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Raízes Entrelaçadas - 7 - Devagar, Família

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Tugolândia

Os cinco acordam entrelaçados. Ana rende-se ao desejo lento: Inês e Sofia lambem-lhe os seios, Miguel e João roçam os paus duros. Sexo familiar sem pressa.

O sol de março entrava tímido pelas persianas semicerradas do quarto principal do apartamento em Algés, desenhando listras douradas sobre o lençol amarrotado que ainda guardava os vestígios quentes da noite anterior. Eram quase nove da manhã daquele domingo, mas o tempo parecia suspenso; ninguém tinha pressa de enfrentar o mundo lá fora. O ar estava carregado de um aroma denso e íntimo — suor seco misturado com o perfume ambarado da pele madura de Ana, o toque floral suave do champô de coco da Inês e o cheiro fresco, quase doce, da juventude de Sofia. A cama king-size, normalmente generosa, parecia agora acolhedora e pequena com cinco corpos entrelaçados em abandono confiante.
Ana acordou primeiro, os olhos verde-esmeralda piscando devagar contra a luz filtrada. Sentiu imediatamente o calor sólido do corpo de João colado às suas costas: o braço dele repousava possessivamente sobre a sua cintura, a respiração lenta e quente roçando a nuca onde a pequena tatuagem “Resurgam” parecia pulsar. Do outro lado, Sofia dormia de lado, o rosto angelical encostado ao ombro da mãe, uma perna fina e macia enroscada na coxa dela. No centro, Inês estava de bruços, o cabelo castanho-escuro espalhado como um leque sobre a almofada, a respiração profunda e ritmada fazendo subir e descer suavemente as costas nuas. Miguel, do lado oposto, dormia de barriga para cima, o lençol caído até à cintura, revelando o peito musculado e tatuado que subia e descia num ritmo calmo.
Um sorriso lento e profundamente satisfeito curvou os lábios carnudos de Ana. Não havia vestígio de arrependimento no seu peito — apenas uma curiosidade tranquila, maternal e hedonista, e um calor baixo, pulsante, que se instalara na sua barriga desde a noite anterior e não desaparecera. Deslizou com cuidado para fora da cama, os pés descalços tocando o soalho frio de madeira clara. O robe de cetim azul-escuro estava caído no chão; apanhou-o e vestiu-o sem apertar o cinto, deixando-o aberto na frente, revelando o vale profundo entre os seios pesados e a curva suave da barriga madura. Caminhou em silêncio até à cozinha, o tecido sussurrando contra as coxas grossas e bem torneadas.
O aroma rico de café fresco já pairava no ar — alguém se levantara antes. Ao entrar na cozinha moderna e luminosa, encontrou Inês de pé junto à máquina de café, de costas para ela, vestindo apenas uma t-shirt larga de João que lhe chegava a meio da coxa. Os cabelos ondulados caíam-lhe pelas costas, ainda despenteados pelos dedos que os haviam puxado horas antes. Inês virou-se ao ouvir os passos leves, os olhos castanho-escuros brilhando com um misto de sono e cumplicidade.
— Bom dia — murmurou Inês, a voz rouca de sono e dos gemidos prolongados da noite anterior. Sorriu sem qualquer sombra de vergonha, os lábios carnudos ainda inchados dos beijos.
— Bom dia, linda — respondeu Ana, aproximando-se com elegância felina. Parou atrás dela, pousando as mãos na cintura estreita de Inês por cima do algodão fino da t-shirt. Sentiu o calor da pele jovem através do tecido, o corpo tonificado respondendo ao toque. — Dormiste bem?
— Pouco… mas tão bem — confessou Inês, virando-se devagar e encostando-se à bancada de granito. Os olhares prenderam-se. — E tu?
Ana aproximou o rosto, roçando o nariz no dela num gesto íntimo e carinhoso.
— Pouco também. Mas não me importo nada. — Beijou-a devagar, os lábios macios e quentes encontrando-se primeiro com ternura, depois com uma profundidade crescente. A língua de Ana deslizou tímida, explorando, e Inês correspondeu imediatamente, as mãos subindo para o pescoço da mulher mais velha, dedos enfiando-se no cabelo ondulado com reflexos dourados.
O beijo prolongou-se por longos segundos, línguas dançando num ritmo lento e molhado. Quando se separaram, ambas respiravam um pouco mais rápido, o peito de Ana subindo e descendo sob o robe entreaberto. Ana sorriu contra a boca de Inês, sentindo o sabor doce da saliva misturado com o travo residual de excitação.
— Café? — perguntou, a voz baixa e rouca.
— Já está a fazer. Queres um?
