Raízes Entrelaçadas - 12 - A Nova Puta da Família
No regresso, a casa de Algés recebe-os com gemidos. Ana e a empregada entregam-se numa dança lésbica. A família entra e o desejo explode em loucuras sem fim.
O SUV parou finalmente em frente ao prédio de Algés já com o céu tingido de um laranja profundo. Eram quase vinte horas daquele domingo escaldante de março de 2026. Os quatro - João, Miguel, Inês e Sofia - desciam do carro com os corpos ainda latejando do fim-de-semana no monte. O cheiro de terra quente, figo maduro e sexo lento ainda lhes impregnava a pele, misturando-se agora ao ar mais fresco da cidade.
Mal abriram a porta do apartamento, o silêncio habitual pareceu mais denso, quase carregado. O ar condicionado zumbia baixo no fundo do corredor. Um leve aroma a lavanda e café frio pairava, mas por baixo dele, quase impercetível ao início, subia outro cheiro: quente, almiscarado, inequivocamente sexual.
Então ouviram-no. Um gemido baixo, rouco, feminino, vindo do quarto principal.
- Ai, caralho… assim… não pares… mete essa língua mais fundo…
Inês trocou um olhar rápido com Sofia. As duas sorriram ao mesmo tempo, o cansaço da viagem evaporando-se num instante. João empurrou a porta devagar, sem bater.
O espetáculo que os recebeu fez o ar faltar-lhes por um segundo.
Ana estava deitada de costas no centro da cama king-size, completamente nua. O corpo maduro e voluptuoso brilhava de suor e saliva. Os seios grandes e pesados, copa D, subiam e desciam rapidamente, os mamilos escuros e grandes inchados e reluzentes. As pernas grossas e bem torneadas estavam bem abertas, os pés descalços plantados no colchão. Entre elas, de quatro, com o rabo empinado e redondo balançando devagar, estava Mariana.
A brasileira de 24 anos era uma visão que queimava. Pele castanho-escuro, brilhante como cetim molhado, reluzia sob a luz suave do candeeiro. O cabelo cacheado preto e volumoso caía-lhe solto pelas costas, algumas madeixas coladas à pele suada. O corpo era puro pecado brasileiro: seios médios e firmes, cintura fina que se abria em ancas largas e um rabo redondo, empinado, daqueles que faziam qualquer um perder o raciocínio. Estava nua, só com o piercing no umbigo a brilhar. A cona depilada em V exibia lábios inchados e brilhantes de humidade própria e da de Ana.
Mariana lambia Ana com devoção gulosa. Língua plana, larga, subia devagar desde a entrada molhada da cona madura até ao clitóris inchado, chupando-o com força entre os lábios carnudos. Depois descia, rodeava o cu apertado de Ana em círculos lentos e molhados, voltando a enfiar a língua toda na cona, fodendo-a com a boca enquanto dois dedos grossos entravam e saíam devagar, curvando-se no ponto G.
O som era obsceno, molhado, ritmado. Schlick… schlick… misturado aos gemidos roucos de Ana.
- Porra, menina… que língua boa tens… assim… chupa a cona da mamã… mete mais fundo… fode-me com essa boca safada…
Ana tinha uma mão enterrada no cabelo cacheado de Mariana, puxando-a contra si, a outra apertava o próprio seio pesado, torcendo o mamilo sensível. O rosto dela estava corado, os olhos verdes semicerrados de prazer, os lábios carnudos entreabertos.
Inês entrou primeiro, o vestido leve ainda colado ao corpo do calor da viagem.
- Mãe… chegámos…
Ana abriu os olhos devagar. Um sorriso preguiçoso, satisfeito e extremamente malicioso abriu-se nos seus lábios.
- Meus filhos… vieram mais cedo do que esperava. Venham cá. A Mariana está a ser uma boazinha… a tratar tão bem da mamã…
Mariana ergueu a cabeça devagar. A boca brilhava, os lábios inchados e vermelhos, um fio grosso de saliva e humidade de Ana ligando-a ainda à cona da mulher mais velha. Os olhos castanhos-escuros brilharam ao ver o grupo. O sotaque brasileiro, rouco e sensual, encheu o quarto:
- Boa tarde, patrãozinho… patroazinha… vieram quentes, hein? Que tesão ver vocês assim, tudo suado e com cara de quem fodeu o fim-de-semana inteiro… quer ajuda pra aliviar?
O frenesim começou sem mais palavras.
Sofia foi a primeira a despir-se. O vestido leve caiu aos pés dela num segundo. Subiu para a cama de gatas, beijou a mãe na boca com fome profunda. As línguas entrelaçaram-se, Sofia saboreando o gosto forte da própria mãe misturado ao sabor doce e tropical de Mariana que ainda lhe cobria os lábios. Ana gemeu dentro da boca da filha, a mão descendo imediatamente para a cona depilada e já molhada de Sofia, enfiando dois dedos devagar, sentindo-a apertada e quente.
Inês aproximou-se de Mariana por trás. Ajoelhou-se, abriu com as mãos as nádegas redondas e firmes da brasileira e mergulhou o rosto. A língua quente e ávida encontrou primeiro o cu apertado, lambendo em círculos lentos, depois pressionando a entrada, tentando entrar. Mariana soltou um gemido alto e abafado contra a cona de Ana:
- Ai meu Deus… chupa aí, delícia… mete essa língua toda no meu cu… porra, que gostoso…
João e Miguel já estavam nus, caralhos duros e latejantes. Miguel posicionou-se atrás de Sofia, cuspiu na mão, molhou o pau grosso e entrou devagar no cu apertado da irmã mais nova. Sofia gritou de prazer dentro da boca da mãe, o corpo tremendo. João foi para a frente de Ana. Ela abriu a boca com vontade, engolindo o caralho do vizinho até à garganta, baba escorrendo pelos cantos dos lábios e pingando nos seios pesados.
