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Nicole a Gótica 2

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O Narrador de Contos

Continuação direta de "Nicole a Gótica"...

Depois de dois meses sem nenhuma informação da Nicole, meu celular tocou:
— Alô? Guilherme?
— Sim, sou eu...
— Oi, sou eu Nicole tudo bem? Preciso muito falar com você. Eu estou em São Paulo você disse que era daqui certo? Pode me encontrar hoje à noite em algum lugar? É importante.
Marcamos de nos encontrar em um shopping perto do terminal Tiete. Quando a encontrei na porta ela parecia ansiosa e preocupada, paramos para conversar dentro de restaurante. Seu rosto estava pálido e tenso enquanto brincava com os dedos trêmulos sobre o tampo da mesa.
— O que houve, Nicole? Você parece preocupada... — Perguntei, sentando-me a sua frente e tomando sua mão fria na minha.
Ela respirou fundo antes de começar a falar:
— Guilherme, eu não sei como te dizer isso, mas... Estou grávida. E o bebê é seu.
Fiquei completamente atordoado com essa notícia, sem palavras para responder. Eu tinha sido tão cuidadoso naquela noite, tomando todas as precauções possíveis para não engravidá-la. Mas agora, olhando para o rosto preocupado dela, eu sabia que era verdade.
— Tem certeza? — Perguntei em uma voz rouca, ainda tentando absorver essa informação surpreendente.
Ela fez que sim com a cabeça:
— Fiz o teste e fui ao médico hoje. Ele confirmou que estou de quase dois meses e meio... O que significa que...
— Significa que o bebê é meu mesmo. — Concluí, sentindo um misto de medo e empolgação tomar conta de mim.
Nicole olhou para mim com olhos suplicantes:
— Eu não sei o que fazer, Guilherme. Não quero ficar sozinha nessa... Por favor, me ajude a cuidar desse bebê.
Eu hesitei por um momento antes de responder, sentindo toda a responsabilidade dessa situação cair sobre meus ombros. Mas então olhei para o lindo rosto dela e soube que não tinha escolha:
— Claro que vou estar com você, Nicole. Não vou deixar você lidar com isso sozinha...
Um sorriso aliviado surgiu nos lábios de Nicole. Eu sentindo meu coração se encher de paixão por essa mulher e aquele sorriso.
Depois de conversamos mais um pouco e jantarmos no restaurante, sugeri que ela fosse comigo para a casa.

— Nicole, fique aqui em casa pelo menos essa noite. — Falei enquanto saíamos do shopping, ainda tentando absorver o choque da notícia sobre a gravidez dela. — Voltar de ônibus na madrugada é perigoso...
Ela hesitou por um momento antes de assentir com gratidão:
— Eu... Eu aceito sua oferta... Mas nada de sexo ou qualquer outra coisa. Não quero complicar ainda mais nossa situação atual.
Eu concordei e chegando na minha casa, preparei o quarto para Nicole dormir e me ofereci para dormir no chão para deixá-la mais a vontade na cama mas ela negou e acabamos deitados juntos na mesma cama conversando sobre o bebê e nossos sentimentos ate ela dormir . Era surreal pensar que logo seríamos pais juntos, mesmo tendo nos conhecido há tão pouco tempo.
Enquanto ela dormia, eu não pude deixar de notar a beleza mesmo sem a maquiagem pesada do dia da festa ela era linda, se o bebe fosse uma menina e puxasse a mãe eu certamente teria problema para separar os meninos de perto dela, dormi com esse pensamento divertido tentando me acostumar um pouco com a ideia de ser pai.

