#Corno #Incesto #Teen #Virgem

Retrato de Família (4/5)

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Tugolândia

Quando voltou, a transformação foi lenta, deliberada, calculada para queimar o rapaz por dentro. Ela tinha mudado de roupa com toda a calma, escolhendo cada peça para revelar os seus atributos fantásticos de forma progressiva e torturante. Agora usava uma camisa transparente, quase um véu fino de tecido branco que deixava ver na perfeição as mamas médias e rijas, os mamilos pequenos, escuros e salientes como dois botões duros que se marcavam contra o tecido, já tesos de antecipação. A saia curta de algodão mal lhe cobria o cu em forma de coração, redondo, firme e empinado, sem qualquer calcinha por baixo, a cona depilada em baixo brilhando levemente com a humidade que já brotava do monte de Vénus, onde o pequeno tufo de pelos aparados parecia um convite escuro e macio. O perfume dela invadiu a sala primeiro - doce, quente, misturado com o aroma almiscarado da excitação que subia devagar da racha carnuda -, e o Tiago sentiu o ar ficar mais pesado, mais denso, como se o próprio oxigénio estivesse carregado de tesão.
Ela sentou-se ao lado dele no sofá, tão perto que a coxa quente e macia encostou à dele, a saia subindo o suficiente para ele vislumbrar o início da racha rosada e inchada da cona. Cruzou as pernas devagar, de propósito, deixando que o tecido se afastasse ainda mais, revelando centímetro a centímetro a carne brilhante e molhada. O filho imaginava o coração do Tiago a bater descompassado, o caralho virgem a crescer dolorosamente dentro das calças de ganga, a cabeça já babando pré-gozo só de sentir o calor do corpo maduro dela tão perto.
- Estás nervoso, Tiago? - murmurou ela, a voz rouca e baixa, inclinando-se para a frente de forma que as mamas quase roçassem o braço dele, os mamilos escuros visíveis através do tecido transparente, duros e implorando contacto. - Não tenhas medo, puto. Eu sei que és amigo do meu filho… mas ele não está. E eu gosto tanto de companhia de rapazes jovens como tu. Tão cheios de energia.
A sedução foi lenta, demorada, insuportavelmente sensual, como um fogo que se acende devagar para queimar mais fundo e mais longo. Ela levantou-se primeiro com calma, foi buscar um copo de água fresca à cozinha, e ao voltar deixou cair de propósito um bocado sobre a camisa transparente, o tecido colando-se imediatamente à pele quente, tornando os mamilos ainda mais evidentes, escuros e salientes, como se estivessem a pedir para serem chupados. Sentou-se outra vez, mais perto, a coxa agora colada à dele, a mão dela pousando no joelho do Tiago e subindo devagar pela perna, as unhas arranhando levemente o tecido da calça, sentindo o músculo tenso por baixo. O rapaz tremia inteiro, virgem, mas o corpo respondia com uma ereção brutal que marcava as calças, a cabeça do caralho latejando contra o tecido.
- Deixa-me ver se estás a gostar da companhia - sussurrou ela, os dedos a abrirem o fecho das calças dele com uma lentidão torturante, centímetro a centímetro, como se quisesse saborear cada segundo de vergonha e desejo misturados. O caralho dele saltou livre, duro como ferro, ainda fino, mas latejante, a pele esticada sobre as veias, a cabeça rosada brilhante de baba grossa de pré-gozo que escorria em fio contínuo. A mãe sorriu, puta completa e experiente, e envolveu-o com a mão quente e macia, começando a mexer devagar, o polegar a roçar a cabeça sensível em círculos lentos, espalhando a humidade enquanto lhe sussurrava ao ouvido, o hálito quente contra o pescoço dele: - Calma, puto… respira fundo. Eu vou ensinar-te tudo. Primeiro, vais aprender a aguentar uma bela mamada no caralho, como um homem a sério.
Ela ajoelhou-se entre as pernas dele no tapete da sala, a saia subida até à cintura, a cona já aberta e brilhante de humidade visível por trás. A boca quente aproximou-se devagar, a língua a lamber primeiro as bolas pesadas e cheias, saboreando o suor leve e o cheiro jovem de adolescente, depois a base do caralho, subindo em espiral lenta e molhada até à cabeça, onde rodopiou, chupando a baba com um gemido baixo de prazer. O Tiago gemeu alto, as mãos a agarrarem o sofá com força, as unhas cravadas no tecido. Ela engoliu-o inteiro, devagar, centímetro a centímetro, a garganta a contrair-se em volta do pau virgem, a saliva quente e abundante a escorrer pelos cantos da boca e a pingar em fios grossos sobre as bolas. Chupava com fome, mas controlada, ensinando-lhe a respirar fundo, a não gozar logo, a saborear o calor molhado e apertado que o envolvia como um forno vivo. O som era obsceno e ritmado: gluck-gluck-gluck lento e molhado, misturado com os gemidos abafados e desesperados dele, a saliva a escorrer pelo queixo dela e a pingar no chão da sala. Ela parava de vez em quando, tirava o caralho da boca com um estalo molhado, olhava para cima com os olhos escuros cheios de tesão puro e dizia, a voz rouca: - Respira fundo… aguenta mais um bocadinho… sente como a minha garganta te ordenha o caralho… não gozes ainda, puto, quero que aprendas a durar.
Quando sentiu que ele estava a tremer no limite, parou completamente. Levantou-se devagar, tirou a camisa transparente com um movimento lento, revelando as mamas rijas e perfeitas, os mamilos escuros tesos como pedrinhas, depois deixou cair a saia curta, ficando completamente nua à frente do rapaz virgem. O corpo dela era o sonho molhado de qualquer adolescente: mamas médias e firmes, cu redondo e empinado em forma de coração, cona carnuda e depilada, os lábios inchados e brilhantes de humidade que escorria em fio pela coxa. Deitou-se no sofá, abriu as pernas devagar, bem abertas, e puxou a cabeça dele para baixo com as duas mãos.
- Agora é a tua vez, Tiago. Chupa a cona da mãe do teu amigo como deve ser. Eu ensino-te passo a passo, para ficares um mestre nisto.
O rapaz, ainda virgem, mas já louco de desejo animal, colou a boca à racha quente e molhada. A língua dele hesitou primeiro, tímida, mas ela guiou-o com firmeza e paciência de puta experiente: - Lambe devagar o clitóris… assim, devagarinho… sente como ele incha na tua língua… agora enfia a ponta da língua dentro da cona… chupa os lábios carnudos… bebe os meus sucos, puto, são doces e quentes só para ti. O cheiro da cona dela enchia-lhe o nariz inteiro, um aroma forte, almiscarado e doce que o deixava tonto, o sabor dos sucos salgados e pegajosos a escorrerem-lhe pelo queixo e a pingarem no sofá. Ele aprendeu rápido, lambendo com mais fome, a língua rodopiava no clitóris inchado e durinho. Ela gemia alto, as ancas a mexerem-se contra a cara dele, as mãos a apertarem-lhe o cabelo, os sucos a jorrarem mais abundantes. Ensinou-o a enfiar dois dedos e a curvá-los para dentro, a sentir o ponto G que a fazia tremer e gritar, até ela vir-se na boca dele com um orgasmo longo e violento, o corpo baixinho a convulsionar inteiro, os sucos doces e quentes a inundarem-lhe a língua e o queixo, o clitóris a pulsar contra os lábios dele.
Só então ela o puxou para cima, o caralho dele duríssimo, babando, veias salientes de tanto tesão acumulado. Ela empalou-se devagar sobre ele, a cona quente, apertada e escorregadia a engolir o pau virgem centímetro a centímetro, ensinando-lhe a mexer as ancas, a ir fundo, a bater no fundo dela com força. A foda foi intensa, ritmada, o som molhado e obsceno de ploc-ploc-ploc a encher a sala inteira, o suor a escorrer pelos corpos colados, as mamas dela a saltarem contra o peito dele, os mamilos escuros a roçarem na pele jovem. Ela cavalgava primeiro com fúria controlada, depois virou-se de quatro no sofá, o cu em coração empinado alto, e ele fodeu-a por trás com estocadas cada vez mais fortes e profundas, as bolas a baterem contra a cona encharcada, o cheiro a sexo fresco e proibido a impregnar tudo - suor, cona molhada, pré-gozo.
