#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Aceitei a sugestão de mamãe

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Sandra

Dias depois de meu aniversário, eu estava no meu quarto com mais três amigas. Todas muito alegres combinávamos qual dos meninos nós deixaríamos de pau duro no baile do clube para o qual estávamos nos arrumando para irmos, quando minha mãe, que estava separada do meu pai a mais de cinco anos e que até então jamais tinha saído de casa aos sábado a noite, abre a porta e me pede emprestada minha tornozeleira de ouro, ela estava usando um robe que deixava aparecer o contorno de seus seios bem firmes, o que causou estranheza em todas nós. Peguei a pulseira e a acompanhei a seu quarto, vendo sobre a cama um vestido novinho e um de seus sapatos de salta agulha. Intrigada perguntei onde ela ia. Ela meio encabulada me falou que o professor de álgebra que dava aulas nas mesma classes que ela lecionava geometria, a havia convidado para jantar. Por conhecer o macho, não consegui me controlar e exclamei: Ele é casado mãe!. Ela abrindo um sorriso que a muito eu não via e falou: Ele separou a mês passado. Sabendo que minha mãe é uma pessoa extremamente exigente e conservadora, achei que seria só um jantar. Cheguei de volta do baile às duas da manhã, como de hábito e constatei que minha mãe ainda não estava em casa, preocupada, deitei e não consegui pegar no sono. Já passava das quatro da manhã, quando ouvi minha mãe chegar em casa. Passados pouco mais de três meses eu mal reconhecia minha mãe que passou a se comportar como se tivesse a minha idade, em um dia de semana quando eu e Ma, minha melhor amiga estávamos fazendo eu trabalho escolar em meu quarto, ouvimos a voz de minha mãe na sala e a voz de um homem, em seguida a porta do quarto de minha mãe bateu, passados poucos minutos, ouvi Aiiii, um grito bem alto. Eu e minha amigas corremos para ver o que estava acontecendo e através do porta do quarto de minha mãe a ouvimos chorando e dizendo: Eu não vou aguentar .... Calma relaxa só dói a primeira vez, depois você vai gostar... Hum, tá doendo muito... Calma, vou ficar paradinho um pouco, faz ele piscar para mim, faz... Não dá, tá muito esticado, teu pau é muito grosso hum aí ... Que delícia, seu cuzinho é bem apertadinho... Isso esfrega bem esse seu grelinho... E passamos a ouvir a batida de coxa contra coxa e em seguida, o gozo de minha mãe dizendo... Isso, isso fode meu cu caralho haaa e o uivo de um macho gozando. Eu e Ma, amigas desde o maternal voltamos para o meu quarto hiper tesudas, ambas ainda cabaço, nos olhamos e movidas pelo mesmo impulso, trocamos nosso primeiro beijo lésbico, lascivo, profundo, Ma enfiou a mão dentro do meu shortinho e eu abri o zíper de sua bermuda e pela primeira vez gozamos profundamente no dedo de outra pessoa. Após o gozo, ficamos ali abraçadas sem coragem de olhar uma para a cara da outra, até que Ma falou: Acho que tua mãe estava dando a bunda pela primeira vez. Rimos e eu concordei e levadas pelos comentários do dialogo sacana que tínhamos ouvido acabamos nos beijando e massageando nossos bumbuns. Estamos quase nos despindo em um amasso muito louco quando ouvimos a porta do banheiro bater, com medo de sermos pegas em flagrante, sentamos cada uma em uma ponta da cama e como previsto, minha mãe abriu a porta para nos informar que uma pizza chegaria em minutos e ela queria que nós comêssemos junto com seu namorado. Rimos quando mamãe sentou de ladinho na cadeira, os dois não entenderam nada e quando o comedor foi embora, nós duas enchemos minha mãe de perguntas sobre anal, ela com carinha de putinha falou: Não sei porque perdi tanto tempo, dói muito, mas é muito gostoso sentir o pau latejando lá no fundo e despejando porra lá dentro. No tarde seguinte Ma chegou em casa logo depois do almoço. Assim que fechamos a porta nos agarramos, nos beijamos, nos alisamos nos despimos e deitamos em minha cama. Não sabíamos bem como fazer, mas Ma chupou meu grelo duro, em seguida enfiou a língua na minha buceta, me levando ao céu, gozei contorcendo todo meu corpo, uma delícia e em seguida eu conheci o gostinho da bucetinha de Ma, ela gozou diferente de mim, com os braços e pernas retesados, mas emitindo sons tesudos como eu. Tornamo-nos namoradas, alugamos alguns vídeos de lésbicas e aprendemos várias outras posição além do sessenta e nove. Em pouco tempo, minha mãe percebeu e não se opôs a nossa situação, até que em uma noite em que Ma não foi em casa, minha mãe resolveu conversar comigo e abraçadas como mãe e filha ela falou que eu não podia me definir sem experimentar um homem na cama. Tive que dar razão a ela, embora gozasse muito na boca e no dedo de Ma o máximo que eu já tinha feito com os meninos, era dar uma pegadas e deixa-los roçar a minha bunda por cima da roupa. Ela então propôs fazermos uma viagem, só eu, ela e seu namorado que embora fosse apenas o segundo homem de sua vida, o considerava o máximo na cama e que sabia que ele era louco pela minha bundinha. No dia certo, comecei a tomar pílulas e aproveitando as férias escolares, entramos no carro de meu "padrasto" em um clima que não sei se devo classificar como familiar ou se o melhor termo seria de sensual. Tomamos a estrada sem destino e acabamos em uma cidadezinha do Sul de Minas. Entramos no motel e nós três ocupamos o mesmo quarto, depois do banho, deitamos na mesma cama. Ocupei o lugar do meio e sem rodeios, tanto minha mãe quanto seu namorado passaram a alisar meu corpo e nos despimos, Alberto, namorado de minha mãe ofereceu-me aquele cacete que parecia feito de osso de tão que estava, minha mãe vendo minha empolgação apertando aquele cilindro com as duas mãos, caiu de boca mostrando-me como chupar uma rola e segui seu exemplo recebendo na boca aquele leitinho quentinho. Mamãe pela primeira vez me beijou como mulher e dividiu a porra que eu ainda não tinha engolido. A partir daquele momento, o pouco de timidez que ainda havia, acabou e eu ajoelhei em cima do Alberto, louca para ser furada, mamãe me ofereceu o gel, mas eu não aceitei, passando o dedo na minha racha, mostrei a ela que eu estava bem lubrificada, mamãe apontou a piroca bem na direção do meu canal vaginal senti aquela coisa grossa invadir minha bucetinha virgem e forcei o corpo para baixo, sentindo meu cabaço romper exclamei: Agora sou mulher! Alberto tirou o cacete de dentro de mim e mostrou a minha mãe as manchas de sangue, ela chorou de emoção e recolocou a piroca na posição e desci devagarinho saboreando cada centímetro de rola que entrava. Peguei rapidamente o ritmo, quicando e vendo Alberto chupar os peitos de minha mãe enquanto ela se masturbava como louca com dois dedos enterrados na buceta. Passamos uma semana conhecendo as Cidades da Estrada Real de Minas Gerais de onde voltei arrombadinha e nosso macho foi morar em casa.

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