeiro tinha que rebolar, gemer alto, chorar um pouco de tesão e engolir meu pau grosso como a boa vadia submissa que ele havia se tornado.
Comentem, critiquem, falem do q gostam ou não, se eu voltar a escrever, vou acrescentar as sugestões. Só não sou de fazer séries longas.
Abraços, punheteiros. Ate a próxima.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)