- Agora o cu, puto - sussurrou ela, cuspindo na própria mão e esfregando generosamente no olho do cu dilatado e brilhante. Ele empurrou devagar, aprendendo a abrir o buraco apertado e quente, sentindo a textura elástica e macia a massagear o caralho como um punho vivo. Quando estava todo enterrado até às bolas, ela começou a mexer-se contra ele, ensinando-o a foder fundo, com raiva, uma mão dela no clitóris a masturbar-se furiosamente enquanto gemia como uma cadela no cio, os gemidos roucos e altos a ecoarem pela sala vazia. O Tiago, já completamente perdido no prazer, fodeu o cu dela com força adolescente, as estocadas brutais e profundas, o suor pingando das costas dele para o cu em coração, as bolas a baterem contra a cona pingante.
Gozaram juntos, ele inundando-a primeiro na cona com jatos quentes e abundantes de porra virgem, depois no cu, a mistura leitosa a escorrer pelas coxas dela em fios grossos e brancos, pingando no sofá e no chão. O corpo dela tremia em orgasmos sucessivos e violentos, as mamas a saltarem, os mamilos duros, os gemidos roucos e entrecortados a encherem o ar, a cona e o cu a contrair-se em torno do caralho dele, ordenhando até à última gota.
O Tiago saiu de casa quase uma hora e meia depois, as pernas a tremer como gelatina, o caralho sensível e latejante dentro das calças molhadas de suor e porra, o rosto vermelho e esgotado, o cabelo despenteado, o cheiro forte da mãe - cona, porra, suor - ainda colado à pele toda. Parou à porta, olhou para ela com os olhos vidrados de gratidão absoluta e desejo insaciável, e murmurou com a voz rouca:
- Eu… volto depois… para devolver o jogo.
A mãe sorriu, ainda nua e brilhante de suor e porra escorrendo pelas coxas, o corpo maduro e perfeito a reluzir sob a luz da tarde, e fechou a porta atrás dele com um clique satisfeito. O filho, quando regressou do cinema com o pai e a irmã, encontrou o apartamento ainda quente, o sofá manchado de humidade fresca, o ar denso e pegajoso de sexo proibido, e soube imediatamente o que tinha acontecido naquela tarde. A irmã piscou-lhe o olho mais tarde, sussurrando os detalhes que a mãe lhe contara entre risos baixos e excitados. O vício dela não parava nunca. E agora envolvia também os amigos mais próximos do filho, transformando o apartamento num bordel secreto onde qualquer caralho jovem e virgem era bem-vindo para aprender a foder como um homem. O fogo da família ardia mais quente, mais fundo e mais insaciável do que nunca, e o filho sentia que aquilo era apenas o começo de algo ainda maior.
O filho soube de tudo quase de imediato, pelos sussurros excitados e nervosos que o Tiago não conseguiu calar na escola, espalhando-se como fogo entre os cacifos do corredor, e pelos olhares cúmplices, cheios de tesão mal disfarçado, que o Pedro, o Rui e o Miguel lhe lançavam durante as aulas, como se já imaginassem o corpo nu da mãe dele brilhando de água e sabão. O segredo tinha-se transformado numa febre colectiva entre os quatro amigos mais próximos, e durante o intervalo, encostados à parede do recreio, fizeram a aposta estúpida e carregada de desejo proibido: o resultado do jogo do Benfica contra o Porto. Se o Benfica ganhasse por mais de dois golos de diferença, o filho perdia e tinha de deixar os quatro espreitarem a mãe dele durante o banho, sem ela saber, através daquele vidro pequeno por cima da porta da casa de banho. O filho, confiante no time e ainda a ferver de raiva pela forma como o Tiago tinha aberto a boca sobre o que acontecera na tarde anterior, aceitou a aposta com um riso forçado, o coração já a bater mais rápido só de imaginar o risco. O Benfica perdeu por três golos. E ele não teve outro remédio senão pagar a dívida, o estômago apertado de vergonha e uma excitação doentia que lhe endurecia o caralho dentro das calças só de pensar no que ia acontecer.
