Seduzi Mônica a arrombei seu cu em todo canto da casa
Eu me chamo Fernando, 34 anos, moro na Várzea, pertinho da Avenida Afonso Olindense, onde o sol bate quente e o cheiro de rua misturado com mangue é o perfume do dia a dia. Todo santo dia eu via ela: Mônica, a vizinha do 747, aquela morena de cabelo cacheado enorme, corpo de dar água na boca, bundão que balançava gostoso toda vez que ela passava caminhando com as sacolas do mercado. O marido dela, um corno motorista de aplicativo, saía cedo pra bater ponto no Uber e só voltava de noite, exausto. Eu? Tinha folga toda quarta e quinta. Perfeito.
Dia anterior, eu tava voltando da padaria quando flagrei ela de novo na rua, de vestido verde colado, suada, carregando sacola. “E aí, Mônica? Tá carregando o mundo nas costas hoje?” Ela riu, aquele sorriso safado que já me deixava louco. Fui direto: “Deixa eu te ajudar a levar isso pra casa.” Chegamos na cozinha dela, ela ainda de vestido, descalça, mexendo o almoço no fogão – um ensopadinho cheiroso. Eu encostei no balcão, olhando aquela bunda empinada enquanto ela mexia a panela. “Sabe, Mônica… eu te vejo todo dia passando. E todo dia penso a mesma coisa: o corno do teu marido não merece uma mulher dessas.” Ela parou, corou, mas não mandou eu sair. “Fernando… para com isso.” Eu cheguei mais perto, cheirei o pescoço dela. “Para nada. Eu sei que tu também me olha. Confessa.” Ela mordeu o lábio, baixou a voz: “Tu é gostoso demais… eu fico molhada só de te ver na rua.” Foi o suficiente. Dei um beijo nela ali mesmo, língua no fundo da boca, mão apertando aquele bundão por cima do vestido. Desci, levantei o vestido, puxei a calcinha pro lado e chupei aquela buceta quente, molhada, sabor de mulher que acordou há pouco. Depois virei ela de costas, abri as bandas e enfiei a língua no cu dela, fundo, lambendo tudo. Ela gemia baixinho: “Fernando… para… o almoço vai queimar…”
No dia seguinte, quarta-feira, o corno saiu às 6h30 pra bater meta. Eu já tava esperando o portão abrir. Às 7h em ponto bati na porta dela com uma caixinha de presente na mão – lingerie vermelha transparente que eu comprei só pra ela. Mônica abriu de camisola fina, cara de sono, cabelo bagunçado, olhos inchados de quem acabou de acordar. Caralho, tava ainda mais gostosa assim. “Fernando? Que isso?” “Presente pra minha vizinha preferida. Abre.” Ela abriu, viu a lingerie, riu safada. “Tu é louco…” Puxei ela pra dentro, fechei a porta e já meti a mão por baixo da camisola. Sem calcinha. Buceta peladinha, já molhada. Beijei ela com força, chupando aqueles peitos grandes que saltavam da camisola. “Quero te comer agora, Mônica. Quero tudo.” Ela gemeu: “Aqui não… o marido…” “Foda-se o corno. Ele tá trabalhando pra gente foder na cama dele.”
Levei ela pra cozinha primeiro. Sentei ela no balcão, abri as pernas e comi aquela buceta de novo, lambendo o grelo inchado enquanto ela segurava minha cabeça. “Ai, Fernando… que língua gostosa…” Depois botei ela de quatro no chão da sala, pau duro latejando, e meti tudo na buceta quente. Socava forte, batendo aquelas bolas no clitóris. Ela gritava: “Mais forte, caralho! Me fode!” Fomos pro banheiro. Ela de pé, uma perna na pia, eu metendo por trás, vendo no espelho aquela cara de puta safada. Depois, o ponto alto: a cama do corno. Joguei ela de bruços no colchão dele, levantei a camisola e abri aquela bunda enorme. “Quero o cu agora.” Ela pediu: “Deixa eu tomar um banho primeiro, tá suado…” Eu ri, cuspi na rola: “Nada de banho. Quero esse cu natural, com cheiro forte, sabor amargo de quem andou o dia todo.” Ela gemeu envergonhada, mas empinou. Passei manteiga da geladeira no cu dela e no meu pau. Empurrei devagar. “Ai, Fernando… dói… tá muito grosso…” “Relaxa, safada. Esse cu apertado vai abrir pra mim.” Meti devagar, depois mais fundo. Ela gemia de dor e prazer: “Ai meu Deus… tá rasgando… mas não para…” Comecei a socar. O cu dela tava quente, apertado pra caralho, apertando minha rola como se não quisesse soltar.
De repente ela soltou um peido forte, quente, bem no meu pau. “Ai que vergonha, Fernando… desculpa…” Eu ri e meti mais rápido: “Peida mais, vadia. Eu gosto.” Ela tava com dor de barriga, cara vermelha. “Fernando… para… eu preciso cagar…” Mas eu não parei, socava rápido, segurando ela pela cintura. “Aguenta, porra. Quero te ver gozar assim.” Ela aguentou uns 30 segundos, depois empurrou: “Eu vou cagar, caralho!” Correu pro banheiro. Ouvi o barulho dela cagando, gemendo aliviada. Voltou dois minutos depois, envergonhada pra caralho, cara baixa. “Desculpa… eu tô toda suja…” Eu tava de pau duro, brilhando de manteiga. Puxei ela de volta pra cama do corno. “Senta no pau.” Ela sentou devagar. O cu dela ainda tava com resto de merda, quente, molhado. Senti o cheiro forte, o sabor amargo quando ela rebolou. Meu pau entrou todo melado de merda dela. “Olha isso, Mônica… teu cu cagado tá melando minha rola inteira.” Ela olhou pra baixo, viu o pau saindo e entrando todo marrom, e de repente gozou loucamente, tremendo: “Ai caralho… que nojento… que delícia… tu é um porco safado, Fernando! Olha teu pau todo cagado!” Eu mostrei pra ela, puxei a rola pra fora – toda suja de merda dela – e gozei forte, jorrando porra branca misturada com o marrom do cu dela. “Toma, vadia. Olha o que teu cu fez no meu pau.”
Ela gozou de novo só de ver, esfregando a buceta e esculhambando: “Seu filho da puta… me fez cagar no teu pau… e eu adorei, porra!”
Agora a gente fode toda folga minha. O corno continua dirigindo, e a gente continua sujando a casa dele.
Quer mais? Tem muito mais de hoje por diante no site de Selma Recife www.selmaclub.com e no Telegram VIP de Selma e suas amigas www.bit.ly/telemanu . Lá tem o vídeo completo disso tudo, sem censura, só putaria de verdade. Entra lá e se inscreve, seu safado. Tu vai gozar igual eu.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽



Comentários (1)
PUTA DEMAIS ELA: que gostosa
Responder↴ • uid:1dai2scxib