Entregador trouxe amigo feio, dotado e virgem, para comer um cu pela primeira ves
Fala, machos ativos de verdade.
Meu nome é Gilberto, 58 anos, casado, discreto pra caralho. Minha esposa e meus amigos não fazem a menor ideia do que essa bundinha branquinha vive aprontando. Moro na Iputinga, Recife, e toda manhã, entre nove e dez horas, eu tenho o local liberado pra receber macho que gosta mesmo de comer cu de outro macho. Não importa idade, não importa beleza, não importa barriga ou cabelo. O que me deixa louco é o tesão bruto do cara que prefere foder uma bunda apertada de homem do que qualquer boceta.
Olha as fotos que eu deixo aqui de amostra… É assim que eu fico quando o desejo bate forte.
Eu viro uma puta completa. Deito na cama, empino essa bunda branquinha e macia, abro bem as pernas e mostro o buraco rosado piscando, pedindo rola. Igual fiz com o entregador de água moreno, dotado, que apareceu outro dia. Meu email de contato é [email protected]
Ele entrou pra deixar a garrafa, eu já tava só de camiseta e shortinho. Deixei ele ver de relance. Quando vi que o olhar dele demorou, fui pra cima feito cachorra no cio. Deitei de bruços, empinei a bunda e abri tudo.
Ele olhou e falou na hora:
“Bote seu pau aqui dentro desse buraco quente e gostoso.”
Ele riu safado e respondeu:
“Essa bunda é pra viciar qualquer macho, sabia?”
Eu respondi gemendo, já roçando o colchão:
“Sou viciado mesmo em dar a bunda, cara!”
Ele já tava com o pau duro na mão, passando a cabeça grossa na minha entrada e elogiando:
“É linda e gostosa demais! Branquinha e macia pra caralho…”
Ele abriu minha bunda com as duas mãos, sentiu a maciez e encostou o caralho latejando bem no meio do meu cozinho apertado. Eu tremi inteiro. A cabeça grossa foi forçando devagar, abrindo meu cu que é muito apertado. Doeu pra porra no começo, mas o tesão foi maior. Saber que um macho tava usando minha bunda branquinha pra se dar prazer em vez de comer mulher era fogo puro.
Ele meteu mais fundo e rosnou:
“Teu CU é melhor que cu de mulher, sua puta.”
Eu gemi alto:
“AAAIiiiiiiiiii!”
Ele mandou seco:
“Aguenta, cachorra!”
E empurrou tudo. Virou um animal. Me fodeu de quatro, de bruços, no frango assado… batendo forte, gemendo igual louco.
“Não existe bunda tão gostosa, nem cu tão apertado e quente. Bom demais te foder!”
Eu sentia cada estocada, cada vez que ele tirava quase tudo e enfiava de novo, abrindo meu buraco. Quando ele deitou por cima de mim, todo pesado, me prendendo na cama e metendo sem parar, eu virei uma cachorra de verdade. Rebolava, pedia mais, falava que era pra ele gozar dentro.
No final ele tremeu inteiro, apertou minha cintura e gemeu rouco:
“Tô gozando, porra… tô enchendo esse cu!”
Senti o pau pulsar forte lá dentro, jorrando tudo na camisinha. Quando ele tirou, o preservativo tava lotado. Ele olhou pra mim, ainda ofegante, e falou sorrindo:
“Quero mais machos pra comer essa bunda. Vou trazer um amigo, pra foder teu rabo comigo.”
E trouxe mesmo. Dois entregadores já passaram por aqui depois dele. Minha bundinha tá cada vez mais viciada.
Se você é macho ativo, tem tesão em foder cu de coroa casado e discreto, me escreve. Seja objetivo no e-mail:
[email protected]
Manda foto do pau e horário que pode (manhã, entre 9h e 10h). Eu mostro mais fotos e vídeos meus sendo arrombado. Quero sentir você falando que minha bunda é melhor que de mulher, me chamando de puta, de cachorra, enquanto mete fundo.
Tô esperando, machos…
Essa bundinha branquinha e gulosa tá piscando pra vocês.
Beijos no caralho de quem vai me comer amanhã. será você?
**Continuação: “O entregador trouxe o amigo de 18 anos virgem… e eu dei a bundinha pros dois”**
Dois dias depois daquele entregador moreno me arrombar gostoso, ele me mandou mensagem no WhatsApp:
“Gilberto, tá afim de repetir hoje de manhã? Tenho um amigo de 18 anos aqui do lado, entregador também. Ele é virgem, nunca comeu ninguém. É bem feinho, sem sorte com mulher nenhuma, mas tem um pau enorme, torto pra cima e grosso pra caralho. Tá louco pra experimentar um cu pela primeira vez. Posso levar ele?”
Meu cu piscou só de ler. Respondi na hora:
“Pode trazer. Quero dar pra vocês dois. Chega entre 9h e 9h30. Porta aberta.”
Quando eles entraram, eu já tava só de camiseta azul e shortinho preto, de quatro na cama, bundinha branquinha empinada. O moreno (vou chamar ele de Júnior) sorriu safado. O garoto de 18 anos era bem magrinho, pele escura, cara de tímido, dentes tortos, cabelo bagunçado… realmente feinho. Mas os olhos dele brilharam quando viu minha bunda aberta.
