Cu de crente é bom demais!
Era uma vez uma moça de Recife que todo mundo jurava ser a santinha perfeita: saia rodona até o chão, blusinha fechada no pescoço, sorriso manso na igreja da Boa Viagem aos domingos. Mas quem olhava direito via o rebolado traiçoeiro, o quadril largo dançando mesmo parada, o cheiro de baunilha misturado com algo bem mais quente. Eu soube na hora: por trás daquela fachada de crente fervorosa, tinha uma vadia louca pra ser destruída. E foi exatamente isso que aconteceu naquela noite quente de março, no meu apê em Pina.
Se você curte saber como uma mulher recatada vira uma cadela anal gemendo sem parar, vai até o fim. Tem dor, tem prazer misturado, tem peido escapando de vergonha e tesão, tem gozo escorrendo e promessa de mais. Quer ver as aventuras dela comigo? Então acompanha, porque isso aqui é só o começo.
A gente se esbarrou no elevador do Shopping RioMar, eu com uma sacola de academia, ela voltando da reunião de mulheres da igreja, Bíblia debaixo do braço. O perfume dela invadiu o espaço pequeno, doce demais pra ser inocente. Nossos olhares se cruzaram e ela baixou a cabeça rápido, mas não antes de eu ver o brilho safado nos olhos castanhos. Conversa fiada sobre o calor, o trânsito na Av. Boa Viagem, até que ela soltou, quase sussurrando:
— Às vezes penso em coisas que não devia… sabe?
Eu sorri de lado.
— Tipo o quê, minha filha?
Ela corou até a raiz do cabelo castanho-escuro, mordendo o lábio inferior.
— Tipo… ser tomada de um jeito que ninguém imagina. Dominada. Sem escapatória.
Não perdi tempo.
— Então vem comigo hoje à noite. Vou te mostrar o que é ser minha sem escapatória nenhuma.
Ela hesitou uns segundos, depois assentiu, voz tremendo de excitação.
— Tá bom… mas vai devagar comigo, por favor? Nunca fiz… aquilo.
Chegou no meu prédio por volta das nove, usando um vestido longo azul-escuro que marcava a cintura fina e explodia nos quadris largos. Salto alto preto, batom vermelho discreto, cabelo solto caindo pelas costas. Parecia pronta pro culto noturno, mas o andar era de quem já sabia que ia ser fodida até implorar.
No quarto, acendi só o abajur amarelo, criei penumbra. Comecei com beijos lentos, língua invadindo a boca dela enquanto minhas mãos desciam pelas costas, apertando aquela bunda farta por cima do tecido. Ela gemia baixinho na minha boca, corpo tremendo.
— Tô nervosa… mas tô molhada desde que entrei no elevador.
Levantei o vestido devagar, expondo as coxas grossas, a calcinha preta de renda fina já com uma mancha escura no meio. Virei ela de quatro na cama, joelhos afundados no colchão, rosto no travesseiro. Puxei a calcinha pro lado com um dedo, revelando a buceta inchada, brilhando de tesão, e logo acima o cuzinho franzidinho, rosado, intocado.
Ajoelhei atrás e abri as nádegas com as duas mãos. O cheirinho de mulher excitada misturado com sabonete floral me deixou louco. Lambi primeiro a buceta toda, língua comprida subindo e descendo, chupando o clitóris até ela arquear as costas e soltar um gritinho abafado.
— Ai, Juninho… minha bucetinha tá pegando fogo…
Mas eu queria o proibido. Subi a língua devagar pelo rego, lambendo o períneo, até encostar na entrada apertada do cu. Girei a ponta da língua em círculos lentos, sentindo ela contrair e relaxar. Um peidinho tímido escapou, quente e cheiroso, e ela morreu de vergonha.
— Ai meu Pai… que vergonha… desculpa…
Eu ri rouco.
— Relaxa, gostei. Mostra que tá excitada pra caralho. Solta mais se quiser.
Ela gemeu alto quando enfiei a língua mais fundo, abrindo caminho. Peguei o lubrificante na mesinha, espremi bastante no dedo e comecei a circular a entrada. Pressionei devagar, sentindo a resistência.
— Relaxa o bumbum, vai… deixa entrar.
O dedo escorregou até a primeira falange. Ela apertou forte, gemeu de dor misturada com prazer.
— Tá ardendo… mas não para… continua…
Dois dedos agora, abrindo aos poucos, girando, fodendo devagar. Ela rebolava contra minha mão, empinando mais, pedindo sem palavras. Tirei os dedos, posicionei a cabeça grossa da rola na portinha lubrificada.
— Respira fundo, vai doer um pouco no começo, mas depois você vai implorar por mais.
Forcei. A cabeça abriu caminho com dificuldade, ela gritou abafado no travesseiro.
— Ai caralho… tá rasgando… dói muito!
Fiquei parado, só a glande dentro, deixando ela se acostumar. Senti o anel apertando como um punho quente. Aos poucos ela relaxou, começou a empinar sozinha, querendo mais.
— Vai devagar… mas não para… quero sentir tudo…
Centímetro por centímetro, entrei inteiro. Quando a base encostou nas nádegas, ela soltou um gemido longo, animalesco.
— Tá todo dentro… meu cu tá cheio do seu pau… que delícia…
Comecei a bombear devagar, saindo quase todo e voltando até o talo. O barulho molhado misturado com tapas na bunda ecoava no quarto. Ela peidou de novo, dessa vez mais forte, sem querer, e riu entre gemidos.
— Tô virando uma porca… mas não consigo parar…
Aumentei o ritmo, segurando nos quadris largos, metendo com força. Cada estocada fazia as nádegas tremerem, o saco batendo na buceta encharcada. Puxei o cabelo dela pra trás.
— Fala que é minha puta anal, fala!
— Sou tua puta… tua crentinha safada… mete mais forte, me arromba!
Dei uns tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. Ela gozou primeiro, corpo convulsionando, cu apertando minha rola como se quisesse espremer tudo. Gritou alto, suando, tremendo.
— Tô gozando… ai… no cu… nunca gozei assim…
Não aguentei. Enfiei até o fundo e gozei forte, jatos quentes enchendo o interior apertado, escorrendo quando tirei devagar. Ela caiu de bruços, ofegante, cu piscando, vermelho e aberto, gozo branco escorrendo pelas coxas.
Ficamos deitados um tempo, respiração pesada. Ela virou o rosto, olhos brilhando.
— Agora toda vez que sentar na igreja vou lembrar disso… do seu pau me abrindo… e vou ficar molhada de novo.
Sorri, passando a mão na bunda marcada.
— Isso é só o começo, minha cadela. Tem muito mais aventura vindo. Quer saber o que faço com ela na próxima? Quer ver como fica esse cuzinho depois de várias noites?
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Comenta aqui embaixo o que você achou… quer que eu conte a próxima foda? Diz aí que eu continuo te levando pro inferno com ela. 😈
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