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Raízes Entrelaçadas - 6 - A Mamã Deixou de Fingir

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Tugolândia

Noite fria em Algés. Quatro corpos quentes regressam do concerto. Ao lado, Ana, a mãe voluptuosa, espera no sofá. O voyeurismo vira línguas, caralhos e gemidos.

O táxi parou em frente ao prédio antigo de Algés pouco depois da uma e meia da manhã. Tinham vindo directamente do concerto na Gulbenkian — uma noite de jazz suave que servira apenas de pretexto para toques discretos por baixo das mesas, beijos roubados nos corredores escuros e orgasmos abafados no fundo da sala. O ar de março ainda trazia o frio cortante, mas os quatro corpos que desceram do carro ardiam por dentro.
Inês caminhava devagar, o vestido preto colado à pele húmida. Sentia a mistura quente do seu próprio gozo e do esperma do irmão a escorrer-lhe lentamente pela coxa interna, um fio viscoso e proibido que lhe provocava arrepios a cada passo. O cheiro dela — doce, almiscarado, com um toque de coco do champô — subia-lhe até ao nariz. João segurava-lhe a mão, o polegar desenhando círculos lentos na palma, como se ainda estivesse enterrado fundo dentro dela.
Miguel ia à frente, braço protector em volta da cintura fina de Sofia. A saia plissada curta da rapariga roçava-lhe na perna a cada movimento, e ele sentia o calor da cona dela ainda latejante contra a sua coxa. Nenhum deles falava. O silêncio era cúmplice, carregado de memórias recentes: os dedos grossos de Miguel dentro de Sofia no metro, a boca gulosa de Inês no pau de João no comboio, os olhares trocados quando os outros passageiros quase percebiam o que se passava.
Chegaram ao prédio e subiram até ao segundo andar. Pararam em frente à porta do apartamento de Miguel, Sofia e Ana. Miguel tirou a chave e rodou-a devagar.
A luz da sala estava acesa, quente e acolhedora. O cheiro familiar de lavanda, âmbar e pele feminina madura chegou-lhes imediatamente.
Empurraram a porta.
Ana Margarida Santos Oliveira estava sentada no sofá grande de veludo cinzento, pernas cruzadas com elegância natural. O robe de cetim azul-escuro, curto até meio da coxa, abraçava-lhe o corpo voluptuoso de quarenta e oito anos como uma segunda pele. O decote profundo revelava a curva pesada e ainda firme dos seios em copa D, a pele morena-clara salpicada de sardas leves no peito e ombros. O cabelo castanho-médio com reflexos dourados caía-lhe ondulado até aos ombros, algumas madeixas grisalhas brilhando à luz suave do candeeiro. Os olhos verde-esmeralda ergueram-se do livro que tinha no colo, intensos, ligeiramente amendoados, com as pequenas rugas de expressão que lhe davam um ar ao mesmo tempo maternal e predador.
— Olá, meus amores — disse ela, voz rouca e quente, pausada. Um sorriso lento curvou-lhe os lábios carnudos. — Demoraram. O concerto deve ter sido… intenso.
Miguel parou à entrada da sala, o corpo musculado ainda tenso.
— Mãe… ainda acordada?
Ana fechou o livro devagar, marcando a página com um dedo de unha bem cuidada. O movimento fez o robe abrir-se mais um centímetro, expondo a linha suave da barriga madura e a curva generosa da anca larga.
— Não conseguia dormir. Fiquei aqui à vossa espera. — Olhou-os um a um, reparando no rubor das faces, no cabelo despenteado de Inês, no brilho húmido nos olhos de Sofia, na forma como João protegia a irmã com o corpo. — E pelo cheiro que trazem… parece que a noite foi muito melhor do que o jazz.
Inês sentiu um calor subir-lhe pelo pescoço até às faces. O robe da Ana deslizara ligeiramente na perna, revelando mais pele macia, com a celulite leve natural que só tornava a mulher mais real, mais desejável. O cheiro dela chegava agora mais forte — lavanda misturada com pele quente feminina madura, um toque doce de âmbar e, por baixo, o aroma subtil, mas inconfundível de uma cona já húmida de antecipação.
João pigarreou.
— Foi uma noite longa… concerto, jantar… o regresso de comboio.
Ana sorriu, quase predador. Os lábios entreabriram-se devagar.
— Percebo. O cheiro diz tudo. — Inalou profundamente, narinas dilatando-se. — Há aqui um aroma doce… feminino… misturado com suor jovem e porra fresca. Muito excitante.
Sofia corou violentamente, as pernas apertando-se uma contra a outra, sentindo a própria cona pulsar.
— Mãe…
Ana pousou o livro e levantou-se com graça felina. O robe abriu-se mais, revelando a camisola de cetim curta por baixo — sem soutien, mamilos grandes e escuros marcando o tecido fino como pedras preciosas. Caminhou descalça até eles, passos suaves no soalho de madeira antiga. Parou em frente da filha. Acariciou-lhe o rosto com as costas da mão, polegar roçando o lábio inferior da rapariga.
— Estás quente, Sofia. E molhada, não estás? Sinto o teu cheiro doce daqui misturado com o do teu irmão.
Sofia engoliu em seco. Acenou com a cabeça, quase impercetivelmente, os olhos castanhos-claros brilhando de vergonha e desejo.
Ana virou-se para Miguel, o filho mais velho. O olhar desceu sem pressa até à protuberância evidente nas calças dele.
— E tu, meu menino? A ver a tua irmã e os vizinhos a divertirem-se… sem participar? O teu caralho deve estar a latejar dentro das calças.
Miguel ficou calado, mas o pau endureceu ainda mais, empurrando o tecido com força.
Depois Ana olhou para Inês e João, o sorriso tornando-se mais malicioso.
— Vocês os dois… irmãos de sangue, não é? Ouvi os gemidos através da parede todas as noites. Nunca julguei… mas acho fascinante. Tão bonito. Tão natural.
Inês sentiu um formigueiro intenso na barriga, a cona pulsando. A presença de Ana era magnética — madura, confiante, sem qualquer vestígio de vergonha. O piercing escondido no clitóris dela latejava só de imaginar aquela boca carnuda entre as suas pernas.
— Quer… juntar-se a nós? — perguntou Inês, voz rouca, quase suplicante.
Ana lambeu o lábio inferior devagar, saboreando o momento.
— Quero ver primeiro. Depois… talvez. Sentem-se. Mostrem-me como se amam quando ninguém está a olhar.
Sentaram-se todos na sala ampla. A luz baixa do candeeiro de pé criava sombras suaves e sensuais nos corpos. Ana instalou-se na poltrona grande, pernas cruzadas, robe agora completamente aberto na frente, revelando as coxas grossas e bem torneadas, a barriga suave com a pequena curva feminina, e o triângulo bem aparado de pelos castanho-escuros sobre a cona já brilhante de humidade.
— Continuem — ordenou ela, voz baixa e elegante tornando-se deliciosamente suja. — Fodem-se para a mamã ver.
Miguel foi o primeiro a mexer-se. Aproximou-se de Sofia, beijou-a devagar no pescoço, língua traçando a linha da jugular. Ela gemeu baixinho, um som doce e infantil. Ele subiu-lhe a saia plissada, revelou a cona completamente depilada, lábios inchados e brilhantes de humidade. Os dedos grossos deslizaram devagar pelos lábios exteriores, abriram-na ligeiramente, expondo o interior rosado e molhado.
Sofia abriu as pernas sem hesitar, encostada ao sofá, olhos semicerrados.
Ana observava, respiração acelerando. A mão dela desceu para o próprio colo, por cima do cetim, pressionando levemente o monte de Vénus. Os mamilos inchavam visivelmente sob o tecido fino.
João puxou Inês para si. Beijou-a fundo, língua lenta e possessiva, explorando cada canto da boca da irmã. Levantou-lhe o vestido, expôs as coxas claras, a cona depilada brilhando à luz fraca. Meteu dois dedos devagar, sentiu-a apertar em volta deles, quente e escorregadia.
Inês gemeu dentro da boca dele, ancas mexendo-se contra a mão do irmão.
Ana abriu completamente o robe. Por baixo, apenas a camisola curta de cetim. Afastou as pernas, revelou a cona madura, lábios carnudos já abertos e húmidos. Começou a tocar-se devagar, círculos lentos no clitóris inchado, o piercing pequeno brilhando.
— Continuem… — sussurrou, voz rouca. — Fodem-se para a mamã ver.
Miguel deitou Sofia no sofá. Abriu-lhe as pernas largas, desceu com a boca. Lambeu devagar, língua plana percorrendo dos lábios ao clitóris, saboreando o gosto doce e jovem da irmã. Sofia agarrou-lhe o cabelo preto, ancas subindo, gemendo “mano… ai que delícia…”.
Ana gemia baixinho, dedos agora dentro de si, entrando e saindo com um som molhado e obsceno. Os olhos verde-esmeralda não perdiam nenhum detalhe.
João sentou Inês no braço largo do sofá. Abriu-lhe as pernas, chupou-lhe os mamilos rosados por cima do vestido fino. Depois baixou-se, lambeu-a devagar, língua larga e quente cobrindo toda a cona. Inês encostou a cabeça para trás, olhos semicerrados, olhando diretamente para Ana.
Ana encontrou o olhar dela. Sorriu, maliciosa.
— Vem cá, Inês. Deixa a mamã provar essa cona doce.
Inês levantou-se, pernas trémulas de desejo. Aproximou-se. Ana puxou-a para o colo, face a face. Beijou-a devagar — lábios macios e carnudos, língua quente com sabor a vinho tinto. As mãos experientes subiram pelas coxas claras da mais nova, encontraram a cona molhada, esfregaram devagar, espalhando a humidade.
— Tão molhada… tão quente… — murmurou Ana contra a boca dela. — Gostas que uma mulher mais velha te toque assim? Que a mãe do teu amante te foda com os dedos?
— Adoro… foda-se, adoro… — respondeu Inês, voz entrecortada, rebolando no colo de Ana, roçando os seios médios nos seios pesados da mulher mais velha.
Do outro lado da sala, Miguel tirou as calças. O pau grosso, veias salientes, cabeça brilhante de pré-gozo, saltou livre. Sofia ajoelhou-se no sofá, chupou devagar, língua rodando na cabeça grossa, olhos inocentes erguidos para o irmão.
Ana observava tudo enquanto fodia Inês com dois dedos curvos, polegar pressionando o clitóris.
— Quero provar essa cona doce — disse de repente, voz suja.
Puxou Inês para o chão, deitou-a de costas na alcatifa macia e quente. Desceu com a boca sem pressa. Lambeu devagar, saboreando cada gota, língua entrando fundo, depois subindo para sugar o clitóris com força. Inês arqueou as costas, gemeu alto:
— Ai foda-se… que língua boa, Ana… chupa-me assim…
Sofia aproximou-se, beijou Inês na boca com fome enquanto a mãe dela a devorava. Miguel posicionou-se atrás da irmã, esfregou o pau na entrada da cona dela, entrou devagar, centímetro a centímetro, até ficar todo enterrado. Sofia gemeu dentro da boca de Inês.
A sala encheu-se de sons: respirações pesadas, gemidos abafados, o som molhado de línguas e dedos, o cheiro forte e inebriante de sexo — suor jovem, humidade feminina, porra, lavanda e âmbar misturados.
Ana veio-se primeiro. Dedos enterrados na própria cona, boca colada à rata de Inês. Corpo maduro a tremer, gemido rouco e longo, jorro quente escorrendo pelos dedos.
Depois Inês — língua experiente de Ana no clitóris, dedos de Sofia apertando-lhe os mamilos. Veio-se com um grito baixo, corpo convulsionado, squirting leve molhando o queixo de Ana.
Miguel acelerou dentro de Sofia, grunhindo. Veio-se fundo, jorros quentes enchendo a cona da irmã.
João, que se masturbava devagar enquanto via o espetáculo, aproximou-se. Ana olhou para ele, olhos verdes brilhando de luxúria.
— Vem. Quero sentir esse caralho jovem dentro da mamã.
Ele deitou-se ao lado dela na alcatifa. Ana montou-o devagar, segurou o pau grosso e desceu, centímetro a centímetro, até ficar completamente cheia. Gemeu alto, cabeça inclinada para trás:
— Tão duro… tão fundo… fode a tua vizinha madura, João…
Mexeu-se devagar, ancas rodando em círculos sensuais, seios pesados balançando dentro da camisola de cetim. Inês e Sofia aproximaram-se, lamberam os seios de Ana, chuparam os mamilos grandes e escuros que inchavam ainda mais. Miguel juntou-se, beijou a mãe no pescoço, mãos apertando-lhe o rabo macio.
Ana acelerou o ritmo. Veio-se outra vez, cona apertando o pau de João como um punho quente e molhado. Ele não aguentou — grunhiu, veio-se dentro dela, jorros quentes e abundantes enchendo a mulher mais velha.
Ficaram todos ali, no chão da sala, corpos entrelaçados, suor a secar na pele, respirações acalmando lentamente. O ar estava pesado de cheiros sexuais.
Ana acariciou o cabelo castanho-claro de Sofia com ternura maternal.
— Isto… isto fica entre nós. Mas quero mais. Muitas noites assim. Sem segredos. Sem limites.
Inês sorriu, encostada ao peito suado do irmão, sentindo o coração dele bater forte.
— Bem-vinda ao clube, Ana.
A noite não terminou ali. Migraram todos para a cama grande do quarto principal — o de Ana, no apartamento ao lado. Corpos nus, quentes, colados. Ana no meio, Inês de um lado, Sofia do outro, Miguel e João por trás. Mãos vagueavam devagar — dedos traçando curvas, bocas roçando pele, caralhos semiduros descansando contra coxas e rabos. Toques leves que voltavam a acender o fogo devagarinho.
Ninguém dormiu muito. O amanhecer de março encontrou-os ainda a explorar — lentos, sensuais, insaciáveis —, a família expandida agora ainda mais unida pelos fluidos, pelos gemidos e pelos segredos partilhados.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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Comentários (4)

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  • Lex75: Incrível como descreves algo tão puro como o sexo entre a família...e acredita que eu sei muito bem que não há mesmo nada melhor...do que sexo entre família.

    Responder↴ • uid:bqlg01kv4
    • Tugolandia.: Obrigado

      • uid:1asl9jpkd9k
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
    • Tugolandia.: Obrigado

      • uid:1asl9jpkd9k