No dia seguinte, bem cedo, os quatro apareceram em casa sob o pretexto inocente de um trabalho de grupo para a escola. O pai já tinha saído para a obra em Almada e a irmã estava na casa da avó em Coimbra. O filho abriu a porta com as mãos suadas, o coração aos saltos, o ar do apartamento já pesado com o cheiro habitual a sexo que nunca saía das paredes. A mãe recebeu-os na sala com um sorriso cordial e caloroso, vestindo apenas um robe fino de seda preta que mal lhe tapava as coxas grossas e macias, o tecido leve e brilhante colando-se ao corpo dela como uma segunda pele húmida. O robe entreabria-se ligeiramente no peito, revelando o vale profundo entre as mamas médias e rijas, os mamilos pequenos, escuros e salientes já ligeiramente tesos contra o material fino, e quando ela se virava de lado o cu em forma de coração marcava-se perfeitamente por baixo, redondo, firme e empinado, a curva perfeita que fazia qualquer adolescente babar. Não trazia nada por baixo - o filho via perfeitamente a sombra escura do pequeno tufo de pelos aparados no monte de Vénus e o brilho húmido que já começava a aparecer na racha carnuda e inchada da cona. O perfume dela, doce e almiscarado, misturado com o cheiro leve da excitação que já subia do corpo, invadiu a sala inteira. Os quatro rapazes ficaram logo com tesão brutal, os caralhos a crescerem dolorosamente dentro das calças de ganga, os olhos colados ao corpo dela como moscas no mel, as respirações curtas e ofegantes, as mãos a tentarem disfarçar os volumes evidentes.
- Olá, rapazes - disse ela, a voz suave e rouca, abraçando cada um com um beijo na cara que durou um segundo a mais, os seios a roçarem-lhes o peito de forma quase impercetível, mas suficiente para lhes endurecer ainda mais os paus. - O meu filho disse que vinham para o trabalho de grupo. Sentem-se à vontade na sala, fiquem como em vossa casa. Eu vou tomar banho agora, que está um calor dos diabos esta manhã. Não demoro nada, prometo.
Mal ela desapareceu no corredor, o robe a balançar e a revelar metade do cu em coração a cada passo, os cinco - o filho e os quatro amigos - arranjaram maneira de subir para bancos e cadeiras no corredor escuro. O vidro pequeno por cima da porta da casa de banho oferecia uma vista privilegiada e perfeita: o interior iluminado pela luz branca do teto, a banheira branca e funda, o espelho grande coberto de vapor e o corpo da mãe que se movia lá dentro com uma lentidão deliberada. O filho sentia o coração a bater na garganta como um tambor, uma mistura tóxica de vergonha profunda, raiva de si próprio por ter perdido a aposta e uma excitação doentia que lhe latejava o caralho dentro das calças, o pré-gozo já a molhar as boxers. Os outros respiravam pesado, os olhos colados ao vidro, os paus duros como ferro a pressionarem o tecido, as mãos a tremerem enquanto se equilibravam nas cadeiras.
Sem que eles dessem por isso, a mãe notou a presença deles imediatamente. O reflexo dos cinco rostos jovens e excitados no cromado brilhante da torneira da banheira denunciou-os como um espelho traiçoeiro. Em vez de gritar ou se cobrir, ela sorriu para si mesma no reflexo, um sorriso lento, perverso e de puta oferecida que o filho conhecia bem de tantas outras tardes. Preparou-se para um show memorável, daqueles que ficariam gravados na memória daqueles rapazes para o resto da vida, um espetáculo de carne madura e tesão puro destinado a enlouquecê-los.