Eu estava tendo um sonho incrivelmente realista sobre a noite que passei com Nicole no banco de trás do meu carro, nossos corpos se movendo juntos em perfeita harmonia enquanto nos perdíamos na paixão. Mas então senti algo quente pressionado contra mim e percebi que não era mais um sonho.
Meus olhos se abriram e vi que estava abraçado a Nicole na minha cama, seu corpo macio aninhado ao meu. Senti uma ereção instantânea quando me dei conta do quanto ela estava perto de mim, nossas pernas entrelaçadas enquanto dormíamos.
Então ela começou a se mexer, esfregando os quadris contra a minha virilha e fazendo meu membro latejar de desejo. Eu não resisti e comecei a acariciar suas costas nuas, sentindo sua pele macia sob minhas mãos.
— Nicole... — Sussurrei no ouvido dela, beijando seu pescoço delicadamente.
Ela acordou assustada ao ouvir meu sussurro e tentou se afastar, mas eu a segurei com força pela cintura.
— Guilherme, não podemos... — Ela protestou fracamente enquanto eu começava a beijá-la, explorando cada centímetro de sua boca macia.
Mas seus protestos foram ficando cada vez mais fracos até que ela começou a corresponder meus beijos apaixonadamente. Nossas mãos percorriam o corpo um do outro enquanto nos perdíamos na paixão, esquecendo completamente dos nossos planos anteriores de não transarmos novamente.
Eu deslizei minha mão por baixo da blusa dela, acariciando seus seios fartos e brincando com os mamilos já endurecidos. Ela gemeu baixinho, pressionando seu corpo ainda mais contra o meu enquanto eu a beijava cada vez com mais intensidade.
Então comecei a descer minhas mãos pelo seu ventre até encontrar o elástico da sua calcinha. A deslizei para baixo, expondo seus lábios macios e molhados para minha exploração. Nicole suspirou quando comecei a acariciá-la intimamente, sentindo-a já tão excitada.
— Guilherme... — Ela pediu com uma voz rouca de desejo enquanto eu continuava meu toque íntimo nela.
Eu não precisava ouvir mais nada. Tirei minha cueca rapidamente e me posicionei entre suas pernas, sentindo a ponta do meu membro roçar sua entrada úmida. Com um movimento lento e constante, deslizei para dentro dela, sentindo seu calor apertado ao redor de mim.
Comecei a me mover dentro dela em um ritmo deliciosamente preguiçoso, querendo prolongar essa sensação incrível o máximo possível. Nicole arqueava as costas e gemia baixinho enquanto eu deslizava para dentro e para fora dela, sentindo suas paredes apertadas se contraírem ao meu redor.
Eu me inclinei sobre ela, beijando cada centímetro do seu pescoço e ombros enquanto continuava minha investida constante. Sua pele estava quente e macia sob meus lábios, seu cheiro doce e excitante enchendo minhas narinas a cada respiração.
Nicole passava as unhas pelas minhas costas, arranhando de leve enquanto eu aumentava o ritmo das estocadas. Ela envolveu suas pernas ao redor da minha cintura, me puxando ainda mais fundo dentro dela com cada movimento.
— Mais forte, Guilherme... — Ela implorou, seu rosto corado e seus olhos brilhantes de desejo. — Quero sentir você inteiro...
Eu obedeci a seu pedido, intensificando minhas investidas até que estávamos nos movendo juntos em um ritmo frenético e selvagem. O som de nossos gemidos e corpos se chocando enchia o quarto enquanto eu me perdia completamente no prazer de estar dentro dela.
Senti meu orgasmo se aproximando rapidamente, minhas bolas ficando cada vez mais apertadas a cada estocada forte que dava. Nicole também estava perto, seu corpo tenso e tremendo embaixo do meu.
— Goza junto comigo... — Sussurrei em seu ouvido, mordiscando o lóbulo da orelha enquanto nossos movimentos se tornavam cada vez mais desesperados.
Com um gemido alto e prolongado, ela atingiu o clímax, suas paredes apertando meu membro com força enquanto eu gozava dentro dela, enchendo-a com minha essência quente. Caímos exaustos nos braços um do outro, nossos corpos ainda unidos em uma conexão íntima e perfeita.
Ficamos deitados juntos por alguns minutos, recuperando o fôlego e apreciando a sensação deliciosa que ainda percorria nossos corpos. Eu não queria me afastar dela nunca mais, sentindo um amor cada vez maior brotar dentro do meu peito enquanto olhava para seu lindo rosto satisfeito.
E foi assim, meus amigos que acabei criando uma família...

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