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"fio terra" é o vício do meu marido

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Eu e meu marido sempre fomos aquele casal que todo mundo olha e pensa: “caramba, como eles conseguem ser tão perfeitos juntos”. Namoramos, noivamos, casamos e construímos uma família linda aqui em Pernambuco, seguindo lado a lado há mais de doze anos. As pessoas comentam que se espelham na gente, que nossa relação é exemplo de respeito e cumplicidade. Por fora, somos discretos, quase invisíveis. Mas o que acontece entre quatro paredes… ah, isso é só nosso.

Resumo do que vem agora: uma noite comum que virou loucura total quando meu marido confessou um desejo novo, daqueles que fazem o corpo inteiro latejar. Eu aceitei na hora, e o que rolou foi um tesão cru, dolorido e delicioso, com ele gemendo de quatro, eu enfiando brinquedos no seu cu apertado enquanto cavalgava sua rola grossa até gozarmos juntos, suor, porra e gemidos ecoando no quarto. Se você curte ver casais reais vivendo suas fantasias mais safadas, sem frescura, vai querer acompanhar cada detalhe, cada aventura que eu posto depois dessa. Porque isso foi só o começo… e eu prometo que as próximas vão ser ainda mais intensas.

Tudo começou numa noite quente de março, em nosso apartamento no Recife, com o vento do mar entrando pela janela entreaberta. Eu tava deitada no sofá, só de camisola fina, quando ele chegou do banho, cheirando a sabonete Dove e com aquele olhar que eu já conhecia: tesão misturado com vergonha. Sentou do meu lado, passou a mão na minha coxa e soltou de uma vez:

— Amor, tá rolando um negócio na minha cabeça faz tempo… Eu tava me batendo outro dia, toquei no cu sem querer e… caralho, deu um tesão do caralho. Coloquei o dedo devagar, massageei, entrei mais fundo enquanto punhetava. A porra que saiu foi absurda, demorada, eu fiquei tremendo, sem ar, deitado na cama como se tivesse levado um choque. Quero mais. Quero brinquedos no rabo. Topa?

Fiquei quieta uns segundos, o coração batendo forte. Não era ciúme, nem nojo. Era surpresa misturada com uma onda quente subindo pela barriga. Eu amo esse homem pra caralho, amo ver ele se entregando, amo quando a gente sai da rotina. Respirei fundo e respondi com a voz rouca:

— Meu bem, se é isso que te deixa louco, a gente faz. Tudo que sair da nossa cabeça a gente realiza juntos. Sem julgamento. Vamos brincar.

Nem terminei de falar e ele já tava me puxando pro quarto. A cama king size tava arrumada, mas ele tinha deixado uma bolsinha preta em cima do criado-mudo. Dentro: um plug pequeno de silicone roxo, um vibrador anal curvado com controle remoto e bastante lubrificante. Meu ventre contraiu só de imaginar.

Começamos devagar, como sempre. Beijos molhados, línguas se enrolando, mãos explorando. Ele puxou a alça da minha camisola e abocanhou meu peito direito, chupando o bico com força, mordiscando até eu gemer e arquear as costas. Depois desceu, abriu minhas pernas e enterrou o rosto na minha buceta depilada. A língua dele é um pecado: lambeu o clitóris devagar, depois rápido, enfiou dois dedos grossos e curvados, acertando aquele ponto que me faz ver estrelas. Eu segurava a cabeça dele, rebolando na cara dele, gemendo alto:

— Isso, amor… chupa minha bucetinha gostosa… assim…

Depois trocamos. Fiquei de quatro na cama, bunda empinada, e engoli a rola dele até o fundo da garganta. Ele abriu bem as pernas, gemendo rouco, e disse com a voz embargada:

— Agora… começa com o dedo, vai…

Eu cuspi no cu dele, lambi devagar, circundando o anel apertado com a ponta da língua. Ele deu um grito abafado no travesseiro:

— Porra, que delícia! Chupa mais, vai, mete a língua aí dentro…

Eu obedeci, enfiando a língua o máximo que conseguia, sentindo o gosto levemente salgado, o músculo piscando contra minha boca. Depois molhei dois dedos e empurrei devagar. Ele respirava pesado, punhetando devagar. Quando o primeiro dedo entrou até o nó, ele soltou um gemido longo, quase um ronronar.

— Tá gostoso? — perguntei, girando o dedo.

— Tá foda… continua…

Relaxado e babando de tesão, peguei o plug pequeno. Passei lubrificante generoso, pressionei contra o cuzinho dele e empurrei. Ele soltou um gemido misturado com dor e prazer:

— Ai… devagar… tá ardendo um pouco… mas não para…

Centímetro por centímetro, o plug entrou. Quando a base ficou encostada na bunda dele, ele tremeu inteiro. Eu liguei o vibrador maior, coloquei na velocidade baixa e mandei ele virar de costas, pernas pra cima, segurando os joelhos. O plugzinho vibrava dentro dele enquanto eu subia em cima, encaixei a rola dura na minha entrada molhada e desci devagar, sentindo cada veia.

— Agora eu vou cavalgar você enquanto o brinquedo fode seu cu — sussurrei, começando a rebolar.

Ele estava com os olhos semicerrados, boca aberta, suor escorrendo no peito. Cada vez que eu descia forte, o vibrador pressionava a próstata dele e ele gemia mais alto. O quarto encheu de barulhos molhados: o “ploc ploc” da minha buceta engolindo a rola, o zumbido baixo do vibrador, os peidos baixinhos que escapavam dele de vez em quando por causa da pressão, um cheiro quente e íntimo misturando com o cheiro de sexo.

— Porra, amor… eu tô tomando no cu e te comendo ao mesmo tempo… que delícia… — ele murmurava entre gemidos.

Eu aumentei o ritmo, quicando mais forte, sentindo a rola dele latejar dentro de mim. Ele apertava minha bunda, dedos cravados na carne. De repente ele soltou um gemido gutural:

— Tá vindo… não para… tô gozando…

Senti o jato quente enchendo minha buceta enquanto ele tremia inteiro, o cu piscando forte em volta do vibrador. Eu não aguentei: gozei logo depois, apertando a rola dele, leite escorrendo pelas coxas. Caímos os dois suados, ofegantes, o plug ainda vibrando baixinho dentro dele.

Depois do banho, deitados na cama, ele me abraçou forte e sussurrou:

— Isso foi só o começo, né? Quero tentar coisas maiores… quero que você me domine mais… quero gravar a gente…

Eu sorri no escuro, já imaginando as próximas aventuras: talvez num motel na praia de Boa Viagem, ou escondidos num canto escuro do Marco Zero, ou até numa viagem pra Porto de Galinhas com brinquedos novos e gente desconhecida por perto sem saber o que rolava.

Se você ficou com o pau duro ou a buceta molhada lendo isso, imagina ver as aventuras reais que eu posto toda semana. Pra acompanhar tudo sem perder nada, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026

Quero saber: qual foi a parte que mais te deixou excitado? Já experimentou algo assim com o parceiro? Comenta aqui embaixo, me conta seu desejo mais safado. Quem sabe na próxima aventura eu não realizo algo inspirado no que vocês pedirem?

Porque eu e ele não paramos por aí. Tem muito mais por vir. E eu mal posso esperar pra compartilhar cada gemido, cada gota, cada dor gostosa e cada gozo que ainda vamos viver juntos.

Fica ligado. A gente se vê nas próximas.

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