Despiu o robe devagar, com movimentos lentos, sensuais e calculados, proporcionando-lhes os melhores ângulos possíveis dos seus atributos fantásticos e proibidos. Primeiro deixou o robe deslizar pelos ombros morenos e macios, revelando as mamas médias e rijas em toda a sua glória, os mamilos pequenos, escuros e salientes já duros como pedrinhas, a pele a brilhar sob a luz quente do teto. Virou-se de lado devagar, empinando o cu em forma de coração, as nádegas redondas e firmes a separarem-se ligeiramente, mostrando o olho do cu apertado e rosado, enrugadinho e convidativo, enquanto as mamas balançavam pesadamente. Depois virou-se de frente para o vidro, abriu as pernas devagar, bem abertas, e baixou o robe até ao chão com um movimento fluido, expondo a cona carnuda e depilada em baixo, os lábios grossos e inchados já brilhantes de humidade que escorria em fio fino pela coxa, o clitóris durinho e proeminente a pulsar visivelmente, o pequeno tufo de pelos aparados no monte de Vénus molhado e escuro como um convite pecaminoso. O filho via cada detalhe com uma clareza cruel: a forma como a luz incidia na pele húmida dela, o brilho dos sucos que já pingavam da racha aberta, o tremor leve das coxas grossas, o modo como os mamilos se contraíam no ar fresco da casa de banho.
Meteu-se na banheira com a água quente a correr forte, o vapor a subir em nuvens densas e a tornar o ar ainda mais pesado e carregado de desejo. Começou a lavar-se e a tocar-se de forma lenta, sensual e insuportavelmente provocadora, como se soubesse exatamente que cinco pares de olhos jovens estavam colados a ela. Primeiro passou a esponja ensaboada pelas mamas com movimentos circulares lentos, apertando-as devagar entre os dedos, os mamilos escuros a deslizarem entre o polegar e o indicador, torcendo-os com gemidos baixos e roucos que ecoavam nos azulejos brancos e chegavam nítidos até ao corredor. A água quente escorria pelos seios em cascatas brilhantes, pingando dos mamilos tesos como gotas de puro desejo, as bolhas de sabão a deslizarem pela pele morena e a acumularem-se no vale entre os seios. Depois desceu a esponja pela barriga lisa, abriu mais as pernas dentro da banheira, os pés apoiados nas bordas, e esfregou a cona com uma lentidão torturante e deliberada: os lábios carnudos a abrirem-se devagar sob a esponja, o clitóris inchado e durinho a ser circundado em círculos lentos e firmes, dois dedos a entrarem profundamente na racha quente e escorregadia enquanto a outra mão apertava uma mama com força, torcendo o mamilo até ela soltar um gemido alto e gutural de prazer. Os sucos dela misturavam-se com a água e o sabão, escorrendo em fios grossos pela racha aberta e pingando para dentro da banheira com um som molhado e obsceno.
Virou-se de costas para o vidro, empinou o cu em coração contra a porta, abriu as nádegas com as duas mãos, os dedos a cravarem-se na carne firme, e deixou a água quente correr diretamente pelo olho do cu apertado e pelo clitóris, enquanto os dedos da mão direita esfregavam o buraco rosado em círculos lentos e depois enfiavam um, depois dois, fodendo o cu devagar enquanto a outra mão voltava à cona, três dedos a entrarem e saírem com um ritmo cadenciado, o som molhado e pegajoso a ecoar. O corpo dela brilhava inteiro, molhado, ensaboado, os mamilos tesos e escuros, a cona dilatada e pingante, o cu a contrair-se visivelmente em torno dos dedos, os gemidos dela cada vez mais altos, roucos e carregados de prazer puro: “Ai… que delícia… fodam-me assim…”. O filho e os amigos estavam em silêncio absoluto, os caralhos duros como pedra a latejarem dolorosamente, as respirações ofegantes e curtas, os rostos vermelhos, o suor a escorrer-lhes pelas costas, os olhos vidrados naquela visão de puta madura que se tocava só para eles, sabendo que estavam a ser observados.

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