Júnior falou rindo:
“Olha aí, neguinho. Essa é a bundinha que eu te falei. Branquinha, macia e gulosa pra caralho. Fala oi pra ele.”
O garoto gaguejou, vermelho:
“Oi… caralho, que bunda linda… nunca vi uma assim.”
Eu rebolando devagar, olhando pra trás:
“Vem cá, novinho. Tira essa calça. Quero ver esse pau que o Júnior falou que é enorme.”
Ele tirou o short e o pau saltou pra fora. Meu Deus… era enorme mesmo, torto pra cima, veioso, cabeça grossa e roxa. Uns 22cm fácil, bem curvado. O garoto tava duro que nem pedra, tremendo de tesão.
Júnior já tirou a roupa também, pau duro latejando:
“Ele tá virgem, viu? Nunca enfiou num cu. Vai com calma no começo, mas depois pode meter bruto. Ele tá doido pra gozar numa bunda de verdade.”
Eu me ofereci feito uma puta:
“Vem, novinho… bota esse pauzão torto dentro desse buraco quente. Eu quero ser o primeiro cu da sua vida.”
O garoto se ajoelhou atrás de mim, tremendo. Júnior segurou minha bunda e abriu bem as nádegas:
“Olha esse cuzinho rosado piscando pra você, mano. Enfia devagar.” Ele cheirou e lambeu antes, pela primeira vez.
Senti a cabeça grossa e torta encostando na entrada. Ele empurrou e gemeu alto:
“Porra… tá apertado demais…”
Eu gemi de dor e prazer:
“Ai que pauzão… vai devagar, vai… abre meu cu, novinho… isso… enfia mais…”
Ele foi empurrando aos poucos. O pau torto dele abria meu buraco de um jeito diferente, raspando na próstata. Quando meteu metade, eu já tava babando no lençol.
Júnior mandou:
“Vai, mete tudo! Ele aguenta. Essa cachorra adora rola.”
O garoto perdeu a vergonha e meteu até o fundo. Eu gritei:
“AAAIiiiiiiiii porraaa! Tá fundo demais!”
Ele gemeu rouco, segurando minha cintura:
“Que cu gostoso… quente pra caralho… melhor que qualquer boceta que eu imaginava… puta merda…”
Júnior riu e falou:
“Teu CU é melhor que cu de mulher, sua puta. Falei pra ele que ia viciar.”
Eles me foderam por quase uma hora em várias posições.
Primeiro de quatro: o novinho metendo com força, batendo as bolas na minha bunda, enquanto Júnior enfiava o pau na minha boca.
Depois eu deitei de bruços, bundinha pra cima. Júnior deitou por cima de mim e me comeu pesado, falando no meu ouvido:
“Não existe bunda tão apertada e quente. Bom demais te foder, coroa safada.”
O garoto de 18 anos ficou olhando, batendo punheta, até que Júnior falou:
“Vem, agora é sua vez de novo.”
Eles me viraram pro frango assado. O novinho deitou em cima de mim, todo desengonçado, mas com tesão de animal. Metia torto, fundo, gemendo feito louco:
“Porra… tô viciado já… quero comer essa bunda todo dia… que delícia…”
Eu respondia gemendo como cachorra:
“Me fode, novinho… usa esse pauzão torto pra arrombar meu cu… sou tua puta agora… goza dentro de mim…”
Júnior segurava minha cabeça e mandava:
“Aguenta, cachorra! Toma rola dos dois!”
Quando o garoto tava quase gozando, Júnior falou:
“Deixa ele gozar primeiro. Enche esse cu virgem de porra, mano.”
O novinho tremeu inteiro, apertou minha bunda com força e gritou:
“Tô gozando… caralho… tô gozando no cu dele… aaaahhh porraaa!”
Senti o pauzão torto pulsar forte, jorrando muito esperma quente dentro da camisinha. Ele ficou tremendo em cima de mim por uns 30 segundos, gemendo sem parar.
Júnior tirou ele e meteu logo em seguida, usando o cu já arrombado e molhado:
“Agora é minha vez de novo. Olha como tá aberto… gostoso pra caralho.”
Ele me fodeu mais uns minutos até gozar também, rosnando:
“Toma, puta… toma mais porra no cu!”
Depois que os dois gozaram, eu tava destruído, bundinha vermelha e aberta, cheio de marca de mão. O garoto de 18 anos ainda olhava meu cu com cara de viciado novo e falou baixinho:
“Obrigado, tio… nunca imaginei que fosse tão bom… posso voltar outro dia?”
Eu respondi sorrindo, ainda ofegante:
“Pode voltar sempre, novinho. Essa bundinha branquinha tá aqui pra vocês dois usarem quando quiserem.”
Júnior piscou:
“Da próxima eu trago mais um amigo também. Essa bunda vai virar ponto de encontro dos entregadores.”
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Comentários (1)
ANAL GOSTOSO: DEMAIS
Responder↴ • uid:1dai2scxib