Sentaram-se à mesa da cozinha, as canecas fumegantes entre as mãos. O sol batia na madeira clara, iluminando migalhas esquecidas da torrada da noite anterior. Ficaram em silêncio por um momento, apenas olhando uma para a outra com uma intimidade nova e profunda.
— Não sei bem o que dizer — confessou Ana por fim, a voz pausada e elegante. — Nunca imaginei… isto. Com a minha filha, com o meu filho, contigo e com o João. Tudo misturado, assim.
Inês pousou a mão quente sobre a dela, os dedos entrelaçando-se com carinho.
— Não precisas dizer nada, Ana. Só sentir. Se quiseres parar, paramos. Se quiseres continuar… continuamos devagar, ao teu ritmo.
Ana apertou-lhe a mão com força, os olhos verde-esmeralda brilhando.
— Quero continuar. Devagar. Quero aprender-vos. Quero que me ensinem tudo.
Nesse instante, ouviram passos leves no corredor. Sofia apareceu na porta da cozinha, enrolada num lençol branco que mal lhe cobria o corpo pequeno e bem formado, o cabelo castanho-claro emaranhado e os olhos castanhos grandes ainda sonolentos, mas agora com um brilho novo de confiança. Atrás dela surgiu Miguel, só de boxers pretos justos, o corpo definido de personal trainer brilhando sob a luz matinal, o sorriso preguiçoso e predador.
— Bom dia, família — disse Sofia, a voz doce e infantil ganhando um tom mais rouco, mais seguro.
Todos se sentaram à mesa. Ninguém falou de imediato. Apenas beberam o café quente, olharam-se nos olhos, sorriram com cumplicidade. Miguel esticou a perna por baixo da mesa e roçou o pé descalço na canela da mãe. Ana não se mexeu; deixou o toque ficar ali, quente e simples, enviando um formigueiro suave pela pele.
Inês quebrou o silêncio com um sorriso malicioso.
— E se passássemos o dia todo aqui? Sem sair de casa. Sem roupa, sem planos. Só nós os cinco.
Todos concordaram com acenos lentos e olhares carregados de desejo.
O dia desenrolou-se como um sonho acordado, lento e sensorial.
Começaram no sofá largo da sala de estar, onde a luz natural entrava pelas janelas grandes voltadas para o rio. Ana sentou-se no meio, o robe de cetim azul-escuro aberto sobre o corpo voluptuoso. Inês e Sofia deitaram-se uma de cada lado, as cabeças repousando no colo dela. Miguel e João sentaram-se no chão, encostados às pernas delas. As mãos começaram a vaguear com preguiça deliciosa.
Ana acariciou o cabelo ondulado de Inês, os dedos deslizando devagar pelo couro cabeludo, sentindo os fios sedosos. Inês fechou os olhos e ronronou baixinho, como um gato satisfeito. Sofia virou o rosto e beijou a barriga da mãe por cima do cetim fresco, os lábios macios pressionando a pele quente. Ana suspirou fundo, um som baixo e satisfeito que reverberou no peito.
Miguel subiu a mão pela perna grossa da mãe, devagar, até à coxa interior. Sentiu a pele morena clara, macia e quente, com a leve textura das estrias prateadas discretas. Ana abriu ligeiramente as pernas, um convite silencioso. Ele não avançou mais — ficou ali, o polegar fazendo círculos lentos na parte interna da coxa, sentindo o calor aumentar.
João, do outro lado, acariciou a perna fina de Sofia, subindo até à curva da anca. O lençol escorregou um pouco, revelando a pele dourada da barriga. Sofia sorriu, deixando-o deslizar a mão por baixo, tocando a pele nua e lisa, sentindo a respiração dela acelerar.
Nenhum beijo profundo, nenhum toque direto nos sexos. Apenas carícias leves, explorações suaves que faziam o ar encher-se de respirações mais pesadas. O cheiro de excitação começava a misturar-se com o aroma do café. Era como se quisessem saborear cada segundo, cada textura, cada suspiro.
Ao fim da tarde, quando a luz dourada se tornava mais quente, mudaram para o quarto. A cama ainda estava desfeita, os lençóis impregnados do cheiro da noite. Despiram-se devagar, peça a peça. O robe de Ana caiu primeiro, revelando os seios grandes e pesados, os mamilos escuros já inchados. Depois a t-shirt larga de Inês, expondo o corpo curvilíneo e a cona depilada. O lençol de Sofia deslizou, mostrando os seios pequenos e firmes, a pele dourada. Os boxers de Miguel e João caíram, revelando os paus já semi-duros, pesados e quentes.
Deitaram-se nus, corpos colados, pele contra pele. O cheiro era agora intenso — suor leve, excitação crescente, o perfume residual de todos misturado num aroma almiscarado e viciante.
Ana ficou no centro. Inês deitou-se em cima dela, seios médios-firmes contra os seios pesados da mulher mais velha, barriga contra barriga. Beijaram-se devagar, línguas dançando num ritmo molhado e preguiçoso. Sofia deitou-se ao lado, beijou o pescoço da mãe, depois desceu para o ombro, lambendo a clavícula com a ponta da língua. O sabor salgado da pele madura encheu-lhe a boca.
Miguel posicionou-se atrás de Inês, o pau duro e grosso encostado às nádegas redondas dela, mas sem entrar. Apenas roçou devagar, sentindo o calor húmido que já escorria. João ficou atrás de Sofia, fez o mesmo — o pau deslizando entre as coxas finas dela, roçando na humidade quente da cona jovem sem penetrar, apenas provocando.
Gemidos baixos enchiam o quarto. Ninguém tinha pressa. Moviam-se como numa dança lenta e sensual.
Ana sussurrou, a voz rouca e maternal:
— Quero sentir-vos todos… devagar.
Inês desceu com a boca. Beijou os seios pesados de Ana, chupou um mamilo devagar, sugando-o com força suave, depois o outro. Ana arqueou as costas, a mão enterrada no cabelo de Inês. Sofia juntou-se, lambendo o outro mamilo rosado e inchado, a língua rodando em círculos lentos. Mãe e filha mais nova chupavam os seios de Ana enquanto Inês descia mais, beijando a barriga suave, o umbigo, até parar na entrada da cona madura.
Lambeu devagar, a língua plana saboreando as dobras húmidas e o triângulo curto de pelos. O sabor almiscarado e doce da excitação de Ana invadiu-lhe a boca. Ana gemeu alto, as ancas subindo instintivamente.
Miguel e João continuavam a roçar os paus escorregadios de pré-gozo. Sofia virou-se e beijou o irmão devagar, línguas encontrando-se num beijo molhado e incestuoso. Miguel gemeu na boca dela, as mãos apertando-lhe o rabo pequeno e empinado.
Inês continuou a lamber a cona de Ana, círculos lentos no clitóris inchado. Ana veio-se primeiro — um orgasmo longo, silencioso, o corpo maduro tremendo devagar, as mãos agarradas aos lençóis, a humidade quente escorrendo pela língua de Inês.
Depois Inês subiu, sentou-se na cara de Ana. A mulher mais velha lambeu-a devagar, a língua explorando cada dobra da cona depilada e molhada. Inês rebolou as ancas em círculos lentos, gemendo baixinho.
Sofia montou Miguel. Desceu devagar sobre o pau grosso do irmão, gemendo quando ficou toda cheia, as paredes da cona apertando-o. Mexeu-se devagar, ancas rodando, sentindo cada centímetro dentro dela.
João posicionou-se atrás de Inês, meteu devagar na cona dela enquanto Ana continuava a lamber o clitóris. Sentiu a língua quente da Ana roçar-lhe ocasionalmente as bolas — um toque acidental que o fez gemer fundo.
Todos se moviam devagar. Ritmo constante, sem pressa. Orgasmos vinham um a um, longos, profundos, acompanhados de suspiros e gemidos abafados. O som molhado de corpos unidos, de caralhos deslizando em conas húmidas, enchia o quarto.
A noite caiu lá fora. Continuaram. Mudaram de posições com lentidão deliberada. Ana de quatro, Miguel atrás dela, fodendo-a devagar com estocadas profundas. Inês deitada debaixo, lambendo o clitóris da Ana enquanto o filho a penetrava. Sofia e João ao lado, ela a cavalgar devagar o pau dele, as mãos dele segurando-lhe as ancas finas.
Nenhum grito. Só suspiros, gemidos baixos, o som molhado e obsceno de carne contra carne, respirações entrecortadas, o cheiro denso de sexo enchendo o ar.
Quando finalmente pararam, já passava da meia-noite. Ficaram deitados, suados, colados uns aos outros, mãos entrelaçadas, peles brilhando sob a luz ténue do candeeiro.
Ana sussurrou no escuro, a voz rouca e carregada de emoção:
— Isto… isto é o que eu queria sem saber que queria. Vocês todos. Juntos. Devagar. Sempre.
Inês beijou-a na testa com ternura.
— Então fica. Sempre que quiseres, Ana.
Sofia aninhou-se mais contra o corpo da mãe, o rosto entre os seios pesados.
— Eu amo isto. Amo-vos a todos.
Miguel e João sorriram no escuro, os corpos ainda quentes e satisfeitos, sabendo que aquele domingo em Algés tinha selado algo irreversível e profundamente delicioso.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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