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Descobrindo a Prima Putinha (depois do flagra)

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Fiquei com o pau duro igual pedra imaginando comendo ela igual o meu pai fez aquele dia.

Alguns meses se passaram desde que flagrei meu pai comendo minha prima Laurinha: /2026/01/conto-124871

Decidi ficar na minha e não questionei nada, nem falei o que tinha visto.

Resolvi esperar uma oportunidade boa pra meter a pica na Laurinha também e a oportunidade veio agora na semana santa.

Como já disse no conto anterior, eu me chamo Renato, tenho 23 anos, branco, barba, 18cm de pica e um corpo atlético devido a musculação, jiu-jítsu e futebol.

Quarta-feira feira dia 01/04/2026 minha tia veio pra casa da minha mãe pra passar o feriado da semana santa, dessa vez veio sem o marido e só trouxe minha priminha sapeca, a Laurinha.

Dessa vez diferente do final de ano, tinha menos gente em casa, só a família mesmo. Elas chegaram e já foram se instalando, Laurinha como sempre querendo ficar no quarto da minha irmã, enquanto a minha tia ficava com minha vó num outro quarto.

Passei a observar minha prima e meu pai, mas a danadinha apesar da pouca idade sabia disfarçar muito bem, assim como o meu pai que na nossa frente não falava nada com a pequena.

Na primeira noite enquanto estávamos todos na área conversando, eu observava a Laurinha brincando com minha irmã, e pensando em como aquela putinha já aguentava pica de homem sem reclamar.

Fiquei com o pau duro igual pedra imaginando comendo ela igual o meu pai fez aquele dia.

Em dado momento em que minha prima e minha irmã vão pro quarto, o meu pai da uma sumida tbm. Mas que depressa me levantei dizendo que ia ao banheiro e fui até o quarto da minha irmã, chegando lá, como imaginei a Laurinha não estava e mais que depressa fui olhar no quarto da empregada e pelo o vitrô vi meu pai sarrando na bundinha dequela safadinha que empinava para encaixar no meu pai, ambos vestidos.

Não passou disso, logo saíram do quarto e meu pai voltou pra área dizendo que já ia dormir e ainda não era nem 22h. Chamou minha mãe e assim fomos todos “dormir”.

Fiquei na espreita, pois sabia que meu pai e foder a Laurinha, e não podia perder. Dito e feito, meu quarto fica próximo a cozinha e ao escutar barulho de porta, já fiquei ligado. Esperei alguns minutos e dei volta pelo o corredor silenciosamente pra espionar pelo o vitrozinho mas dessa vez as luzes estavam apagadas e não pude ver muita coisa, só a silhueta do meu pai em movimento e ouvir a respiração ofegante dele.

Na manhã de quinta, eles foram ao centro da cidade, ficando só eu, minha irmã e Laurinha em casa.
Ali era a chance, e resolvi arriscar, chamei Laurinha e abri o jogo, disse que sabia o que ela e meu pai fazia no quartinho da empregada, ela ficou assustada e quis chorar negando.

Eu disse que não adiantava negar, que desde do réveillon eu já sabia, pois tbm tinha visto eles transando.

Ela começou implorar, pedindo pra eu não contar nada, perguntei desde quando eles faziam aquilo e ela disse que fazia tempo, desde uma vez que ela veio passar as férias aqui em casa.

Fiquei em choque, pois isso já devia ter uns 3 anos. Perguntei se ela gostava de fazer aquilo, ela disse que sim. Quis saber se ela fazia com mais alguém além do meu pai e ela disse que tbm fazia com o Paulo.

Paulo é um primo nosso, me senti otario por só eu não tá comendo aquela putinha.

Resolvi agir rápido e disse que estávamos sozinhos, e minha irmã ainda estava dormindo, que eu tbm queria comer ela.

No começo ela ficou meio em dúvida mas resolveu ceder, levei ela pro meu quarto e mais que depressa liberei meu pau que já estava babando de duro.

Nem precisei pedir e ela já foi segurando e punhetando de leve, aquela garota tão nova, e já sabia muito bem tratar um pau.

Pedi pra ela chupar, o que ela fez muito bem. Engolia até metade, depois ficava passando a língua na cabecinha e voltava engolir e assim ficava num vai e vem gostoso.

Pedi pra ela tira a roupa e ela já foi ficando de quarto e descendo o short, nossa ela tinha uma bundinha muito linda.

Pedi pra ela virar de frente, pois queria ver aquela bucetinha. Quando ela virou, quase gozo, uma bucetinha lisinha, e qual foi minha supresa? A buceta intacta, ainda lacrada.

Na hora eu buguei, como assim? Meu pai e o Paulo ainda não tiraram o lacre? Perguntei e logo ela me falou que meu pai havia dito que era pra ela dar só atrás pra não desconfiarem.

Eu com aquela bucetinha linda na minha frente, meu pau mega duro doido pra invadir aquela xotinha, abri suas perninhas e passei a língua naquela grutinha pequena, dei umas batidinhas com o pau e comecei pincelar, ora pincelava e ora dava uma forçadinha.

Mas a danada era esperta, tomou o controle da situação e passou um pouco de cuspe e no cuzinho e já foi guiando meu pau. Nem me deu chance de tentar meter na bucetinha.

A entrada do cuzinho tava um pouco resistente, besuntei o cuzinho dela de gel e meu pau tbm e fui introduzido, primeiro, a cabeça, depois foi deslizando centímetro a centímetro naquele cuzinho que já não oferecia nenhuma resistência.

Ela fechava os olhinhos, enquanto só minha bolas estavam de fora. Ela ficava imóvel, só de olhos fechados enquanto eu metia e sentia às contrações daquele cuzinho quente.

Aquela menina ja era uma verdadeira putinha, sabia muito bem agradar um macho, pedi pra ela ficar de quatro, e nessa hora mandei ver naquele cuzinho, fodi como um animal e ela só fungando recebendo as estocadas.

Não me controlei e acabei dando uma gozada bem gostosa naquele cuzinho que vazou porra misturada com merda, mas que depreda mandei ela sair e se limpar e fui tomar banho.

Antes dos meus pais chegaram fui conversar com ela e ameaçei novamente dizendo que se ela contasse pro meu pai, eu contaria pra mãe dela e pra minha mãe.

E assim ficamos combinado. Fura de a estadia delas aqui em casa, não tive outra oportunidade pra comer ela, pois acho muito arriscado com gente em casa, mas na noite de sexta-feira, meu pai comeu o cuzinho dela, enquanto eu fiquei só na punheta.

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Comentários (1)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk