Raízes Entrelaçadas - 14 - O Diário Proibido
Na tarde calma, Sofia descobre o diário secreto de Ana e lê em voz alta a noite selvagem do casamento da mãe com o imenso caralho de Kembo na sombra do jardim.
Era uma tarde de segunda-feira calma em Algés. O sol de fim de dia entrava enviesado pelas grandes janelas da sala de estar da casa ampla, pintando o soalho de madeira clara com longas listras douradas que tremeluziam como veios de mel. O ar ainda conservava o perfume denso e íntimo da orgia da noite anterior: uma mistura pesada e doce de suor jovem, porra seca colada à pele, o aroma tropical e almiscarado de Mariana que se infiltrara em todas as almofadas, e o cheiro floral suave do champô de coco de Inês, residual do duche coletivo que os quatro tinham partilhado antes de adormecerem entrelaçados no grande sofá.
Ana tinha saído cedo com Mariana para o supermercado, deixando os quatro sozinhos na casa silenciosa. João, Inês, Miguel e Sofia vagueavam ainda preguiçosos, corpos marcados pela noite intensa, peles quentes e sensíveis ao mais leve toque.
Sofia, com apenas uma t-shirt larga de Miguel que lhe chegava a meio das coxas macias, caminhava descalça pelo corredor. Os pés pequenos sentiam o frio agradável da madeira, contrastando com o calor que já começava a subir-lhe pela barriga. Os seios pequenos e firmes balançavam levemente sob o tecido fino, os mamilos rosados já meio endurecidos pelo roçar constante. Tinha uma vontade repentina, concreta, quase urgente: queria o vibrador roxo grande que a mãe guardava no armário do quarto principal. “Vou buscar uma coisa rapidinho”, disse ela aos outros três com voz doce e infantil, lançando um sorriso travesso por cima do ombro antes de subir as escadas.
O tecido da t-shirt roçava nas coxas nuas a cada degrau, enviando pequenos arrepios que se concentravam diretamente na cona já húmida. Não trazia nada por baixo. O ar fresco da casa lambia-lhe a pele depilada, fazendo-a sentir-se exposta e desejada mesmo estando sozinha.
Entrou no quarto de Ana. O cheiro da mãe envolveu-a imediatamente como um abraço quente e proibido: lavanda misturada com pele madura feminina, um toque doce de âmbar e o leve resquício de vinho tinto da noite anterior. A cama ainda estava desfeita, lençóis amarrotados com manchas discretas de humidade seca. Sofia aproximou-se do armário grande de portas de madeira escura, o coração já batendo mais forte. As prateleiras estavam impecavelmente organizadas: conjuntos de renda preta e vermelha, caixas de sapatos de salto alto, perfumes caros. No fundo, escondida sob um monte de lençóis dobrados com cheiro a alfazema, uma gaveta discreta.
Puxou-a devagar. O rangido suave da madeira pareceu ecoar no silêncio. Lá dentro, entre vibradores de vários tamanhos, plugs anal de silicone brilhante, frascos de lubrificante e uma máscara de cetim preto, estava um caderno antigo. Capa de couro castanho desgastada pelo tempo, páginas amareladas nas bordas, um elástico antigo e gasto à volta. O diário de Ana. Tinha um cheiro inebriante a papel velho, tinta desbotada e o perfume antigo que a mãe usava nos anos 90.
O coração de Sofia acelerou tanto que sentiu o pulsar na garganta e na cona. Pegou no caderno com mãos trémulas, fechou a gaveta sem fazer barulho e desceu as escadas quase a correr, os seios pequenos saltitando debaixo da t-shirt, as coxas roçando uma na outra e espalhando a humidade que já escorria.
Na sala, os três estavam exatamente como os deixara. João sentado no centro do sofá só de boxers pretos justos, o volume já semiduro visível sob o tecido. Miguel ao lado, perna esticada, tronco nu musculado brilhando à luz dourada, tatuagens tribais destacando-se na pele bronzeada. Inês deitada com a cabeça no colo de Miguel, o cabelo ondulado espalhado como seda castanha, a mão dele a acariciar-lhe distraidamente as madeixas. Usava apenas uma camisola fina de alças que mal cobria as ancas largas.
- Olhem o que encontrei! - anunciou Sofia, erguendo o diário como um troféu proibido, voz doce, mas carregada de excitação. - No armário da mãe. Estava escondido debaixo dos lençóis. É o diário dela… antigo.
Inês sentou-se de imediato, olhos castanhos profundos brilhando de curiosidade lasciva. Miguel sorriu devagar, um sorriso predador que fez o caralho dele mexer dentro dos boxers. João ergueu uma sobrancelha, já respirando mais fundo.
- Lê alguma coisa - pediu Inês, voz já rouca de antecipação, as faces corando levemente.
Sofia sentou-se no chão à frente deles, pernas cruzadas à indiana, a t-shirt subindo inevitavelmente e revelando a cona depilada, rosada e já brilhante de humidade. Abriu o diário na página marcada com uma fita velha desbotada. A letra de Ana era bonita, inclinada, tinta azul agora pálida.
- É de 1997… o ano em que ela casou com o pai de vocês. Vou ler esta entrada em voz alta.
Sofia pigarreou, imitando o tom que imaginava da mãe naquela época - mais jovem, mais nervosa, mas já tão hedonista. A voz saiu suave, carregada de emoção, quase sussurrada:
“15 de junho de 1997 – Noite do meu casamento
O jardim da quinta estava escuro como breu. Só as luzes distantes das lanternas japonesas chegavam até ao canto mais afastado, perto do muro coberto de hera densa. O meu noivo - o pai de Miguel e Sofia - tinha bebido tanto que caiu para o lado na cadeira principal, apagado, babando no smoking branco. A festa continuava lá longe, risos altos, música de baile, copos a tilintar. Ninguém dava por mim.
Eu estava excitada desde o início do dia. O vestido branco justo colado ao corpo, o véu leve, a adrenalina da cerimónia… mas era o empregado de mesa angolano que me tinha deixado a cona molhada a noite toda. Alto, pelo menos 1,90 m, ombros largos como uma porta, pele negra brilhante de suor, uniforme branco justo que marcava cada músculo definido. Chamava-se Kembo. Tinha sorrido para mim várias vezes enquanto servia os convidados, dentes brancos perfeitos contrastando com a pele escura e quente.
Ele apareceu de repente no canto escuro. Não vi o rosto - a escuridão era total. Só senti o cheiro dele: suor fresco, colónia forte de madeira e especiarias africanas, o aroma quente e animal de homem. As mãos dele eram enormes, calejadas. Agarrou-me pela cintura sem dizer uma palavra. Senti o calor das palmas grossas através do tecido fino do vestido. Empurrou-me contra o muro de pedra fria. O contacto da pedra nas minhas costas nuas fez-me arrepiar toda.
Não conseguia ver nada. Só sentir. As mãos dele subiram pelo meu corpo, rasgaram o vestido nas costas com um puxão seco - ouvi o tecido rasgar com um som obsceno. Os meus seios saltaram livres, pesados e sensíveis. Ele agarrou-os com força, apertando, os polegares ásperos roçando os mamilos que endureceram instantaneamente. Gemi alto, o som abafado pela música distante. A boca dele encontrou o meu pescoço - lábios grossos, quentes, dentes a morderem levemente. O cheiro da pele dele era inebriante: suor, terra, homem puro. A língua dele desceu, lambeu o vale entre os meus seios, depois chupou um mamilo com força, sugando como se quisesse beber de mim. Senti cada puxão direto na cona.
Senti o caralho dele contra a minha barriga - enorme, grosso, quente, pulsando através das calças do uniforme. Desabotoei-o às cegas. Quando o tirei para fora, quase não consegui fechar a mão à volta. Era comprido, pesado, a pele aveludada, mas dura como ferro, a cabeça larga e quente latejando. Senti as veias salientes com os dedos trémulos.
Ele levantou-me o vestido até à cintura. Eu não usava calcinha - tinha tirado antes, sabendo no fundo que isto ia acontecer. Os dedos grossos dele encontraram a minha cona já encharcada. Dois entraram de uma vez, abrindo-me com um som molhado e obsceno. Mexeu-os devagar, fundo, o polegar pressionando o clitóris inchado. Eu tremia, pernas moles, humidade escorrendo.
‘Fode-me’, sussurrei no escuro, voz rouca de desejo.
Ele virou-me de costas contra o muro. Senti o caralho enorme roçar entre as minhas nádegas, depois na entrada da cona. Empurrou devagar. A cabeça larga abriu-me toda - uma dor quente misturada com prazer intenso que me fez ver estrelas. Centímetro a centímetro, ele entrou até ficar todo dentro. Senti as bolas pesadas e quentes contra mim. Fiquei cheia como nunca. Ele começou a mexer - estocadas profundas, lentas, poderosas. Cada entrada fazia o meu corpo bater contra a pedra fria. O som da pele dele a bater na minha era ritmado, molhado, obsceno.
Não via nada. Só sentia: o calor do corpo dele nas minhas costas, o cheiro forte de suor e homem, o som da respiração pesada dele no meu ouvido, o gosto salgado quando ele meteu dois dedos na minha boca para eu chupar. O caralho dele batia fundo, tocando num ponto que me fazia contrair sem parar. Vinha-me sem parar - contrações fortes, humidade escorrendo pelas pernas, pingando na terra do jardim.
Ele virou-me de frente, levantou-me uma perna e entrou outra vez. Fodia-me de pé, as mãos enormes a segurar o meu rabo macio. Depois pôs-me de quatro no chão de terra. O cheiro a terra molhada misturava-se com o nosso suor. Ele entrou no meu cu devagar - o caralho enorme abrindo-me ao meio. A dor era deliciosa, queimando de prazer. Fodeu-me o cu com força, uma mão no meu cabelo puxando, a outra a esfregar o meu clitóris inchado. Eu gritava baixinho, rosto contra a terra, erva na boca.
Veio-se dentro do meu cu com um grunhido profundo e animal, jorros quentes e abundantes que me encheram. Senti cada pulsação grossa. Depois virou-me e meteu na minha boca. Chupei o caralho ainda sujo do meu próprio cu, saboreando o gosto misturado - porra salgada, cona, suor, terra. Ele veio-se outra vez na minha língua, enchendo-me a boca até transbordar. Engoli tudo, lambendo até ficar limpo e brilhante.
Ficámos ali no escuro, ofegantes, corpos colados. O cheiro de sexo era tão forte que quase me embriagava. Ele sussurrou no meu ouvido em português com sotaque angolano forte: ‘Tu és minha agora, noiva.’ Depois desapareceu nas sombras como um fantasma.
Voltei para a festa com as pernas a tremer, o vestido rasgado por baixo, porra escorrendo quente pelo interior das coxas. O meu marido ainda estava apagado na cadeira. Ninguém soube. Mas eu nunca esqueci aquele caralho enorme na escuridão total - só sentidos, só desejo puro, cru, animal.”
Sofia parou de ler. O diário tremia nas suas mãos pequenas. A sala ficou em silêncio absoluto por longos segundos, apenas o som das respirações pesadas e o pulsar coletivo dos corações. Depois Inês soltou um gemido baixo e longo, apertando as coxas uma contra a outra. Miguel tinha puxado o caralho já completamente duro para fora dos boxers, grosso e veioso, a cabeça brilhante de pré-gozo. João respirava pesado, olhos vidrados no diário e depois em Sofia.
- Porra… - murmurou Miguel, voz grave e rouca. - A mãe…
Sofia fechou o diário devagar, o couro quente nas palmas. O ar na sala estava elétrico, carregado de desejo incestuoso e tabu. O cheiro das conas molhadas misturava-se com o suor masculino que começava a libertar-se.
- Quero isso agora - disse Sofia, voz rouca e infantil transformada em pura luxúria. - Quero que me fodam como o Kembo fodeu a mãe. Quero sentir-me cheia, usada, suja… como ela.
Não houve mais palavras. O frenesim explodiu como uma onda quente.
Inês puxou Sofia para o sofá com fome animal, beijando-a profundamente - línguas batendo, saliva escorrendo pelos queixos, dentes roçando lábios inchados. O gosto doce da boca jovem de Sofia misturava-se com o hálito quente de Inês. Miguel ajoelhou-se atrás de Sofia, cuspiu generosamente na mão e meteu o caralho todo na cona apertada dela de uma vez só. Sofia gritou na boca de Inês, o som abafado, mas vibrante. O pau grosso de Miguel abriu-a completamente, batendo fundo contra o ponto G.
João posicionou-se atrás de Inês, levantou-lhe a camisola fina e enfiou o caralho na cona já encharcada dela enquanto ela continuava a devorar a boca de Sofia. Os corpos moviam-se em sincronia perfeita, pele contra pele, suor começando a perlar.
Mudaram de posição em segundos, fluidos como água. Sofia de quatro no tapete macio, Miguel a foder-lhe o cu com força ritmada, o caralho grosso abrindo as nádegas pequenas e empinadas. João na boca dela, segurando o cabelo castanho-claro enquanto ela chupava com gula, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Inês deitada debaixo de Sofia, língua ávida lambendo a cona e o clitóris inchado enquanto Miguel batia fundo no cu. Os quatro gemiam alto, sem vergonha nenhuma, vozes roucas misturando-se.
O som molhado enchia a sala: pele batendo contra pele, baba escorrendo, squirt começando a jorrar quando Sofia veio-se pela primeira vez com um grito longo e trémulo, corpo convulsionado, humidade quente molhando o rosto de Inês e o tapete.
Viraram-na. Miguel e João meteram ao mesmo tempo - um na cona apertada, outro no cu virgem de tensão. Sofia sentiu-se rasgada de prazer, cheia até ao limite, os dois caralhos roçando um no outro através da parede fina. Veio-se outra vez, squirt jorrando com força. Inês montou o rosto de Sofia, esfregando a cona depilada e molhada na boca dela enquanto os rapazes fodiam sem piedade. Depois trocaram: Inês de quatro, Miguel no cu, João na cona, Sofia debaixo lambendo tudo - caralhos, conas, bolas pesadas.
Não havia limites. Caralhos entravam em todas as conas e cus, bocas cheias de porra e humidade, mãos apertando seios, dedos esfregando clitóris. Porra jorrava nos seios pequenos de Sofia, na cara de Inês, dentro de tudo. Eles vieram várias vezes - enchendo, misturando, lambendo tudo de novo com línguas famintas. O cheiro de sexo fresco, porra, cona e suor jovem dominava completamente a casa.
A sessão durou longas horas, corpos suados colados, gemidos roucos ecoando, respirações entrecortadas. Quando finalmente caíram exaustos no sofá, entrelaçados num emaranhado de membros quentes e brilhantes, Sofia sussurrou contra o peito de Miguel, voz cansada, mas feliz:
- Amanhã… lemos outra página…
E os quatro sorriram, olhos semicerrados de prazer, sabendo que o diário antigo acabara de abrir uma porta que nunca mais voltaria a fechar. A família entrelaçada tornava-se cada vez mais profunda, mais suja, mais livre.
>.<
A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção com 24 capítulos, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽





Comentários (3)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkRita: Quero esse negro na minha relação de casada com ou sem o conhecimento do meu marido.
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aTugolândia.: 😉 😅😁
• uid:1asl9jpkd9k