Garra 3
Eu havia sido possuído por uma força descomunal indescritível que torna cada segundo no mais profundo e intenso prazer. E no ápice, veio a humilhação.
Assim que eu senti a pika do meu cunhadinho deixando meu cu, ficando aquela sensação de estufamento, e meu pau mole (talvez pela intimidação do pau que havia me dominado), soltando um pouco de porra, ao ver aquele rapaz me deixando ali naquele estado e naquela posição, eu senti algo que não posso descrever. Era como se eu estivesse incompleto. Um vazio. Quase um sentimento de urgência de continuidade das estocadas no meu cu. Ainda fiquei um tempinho naquela posição, até vir a me deitar de bruços, tomado de profunda vergonha, impotência e humilhação. Não sabia o que fazer, pensar ou dizer. Só fiquei ali quieto. E de repente ele volto com aquele ar debochado. Disse que se eu enviar duzentos reais pra ele pelo Pix que voltaria a comer o meu cu. Eu xinguei ele e o mandei ir embora. Mas quando olhei, vi que ele estava com a pika dura, se masturbando de leve. Ele riu e perguntou se era sério. Se era mesmo pra ele ir embora. Então ele saiu e voltou com o meu celular. Eu tomei um susto. Achei que fosse filmar. Me sentei rapidamente. Então ele me deu o aparelho e disse pra eu parar de frescura e enviar o Pix, que ele enfiaria a pika. Eu estava a menos de meio metro dele. E de repente, sem conseguir explicar o porquê, eu senti muita vontade de chupar o pau dele.
Ele foi se aproximando ao perceber isso. A minha boca estava a menos de dois palmos de distância. Eu não resisti e fui com a mão, segurar a pika. Mas ele se afastou, sorrindo e dizendo apenas Pix. Eu fiquei tomado pelo momento e sem pensar acabei enviando o valor. Ele pegou o celular dele e conferiu. E ainda conferindo, foi trazendo a pika pra minha boca, segurando meu queixo. De repente não havia mais nada pra mim. Tudo se tornou apenas eu e aquela coisa na minha mão e na minha boca. Eu não sei quanto tempo se passou. Mas eu não queria que aquilo parasse. Eu estava chupando a pika do irmão da minha mulher, como se a minha existência dependesse do leite dele na minha boca. Isso nem faz sentido. Mas eu não respondia mais por mim. E quando ele ficou com as mãos em sua cintura, eu me senti tão submisso, que o olhei quase como se estivesse pedindo. E pouco tempo depois disso, ele segurou minha cabeça e estocou por um tempinho na minha boca. Eu sentia bater na garganta. Dava aquela sensação de quase vômito. Mas não demorou pra eu sentir a gozada dele na minha boca. Ele parou de estocar e só deixou a pika até a metade na minha boca, gozando lá dentro. O primeiro impacto de esperma deu aquele sustinho. Mas eu estava louco de desejo e engoli direto. Cada esguicho que vinha, eu engolia. Até ele terminar de gozar. Ele me fez lamber o restinho e até esfregou a pika na minha cara. E antes mesmo dela amolecer, ele foi me botando de pernas pra cima e me penetrando, forçada-me em um frango assado.
Por uns quinze minutos ele me fudeu assim. O pau as vezes amolecia hum pouco e ele parava com tudo dentro. Foi me deixando alucinado. Eu acabei gozando um pouco antes dele também gozar e encher meu cu de leite.
E foi desse jeito que eu me tornei mulherzinha do irmão da minha mulher.
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Comentários (1)
Mato Grosso 7: Ficou bom , só faltou uma fotinha né
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y