Mariana virou-se com agilidade felina. Ficou de joelhos no centro da cama. Inês deitou-se de costas, abriu bem as pernas. A brasileira desceu a boca sobre a cona depilada e molhada de Inês, lambendo devagar, língua rodando no clitóris inchado, dois dedos entrando fundo enquanto chupava com força. Sofia montou o rosto de Mariana, esfregando a cona jovem e molhada contra a boca da empregada, gemendo enquanto Miguel continuava a foder-lhe o cu com estocadas profundas, mas controladas.
Ana ajoelhou-se ao lado, inclinou-se e começou a chupar os mamilos escuros e duros de Mariana, sugando-os com fome maternal. João meteu o caralho na boca de Ana por trás, fodendo-lhe a garganta devagar.
As posições mudaram num turbilhão de corpos suados. A cama rangia violentamente. O quarto encheu-se de sons crus: gemidos altos, respirações pesadas, o som molhado e obsceno de caralhos entrando e saindo de conas e cus, baba escorrendo, pele batendo contra pele, o squirt de Inês molhando os lençóis quando João a fodeu por trás enquanto Ana lambia o clitóris por baixo.
Mariana foi levantada ao colo de Miguel. Ele enterrou o pau grosso na cona apertada dela, de pé. João posicionou-se atrás e, depois de cuspir, enfiou-se devagar no cu redondo e quente. Dupla penetração. Mariana gritou, voz rouca e brasileira:
- Vai, caralho… me fode gostoso… tá louco, que delícia! Mais fundo… me rasga esses dois buracos!
O corpo curvilíneo dela tremia inteiro entre os dois homens. Ana e Sofia ajoelharam-se em baixo, lambendo as bolas deles, chupando o caralho que entrava e saía, sugando o clitóris inchado de Mariana.
Ana veio-se primeiro, corpo convulsionando, os dedos de Sofia no seu clitóris e a língua da filha na sua boca. Depois Inês, squirt forte escorrendo enquanto João batia fundo e Ana lambia por baixo. Sofia veio-se montada no rosto de Mariana. Mariana explodiu por último, com os dois caralhos enterrados até ao fundo:
- Ai porra… tô gozando… me enche, vai! Enche a buceta e o cu da tua putinha brasileira!
Miguel jorrou fundo na cona dela, João no cu. A porra quente misturou-se e começou a escorrer pelas coxas grossas de Mariana quando eles saíram devagar.
Não pararam.
A tarde transformou-se em noite. Os corpos nus migraram da cama para o chão, para o sofá da sala, para a bancada da cozinha. Porra e humidade marcavam todos os cantos. Mariana foi usada em todas as posições: de quatro na cozinha, um caralho na boca, outro na cona, outro no cu. Deitada na mesa da sala, pernas bem abertas, todos revezando-se. De joelhos no corredor, cinco bocas e mãos à volta dela, chupando um de cada vez.
Inês e Sofia beijaram-se durante longos minutos no sofá, línguas lentas e profundas, dedos entrando e saindo uma da outra. Ana e Mariana fizeram 69 no tapete, línguas famintas, gemidos abafados contra conas molhadas. Os rapazes revezavam-se nas três mulheres, caralhos duros outra vez, porra jorrando em seios, caras, barrigas, conas e cus.
A sessão durou até depois das vinte e duas horas. Quando finalmente caíram todos na cama grande, os corpos estavam exaustos, suados, brilhantes de fluidos. O cheiro da casa era só sexo puro: porra, cona, suor, saliva.
Ana ficou no centro, Inês de um lado, Sofia do outro, Mariana aos pés, João e Miguel por trás das irmãs. Mãos ainda vagueavam devagar, toques preguiçosos.
Ana sussurrou no escuro, voz rouca e satisfeita:
- Bem-vindos, a casa, meus amores… a Mariana fica connosco a partir de agora. Todos os dias. É da família.
Mariana riu-se baixinho, o sotaque brasileiro quente e cansado:
- Pode contar comigo, patroa… tô adorando essa família, caralho… amanhã tem mais, hein?
Inês beijou a mãe na testa, o corpo ainda latejando.
- Vamos dormir… amanhã continuamos.
O silêncio voltou, quebrado apenas pela respiração pesada e satisfeita dos sete corpos entrelaçados. A casa de Algés nunca mais seria a mesma.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção com 24 capítulos, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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Comentários (3)
Tó: TInha de entrar brasileira, e todas alinham na boa, eles espiorran-se à vontade dentro delas e nenhuma engravida? Eles nem se tocam ?
Responder↴ • uid:1dbmpj4uoq5eTugolandia.: Obrigado pelo comentário, pelos vistos todas tomam anticoncepcionais... ou então não. 😉
• uid:1asl9jpkd9kTugolandia.: Actualmente em Portugal a maior parte das empregadas domésticas são Brasileiras. Isso é apenas um facto, gente que não tem medo de trabalho difícil.
• uid:1asl9jpkd9k